Namorada: oi amor, como cê tá? hoje eu vou ficar até as 22h na facul porque a gente vai fazer grupo de estudo... blablablá
Eu: ué, mas não fecha a facul umas 20h mais ou menos?
Namorada: sim amor, mas se você pedir uma autorização, deixam até meia-noite, então avisa pra sua mãe que não me espere pra jantar, te amo
*corta* e nisso minha sogra sai do banheiro e me olha meio corada, mas firme.
Me olha, eu olho pra ela.
Sogra: era ela? O que ela queria?
Eu: sim, não tinha nada pra avisar que faziam grupo de estudo e ficavam até umas 22:00 mais ou menos
Sogra: que orgulho, puxou a mãe kkkk
*ri safadinho*, seguido de voltar a fazer cara séria e meio sorriso..
Sogra: e você tá desocupado? Não tem nada pra fazer?
Eu: por enquanto sim…, posso ajudar com alguma coisa?
Falei meio nervoso. Senti que o comentário foi bem direto, mas fiquei na expectativa sobre a situação..
Sogra: siim, tenho muito trabalho pra terminar. Vai juntar a roupa que tá no bidê e leva pra lavar, e depois pendura a roupa.
Meu coração tava batendo a mil, senti um calorão no corpo todo, me sentir totalmente exposto e fiquei um segundo em branco. Quando criei coragem pra olhar nos olhos dela
ver ela de braços cruzados, com um olhar desafiador e um pouco de raiva.
Sogra: o que você está esperando?
eu: não. nada.
Me recomponho e vou pro banheiro, juntei tudo como deu na bacia.
Não queria nem olhar pra trás, termino de juntar tudo e me encho de coragem pra ir até o tanque, me sentindo um cachorro com o rabo entre as pernas. Quando vou em direção à porta, percebo que minha sogra tava rindo baixinho.
Bom, depois de colocar a roupa pra lavar e estender a que já tava pronta.
Minha sogra tava com o netbook dela fazendo as coisas dela.
Eu: sogra, já terminei tudo, precisa de mais alguma coisa?
Sorri e bate palmas num tom de deboche.
Sogra: mas que obediente, bom, agora que te tenho aqui. A gente precisa conversar.
eu: …
Sogra: Olha, tô fazendo as contas da casa e a verdade é que a parada tá complicada.
Eu: Mas você tinha me falado que…
sentia que o mundo tava desabando, não tinha pra onde correr, até que:
Sogra: toma *me dá dinheiro* vai fazer as compras na verdureira, no açougue e no mercadinho, a lista tá aí na mesa, pede o comprovante.
Eu tava despirocado, um pouco mais aliviado, mas muito confuso…
Ela me disse as coisas que eu tinha que comprar. Fui e fiz todas as compras quase na hora. Saí tão rápido que nem contei o dinheiro. Fui no açougue e quem me atendeu foi uma mina corpuda, não gorda, mas com um bundão e umas cadeiras largas. Pelo que se sabe no bairro, ela é sapatão, mas nunca vi ela com outra mina. O que ela tinha era um gênio bem forte, na real parecia que ela gostava de cortar carne haha...
Quando fui tirar o dinheiro pra pagar, percebi que não tinha o que deveria... queria morrer.
Tive que pedir mil desculpas, mas falei que tinha pedido a quantidade errada.. na hora contei o dinheiro rápido e fiz as contas na correria..
A jovem resmungou baixinho, mas não falou nada comigo. Viu a cara de alguém que tava passando pelo pior dia da vida dela.
Pago e vou embora quase sem olhar pra trás.
mocinha: ei, tu tá esquecendo o ticket
Eu: ah, valeu, tô com a cabeça em outro lugar.
volto e pego o ticket
Moça jovem: Sou a Nicol, acho que já faz uma semana que trabalho aqui e a gente ainda não se conheceu, você é daqui?
eu: ssi, eu me chamo Martin, é, cê tem razão, prazer.
nicol: e você é daqui?
eu: nãoo.. sim.. bah, é complicado, sou o namorado da mili
nicol: da mili? sii, conheço ela, é uma jovem gostosa pra caralho, a gente respondeu 2 ou 3 stories, mas ela me parece mó legal
Eu: Bom, vou continuar com minhas compras. Até mais, Nicol!
Terminei todas as compras, me sentindo, no geral, com uma meia vitória. Conhecer alguém novo e superar o desafio da minha sogra.
Chego na casa da minha mina. Dou um meio alô pro sogrão (acho que ele nem me nota). Passo pela área de serviço... e quando saio, tem um quintal com um apê maiorzinho lá no fundo, o da frente é onde meu sogro dorme. Vale dizer que, mesmo sendo casados, ele quase não se vê com a minha sogra.
Passo pelo pátio e entro no próximo apê.
(Este apê é uma cozinha principal, um corredor com o famoso banheiro, seguido de uma sala de estar que tem uns 3 sofás (um comprido, dois individuais) e uma TV bem grandona, com uma escada que subindo dá num corredor com 3 quartos (2 ocupados) e, além disso, nessa sala de estar tem uma porta que leva pro lavandero).
Dito isso, deixa claro.
Na cozinha, minha sogra tava fazendo as coisas do trabalho, mandando uns mensagens. Ela me vê e larga tudo que tava fazendo.
Eu: tudo pronto, sogrinha gostosa.
Sogra: Valeu, gatinho, senta aqui, quer tomar um mate?
Eu: fala fala, se quiser eu preparo..
Sogra: vovô neném... vem cá.
Ela vai em direção à sala principal.
Ela me convidava pra sentar no sofá.
Obedeço e me sento, já tava nervoso de novo, não sabia o que podia rolar e inventava na minha cabeça desculpa caso ela reclamasse por eu ter comprado essa quantidade de coisas.
Ela vai e vem trazendo uma tábua de madeira, o mate, a cuia, meio que sem ligar pra mim. Traz a chaleira com a água pro mate, a gente senta de frente um pro outro. Só pra deixar claro, essas poltronas são bem baixinhas, uns 15 ou 20 cm de altura, pra vocês terem uma ideia.
Sogra: como foi, gatinho?
seguido de começar a cevar o primeiro mate
Eu: Beleza, sogrinha, trouxe tudo como você pediu.
Sogra: Sii, trouxe os tickets aqui. Toma um mate.
me aproxima um mate de longe.. Enquanto começo a tomar o mate, vejo ela começando a olhar os tickets, parecia que estava contando
aproximo o mate pra ela..
Sogra: neném, sabe quanto eu gastei hoje?
Eu: Sii.. gastou xxx?
Sogra: sii, muito bem, já sei quanto dinheiro te dei!
*me grita*
Sogra: Tô te falando que você me sai muito caro, filho da puta!
Fico mudo sem saber como reagir.
*Se recompõe*
Sogra: Olha, nós dois sabemos muito bem que não se vive só de "por favor" e "obrigado", estamos de acordo, né?
yo: Ssi..
Sogra: olha aqui, gatinho, o mundo funciona de um jeito bem simples.
Sogra: como é que você acha que o pessoal ganha a vida?
*Se acomoda na poltrona, prepara um mate e pega os tickets... continua.*
*Deixa um ticket do açougue na mesinha*
Sogra: O açougueiro vende?
e me faz sinal pra eu terminar a frase..
Sogra: Carneeee..
Sogra: A verdureira vende?
Eu: buceta?
Sogra: muito bom! já tá pegando o jeito
Sogras: e as putas? O que as putas vendem?
O ar cortou, senti meus ouvidos tamparem e a pressão cair.
minha sogra com cara de pôquer me encarando bem nos olhos
Sogra: você acha que eu sou uma puta, Martin?
Eu: Não, sogra, pelo amor de Deus, como é que eu vou pensar isso de você
E nisso tudo, eu tava todo tremendo no sofá de medo.
Ela fica me encarando fixamente, toda puta da vida... e depois se acalma de novo...
Toma um ar, solta e fica uns segundos em silêncio.
Sogra: eu acho que você é uma puta.
Fiquei totalmente sem reação, não sabia nem o que fazer nem o que dizer.
eu: .como?
Me ceba outro mate
Sogra: pensei que você tinha entendido, te coloquei pra lavar, comprar…
Ela para e começa a se aproximar da minha poltrona até que eu fico sentado nela e ela na minha frente, mas bem na minha frente, roubando meu espaço. Eu estava totalmente desconfortável.
Sogra: toma, escolheu *me mostra os tickets como um leque de opções
eu, com muito medo, aponto um aleatório…
Sogra: Mmmm deixa ver… Açougue!
Sogra: Acho que hoje todo mundo vai querer comer um bife à milanesa, né?
Coloca um pé em cima do sofá e se inclina na minha direção.
Sogra: quanto você cobra, vadia?
Em seguida, ela levanta o vestido, deixando minha cara bem na frente da buceta dela, porque pra minha surpresa, ela não tava de calcinha.
Ela me olha com um sorriso de superioridade.
Sogra: acho que você entendeu.
Ela me agarra pela nuca e me puxa contra a buceta dela. Tinha bastante pelo, mas não era peluda, estava toda ensopada, até os pelos. Senti aquele gosto todo de mulher madura.
Tava morrendo de medo pela imprevisibilidade de todo o momento, mas ao mesmo tempo tava adorando esse rumo que as coisas estavam tomando…
Passei a língua por todo o comprimento da buceta com umas lambidas… apertar o clitóris com a língua, chupar o clitóris dela… eu tava em êxtase com o gosto daquela coroa, não queria, mas no fundo eu tava me deixando levar…
me forcei a enfiar a língua dentro da buceta dela, comecei a girar a língua lá dentro e notei como ela se molhava toda de prazer, a danada gostosa.
Sogra: issooo, gatinho, vai fundo, issooo, assiiim Aaaaahhh
nisso sai um jato da buceta dela e ela mijou um pouco na gozada
En meio a tudo isso, eu continuei pra intensificar aquela gozada, senti todos os fluidos dela acabarem na minha cara ou na minha boca, nunca vou esquecer aqueles sabores, me sentia enojado mas profundamente excitado...
Até aqui com essa segunda parte, em breve a terceira. Muito obrigado pelo apoio e pelas mensagens, e valeu pra essas coroas e casais que mandam histórias e contribuições!
Eu: ué, mas não fecha a facul umas 20h mais ou menos?
Namorada: sim amor, mas se você pedir uma autorização, deixam até meia-noite, então avisa pra sua mãe que não me espere pra jantar, te amo
*corta* e nisso minha sogra sai do banheiro e me olha meio corada, mas firme.
Me olha, eu olho pra ela.
Sogra: era ela? O que ela queria?
Eu: sim, não tinha nada pra avisar que faziam grupo de estudo e ficavam até umas 22:00 mais ou menos
Sogra: que orgulho, puxou a mãe kkkk
*ri safadinho*, seguido de voltar a fazer cara séria e meio sorriso..
Sogra: e você tá desocupado? Não tem nada pra fazer?
Eu: por enquanto sim…, posso ajudar com alguma coisa?
Falei meio nervoso. Senti que o comentário foi bem direto, mas fiquei na expectativa sobre a situação..
Sogra: siim, tenho muito trabalho pra terminar. Vai juntar a roupa que tá no bidê e leva pra lavar, e depois pendura a roupa.
Meu coração tava batendo a mil, senti um calorão no corpo todo, me sentir totalmente exposto e fiquei um segundo em branco. Quando criei coragem pra olhar nos olhos dela
ver ela de braços cruzados, com um olhar desafiador e um pouco de raiva.
Sogra: o que você está esperando?
eu: não. nada.
Me recomponho e vou pro banheiro, juntei tudo como deu na bacia.
Não queria nem olhar pra trás, termino de juntar tudo e me encho de coragem pra ir até o tanque, me sentindo um cachorro com o rabo entre as pernas. Quando vou em direção à porta, percebo que minha sogra tava rindo baixinho.
Bom, depois de colocar a roupa pra lavar e estender a que já tava pronta.
Minha sogra tava com o netbook dela fazendo as coisas dela.
Eu: sogra, já terminei tudo, precisa de mais alguma coisa?
Sorri e bate palmas num tom de deboche.
Sogra: mas que obediente, bom, agora que te tenho aqui. A gente precisa conversar.
eu: …
Sogra: Olha, tô fazendo as contas da casa e a verdade é que a parada tá complicada.
Eu: Mas você tinha me falado que…
sentia que o mundo tava desabando, não tinha pra onde correr, até que:
Sogra: toma *me dá dinheiro* vai fazer as compras na verdureira, no açougue e no mercadinho, a lista tá aí na mesa, pede o comprovante.
Eu tava despirocado, um pouco mais aliviado, mas muito confuso…
Ela me disse as coisas que eu tinha que comprar. Fui e fiz todas as compras quase na hora. Saí tão rápido que nem contei o dinheiro. Fui no açougue e quem me atendeu foi uma mina corpuda, não gorda, mas com um bundão e umas cadeiras largas. Pelo que se sabe no bairro, ela é sapatão, mas nunca vi ela com outra mina. O que ela tinha era um gênio bem forte, na real parecia que ela gostava de cortar carne haha...
Quando fui tirar o dinheiro pra pagar, percebi que não tinha o que deveria... queria morrer.
Tive que pedir mil desculpas, mas falei que tinha pedido a quantidade errada.. na hora contei o dinheiro rápido e fiz as contas na correria..
A jovem resmungou baixinho, mas não falou nada comigo. Viu a cara de alguém que tava passando pelo pior dia da vida dela.
Pago e vou embora quase sem olhar pra trás.
mocinha: ei, tu tá esquecendo o ticket
Eu: ah, valeu, tô com a cabeça em outro lugar.
volto e pego o ticket
Moça jovem: Sou a Nicol, acho que já faz uma semana que trabalho aqui e a gente ainda não se conheceu, você é daqui?
eu: ssi, eu me chamo Martin, é, cê tem razão, prazer.
nicol: e você é daqui?
eu: nãoo.. sim.. bah, é complicado, sou o namorado da mili
nicol: da mili? sii, conheço ela, é uma jovem gostosa pra caralho, a gente respondeu 2 ou 3 stories, mas ela me parece mó legal
Eu: Bom, vou continuar com minhas compras. Até mais, Nicol!
Terminei todas as compras, me sentindo, no geral, com uma meia vitória. Conhecer alguém novo e superar o desafio da minha sogra.
Chego na casa da minha mina. Dou um meio alô pro sogrão (acho que ele nem me nota). Passo pela área de serviço... e quando saio, tem um quintal com um apê maiorzinho lá no fundo, o da frente é onde meu sogro dorme. Vale dizer que, mesmo sendo casados, ele quase não se vê com a minha sogra.
Passo pelo pátio e entro no próximo apê.
(Este apê é uma cozinha principal, um corredor com o famoso banheiro, seguido de uma sala de estar que tem uns 3 sofás (um comprido, dois individuais) e uma TV bem grandona, com uma escada que subindo dá num corredor com 3 quartos (2 ocupados) e, além disso, nessa sala de estar tem uma porta que leva pro lavandero).
Dito isso, deixa claro.
Na cozinha, minha sogra tava fazendo as coisas do trabalho, mandando uns mensagens. Ela me vê e larga tudo que tava fazendo.
Eu: tudo pronto, sogrinha gostosa.
Sogra: Valeu, gatinho, senta aqui, quer tomar um mate?
Eu: fala fala, se quiser eu preparo..
Sogra: vovô neném... vem cá.
Ela vai em direção à sala principal.
Ela me convidava pra sentar no sofá.
Obedeço e me sento, já tava nervoso de novo, não sabia o que podia rolar e inventava na minha cabeça desculpa caso ela reclamasse por eu ter comprado essa quantidade de coisas.
Ela vai e vem trazendo uma tábua de madeira, o mate, a cuia, meio que sem ligar pra mim. Traz a chaleira com a água pro mate, a gente senta de frente um pro outro. Só pra deixar claro, essas poltronas são bem baixinhas, uns 15 ou 20 cm de altura, pra vocês terem uma ideia.
Sogra: como foi, gatinho?
seguido de começar a cevar o primeiro mate
Eu: Beleza, sogrinha, trouxe tudo como você pediu.
Sogra: Sii, trouxe os tickets aqui. Toma um mate.
me aproxima um mate de longe.. Enquanto começo a tomar o mate, vejo ela começando a olhar os tickets, parecia que estava contando
aproximo o mate pra ela..
Sogra: neném, sabe quanto eu gastei hoje?
Eu: Sii.. gastou xxx?
Sogra: sii, muito bem, já sei quanto dinheiro te dei!
*me grita*
Sogra: Tô te falando que você me sai muito caro, filho da puta!
Fico mudo sem saber como reagir.
*Se recompõe*
Sogra: Olha, nós dois sabemos muito bem que não se vive só de "por favor" e "obrigado", estamos de acordo, né?
yo: Ssi..
Sogra: olha aqui, gatinho, o mundo funciona de um jeito bem simples.
Sogra: como é que você acha que o pessoal ganha a vida?
*Se acomoda na poltrona, prepara um mate e pega os tickets... continua.*
*Deixa um ticket do açougue na mesinha*
Sogra: O açougueiro vende?
e me faz sinal pra eu terminar a frase..
Sogra: Carneeee..
Sogra: A verdureira vende?
Eu: buceta?
Sogra: muito bom! já tá pegando o jeito
Sogras: e as putas? O que as putas vendem?
O ar cortou, senti meus ouvidos tamparem e a pressão cair.
minha sogra com cara de pôquer me encarando bem nos olhos
Sogra: você acha que eu sou uma puta, Martin?
Eu: Não, sogra, pelo amor de Deus, como é que eu vou pensar isso de você
E nisso tudo, eu tava todo tremendo no sofá de medo.
Ela fica me encarando fixamente, toda puta da vida... e depois se acalma de novo...
Toma um ar, solta e fica uns segundos em silêncio.
Sogra: eu acho que você é uma puta.
Fiquei totalmente sem reação, não sabia nem o que fazer nem o que dizer.
eu: .como?
Me ceba outro mate
Sogra: pensei que você tinha entendido, te coloquei pra lavar, comprar…
Ela para e começa a se aproximar da minha poltrona até que eu fico sentado nela e ela na minha frente, mas bem na minha frente, roubando meu espaço. Eu estava totalmente desconfortável.
Sogra: toma, escolheu *me mostra os tickets como um leque de opções
eu, com muito medo, aponto um aleatório…
Sogra: Mmmm deixa ver… Açougue!
Sogra: Acho que hoje todo mundo vai querer comer um bife à milanesa, né?
Coloca um pé em cima do sofá e se inclina na minha direção.
Sogra: quanto você cobra, vadia?
Em seguida, ela levanta o vestido, deixando minha cara bem na frente da buceta dela, porque pra minha surpresa, ela não tava de calcinha.
Ela me olha com um sorriso de superioridade.
Sogra: acho que você entendeu.
Ela me agarra pela nuca e me puxa contra a buceta dela. Tinha bastante pelo, mas não era peluda, estava toda ensopada, até os pelos. Senti aquele gosto todo de mulher madura.
Tava morrendo de medo pela imprevisibilidade de todo o momento, mas ao mesmo tempo tava adorando esse rumo que as coisas estavam tomando…
Passei a língua por todo o comprimento da buceta com umas lambidas… apertar o clitóris com a língua, chupar o clitóris dela… eu tava em êxtase com o gosto daquela coroa, não queria, mas no fundo eu tava me deixando levar…
me forcei a enfiar a língua dentro da buceta dela, comecei a girar a língua lá dentro e notei como ela se molhava toda de prazer, a danada gostosa.
Sogra: issooo, gatinho, vai fundo, issooo, assiiim Aaaaahhh
nisso sai um jato da buceta dela e ela mijou um pouco na gozada
En meio a tudo isso, eu continuei pra intensificar aquela gozada, senti todos os fluidos dela acabarem na minha cara ou na minha boca, nunca vou esquecer aqueles sabores, me sentia enojado mas profundamente excitado...
Até aqui com essa segunda parte, em breve a terceira. Muito obrigado pelo apoio e pelas mensagens, e valeu pra essas coroas e casais que mandam histórias e contribuições!
1 comentários - Minha sogra me domina? 2 [A queda]