Celina, minha cunhada gostosa.

Celina, minha cunhada.




Quando essa história começou, já estávamos com a Micaela uns 5 anos de casados. Não estávamos passando por um bom momento na parte sexual, o sexo tinha ficado monótono e, principalmente, previsível. Por isso, a cada vez a gente transava com menos frequência e era mais fácil arrumar desculpas pra não fazer. Às vezes, uma briga besta antes de dormir por motivos insignificantes já bastava pra evitar que um procurasse o outro. Pra ser sincero, eu também era responsável por isso... é que tinha virado praticamente um trabalho transar com minha mulher... ela passava o tempo todo dando instruções do que fazer... do que não fazer... onde tocar... onde não tocar... e se eu pressionasse algum ponto errado, ela parava tudo no meio do ato e, depois de uma discussão rápida, a gente dormia de costas um pro outro sem nem tentar de novo. Às vezes, até era um alívio interromper o ato porque eu já não tava mais curtindo.


Com a Celina, minha cunhada, sempre tivemos uma relação excelente. Ela, apesar de estar na casa dos 35 anos... dois anos mais velha que a gente... era solteira e ainda morava com os pais. Sempre senti que a irmã da minha mulher se parecia mais comigo do que a própria esposa. Por exemplo, a gente combinava nos gostos pra passar o tempo vendo filmes de ação ou eventos esportivos, enquanto com a minha mulher era só comédia romântica e conteúdo mais culto. Minha cunhada sempre foi mais pragmática, mais direta, e isso sempre admirei nela. Ela é diferente da maioria das mulheres que conheço, porque toma decisões mais baseadas na razão do que na emoção. Fisicamente, as irmãs também não eram tão parecidas... embora ambas tenham aquele tom de pele moreno característico das mulheres latinas, enquanto minha mulher sempre foi muito magra... com pouco peito... mas com uma bunda pequena e redondinha linda... minha cunhada tem um biotipo mais latinizado... quadris mais largos e peitos maiores... também mamilos mais compridos e escuros... mas isso eu descobriria bem mais pra frente... embora não possa negar que várias vezes espiei os bicos duros da minha cunhada vazando em reuniões de família através de alguma camiseta fina. Acontece que a gente também deseja o que não tem, e de tanto não ter o que acariciar em casa, não conseguia deixar de desejar aqueles peitões quando apareciam num decote enquanto ela me oferecia uma travessa de salada no almoço na casa dos pais.



Celina, minha cunhada gostosa.




Acho que o conforto era mútuo e sempre tínhamos cuidados um com o outro... então começou a ficar difícil distinguir se minha relação com ela era normal de um cunhado e sua cunhada ou se havia um carinho especial da parte dela por mim... até que ponto comentar cada postagem que o outro faz nas redes é normal, até que ponto mandar beijos e corações pro seu cunhado é normal... aqueles abraços demorados são normais ou ela quer me sentir perto? Mas era impossível saber as verdadeiras intenções da Celina, seria uma loucura me jogar numa tentativa com ela correndo o risco de não ser correspondido e ter problemas sérios com a minha mulher... era melhor ficar na dúvida do que sair machucado desse jogo por interpretar as coisas errado.
Sendo a Celina solteira, ela era muito próxima da Micaela... mais um motivo pra não tentar absolutamente nada... e o tempo todo a Micaela sugeria incluir ela nos nossos planos. Se a gente saía pra algum bar tomar algo, ela vinha junto; se íamos jantar, às vezes a chamávamos e, claro, passávamos várias noites bebendo e vendo filmes na casa dos pais delas, batendo papo sobre a vida. Realmente, a Micaela nunca considerou que a irmã fosse uma ameaça pro relacionamento; pelo contrário, sempre a incluía pra passar tempo com a gente. Pra mim, tudo isso era como uma facada na barriga, porque já passávamos muito tempo juntos e mil pensamentos e fantasias corriam de um lado pro outro dentro da minha cabeça... é foda ir pro rio com duas mulheres que você deseja... olhar a bunda da Celina e da Micaela no sol e começar a imaginar se é possível... que, por essas coisas da vida, a Celina gosta que eu fique olhando... será que ela quer que eu acaricie...??? será que quer provar o homem da irmã dela..? mas e se a Micaela percebeu e tá se fazendo de sonsa...??? tipo, a irmã dela tá desfilando de bunda na minha frente... agora mesmo pediu pra passar creme nos ombros... ela não vai perceber??? e se elas quiserem que a gente fique os três juntos??? não... não pode ser, melhor eu entrar na água porque a pica já tá duraço só de imaginar... são só umas bobeiras minhas de tarado mesmo.



Historia


Entendo, querido leitor, que muitas vezes me perco em divagações e vocês querem ler os fatos concretos, mas antes de serem julgados, primeiro queria explicar o contexto... então peço que tenham paciência comigo...
Concretamente, minhas relações íntimas com a Celina começaram a se firmar numa noite de Netflix... com a minha mulher presente... na verdade, foi uma conversa noturna de adultos tomando fernet com coca... processando ideias boas e ruins...


- e os swingers???


- e aí, qual é a dos swingers...?


- Vocês topariam ir num clube de swingers? Me falaram que tem um perto do shopping...? perguntou Celina...


- eu sim... quer dizer, não é que eu vá fazer nada (me segurei), mas me dá curiosidade saber o que rola lá...


- Nada, nem louca... vai sozinho... nessa eu não entro... falou Micaela cortando toda minha ilusão de experimentar coisas novas...


— Mas, Mica, a gente só tá falando de ir pra dar uma olhada... não vai rolar nada, falou a Celina... sei lá, eu não tenho com quem ir, mas tô curiosa... mais pra dar uma espiada... se eu me empolgar, vai saber...


— Vão vocês então... interrompeu Micaela, desconfortável... pra mim essa história de poliamor é tudo mentira... se você quer ficar com alguma doida, vai sozinho, mas depois quando voltar e eu tiver trocado a fechadura, não venha reclamar... sentenciou minha mulher como se tivesse nascido em 1910...
Dentro de mim, eu pensava... com que prazer eu toparia ir a um clube de swing com a Celina... você não faz ideia do que está propondo...




Uns dias depois, Micaela viajou pra província de Buenos Aires. Fazia uns meses que ela tinha começado um empreendimento de e-commerce de roupa. O negócio girava em torno de viajar em tours organizados pra comprar roupa em feiras da capital do país e revender na nossa cidade. Era bem normal eu passar pelo menos um fim de semana por mês sozinho em casa por causa desse trampo, tempo que eu desperdiçava jogando videogame e vendo jogo de futebol largado no sofá. Naquele sábado à tarde, eu tava vendo um jogo do Messi no Barcelona contra algum rival que não tem importância nenhuma, quando uma mensagem no meu celular interrompeu minha paz...


- Quer que a gente vá ???


- O quê? Aonde?... Finjo que não entendi o que ela queria dizer, mas caí na real na hora do que se tratava...
- Vamos pro swing... bora!!!
- haha cê é doida... tu quer me levar pro mau caminho...
- Daaaale, se não vamos fazer nada de errado, vamos tomar um negócio e só olhar... não vou contar nada pra minha irmã... vem comigo
- haha, óbvio que não, senão ela mata nós dois...
- bom... se quiser, vamos, mas é coisa nossa, não vai contar pra ninguém, me diz depois que horas te busco
- Nããão... é segredo só nosso, cunhada... beijinhos...


De saber que naquela noite a gente ia num swing só com a Celina, a pica já começou a endurecer... não queria bater uma porque não queria perder a adrenalina que tava acumulada, sem falar da porra que já tava guardando pra ela há muito tempo.
Ela me pediu pra buscá-la na porta da casa dos pais porque não queria que as vizinhas fofoqueiras vissem ela subir no meu carro. Então, na hora combinada, eu tava com o carro estacionado uns 200 metros da casa dos pais dela, esperando por ela...


- me atrasei... me espera, não vai sem mim... (dois beijinhos com corações)


Coloquei uma música enquanto esperava. Por dentro, me sentia muito nervoso, mesmo tendo tomado um gole antes de sair de casa pra relaxar — não adiantou nada. Olhei no espelho retrovisor e vi Celina se aproximando do ponto de encontro, a uns 50 metros do carro... Ela vestia uma calça de courino preta bem justa, que refletia a luz dos postes elétricos da rua... O som de uns saltos altos dos sapatos beges dela ecoava na solidão da noite... se aproximando... cada vez mais perto... cada vez mais alto... Completava o visual com uma camiseta branca presa no pescoço por uma corrente dourada, deixando as costas todas de fora, deixando claro que não tava usando sutiã...
Quando vi ela, só consegui passar a mão na minha piroca salsichuda duas vezes e desci rápido pra receber ela...



sexo


Desculpa, desculpa pela demora... acabei me atrasando.


- sem problema... o que é bom demora pra chegar... você tá muito gostosa... eu falei...


Ela sorriu, me respondeu com um obrigada tímido, me abraçou encostando o peito dela no meu e me deu um beijo na bochecha que, mesmo tendo durado um segundo, pareceu ter durado uma hora. Abri a porta do carro e convidei ela pra entrar, e ela agradeceu pela cavalheirismo...
Infelizmente, a falta de experiência no assunto e nossa ansiedade nos pregaram uma peça... ou talvez o destino tenha jogado a nosso favor... mas quando, cheios de nervosismo e conversas tensas, chegamos ao clube de swing, descobrimos que a vida de swing naquele lugar começava mais tarde do que imaginávamos e o clube só abriria daqui a duas horas... totalmente decepcionados e sem querer que a noite acabasse, decidi convidá-la pra comer alguma coisa pra não passar esse tempo de espera pelo menos com o estômago vazio, e ela aceitou na hora.




Entre as batatas bravas e os goles de cerveja, aos poucos a tensão que tava pairando no ar foi se dissipando e a conversa voltou a ser fluida e relaxada como sempre foi entre nós... depois de umas cervejas e umas conversas mais íntimas e pessoais, eu fiquei perdido, olhando fixo pro movimento dos lábios dela... brilhantes... grossos... imaginava como seria sentir aqueles lábios saboreando meu pau... tentei disfarçar meus pensamentos sujos desviando o olhar da boca dela, mas foi muito pior baixar a vista e ver que os mamilos da Celina marcavam na camiseta branca dela. Minha reação foi tão óbvia que ela percebeu e instintivamente cruzou um braço na frente dos peitos, quase como um reflexo. A gente se olhou em silêncio por mais um daqueles segundos que duram décadas, e ela tirou o braço da frente dos peitos, quase como se tivesse me dando permissão pra olhar. Então eu fiz minha jogada de mestre e tive a ousadia de pegar na mão dela, comecei a acariciar e, aos poucos, minha mão foi subindo pelo braço dela com carícias gostosas... a gente continuava falando de assuntos que não importavam... mesmo que pudéssemos estar falando de qualquer coisa, nossa mente tava na minha mão fazendo amor com a mão e o pulso dela... por sorte, como eu tava sentado, ninguém percebia minha ereção.


- É tarde... a gente devia ir, ela disse...


- vamos... eu falei...


Paguei a conta enquanto ela ia no banheiro e saímos do bar entre risadas e tontura por causa do álcool. De novo, chegando na porta do lugar, depois de andar uns metros, aproximei minha mão da dela, e elas se agarraram com força. Caminhamos um pouco até o carro e, enquanto esperávamos o sinal verde, num ato de coragem, olhei pra ela e beijei... os lábios dela eram mais grossos que os da irmã... nossas bocas se chocaram com a raiva contida de meses querendo se encontrar. Busquei o pescoço dela e comecei a percorrer com beijos e lambidas, mas ela me parou, pedindo por favor que não.


- Não quer?


- É que eu quero, mas a gente tá na rua... além disso, isso tá uma merda... você é casado com a minha irmã... é muito louco tudo isso que tá rolando entre a gente...


Eu não queria parar, mas parei. Um "não" dela já era o suficiente pra frear uma loucura que podia nos meter em encrenca... mas a loucura não se segurou por muito tempo. Assim que subimos no carro, não aguentamos a vontade de nos beijar... rapidamente ataquei o pescoço dela... ela soltava suspiros de gemidos e a gente nem tinha tirado a roupa ainda. Convidei ela pra ir na minha casa, mas ela não aceitou... não achou moral nem ético ficar comigo na mesma cama onde eu dormia com a irmã dela. Eu disse que tudo bem, mas por favor, vamos pra algum lugar, porque eu tava morrendo de vontade de ficar com ela... ela respondeu que também queria e, graças ao Google, encontramos um hotel. No caminho, minhas mãos passaram umas cem vezes pela courino da calça dela, e ela respondeu me agarrando forte no pau duro por cima da roupa.


No hotel, nos beijamos freneticamente sob uma luz vermelha do quarto, os dois brincando que com certeza merecíamos o inferno pelo que estávamos fazendo, mas se aquele quarto de hotel era o inferno, nós dois queríamos viver ali pra sempre... eu acariciava a virilha dela por cima da calça de courino... dava pra sentir macio ao toque e quente, e dentro da minha cabeça eu imaginava que, se já estava tão quente por fora, com certeza dentro daquela calça hermética eu encontraria uma buceta molhada, suada e quente... ela já tinha desabotoado minha calça e me masturbava no ritmo do frenesi dos meus beijos e de que parte do pescoço dela eu estava beijando... às vezes eu tinha que pedir pra ela não fazer tão rápido, senão meu pau ia explodir muito antes do tempo na mão dela, e em cima dela totalmente vestida... ela deve ter percebido, porque meu líquido pré-seminal já estava espalhado por toda a palma da mão dela...
Desabrochei a calça dele e ela começou a puxar pra baixo como se estivesse desmoldando a bunda daquela calça... as nádegas dela se alargavam enquanto a calça descia até as coxas e me deixava ver uma pequena fio dental de estampa animal com elásticos pretos...



relato




- Você gosta... é bem macia, ela disse


com certeza era tipo uma imitação de pele de tigre... macia ao toque, mas eu tava mais interessado no que tinha debaixo daquela fio dental...


- Você veio preparada, falei... pensei que a gente só ia olhar...


- nunca se sabe... sempre tem que estar preparada, respondeu ela...


Mesmo que talvez não tivesse a bunda perfeita que a irmã Micaela tinha e fosse um pouco mais gordinha, o tesão da situação de estar com ela era mais forte que qualquer preconceito estético, embora eu não deixasse de notar que a fio dental dela com certeza não era maior que as que minha mulher usava, só que num corpo maior, o que fazia aquela imitação de pele se perder no meio das bandas da rabeta dela atrás e cobrir pouca superfície da xereca na frente...


- Você gosta? perguntou ela de novo, se virando e encostando a raba no meu pau.
De novo tive que segurar meus fluidos pra não jorrar na buceta da Celina...


- eu adoro... você me enlouquece, respondi...


Me levantei e peguei ela por trás, encostando meu pau na bunda dela enquanto enfiava as mãos por baixo da camiseta e amassava os peitos dela, ao mesmo tempo que beijava o pescoço dela, desviando do cabelo pra não atrapalhar, enquanto ela esfregava a bunda em mim. Fazia tempo que você não amassava uns peitos tão grandes... os bicos eram compridos e ficaram ainda mais quando eu apertei eles entre os dedos, e cada vez que eu pressionava, ela gemia e se apertava mais contra mim...


- Você é um filho da puta... olha o que você está me fazendo, ela disse...


- te quero, puta gostosa, respondi


- Vamos pra cama... quero que você me coma, respondeu ela...


Tirei a camiseta que já tava atrapalhando e corria o risco de ser destruída num ataque de loucura e paixão. Ela se deitou de barriga pra cima enquanto eu me perdia nas tetas dela...


- cê gosta das minhas tetas... chupa elas, bebê... viu que tetas gostosas que eu tenho?


Eu beijava elas, passava a língua no mamilo marrom delas e de vez em quando dava uma mordidinha que fazia ela enlouquecer...


— Não, não me morde... ela dizia...


Mas toda vez que eu dava uma mordidinha naqueles peitos, sentia como se ela toda se contorcia por uma fração de segundo, e isso me dava um prazer interno enorme...


- E se agora eu morder sua pica? — ela perguntou... um segundo antes de começar a chupar...


Eu via a bunda dela se mexer pra cima e pra baixo, de baixo pra cima, enquanto sentia o massagem suave da boca dela no meu pau... queria pegar aquela bunda com minhas mãos e, principalmente, com meus dedos, mas não conseguia...


- Agora com sua irmã vocês vão ser irmãzinhas de porra, falei na minha tesão...


—Não seja filho da puta, você me deixa mais tesuda — respondeu ela, imersa no tesão...


Novamente ela se deitou na cama de barriga pra cima e eu comecei devagar a puxar a tira da calcinha fio dental pra baixo enquanto beijava os peitos dela... a barriga... o monte de vênus completamente depilado (outra prova incontestável de que aquele corpo esperava visitas naquela noite)... o centro protetor da calcinha foi se soltando dos lábios da buceta dela igual a quem desgruda duas páginas de um livro molhado... fios de suco vaginal foram se separando conforme eu puxava aquela calcinha pra baixo e pude ver como um líquido esbranquiçado tinha encharcado ela por completo... tinha um cheiro forte de buceta e isso me excitava ainda mais... mergulhei na buceta dela chupando tudo que tinha ao redor e saboreando com a língua cada cantinho com tanta intensidade que ela pediu pra eu ser suave com ela... continuei devorando o néctar da minha cunhada direto da fonte original, com gritos desesperados dela pedindo pra eu ir devagar, mas ao mesmo tempo os gemidos e gritos de prazer me mostravam que eu devia obedecer ao corpo dela e não ao que as palavras diziam. Fui enfiando meu dedo indicador dentro dela enquanto lambia igual cachorro em volta do clitóris e senti como aos poucos o interior dela se abria dando passagem pro meu dedo que já tava todo molhado... eu lambia em volta do clitóris e quando tocava o ponto mais sensível dela sentia uns espasmos pequenos e como a vagina dela apertava meu dedo lá dentro... então não consegui parar de imaginar como seria se em vez do meu dedo fosse meu pau apertado dentro dela e de novo tive que segurar um espasmo interno que me deixou na beira de gozar outra vez...



armadilha




- Tenho que enfiar em você... eu disse... não aguento mais...


- mete logo, vai, ela disse... deita... eu vou por cima...


Ela se colocou por cima, pegou meu pau com uma das mãos e colocou entre os lábios dela... devagarzinho foi sentando nele... quando vi que minha cabecinha tava entrando nela, tentei levantar o corpo e enfiar tudo de uma vez, mas ela colocou a mão no meu peito e pediu pra eu ir com calma. Finalmente, com paciência, conseguiu me enfiar inteiro dentro dela, e nós dois ficamos parados, curtindo aquele momento de estarmos completamente juntos...


-mmm que lindo... adoro ter você dentro de mim...


Eu sentia o calor da buceta dela... não podia acreditar que tava acontecendo... finalmente tava dentro da minha cunhada... a irmã da minha mulher... e não conseguia entender como tanta coisa aconteceu pra que, nesse mundo, eu fosse o sortudo que conseguiu ficar com a irmã da própria esposa... com certeza me sentia especial e a excitação do proibido fazia com que não fosse uma transa qualquer... eu realmente curtia cada metida dela no meu pau e acho que nós dois não queríamos que a foda acabasse nunca mais...
Dava tapinhas suaves na bunda dela, chamando ela de puta que dava pro marido da irmã...


- siiiim, sou uma puta... sou uma puta, ela dizia enquanto continuava cavalgando em mim sem parar...


E quanto mais ela se autointitulava de puta, mais eu batia na bunda dela pra ela se mexer e enfiar meu pau bem fundo, enquanto sentia minha virilha encharcar com os sucos que a buceta dela me impregnava a cada movimento de vai e vem...


- chupa meus peitos, ela me disse... quer peito, bebê? chupa eles, vai...


Chupe eles e depois coloquei os biquinhos dela na palma das minhas mãos, fazendo com que a cada sentada dela os peitos esticassem e, em segundos, ela me avisou que ia explodir...



incesto




Filho da puta, já vou gozar... goza em mim...


- gozo em você?... dentro?


—acaba em mim... acaba em mim... vou go... filho da puta, vou gozaaaaar


Ela gozou antes de mim... se contorceu forte gritando "siim, que gostosa a puta mãe" enquanto eu ainda tinha a porra na ponta da pica sem conseguir sair... uma última estocada... mais uma, eu disse pra mim mesmo, e quando metade da pica já estava fora dela, enfiei de novo pela última vez, descarregando um jato de porra dentro dela... sem nem bombear, o resto do meu leite saiu sozinho, se misturando com os fluidos dela...


- aaaaaaah meu amor, essa cara me encanta, ela disse enquanto eu gozava tudo dentro dela... você me encanta, gostosa


Ela caiu exausta em cima de mim, nós dois ficamos sem fôlego, deitados na cama, nos olhando no espelho sob aquela luz vermelha, suados e vendo no espelho do teto como os lençóis estavam encharcados, embora eu não conseguisse distinguir se o que molhava os lençóis era nosso suor ou nossos fluidos...
Depois que tudo acabou, em silêncio enquanto ela recuperava o fôlego, não pude deixar de notar que minha cunhada não tinha um corpo tão gostoso quanto o da minha mulher, mas o tesão e a tensão sexual que existia entre nós tornava impossível eu perceber isso antes da putaria que a gente aprontou.
Acho que depois de se aliviar, ela também caiu na real do que a gente tinha feito... sendo sinceros, os dois sabia que a gente tava atrás daquilo... a gente queria... mas depois que aconteceu, ela tinha que lidar com a própria consciência e os pensamentos de culpa pelo que rolou. Naquela noite, a gente deixou passar um tempão do horário do hotel fazendo coisas como tomar banho e se arrumar pra voltar pra casa... com certeza dava tempo de fazer de novo, mas acho que nós dois precisava de um tempo pra digerir o que tinha acontecido... o dia seguinte... o que sobra quando você gozou...
Quando a gente voltava, mesmo tentando agir naturalmente como se nada tivesse acontecido, era claro que a gente tinha cruzado aquela linha e o clima ficou tenso... deixei ela no mesmo lugar onde peguei ela.


- amanhã te escrevo... eu disse pra ela...


- pra quê... ela respondeu...


-eeeeh, não por nada, só pra saber como cê tá...


- sim, vai fundo, ela me disse...


Ela me deu um beijo na boca quase como de compromisso e eu vi ela caminhando na direção oposta de onde a vi quando fui buscá-la naquela rua escura... enquanto ela ia embora e eu via a bunda dela se afastando de mim de novo, senti meu pau endurecer de novo e não consegui evitar começar a bater uma pensando na Celina...




Continua???

infiel

9 comentários - Celina, minha cunhada gostosa.

Van+10, siento los mismo por mi cuñada, te entiendo amigo
y bueno ojo... no tirarse a la pileta si no hay agua.
Excelente relato te dejo los 10 puntos. Yo también estoy loco por coger con mi cuñada, tenemos muy buena onda, pero son muy, pero muy unidas con mi esposa, de echo son mellizas. Si me tiro a la pileta me voy a dar con el fondo, porque no creo que tenga agua
eso nunca se sabe, hay que tirar la bola discimuladamente
robby13 +1
10 porque no pueden ser 20. Muy buen relato y muy bien escrito. ¡que mas!
gracias, a veces por apuro no hago las correciones necesarias. ni hablar del formato, la pagina cambia todo el formato cuando voy a publicarlo pero me gusta escribir.
Excelente relato, me encantó que le llenarás la concha de leche, Ojalá se la sigas dejando llena de leche y la preñes a la puta de tu cuñada.
jaja hay factores que impiden que pueda darse esa posibilidad...
Foto en bolas de tu mujer y de tu cuñada....van 10