como esse fim de semana minha filha não saiu porque tá brigada com o namorado, eu insisti pra gente ir dançar salsa e de quebra dar uma olhada nos morenos. minha filha não queria, mas por sorte depois ela amoleceu. então, já arrumadas, a gente tomou uns drinques em casa, que tavam bem fortes, pra falar a verdade. ao entrar na balada, sentamos nuns sofás enquanto tocava salsa. era inacreditável quanta gente tinha ido, mas mais inacreditável ainda foi ver outro negão (sorte a minha ter topado com dois deles hoje) vindo na nossa direção. esse não era tão alto quanto o segurança nem tão fortão. era mais magro, atlético e com um rostinho bem bonito. ele sorriu pra mim e estendeu a mão, tipo um convite pra dançar. eu fiquei meio sem graça de deixar minha filha sozinha, mas ela mesma me incentivou. ele começou se apresentando, falou que o nome era Nelson. dava pra perceber que também era cubano, provavelmente pela proximidade com o Caribe. ele pegou minha mão e a outra colocou na minha cintura, com os dedos meio que tocando minha bunda, mas eu tava meio excitada com tudo que tinha rolado. começamos a dançar e ele era foda, me mexia à vontade e, num momento inesperado, me virou e rapidamente se colou no meu corpo, enquanto eu ficava de costas pra ele. meus olhos se arregalaram porque, no meio da minha racha, encostou um pedaço de carne que eu não acreditava. como podia sentir aquilo com a calça vestida? fiquei paralisada e Nelson riu. naquela hora, eu já não ouvia mais a música, só sentia aquele troço esfregando sensual contra mim, sentia uma umidade danada que há muito tempo não sentia, a pele das minhas pernas ficou toda arrepiada e meus peitos contraídos, com os bicos duros igual pedra. sentia meu corpo começando a suar e, pela minha coxa, escorriam devagar umas gotinhas da minha buceta.
Nelson me dizia que desde que me viu, eu parecia uma coroa muito gostosa.
Eu já não conseguia sair do meu estado de excitação, não sei quanto tempo passou, mas virei pra ver minha mina e ela tava bêbada, dançando de um jeito muito sensual e gostoso.
Nelson me convidou pra ir na casa dele e, apesar da minha tesão, fiquei meio na dúvida, principalmente porque minha filha tava bem bêbada. Mas minha filha, sem pensar duas vezes, disse que aceitava. O negão falou que depois o irmão dele ia chegar.
A gente topou e entrou no carro do Nelson, que enquanto dirigia com uma mão, ia passando a mão nas minhas pernas, quase chegando na minha buceta. Eu já tava completamente excitada, a gente mal tinha conversado e eu já sentia uma vontade doida de pular em cima dele. Me dava um tesão danado saber que minha filha tava olhando a gente se pegando. Finalmente chegamos e entramos na sala dele. Ele ofereceu uma bebida e colocou uma música. Aí ele chamou minha filha pra dançar. Eles começaram a dançar e em pouco tempo já estavam suados, e olha, tava um calor do caralho.
Minha filha se mexia de um jeito que qualquer homem teria se desmanchado com os movimentos das peitolas dela. O Nelson não aguentou e se jogou pra morder os lábios dela, beijava com força e começou a apertar um dos peitos dela. Minha filha tava viajando, curtindo o jeito selvagem que ele tocava nela. Vi como ela desceu a mãozinha e apertou aquele monstro que eu suspeitava que ele tinha entre as pernas. Minha filha se ajoelhou, como se esperasse pra fazer um boquete, e o Nelson, devagar, como querendo nos excitar com o mistério, tirou a maior piroca que eu já vi na vida. Era enorme, fácil de cobrir minha cara inteira, era preta com a cabeça rosada. Minha pequena tava na frente daquilo descomunal com a mão em volta, não conseguia fechar, era grosso pra caralho, e quando ela quis lamber, chegou o irmão do Nelson.
Cada palavra me excitava mais, sentia um formigamento na minha buceta e vontade de ser preenchida. Nunca tinha sentido essa urgência! Vi como o irmão do Nelson pegou a minha pequena pela cintura e começou a lamber os mamilos dela enquanto a mão dele deslizava pela calcinha fio dental e brincava com o clitóris dela. Eu, por outro lado, um pouco nervosa, não queria sensualidade nem preliminares, precisava ser comida logo, tava tão molhada que pedi isso ao Nelson depois que ele me colocou num sofá, levantou meu vestido, afastou minha calcinha fio dental e começou a lamber meu clitóris e a entrada do paraíso.
Em seguida, colocou minhas pernas nos ombros dele e, com o pauzão enorme, começou a passar ele todinho pela minha bucetinha. Eu me sentia fraca, pequena e indefesa do lado daquela pica escultural, me fazia sofrer de tesão a cada movimento que ele fazia. Olhei pra minha filhinha que, do outro lado da sala, tava chupando o pau do irmão, era bem parecido com o do irmão dela.
Nelson deu uma estocada selvagem que fez ele entrar quase por completo de uma vez, ajudou muito que eu estava escorrendo de tesão. Rapidamente ele começou a bombar sem enfiar até o fundo, eu só sentia uma dor indescritível, já que meus lábios estavam abertos ao máximo em volta daquele pau, mas logo começou a ser puro prazer e eu sentia contrações na minha buceta o tempo todo, como se estivesse num orgasmo permanente.
Naquele momento, ele empurrou com força e eu senti ele me rasgando por dentro, chegando num lugar onde nunca tinha sentido nada igual.
Do outro lado do quarto, eu ouvia os gemidos da minha filha. Bêbada, ela gritava cada coisa que me deixava ainda mais excitado. Ela dizia coisas tipo: "Papai, mete tudo na frente da mamãe, você gosta de se exibir com a minha mãe, negão, sim, quero que você goze na minha boca", minha filha falava pro irmão.
Enquanto o Nelson me comia de quatro, eu via o outro negro gozando na boca da minha filha. Ver aquela cena me fez gozar também, tive um orgasmo enorme. O negro me comia numa velocidade danada até que falou que ia gozar, e eu pedi pra ele gozar na minha boca também. Abri bem a boca e senti o gozo dele cair dentro, saboreando boa parte. Passei uma noite muito quente com a minha filha, que eu já sabia que gostava de sexo, mas nunca imaginei vê-la numa situação dessas comigo. Já tínhamos dividido um homem antes, mas isso foi muito mais intenso. No dia seguinte, conversei com a minha filha e ela disse que se divertiu muito, que ficasse tranquila que isso ia ser nosso segredo. Beijos pra todos.
Nelson me dizia que desde que me viu, eu parecia uma coroa muito gostosa.
Eu já não conseguia sair do meu estado de excitação, não sei quanto tempo passou, mas virei pra ver minha mina e ela tava bêbada, dançando de um jeito muito sensual e gostoso.
Nelson me convidou pra ir na casa dele e, apesar da minha tesão, fiquei meio na dúvida, principalmente porque minha filha tava bem bêbada. Mas minha filha, sem pensar duas vezes, disse que aceitava. O negão falou que depois o irmão dele ia chegar.
A gente topou e entrou no carro do Nelson, que enquanto dirigia com uma mão, ia passando a mão nas minhas pernas, quase chegando na minha buceta. Eu já tava completamente excitada, a gente mal tinha conversado e eu já sentia uma vontade doida de pular em cima dele. Me dava um tesão danado saber que minha filha tava olhando a gente se pegando. Finalmente chegamos e entramos na sala dele. Ele ofereceu uma bebida e colocou uma música. Aí ele chamou minha filha pra dançar. Eles começaram a dançar e em pouco tempo já estavam suados, e olha, tava um calor do caralho.
Minha filha se mexia de um jeito que qualquer homem teria se desmanchado com os movimentos das peitolas dela. O Nelson não aguentou e se jogou pra morder os lábios dela, beijava com força e começou a apertar um dos peitos dela. Minha filha tava viajando, curtindo o jeito selvagem que ele tocava nela. Vi como ela desceu a mãozinha e apertou aquele monstro que eu suspeitava que ele tinha entre as pernas. Minha filha se ajoelhou, como se esperasse pra fazer um boquete, e o Nelson, devagar, como querendo nos excitar com o mistério, tirou a maior piroca que eu já vi na vida. Era enorme, fácil de cobrir minha cara inteira, era preta com a cabeça rosada. Minha pequena tava na frente daquilo descomunal com a mão em volta, não conseguia fechar, era grosso pra caralho, e quando ela quis lamber, chegou o irmão do Nelson.
Cada palavra me excitava mais, sentia um formigamento na minha buceta e vontade de ser preenchida. Nunca tinha sentido essa urgência! Vi como o irmão do Nelson pegou a minha pequena pela cintura e começou a lamber os mamilos dela enquanto a mão dele deslizava pela calcinha fio dental e brincava com o clitóris dela. Eu, por outro lado, um pouco nervosa, não queria sensualidade nem preliminares, precisava ser comida logo, tava tão molhada que pedi isso ao Nelson depois que ele me colocou num sofá, levantou meu vestido, afastou minha calcinha fio dental e começou a lamber meu clitóris e a entrada do paraíso.
Em seguida, colocou minhas pernas nos ombros dele e, com o pauzão enorme, começou a passar ele todinho pela minha bucetinha. Eu me sentia fraca, pequena e indefesa do lado daquela pica escultural, me fazia sofrer de tesão a cada movimento que ele fazia. Olhei pra minha filhinha que, do outro lado da sala, tava chupando o pau do irmão, era bem parecido com o do irmão dela.
Nelson deu uma estocada selvagem que fez ele entrar quase por completo de uma vez, ajudou muito que eu estava escorrendo de tesão. Rapidamente ele começou a bombar sem enfiar até o fundo, eu só sentia uma dor indescritível, já que meus lábios estavam abertos ao máximo em volta daquele pau, mas logo começou a ser puro prazer e eu sentia contrações na minha buceta o tempo todo, como se estivesse num orgasmo permanente.
Naquele momento, ele empurrou com força e eu senti ele me rasgando por dentro, chegando num lugar onde nunca tinha sentido nada igual.
Do outro lado do quarto, eu ouvia os gemidos da minha filha. Bêbada, ela gritava cada coisa que me deixava ainda mais excitado. Ela dizia coisas tipo: "Papai, mete tudo na frente da mamãe, você gosta de se exibir com a minha mãe, negão, sim, quero que você goze na minha boca", minha filha falava pro irmão.
Enquanto o Nelson me comia de quatro, eu via o outro negro gozando na boca da minha filha. Ver aquela cena me fez gozar também, tive um orgasmo enorme. O negro me comia numa velocidade danada até que falou que ia gozar, e eu pedi pra ele gozar na minha boca também. Abri bem a boca e senti o gozo dele cair dentro, saboreando boa parte. Passei uma noite muito quente com a minha filha, que eu já sabia que gostava de sexo, mas nunca imaginei vê-la numa situação dessas comigo. Já tínhamos dividido um homem antes, mas isso foi muito mais intenso. No dia seguinte, conversei com a minha filha e ela disse que se divertiu muito, que ficasse tranquila que isso ia ser nosso segredo. Beijos pra todos.
4 comentários - salida con mi hija
Me muero de ganas de cojerme a tu hija