Reencontro com a minha filha

Reencontro com minha filha depois de 30 anos
Olá, como vocês estão? ...vou tentar resumir ao máximo essa história totalmente verdadeira.
Há muitos anos, conheci uma mulher 12 anos mais velha que eu. Na época, eu tinha 28 anos e ela, 40. Mantivemos um relacionamento por uns 2 ou 3 anos, e dessa relação nasceu uma menina que batizamos de Rocío.
Nossos nomes são Amália, a mãe dela, e Roberto, eu.
A relação que eu tinha com a Amália não era de casal fixo, mas de namoro. Não houve casamento nem nunca moramos juntos.
Eu a visitava na casa dela e saíamos para comer fora ou nos divertir em cinemas, bailes, boates, etc.
Muitas vezes, nessas saídas, acabávamos ficando a noite toda em algum hotel, já que a Amália morava com os pais depois do fracasso do casamento dela, do qual teve 2 filhos.
Tudo ia bem no nosso relacionamento do jeito que a gente levava, mas depois que a gravidez foi confirmada, ela e os pais queriam que a gente formalizasse a relação, e eu não concordava. Eu queria continuar do jeito que a gente fazia, ou seja, livres.
Foi assim que a relação começou a se desgastar pela insistência tanto da Amália quanto dos pais dela, aos quais ela dava muito ouvidos por respeito. Ela não sabia defender nossa posição.
Assim foi a gravidez até o momento do nascimento da Rocío. Eu ia visitá-la na casa dos pais da Amália, e cada visita virava um calvário porque sempre tinha aquele reclame de formalizar a relação.
Foi assim que, quando a Rocío completou 9 meses de vida e eu fui celebrar com ela e a mãe, tivemos uma discussão bem acalorada tanto com a Amália quanto com os pais dela, que me proibiram de voltar à casa para visitá-las.
Então, procurei um advogado, que começou com os trâmites judiciais para solicitar o que me cabia: ter visitas para ver minha filha, já que ela também tinha meu sobrenome.
Não foi um trâmite muito rápido, demorando mais do que deveria. Quando citaram a mãe da Rocío... na casa onde elas moravam já não era mais o lar delas, a partir daquele momento nunca mais se soube nada sobre elas, simplesmente desapareceram. Vizinhos deram informações de que haviam se mudado de cidade, mas não era muita coisa, naquela época não existia internet nem nada do que temos hoje tecnologicamente, o que no fim foi o que nos reencontrou com a Rocío.
E assim foram passando os anos, mais de 30. Uma tarde no trabalho, uns colegas estavam comentando que tinham visto perfis de pessoas, de garotas mais especificamente, então me iluminei: podia tentar procurá-la desse jeito. Coloquei como tarefa fazer isso quando chegasse em casa naquela noite.
Naquela noite, depois do jantar, comecei a navegar na web. A primeira coisa que fiz foi digitar no Google o nome completo dela, já que não tinha nenhum outro dado, porque quando foram embora levaram toda a documentação. Apareceram muitas pessoas com o nome e sobrenome dela. Fui ver no Facebook, no Instagram e procurei no TikTok, mas essa última quase descartei pela idade que a Rocío já tinha. Foi assim que, descartando, acabei encontrando ela no Facebook. Meu coração acelerou quando vi a foto de perfil dela: estava linda, uma mulherão total. A cabeleira negra em cachos, na foto ela estava com um vestido azul escuro bem curto, acima dos joelhos, na metade das coxas. Simplesmente me impactou ver ela toda mulher, e ainda por cima lindíssima.
Baixei a foto dela no meu PC e continuei fuçando o perfil. Lá vi que ela era casada e tinha duas filhas, ou seja, descobri que tinha duas netas.
Eu nunca me casei, tive uns amores que não deram em nada, moro sozinho no meu apartamento.
Naquela noite, fiquei vendo todas as fotos que tinha baixado dela e das minhas pequenas netas. Parecia pouca diferença de idade entre as meninas nas fotos, mas a que me impressionou mesmo foi a do perfil (aquela com o vestido mini). Meu coração começou a bater de um jeito tremendo, quanto mais eu olhava, dava zoom para ver as pernas dela de perto. Senti que me... Eu estava excitado e senti culpa, era minha filha que estava me excitando, uma filha que eu não sabia nada sobre ela por mais de 30 anos.
Fechei a fotografia e desliguei o PC, fui descansar, mas quando estava deitado minha mente trouxe a imagem da foto dela. Comecei a ficar excitado novamente e foi aí que precisei me masturbar pensando nela, nas suas pernas, nos seus peitos, na sua longa cabeleira negra. Foi uma ejaculação tremenda que tive, entre o prazer também me senti culpado.
Ao ver o perfil dela, percebi que ela era feliz no seu casamento e com suas filhas, então decidi não aparecer na vida dela, além do mais não sabia o que a mãe dela poderia ter contado sobre seu pai.
E assim seguiram passando mais alguns anos, sem saber mais do que via no Facebook dela, assim que ela postava fotos eu as baixava, fotos de eventos sociais ou das suas férias onde ela estava em biquínis minúsculos, o que me excitava tremendamente e me levava a me masturbar por ela, na minha culpa eu dizia a mim mesmo que era só uma fantasia, que nunca aconteceria algo assim na vida real.
Mas tudo estava prestes a mudar, e como ia mudar nossas vidas.
Uma tarde cheguei do trabalho em casa e depois de relaxar tomando um lanche, resolvi abrir o Facebook, mais que nada para ver se a Rocio tinha publicado algo, quando me deparo com um chat privado onde ela se apresentava, a mensagem dizia: “Olá, meu nome é Rocio, não sei se meu nome te diz algo, vi que você esteve vendo meu perfil e uma amiga minha me ajudou a localizá-lo, não quero atrapalhar sua vida porque não sei se você tem família, só vou aguardar sua resposta, se decidir não responder vou levar numa boa e seguir minha vida como todos esses anos”.
Meu coração se encheu de emoção, levei meia hora e respondi no chat: “Claro que me interessa saber de você”, imediatamente do outro lado tive resposta: “Eu sentia que ia ser assim”.
Desde aquela noite trocamos nossos números de telefone para ficarmos em contato pelo WhatsApp. A partir daí nossos diálogos passaram a ser diários. Enquanto isso, ela me mandava fotos da adolescência dela e eu dizia que ela era linda, não tinha um momento em que eu não a estivesse elogiando. Ela me contou que a mãe dela tinha dito que eu tinha morrido e ela ficou com essa versão. Cada foto que ela me mandava me deixava mais excitado, cada vez mais, e eu já não sentia culpa, na verdade eu a desejava cada vez mais. Nos nossos chats, às vezes nossas conversas ficavam meio "eróticas" quando contávamos que, quando nos encontrávamos, os dois pensávamos muito um no outro. Em um chat, uma vez ela me disse: "Tenho medo porque tem algo que me atrai muito pra você... não sei se é o sangue ou o quê... tenho vontade de te querer e também me dá medo". Eu respondi que sentia exatamente o mesmo, "como algo novo que era, com tudo por conhecer". Entre essas confissões, uma noite enquanto conversávamos, contei que tinha tido um sonho com ela que me pareceu feio. Ela pediu pra eu contar, eu disse que não porque era pesado. Ela insistiu várias vezes até que eu disse: "Sonhei que a gente fazia amor". Ela colocou um emoji de cara surpresa e depois perguntou se realmente tinha achado o sonho feio, que fosse sincero. Eu disse que achei feio pelo que éramos, pai e filha, por isso me pareceu feio, mas que os dois tinham gostado no sonho. Essa conversa ficou por ali, não continuamos com o assunto. Depois ela disse que já era hora de nos conhecermos pessoalmente. Eu concordei, marcamos um encontro num dia de semana em que ela pudesse deixar as filhas com o marido, que estava ciente e apoiava ela pra fechar um capítulo que estava pendente. Foi assim que nos encontramos num bar no centro da cidade, cidade em que, paradoxalmente, os dois morávamos. Eu cheguei e ela já estava lá, a reconheci na hora pelas fotos, era realmente gostosa, um sorriso encantador. Só nos demos um beijo na bochecha e cafés entre nós. começamos a contar partes das nossas vidas, claro que numa conversa de café não íamos contar mais de 30 anos de vida, então combinamos de nos ver de novo. Os dias foram passando e ela me mandou uma mensagem no WhatsApp pra gente se encontrar de novo, aí eu sugeri que ela viesse em casa jantar, que poderíamos conversar mais tranquilos do que num bar, e ela topou. Ela marcou um dia em que o marido podia cuidar das meninas e a gente se encontrou na minha casa.

Na minha cabeça ficou martelando da primeira vez que nos vimos: ela usava uma blusa com os primeiros botões abertos, o que deixava aparecer a divisão dos seios. Acho que eu ficava olhando tanto pra eles que pra mim ela percebeu, mas não fazia nada pra abotoar de novo.

Naquele dia ela chegou no final da tarde em casa, estava linda como sempre. Pra entrar na minha casa tem que passar por uma espécie de hall, então deixei ela passar na frente enquanto eu olhava de trás aquela bunda maravilhosa. Ela é meio baixinha, o que fazia o quadril dela destacar ainda mais no jeans que estava usando. Eu tinha preparado algo antes do jantar, perguntei se ela queria beber algum aperitivo ou vinho, e ela respondeu que não bebia álcool.

No meio da conversa, entreguei um presente pra ela: umas blusas, que ela adorou. Foi aí que ela sugeriu a gente tirar algumas fotos. Peguei meu celular e a gente foi tirando várias fotos diferentes. Em uma delas, ela me abraçou por trás e eu pude sentir os seios dela nas minhas costas, o que me deixou excitado e meu pau começou a ficar duro. Quando ela me soltou e ficou na minha frente, percebeu minha ereção porque olhou pro volume que tinha se formado na minha calça.

Foi então que ela me fez uma pergunta: “Você me vê como mulher ou como filha?”… Eu respondi que tinha consultado uma psicóloga amiga, que me disse que a gente ainda estava se conhecendo e que provavelmente eu a via como mulher, e que o tempo diria se algum dia… Eu a via como filha, já que haviam se passado muitos anos, e não é a mesma coisa estar a vida toda com os filhos desde pequenos, onde se vê os filhos como filhos. Então ela me perguntou de novo: "Mas me diz, você me vê como filha ou como mulher?" e, depois de hesitar na resposta, eu disse que tinha vergonha de dizer, mas que a via como mulher, que ela era tão linda, tão gostosa, que desde que a encontrei pela primeira vez no Facebook só a via como mulher, tinha muita vergonha de confessar esse pensamento. Ela me abraçou de novo, dessa vez de frente, eu também a abracei forte e podia sentir os peitos dela contra os meus, então senti sua respiração acelerada, eu soltava meus braços das suas costas e cintura e apertava ela de novo contra meu peito e ela ficava mais agitada, ela também me apertava mais forte, percebi que ela estava ficando excitada, ela levantou a cabeça e me disse: "Viu que eu te disse que tinha algo que me super atraía em você?" Sim, respondi olhando nos seus olhos e me aproximando dos seus lábios, beijei-a nos lábios e ela correspondeu, me abraçou pelo pescoço e continuamos nos beijando cada vez com mais paixão, quase numa loucura desenfreada, eu a apertava contra meu corpo e ela ficava mais agitada, em um momento comecei a acariciar seus peitos e então ela começou a gemer, imediatamente peguei sua mão e a levei para meu quarto.

Já no quarto, minha cabeça estava explodindo de pensar que estava acontecendo o que tantas vezes fantasiei nas minhas masturbações, desabotoei seu jeans e comecei a baixá-lo até os joelhos, foi então que levei minha mão até sua buceta e constatei que estava toda molhada, ao acariciar sua buceta entre gemidos, deitei-a na minha cama e tirei completamente seu jeans, ficando só na calcinha, levei meu rosto até sua buceta e comecei a beijá-la por cima da calcinha, ela gemendo cada vez mais alto, minhas mãos também acariciavam seus lindos peitos por cima da blusa e sutiã, fui tirando minhas calças e meu pau estava explodindo, babando. sêmen, subi em cima dela beijando-a e esfregando meu pau na sua buceta, os dois de roupa íntima, era uma loucura total, estávamos em um êxtase total, ficamos vários minutos assim esfregando um no outro sentindo como ela ofegava de prazer assim como eu. Em um momento tiramos nossas roupas completamente ficando nus naquela cama os dois, foi então que entre beijos no seu ventre comecei a me aproximar da sua buceta chegando lentamente nela, era a loucura total para ela e para mim também, queria devorá-la com as mordidas que dava, (Lembro desse momento ao relatar isso e meu pau já está ficando duro), assim foi que chegou o momento de penetrá-la, me recompus subindo pelo seu ventre dando beijos e com minha língua sobre sua pele sentia seu calor, beijo após beijo cheguei aos seus lábios e nos devoramos com as línguas em um êxtase total ela abriu suas pernas e eu podia sentir sua buceta roçar no meu pau foi então que a penetrei bem devagar sentindo como ela se estremecia contorcendo seu corpo de um lado para o outro e para cima foi então que comecei a me mover saindo e entrando na sua buceta chegando os dois a um orgasmo tremendo, uma loucura que nos deixou abraçados por vários minutos, realmente as palavras escritas aqui não se comparam com aquele momento.

Bom, depois daquele momento e já recompostos conversamos e combinamos que sempre que precisássemos estaríamos juntos fazendo amor, coisa que até hoje continuamos fazendo e realmente nunca senti tanto prazer com outra mulher como sinto com ela, ela me diz que talvez seja pelo mesmo sangue (Será? O que vocês acham?) e que ela sente o mesmo prazer, que não sente com o marido.

Cada encontro nos leva ao êxtase total, não sei se algum de vocês que esteja lendo isso já passou por algo parecido, podem deixar seu comentário, eu leio. Saudações.

2 comentários - Reencontro com a minha filha

Me gusto mucho tu relato pero estaria bastante mas bueno si pones algunas fotos del cuerpazo de esa hembra!!