Depois do primeiro jogo da Argentina, comecei com uma dor no adutor. No terceiro dia, não aguentava mais, então fui pro pronto-socorro do meu plano de saúde. Depois de esperar mais de uma hora, me chamaram pelo alto-falante pro consultório. Quando cheguei, fiquei travado: na minha frente tinha uma mina de uns 25 anos, baixinha, mas com umas tetas enormes que o jaleco destacava ainda mais. Ela usava óculos e tinha uma carinha de menina inocente do caralho. Ela me tirou da hipnose me cumprimentando e se apresentando, tinha um sotaque que eu conhecia — a mina era do litoral. Me perguntou qual era o meu problema, contei, e ela pediu pra eu tirar a calça e deitar na maca. Na hora, agradeci por ter seguido aquilo que minha mãe sempre falava quando eu era moleque: que você tem que ter sempre uma cueca boa, caso precise ser examinado de emergência, haha. Deitei na cama com minha camiseta e a cueca boxer. Embora não estivesse dura, a situação já tinha feito o volume ficar mais marcado. A doutora se virou e o olhar dela foi direto pra lá, e notei um sorrisinho que me agradou. Ela se aproximou e começou a apertar com a mão. O frio da luva me dava uma sensação especial, até que apertou o ponto da dor e me fez ver estrelas — quase gritei. Isso fez eu levantar a perna e ela afastar a mão, roçando no meu volume. Acho que, se não fosse pela dor que eu tava sentindo, eu gozava ali. Ela disse que provavelmente era uma distensão, que precisava fazer uma ressonância e que ia passar um creme pra relaxar a área. Fez a receita e se aproximou com o creme já na luva. Levantou a perna da cueca e começou a massagear. E aí, a pica ficou duríssima — era impossível disfarçar a barraca, e eu juro que sentia a respiração dela mais acelerada e que os bicos dos peitos dela tinham marcado. Quando terminou, ela disse pra eu fazer a ressonância e, quando tivesse o resultado, pedir um horário com ela. Me vesti e ela se despediu com um beijo, bem perto da comissura dos lábios. Saí de lá super tarado e não tive ideia melhor do que procurar ela no Instagram, encontrei ela, mas a conta era privada e tinha uma foto de biquíni no perfil, então adicionei com minha conta de relatos pra não parecer tão desesperado. Pra minha surpresa, ela me aceitou na hora e em poucos minutos já tinha curtido um dos meus relatos. As fotos dela me faziam querer ela ainda mais, várias na praia, e ainda fazia Pole Dance e tecido, mas o que me deu uma broxada e tirou minhas ilusões foi ver que ela tinha namorado. Mesmo assim, bati umas quantas quando cheguei em casa e nos dias seguintes. Uma semana depois, já tinha os resultados da ressonância e a consulta marcada pra vê-la.
Na semana seguinte, já tinha tudo pronto e me apresentei pra ela, óbvio que dessa vez caprichei muito mais no visual, coloquei a melhor cueca que tinha, até me dei ao trabalho de me depilar e passar perfume. Quando chegou minha vez, ela me recebeu com um sorriso, perguntou como eu tava, se o creme tinha feito efeito. Falei que sim, mas que tinha sido melhor quando ela passou do que quando eu mesmo fiz, o que arrancou outro sorriso dela e fez os olhos dela olharem direto nos meus. Ela checou no computador os resultados da ressonância e disse que, por sorte, não era uma ruptura, só uma distensão. Mandou eu tirar a calça de novo e deitar, mas dessa vez não virou as costas, ficou me olhando, e quando eu ia deitar, pediu pra eu ficar de bruços. De novo, tocou no ponto que tinha doído da outra vez e disse que ia passar o creme de novo. A cueca que eu tava usando dessa vez era mais comprida, e quando ela ia começar a passar o creme, pra minha surpresa, ela pediu se podia abaixar pra massagear melhor a área. Eu fiz, tentando não deixar aparecer demais, caso eu tivesse entendendo a situação errado, e deitei de novo. Em segundos, senti as mãos frias dela começarem a percorrer minha pele, e eu podia jurar que ouvi um gemido vindo dela. Virei o rosto e vi que os bicos dos peitos dela estavam durinhos e ela tava mordendo os lábios. Ela ficou um tempão naquilo, e sinceramente, tava me levando às nuvens. Quando ela disse que tinha terminado, sem nenhum pudor, me sentei na maca com o pau duríssimo. Sabia que ela queria, e eu também. Quando ela se virou, eu vi que, além dos bicos dos peitos estarem durinhos, a virilha dela tava molhada, dava pra ver através do jaleco. Tava tão concentrado nisso que nem percebi que ela tinha pegado meu pau com a mão e ficado na minha frente. Quando me dei conta, a gente já tava se beijando enquanto ela me masturbava. Levei minhas mãos pra bunda dela, e foi aí que ela se afastou, olhou nos meus olhos e disse que a gente não podia fazer aquilo ali, porque o namorado dela trabalhava lá. também no hospital e podia ficar sabendo, mas assim que terminei de falar isso ela se ajoelhou, passou a língua na minha pica desde a base até a ponta e enfiou tudo na boca. Quando tirou, ainda ajoelhada, falou que era tão gostosa quanto imaginava e pediu pra eu esperar ela às 20h num bar que ficava na avenida, que o namorado dela tava de plantão.
Última parte, por enquanto... Esperei ela no bar que me falou e vi ela chegar de uniforme. Quando me viu, ficou parada, vermelha, e olhou pra fora. Prevendo que ia embora, levantei também e cumprimentei ela. Ela sorriu pra mim e se aproximou da mesa. Me disse que por um segundo hesitou, que sempre tinha sido fiel, mas que descobriu que o namorado tava traindo ela com uma enfermeira do turno da noite e agora queria se divertir. Resumindo, disse que eu tava no lugar e na hora certa. Tomamos um café, contamos sobre nossas vidas, mas eu não conseguia parar de olhar pra carinha dela e aqueles peitos lindos, o que provocava sorrisos entre safados e sem graça dela. Depois de um tempo, percebi que ela não tava se animando de vez. Como não queria perder tempo nem fazer ela se sentir mal, pensei em dar o último passo. Levantei pra ir ao banheiro e pagar, e ao passar do lado dela, falei que se não quisesse fazer nada, eu entendia, e quando voltasse, cada um seguia seu caminho, mas que se ela ficasse quando eu voltasse, a gente ia pra outro lugar. Quando voltei, vi ela sentada e, quando me aproximei, ela disse: "vamos?". Saímos juntos rumo ao estacionamento. Planejava levar ela pra um hotel, mas ela pediu pra irmos pro apartamento dela. Quando chegamos no primeiro semáforo, a gente se beijou de boca aberta e a mão dela foi automaticamente pro meu volume e começou a massagear. Eu levei minhas mãos pra aqueles peitos lindos que me deixavam louco. Eram naturais, como eu imaginava, não via a hora de chupar eles. Quando chegamos na casa dela, ela disse pra eu estacionar na esquina, que ela ia entrar primeiro e me avisava. Dei o celular pra ela e em minutos ela escreveu pra eu tocar a campainha. Ela abriu de cima e eu entrei. Quando cheguei no apê, ela me recebeu com o uniforme meio aberto, tinha um sutiã de renda branco lindo. Assim que entrei, a gente começou a se beijar e a se despir por completo. Levei meus dedos até a buceta dela e podia sentir o quanto tava molhada. Soltei o sutiã e na minha frente apareceram aqueles dois peitos lindos e grandes. com auréolas pequenininhas e uns biquinhos gordinhos que não resisti em levar à boca enquanto meus dedos afastavam a calcinha fio dental e entravam entre os lábios molhados dela, o que provocou o primeiro e sonoro orgasmo dela, a ponto de as pernas tremerem e ela cair de joelhos no chão. Ela tirou a última peça de roupa que eu ainda vestia e levou meu pau direto pra boca, puta merda, como ela chupava bem, e me olhava nos olhos vendo o prazer que me causava, só tirava pra passar nos biquinhos que estavam duríssimos. Falei que se continuasse assim ia gozar, mas ela não ligou, começou a chupar mais forte, tava me comendo com a boca, avisei que não aguentava mais e a única coisa que ela fez foi levar as mãos na minha bunda e enfiar o pau o mais fundo que podia, sentia o nariz dela na minha pélvis e a língua percorrendo meu pau, era incrível, não aguentei mais e gozei tudo, pensei que ela ia tirar ali, mas não, até eu terminar ela não se separou, ajoelhada com aqueles óculos lindos, os peitos de fora, a calcinha de lado, me olhou, abriu a boca e mostrou que não tinha sobrado nem uma gota do meu leite. Levantei ela e levei pra cama, coloquei de quatro, tirei a calcinha fio dental e me deparei com uma buceta linda, daquelas que parecem um kitty, sem um único pelo e com a pele super macia, e a bundinha dela, um cuzinho rosa pequenininho, me ajoelhei atrás dela e comecei a brincar com a língua entre a bunda e a buceta, meus dedos penetravam ela e só se ouviam os gemidos dela, ela pediu por favor pra eu comer ela, que ela se cuidava e tinha visto que eu era saudável, nesse ponto eu já tava com o pau duríssimo de novo, então na terceira vez que ela pediu por favor pra eu meter, comecei a penetrar bem devagar, segurando ela pela cintura, quando tava tudo dentro comecei a comer bem devagar, a buceta dela era uma delícia, fazia tempo que não comia uma mina tão apertada e tão molhada, não demorou muito até ela gozar de novo, dessa vez já aos gritos e agarrando forte os lençóis, ela se deixou cair. fazendo meu pau todo brilhoso com os sucos dela sair. Quando recuperou o fôlego, ela virou, me abraçou com as pernas e me puxou pra perto, meu pau começou a roçar no clitóris dela enquanto a gente se beijava, ela desceu a mão e começou a se tocar com meu pau, até que um novo orgasmo a pegou. Aí ela colocou meu pau de volta naquela buceta linda e comecei a comer ela, dessa vez mais forte, nem sei quanto tempo passou, mas sei que ela gozou umas três vezes, e eu já não aguentava mais. Ela só pediu pra avisar quando fosse gozar, eu falei que já tava perto, ela me empurrou com as pernas e me fez deitar de barriga pra cima, ajoelhou entre minhas pernas e começou a me punhetar com aqueles peitos lindos, de vez em quando dava uma lambida. Quando sentiu que eu tava começando a gozar, ela se separou e apontou meu pau pros peitos dela, e eu senti aquele formigamento de prazer na virilha que só rola com um orgasmo perfeito. Assim que terminei, ela pegou um pouco da porra com os dedos e levou à boca, passou a língua no meu pau e chupou até deixar bem limpinho. Levantou e me convidou pra tomar banho com ela, e falou pra ficar tranquilo que o namorado tava de plantão por 24 horas e só voltava no dia seguinte, a gente tinha a noite toda pra transar e que se meu pau não quisesse mais, ela tinha viagra... foi assim, a gente passou a noite toda trepando, o viagra felizmente não foi necessário, e agora toda vez que o namorado dela tá de plantão, ela me chama pra ir "controlar o músculo".
9 comentários - A traumatologista gostosa