Como é que cês tão? Tô postando o primeiro conto de 2023. Esse aqui eu pensei em escrever rapidinho, mas fui desenvolvendo mais. Vou dividir em duas partes.
No mesmo conto, a história da minha mãe, uma mulher madura que conhece um jovem num curso de computação. Ela pede ajuda com um problema no PC dela e, do nada, ele se oferece pra ajudar com outro problema bem mais profundo.
Mamãe e o curso de computação
Como eu não tinha paciência pra explicar pra minha mãe como usar o PC, ela decidiu se inscrever num curso gratuito de informática que tinha numa escola do bairro.
Chegou o dia e ela foi pra aula. Chegou um pouco atrasada, cumprimentou todo mundo e sentou no único lugar vago.
O professor perguntou o nome dela e anotou a presença na lista. Era um cara de quase 30 anos, magro, de óculos e com a cara típica de nerd de TI.
Os alunos eram na maioria idosos, mas tinha um ou outro jovem. Um deles era o Alexis. Uns vinte e poucos anos, tinha terminado o ensino médio fazia pouco e queria fazer um cursinho pra arrumar emprego. Era ele quem sentava do lado da minha mãe.
Ela não passou despercebida pra esses dois.
Alexis parecia um cara legal, tinha uns quilinhos a mais, provavelmente por causa dos excessos do estilo de vida dele.
Em poucas aulas, já virou amigão da minha mãe. Ajudava ela com as coisas que ela não entendia. Claro que ele também gostava de ter a minha mãe como colega. De vez em quando, o olhar dele desviava pro decote ou pras pernas dela.
Mais de uma vez, ele bateu uma punheta pensando nela.
Na aula seguinte, pediu o número dela com a desculpa de passar os apontamentos. Ela deu.
Alexis mandava mensagens, mas minha mãe sempre mantinha distância. Às vezes demorava pra responder, dizendo que tava ocupada, mas escrevia sempre que precisava de alguma coisa.
E foi assim que, no final da aula seguinte, ela perguntou:
"Alexis, cê sabe por que o Word não abre no meu PC de casa? Dá um erro e fecha. Sabe o que pode ser?"
"Não, não faço ideia do que pode ser." Respondeu ele, meio cansado dessa atitude, mas na hora percebeu que podia tirar vantagem da situação.
"Acho que é um vírus. Sim, vi num site que é um vírus muito perigoso que apaga seus arquivos e afeta os programas."
"Ah, não!" Exclamou minha mãe, preocupada.
"Você não tem... Me ajuda?? Continuo. Tô preocupado que as coisas do computador se apaguem.
"Não sei". Respondo, me fazendo de interessante.
"Fala sério, por favor. Vem aqui em casa, vou fazer um bolo bem gostoso".
"Beleza, Vicky, vou passar aí. Quando seria?"
"Vem no sábado, umas 4 da tarde. Dá pra você?"
"Dá sim".
Mamãe deu um beijo na bochecha dele e foi embora. Alexis ficou feliz, achou que ia rolar. Naquela noite, ele tava batendo uma enquanto via a foto do perfil do WhatsApp da minha mãe. Fantasiava como ela ia recompensá-lo com um boquete pra depois colocá-la de quatro e comer ela gostoso.
Assim, fico todo cheio de porra esperando que isso se realize no sábado.
RING. A campainha tocou naquela tarde nublada de sábado.
— Alô? Sim, já vou descer. Atendo minha mãe, indo abrir a porta pro namorado novo dela.
Cumprimento ele e eles entram no apartamento.
"Valeu por vir me ajudar. Meu filho é um idiota, não quer resolver esse negócio de vírus."
"Sem problema, Vicky."
"Quer um cafezinho?"
"Bora. Tô a fim de um cafezinho." Responde Alexis, sentando numa cadeira da sala de jantar.
"Já volto, o bolo ainda tá no forno."
Da posição dele, dava pra ver a cozinha. Ele viu nos mínimos detalhes como minha mãe se inclinava na frente do forno pra olhar o bolo. Claro, a atenção dele ficou toda na bunda dela.
Ah, já está. Vou tirar e deixar esfriar um pouco."
Conversaram por um tempo. Em dado momento, ele puxou o papo pro lado que queria.
"E o teu filho?"
"Não, meu filho não tá em casa. Saiu com os amigos." Respondeu ela. "Tenho dois filhos homens, o outro mora sozinho a umas quadras daqui."
"Ahh, entendi."
"E teu marido trabalhando, né? Ganhando o pão de cada dia."
Mamãe ficou um pouco mais séria.
"Sou separada... Já faz um tempo." Respondeu depois de uma breve pausa.
"Não tô afim de ficar com ninguém, simplesmente não penso nisso agora. Além disso, já tô velha. E você? Tem namorada?" Disse, tentando mudar de assunto.
"Não, não tenho namorada. Não fala isso, Vicky. Que homem não ia querer ficar com uma mulher tão gostosa como você?"
"Ah, obrigada, Alexis." Respondeu com um sorriso, embora não esperasse o elogio. Na verdade, achou meio estranho.
"Bom, vou te mostrar." Referindo-se ao notebook. Foram pra sala onde estava o equipamento.
Alexis sentou na cadeira do computador e mamãe ficou do lado pra mexer no mouse.
"Deixa eu ver."
Ele se afastou um pouco pra trás pra dar espaço. Ela tava abrindo o Word pra ver o erro.
Alexis apoia a mão nas costas dela. Aquela buceta dá vontade de passar a mão, mas ele se segura.
— Beleza, trabalha tranquilo — ela diz. — Vou ficar na cozinha, qualquer coisa me chama.
— Sim, Vicky, tá bom.
Pra falar a verdade, Alexis não fazia a menor ideia de como resolver o erro. Mexeu na máquina um tempão e revisou os arquivos. Esperava encontrar umas fotos da minha mãe pelada, pelo menos, mas não teve sorte.
— E aí, gordão? Conseguiu?
— Não, olha, Vicky. Pelo visto, isso é complicado. Tô vendo que alguns arquivos foram afetados.
— Ah, não! Não quero perder as fotos de família.
— Tá difícil, parece que tem um programa causando isso. Às vezes baixa de site adulto.
— Mas eu não vejo essas coisas! Bom, talvez seu filho, sei lá.
— Ah, vou matar ele! Por favor, me ajuda, Alexis. Deve ter algo que você possa fazer.
— Vou tentar, mas tá complicado. Provavelmente vai ter que formatar, talvez trocar o disco.
— Não, mais gastos. Não pode ser! — Mamãe sentou em outra cadeira que tava na sala. Parecia que essa nova frustração foi a gota d'água. De repente, ela ficou abatida. Claro que não era pra tanto, mas dava pra ver que ela já tava carregando um monte de coisa e isso acabou de amargurar ela.
— Calma — disse Alexis, se aproximando dela.
Sem perder tempo, começou a massagear os ombros dela.
— Relaxa, Vicky, não se preocupa.
Mamãe sentiu as mãos quentes e grandes do Alexis nos ombros e no pescoço.
— Você tá muito tensa.
— Agora virou massagista?
— Haha, não, mas eu gosto. Já pensei em estudar isso várias vezes. Falam que eu tenho jeito.
Agora ele massageava a têmpora dela. Isso era gostoso. Mamãe fechou os olhos por um momento, parecia que Alexis sabia o que tava fazendo porque ela tava adorando.
A alça direita do vestido caiu. Ela não tinha percebido.
— Relaxa, Vicky, relaxa — ele disse enquanto descia dos ombros pra tocar os braços dela. Mamãe percebeu que... tinha abaixado a alça e ela subiu de novo. De qualquer jeito, tava de sutiã.
— Muito estresse, Vicky.
— É, um monte de coisa, problema, imposto, dívida, as coisas de sempre — falou, se abrindo um pouco pro jovem.
— Bom, não pensa nisso agora.
Ele voltou pra parte de trás, puxou o cabelo dela pro lado e continuou massageando embaixo do pescoço. Ouviu um estalo.
— Ohh — ela exclamou.
— Parece que você é bom nisso mesmo.
— É, não quero parecer metido, mas sei o que tô fazendo.
— Cê tá confortável nessa cadeira, Vicky? Tô achando difícil — continuou.
— Não, essas cadeiras são uma bosta. Tenho que mandar estofar. Mais uma coisa.
— Já, cê não para de pensar um minuto, hein.
— Sou assim, e não sei em que outro lugar.
— Geralmente massagem é feita numa cama ou maca.
— Não tenho maca.
— A cama serve.
— Sei lá...
Alexis continuou massageando mais um pouco.
— Pronto.
— Já?
— Não dá pra fazer muito mais, Vicky.
— Mmm. Bom, vamos pro quarto, mas espera um pouco que vou arrumar uma coisa.
Fiel ao costume, arrumou a bagunça. Não podia acreditar que um cara mais novo que os filhos dela ia entrar no quarto dela.
Pronto, pode entrar.
Alexis entrou no quarto dela, tava empolgado mas manteve a mesma postura séria.
A mãe sentou na cama e tirou as sandálias. Queria ficar confortável. Ficou descalça. Os pés lindos dela também não passaram despercebidos pro Alexis.
— Com licença — o jovem falou.
— Pode ficar à vontade, gordi — respondeu ela enquanto ele tirava o calçado pra se posicionar atrás.
Nos minutos seguintes, ele ouviu a mãe reclamar da irmã, criticar a vizinha e os preços das verduras.
— Com licença — falou, abaixando as alças dela.
— Ah. Precisa mesmo?
— Sim, Vicky, preciso trabalhar bem nas costas, senão não faz o mesmo efeito.
— Bom...
— O quê, nunca ganhou uma massagem?
Ela não lembrava da última vez que tinha ganhado uma massagem, na verdade era o primeiro homem que tocava nela. Nos últimos tempos.
Alexis viu as costas brancas da mamãe, agora cobertas só pelo sutiã.
"Você pode se deitar na cama, Vicky?"
Mamãe se deitou de barriga pra baixo.
"Abaixa um pouco mais isso aqui."
Ela ficou meio sem graça, mas obedeceu e puxou o vestido pra baixo. Ele ajudou.
Pegou uma toalha que viu num canto e colocou na parte de baixo das costas dela.
Alexis aproveitou pra tirar o vestido dela de vez. Mamãe se certificou de que a toalha cobria bem a bunda dela. Ela gostou do profissionalismo dele e baixou um pouco a guarda. Relaxou pra curtir a massagem.
As mãos de Alexis percorriam as costas dela, de cima até embaixo. Ele já quase tinha ela, mas precisava continuar mantendo a compostura.
Ela se decidiu e desabotoou o sutiã dela. Ela não tinha parado ele, então ele continuou e tirou a toalha dela.
"Fica tranquila. Tem que massagear as pernas também."
Ele parou um momento e pegou o celular dele. Colocou uma música relaxante pra criar o clima.
De um jeito bem profissional, continuou a massagem na parte das pernas.
Ela tava gostando. Soltava algum suspiro ou gemidinho. Alexis tava fazendo um esforço danado, já que a presa dele tava semi-nua na frente dele. Passou a mão pela lateral da bunda dela.
Viu na mesinha de cabeceira um creme pras pernas e passou um pouco pra depois massagear. A mão dele deslizava pelo corpo todo dela.
Pediu pra ela virar de lado, tentou tirar o sutiã dela completamente, mas ela não quis. Aquilo era um mau sinal pra Alexis, que não sabia bem como continuar.
O celular da mãe tocou umas duas vezes. Com a insistência, ela se levantou.
"Já deu, Alexis. Te agradeço."
"Porra", pensou ele.
Mamãe vestiu uma blusinha por cima e atendeu a ligação. Era meu irmão. Tava pedindo uns favores caseiros. Daí a pouco, o telefone fixo tocou. Era a irmã dela, que ligou justo pra contar as mesmas fofocas de sempre.
"Não, Dario, não vou levar suas roupas, não! Leva pra uma lavanderia, você já é grande pra eu ter que cuidar das suas coisas", falou desligando.
Não tava com paciência pras fofocas de família que a irmã tava contando, então respondeu seco e disse que ligava depois.
Pra completar, chegou umas mensagens da vizinha sobre o assunto das despesas do condomínio.
"Você já me encheu o saco", disse se referindo à vizinha. Nem olhou as mensagens. Colocou o celular no vibrar e deixou na mesa pra voltar pro quarto.
"Continua, por favor."
"Sim, já vou!" Os olhos do Alexis brilharam.
Mamãe tirou a blusinha e se deitou de costas, só de calcinha e sutiã.
O jovem admirou a bunda dela mais uma vez.
Continua...
Espero que vocês tenham gostado da primeira parte. Se sim, deixem pontos, comentem, tudo isso motiva a continuar postando.
No mesmo conto, a história da minha mãe, uma mulher madura que conhece um jovem num curso de computação. Ela pede ajuda com um problema no PC dela e, do nada, ele se oferece pra ajudar com outro problema bem mais profundo.
Mamãe e o curso de computação
Como eu não tinha paciência pra explicar pra minha mãe como usar o PC, ela decidiu se inscrever num curso gratuito de informática que tinha numa escola do bairro.
Chegou o dia e ela foi pra aula. Chegou um pouco atrasada, cumprimentou todo mundo e sentou no único lugar vago.
O professor perguntou o nome dela e anotou a presença na lista. Era um cara de quase 30 anos, magro, de óculos e com a cara típica de nerd de TI.
Os alunos eram na maioria idosos, mas tinha um ou outro jovem. Um deles era o Alexis. Uns vinte e poucos anos, tinha terminado o ensino médio fazia pouco e queria fazer um cursinho pra arrumar emprego. Era ele quem sentava do lado da minha mãe.
Ela não passou despercebida pra esses dois.
Alexis parecia um cara legal, tinha uns quilinhos a mais, provavelmente por causa dos excessos do estilo de vida dele.
Em poucas aulas, já virou amigão da minha mãe. Ajudava ela com as coisas que ela não entendia. Claro que ele também gostava de ter a minha mãe como colega. De vez em quando, o olhar dele desviava pro decote ou pras pernas dela.
Mais de uma vez, ele bateu uma punheta pensando nela.
Na aula seguinte, pediu o número dela com a desculpa de passar os apontamentos. Ela deu.
Alexis mandava mensagens, mas minha mãe sempre mantinha distância. Às vezes demorava pra responder, dizendo que tava ocupada, mas escrevia sempre que precisava de alguma coisa.
E foi assim que, no final da aula seguinte, ela perguntou:
"Alexis, cê sabe por que o Word não abre no meu PC de casa? Dá um erro e fecha. Sabe o que pode ser?"
"Não, não faço ideia do que pode ser." Respondeu ele, meio cansado dessa atitude, mas na hora percebeu que podia tirar vantagem da situação.
"Acho que é um vírus. Sim, vi num site que é um vírus muito perigoso que apaga seus arquivos e afeta os programas."
"Ah, não!" Exclamou minha mãe, preocupada.
"Você não tem... Me ajuda?? Continuo. Tô preocupado que as coisas do computador se apaguem.
"Não sei". Respondo, me fazendo de interessante.
"Fala sério, por favor. Vem aqui em casa, vou fazer um bolo bem gostoso".
"Beleza, Vicky, vou passar aí. Quando seria?"
"Vem no sábado, umas 4 da tarde. Dá pra você?"
"Dá sim".
Mamãe deu um beijo na bochecha dele e foi embora. Alexis ficou feliz, achou que ia rolar. Naquela noite, ele tava batendo uma enquanto via a foto do perfil do WhatsApp da minha mãe. Fantasiava como ela ia recompensá-lo com um boquete pra depois colocá-la de quatro e comer ela gostoso.
Assim, fico todo cheio de porra esperando que isso se realize no sábado. RING. A campainha tocou naquela tarde nublada de sábado.
— Alô? Sim, já vou descer. Atendo minha mãe, indo abrir a porta pro namorado novo dela.
Cumprimento ele e eles entram no apartamento.
"Valeu por vir me ajudar. Meu filho é um idiota, não quer resolver esse negócio de vírus."
"Sem problema, Vicky."
"Quer um cafezinho?"
"Bora. Tô a fim de um cafezinho." Responde Alexis, sentando numa cadeira da sala de jantar.
"Já volto, o bolo ainda tá no forno."
Da posição dele, dava pra ver a cozinha. Ele viu nos mínimos detalhes como minha mãe se inclinava na frente do forno pra olhar o bolo. Claro, a atenção dele ficou toda na bunda dela.
Ah, já está. Vou tirar e deixar esfriar um pouco."Conversaram por um tempo. Em dado momento, ele puxou o papo pro lado que queria.
"E o teu filho?"
"Não, meu filho não tá em casa. Saiu com os amigos." Respondeu ela. "Tenho dois filhos homens, o outro mora sozinho a umas quadras daqui."
"Ahh, entendi."
"E teu marido trabalhando, né? Ganhando o pão de cada dia."
Mamãe ficou um pouco mais séria.
"Sou separada... Já faz um tempo." Respondeu depois de uma breve pausa.
"Não tô afim de ficar com ninguém, simplesmente não penso nisso agora. Além disso, já tô velha. E você? Tem namorada?" Disse, tentando mudar de assunto.
"Não, não tenho namorada. Não fala isso, Vicky. Que homem não ia querer ficar com uma mulher tão gostosa como você?"
"Ah, obrigada, Alexis." Respondeu com um sorriso, embora não esperasse o elogio. Na verdade, achou meio estranho.
"Bom, vou te mostrar." Referindo-se ao notebook. Foram pra sala onde estava o equipamento.
Alexis sentou na cadeira do computador e mamãe ficou do lado pra mexer no mouse.
"Deixa eu ver."
Ele se afastou um pouco pra trás pra dar espaço. Ela tava abrindo o Word pra ver o erro.
Alexis apoia a mão nas costas dela. Aquela buceta dá vontade de passar a mão, mas ele se segura.— Beleza, trabalha tranquilo — ela diz. — Vou ficar na cozinha, qualquer coisa me chama.
— Sim, Vicky, tá bom.
Pra falar a verdade, Alexis não fazia a menor ideia de como resolver o erro. Mexeu na máquina um tempão e revisou os arquivos. Esperava encontrar umas fotos da minha mãe pelada, pelo menos, mas não teve sorte.
— E aí, gordão? Conseguiu?
— Não, olha, Vicky. Pelo visto, isso é complicado. Tô vendo que alguns arquivos foram afetados.
— Ah, não! Não quero perder as fotos de família.
— Tá difícil, parece que tem um programa causando isso. Às vezes baixa de site adulto.
— Mas eu não vejo essas coisas! Bom, talvez seu filho, sei lá.
— Ah, vou matar ele! Por favor, me ajuda, Alexis. Deve ter algo que você possa fazer.
— Vou tentar, mas tá complicado. Provavelmente vai ter que formatar, talvez trocar o disco.
— Não, mais gastos. Não pode ser! — Mamãe sentou em outra cadeira que tava na sala. Parecia que essa nova frustração foi a gota d'água. De repente, ela ficou abatida. Claro que não era pra tanto, mas dava pra ver que ela já tava carregando um monte de coisa e isso acabou de amargurar ela.
— Calma — disse Alexis, se aproximando dela.
Sem perder tempo, começou a massagear os ombros dela.
— Relaxa, Vicky, não se preocupa.
Mamãe sentiu as mãos quentes e grandes do Alexis nos ombros e no pescoço.
— Você tá muito tensa.
— Agora virou massagista?
— Haha, não, mas eu gosto. Já pensei em estudar isso várias vezes. Falam que eu tenho jeito.
Agora ele massageava a têmpora dela. Isso era gostoso. Mamãe fechou os olhos por um momento, parecia que Alexis sabia o que tava fazendo porque ela tava adorando.
A alça direita do vestido caiu. Ela não tinha percebido.
— Relaxa, Vicky, relaxa — ele disse enquanto descia dos ombros pra tocar os braços dela. Mamãe percebeu que... tinha abaixado a alça e ela subiu de novo. De qualquer jeito, tava de sutiã.
— Muito estresse, Vicky.
— É, um monte de coisa, problema, imposto, dívida, as coisas de sempre — falou, se abrindo um pouco pro jovem.
— Bom, não pensa nisso agora.
Ele voltou pra parte de trás, puxou o cabelo dela pro lado e continuou massageando embaixo do pescoço. Ouviu um estalo.
— Ohh — ela exclamou.
— Parece que você é bom nisso mesmo.
— É, não quero parecer metido, mas sei o que tô fazendo.
— Cê tá confortável nessa cadeira, Vicky? Tô achando difícil — continuou.
— Não, essas cadeiras são uma bosta. Tenho que mandar estofar. Mais uma coisa.
— Já, cê não para de pensar um minuto, hein.
— Sou assim, e não sei em que outro lugar.
— Geralmente massagem é feita numa cama ou maca.
— Não tenho maca.
— A cama serve.
— Sei lá...
Alexis continuou massageando mais um pouco.
— Pronto.
— Já?
— Não dá pra fazer muito mais, Vicky.
— Mmm. Bom, vamos pro quarto, mas espera um pouco que vou arrumar uma coisa.
Fiel ao costume, arrumou a bagunça. Não podia acreditar que um cara mais novo que os filhos dela ia entrar no quarto dela.
Pronto, pode entrar.
Alexis entrou no quarto dela, tava empolgado mas manteve a mesma postura séria.
A mãe sentou na cama e tirou as sandálias. Queria ficar confortável. Ficou descalça. Os pés lindos dela também não passaram despercebidos pro Alexis.
— Com licença — o jovem falou.
— Pode ficar à vontade, gordi — respondeu ela enquanto ele tirava o calçado pra se posicionar atrás.
Nos minutos seguintes, ele ouviu a mãe reclamar da irmã, criticar a vizinha e os preços das verduras.
— Com licença — falou, abaixando as alças dela.
— Ah. Precisa mesmo?
— Sim, Vicky, preciso trabalhar bem nas costas, senão não faz o mesmo efeito.
— Bom...
— O quê, nunca ganhou uma massagem?
Ela não lembrava da última vez que tinha ganhado uma massagem, na verdade era o primeiro homem que tocava nela. Nos últimos tempos.
Alexis viu as costas brancas da mamãe, agora cobertas só pelo sutiã.
"Você pode se deitar na cama, Vicky?"
Mamãe se deitou de barriga pra baixo.
"Abaixa um pouco mais isso aqui."
Ela ficou meio sem graça, mas obedeceu e puxou o vestido pra baixo. Ele ajudou.
Pegou uma toalha que viu num canto e colocou na parte de baixo das costas dela.
Alexis aproveitou pra tirar o vestido dela de vez. Mamãe se certificou de que a toalha cobria bem a bunda dela. Ela gostou do profissionalismo dele e baixou um pouco a guarda. Relaxou pra curtir a massagem.
As mãos de Alexis percorriam as costas dela, de cima até embaixo. Ele já quase tinha ela, mas precisava continuar mantendo a compostura.
Ela se decidiu e desabotoou o sutiã dela. Ela não tinha parado ele, então ele continuou e tirou a toalha dela."Fica tranquila. Tem que massagear as pernas também."
Ele parou um momento e pegou o celular dele. Colocou uma música relaxante pra criar o clima.
De um jeito bem profissional, continuou a massagem na parte das pernas.
Ela tava gostando. Soltava algum suspiro ou gemidinho. Alexis tava fazendo um esforço danado, já que a presa dele tava semi-nua na frente dele. Passou a mão pela lateral da bunda dela.
Viu na mesinha de cabeceira um creme pras pernas e passou um pouco pra depois massagear. A mão dele deslizava pelo corpo todo dela.
Pediu pra ela virar de lado, tentou tirar o sutiã dela completamente, mas ela não quis. Aquilo era um mau sinal pra Alexis, que não sabia bem como continuar.
O celular da mãe tocou umas duas vezes. Com a insistência, ela se levantou.
"Já deu, Alexis. Te agradeço."
"Porra", pensou ele.
Mamãe vestiu uma blusinha por cima e atendeu a ligação. Era meu irmão. Tava pedindo uns favores caseiros. Daí a pouco, o telefone fixo tocou. Era a irmã dela, que ligou justo pra contar as mesmas fofocas de sempre.
"Não, Dario, não vou levar suas roupas, não! Leva pra uma lavanderia, você já é grande pra eu ter que cuidar das suas coisas", falou desligando.
Não tava com paciência pras fofocas de família que a irmã tava contando, então respondeu seco e disse que ligava depois.
Pra completar, chegou umas mensagens da vizinha sobre o assunto das despesas do condomínio.
"Você já me encheu o saco", disse se referindo à vizinha. Nem olhou as mensagens. Colocou o celular no vibrar e deixou na mesa pra voltar pro quarto.
"Continua, por favor."
"Sim, já vou!" Os olhos do Alexis brilharam.
Mamãe tirou a blusinha e se deitou de costas, só de calcinha e sutiã.
O jovem admirou a bunda dela mais uma vez.
Continua...
Espero que vocês tenham gostado da primeira parte. Se sim, deixem pontos, comentem, tudo isso motiva a continuar postando.
1 comentários - Mama y el curso de computacion (Relato)