Por circunstâncias pessoais, tive que ir morar na Cidade do México e arrumar um emprego do que fosse, mas rápido. Então fui em entrevistas e levando currículos. Até que cheguei num escritório de uma construtora que precisava de uma recepcionista. Na entrevista, o chefe simpatizou com minha situação atual e, apesar de ter outras garotas mais qualificadas, decidiu me dar uma chance. Ele me disse para me apresentar no dia seguinte, a vestimenta era formal e sempre de tênis, de preferência saia. E assim fiz, no dia seguinte me apresentei de saia, tênis e bem arrumada. Ele explicou rapidamente como seria meu trabalho e foi me mostrando o lugar. Quando chegamos onde ficavam os escritórios dos engenheiros e arquitetos, eu vi ele e ele me viu ao mesmo tempo – era um cara com quem eu tinha trocado várias mensagens no P!. Difícil de acreditar. Tínhamos uma boa química, mas nunca tínhamos nos visto pessoalmente. Fingimos que não nos conhecíamos, o chefe nos apresentou, e pude ver no olhar dele que ele ficou tão emocionado quanto eu.
Depois do tour, me indicaram meu lugar de trabalho e fui trabalhar. Mas não conseguia tirar ele da cabeça. Não conhecia bem o lugar e meu trabalho era mais lidar com clientes do que com engenheiros e arquitetos. Mas já ia dar um jeito de vê-lo de novo. Continuei meu trabalho e, pouco antes da hora do almoço, ele veio até a recepção e, discretamente, me deu um bilhete que dizia: “te vejo no banheiro”. E, do jeito mais natural, levantei do meu lugar e fui até o banheiro. Ele já estava lá me esperando e, num movimento super rápido, antes que alguém visse, me puxou pro banheiro masculino e trancou a porta. E começou a me beijar de um jeito muito apaixonado, com os braços me puxando contra o corpo dele. Eu podia sentir com minha pélvis o pau duro dele, que ficava ainda mais duro enquanto me beijava. Ele queria quase arrancar minha roupa, tava como um lobo desesperado. por comer. E em alguns segundos recobrei a consciência e disse: "alguém pode nos ver e eu preciso do trabalho", e ele, todo seguro, respondeu: "quase ninguém vem antes da hora do almoço, todo mundo se apressa pra sair na hora. Pra comer, então, temos tempo pra eu poder te comer." Sentia medo de sermos descobertos, mas ao mesmo tempo eu também esperava muito por aquele momento. E enquanto eu debatia mentalmente se parava ou se continuava, meus pensamentos foram interrompidos ao sentir que ele se ajoelhou rápido, levantou minha saia, afastou minha calcinha e deslizou a língua por todo o meu clitóris, me molhando mais do que eu já estava. Senti aquela língua quentinha indo de um lado pro outro, umas mordidinhas leves, achei que ia gritar de prazer, mas me segurei pra não ser descoberta. Depois ele se levantou, desabotoou um pouco a calça, o suficiente pra deixar sair o pau duro, pronto pra entrar em mim. E com um movimento rápido, me tirou a calcinha, me inclinou sobre a pia e, de uma vez, enfiou tudo. Senti como se estivesse me perfurando por dentro e, por causa do duro que ele tava, sentia ainda mais seus movimentos de penetração. Com uma mão, levantou minha perna, e com a outra me abraçava, segurando e acariciando um dos meus peitos. Senti sua respiração ofegante no meu pescoço e no meu ouvido, o calor dele me incendiava, eu não queria que aquilo acabasse, estava gozando cada estocada. E pouco antes de terminar, ele me fez virar, me ajoelhar na frente dele e me deu pra beber o néctar dele, cheio de prazer, dizendo: "não pode sobrar nem uma gota, não quero evidência." Uff, tinha um gosto doce. Saboreei e logo me arrumei pra ninguém notar nada, abaixei minha saia. E de repente ele sorriu com minha calcinha na mão e disse: "vai ser minha lembrança da nossa primeira vez." E falou: "se alguém te ver saindo, é só fingir que entrou no banheiro errado." Me despedi dele com um beijo. E continuei trabalhando como se nada tivesse acontecido, sem calcinha porque ele roubou. Mas me deixou um sorriso de satisfação. ... Sei que a gente vai rolar mais encontros, não tenho dúvida nenhuma......
Depois do tour, me indicaram meu lugar de trabalho e fui trabalhar. Mas não conseguia tirar ele da cabeça. Não conhecia bem o lugar e meu trabalho era mais lidar com clientes do que com engenheiros e arquitetos. Mas já ia dar um jeito de vê-lo de novo. Continuei meu trabalho e, pouco antes da hora do almoço, ele veio até a recepção e, discretamente, me deu um bilhete que dizia: “te vejo no banheiro”. E, do jeito mais natural, levantei do meu lugar e fui até o banheiro. Ele já estava lá me esperando e, num movimento super rápido, antes que alguém visse, me puxou pro banheiro masculino e trancou a porta. E começou a me beijar de um jeito muito apaixonado, com os braços me puxando contra o corpo dele. Eu podia sentir com minha pélvis o pau duro dele, que ficava ainda mais duro enquanto me beijava. Ele queria quase arrancar minha roupa, tava como um lobo desesperado. por comer. E em alguns segundos recobrei a consciência e disse: "alguém pode nos ver e eu preciso do trabalho", e ele, todo seguro, respondeu: "quase ninguém vem antes da hora do almoço, todo mundo se apressa pra sair na hora. Pra comer, então, temos tempo pra eu poder te comer." Sentia medo de sermos descobertos, mas ao mesmo tempo eu também esperava muito por aquele momento. E enquanto eu debatia mentalmente se parava ou se continuava, meus pensamentos foram interrompidos ao sentir que ele se ajoelhou rápido, levantou minha saia, afastou minha calcinha e deslizou a língua por todo o meu clitóris, me molhando mais do que eu já estava. Senti aquela língua quentinha indo de um lado pro outro, umas mordidinhas leves, achei que ia gritar de prazer, mas me segurei pra não ser descoberta. Depois ele se levantou, desabotoou um pouco a calça, o suficiente pra deixar sair o pau duro, pronto pra entrar em mim. E com um movimento rápido, me tirou a calcinha, me inclinou sobre a pia e, de uma vez, enfiou tudo. Senti como se estivesse me perfurando por dentro e, por causa do duro que ele tava, sentia ainda mais seus movimentos de penetração. Com uma mão, levantou minha perna, e com a outra me abraçava, segurando e acariciando um dos meus peitos. Senti sua respiração ofegante no meu pescoço e no meu ouvido, o calor dele me incendiava, eu não queria que aquilo acabasse, estava gozando cada estocada. E pouco antes de terminar, ele me fez virar, me ajoelhar na frente dele e me deu pra beber o néctar dele, cheio de prazer, dizendo: "não pode sobrar nem uma gota, não quero evidência." Uff, tinha um gosto doce. Saboreei e logo me arrumei pra ninguém notar nada, abaixei minha saia. E de repente ele sorriu com minha calcinha na mão e disse: "vai ser minha lembrança da nossa primeira vez." E falou: "se alguém te ver saindo, é só fingir que entrou no banheiro errado." Me despedi dele com um beijo. E continuei trabalhando como se nada tivesse acontecido, sem calcinha porque ele roubou. Mas me deixou um sorriso de satisfação. ... Sei que a gente vai rolar mais encontros, não tenho dúvida nenhuma......
1 comentários - Coisas do destino