Jogos entre concunhados 2

Olá, se vocês já leram "Brincadeiras entre concunhados", onde depois de uma noite de jogos, minha cunhada Emilia e eu perdemos uma aposta, o que vou contar agora é o que aconteceu no sábado seguinte. A aposta que tive que pagar foi terrível pra mim, mas foi a vingança por quase ter comido a irmã da minha namorada. Obviamente, agradeço pelos comentários e pontos de vocês! Estávamos na minha casa, sozinhos porque minha mãe não estava. Andrea estava se maquiando no banheiro e eu olhava pra ela da porta. Ela estava só de lingerie vermelha de renda. A- Se não fosse porque fiz o Charly gozar, você teria comido minha irmã! Y- Não se faz de sonsa! Você tava chupando ele! A- Mas não é a mesma coisa que sentar na pica! Y- Já te falei que foi um acidente! A- Claro. Paus escorregam pra dentro toda hora! Se ela não tivesse se esfregando sem calcinha, isso não teria acontecido. Os dois passaram dos limites! Por isso vão pagar! Aí ela me pegou. Não soube o que dizer pra me defender, e a imagem do momento em que eu estava começando a comer a Emi me deu uma ereção impossível de esconder. Mas não ia dar o braço a torcer. Y- Se você escolheu esse "castigo", é porque tá afim de comer o Charly. Não se faz de inocente! A- Pode ser. Mas olha pra mim e me diz que você não teria terminado o que começou com a Emilia. Além disso, eu já sei que você vai curtir também. Outro ponto pra ela. Seria melhor parar de discutir e ver o que ela quer. Y- Mmm...ok, vamos ver, me conta como seria então... A- O Charly vai me comer toda... e você vai olhar. Essa é minha condição pra te perdoar e seu castigo. Fiquei gelado. A verdade é que sempre fantasiei em ver ela sendo comida gostoso por um cara, mas era algo pra deixar ela excitada. Ela me lembrou disso e disse "Você fantasia com isso há tempos. Vai gostar"... Não podia imaginar o quanto. Combinamos de sair naquela noite pra beber e ouvir música num bar. Estávamos nós três bebendo e aguentando o humor idiota do Charly, que fazia piadas sobre as tetas da Andrea e a vontade que eu tava dela. Eu tava explodindo de raiva por dentro, mas se eu queria comer a Andrea de novo, tinha que aguentar. Um tempo depois, já ligados pelo álcool, fomos pra um hotel. No quarto, não perdemos tempo e começamos logo a nos beijar. Ela alternava a boca entre nós dois e não parava de passar a mão no volume do Charly. Em 5 minutos, nós dois távamos com uma ereção insuportável. Tirei a regata da Andre, que tinha saído com uma regatinha "strapless" (sem ombros) e sem sutiã. As tetas dela, que eram bem grandes, pularam no ar quando puxei a roupa pra cima. Aliás, lembro que a Andrea era meio magrinha, baixinha, peitudona, branquinha e de bundinha pequena... e muito, mas muito putona (o que eu mais gostava nela). Toda perversidade que eu imaginasse, ela topava...

A: Pelam os dois. Quero ter os paus de vocês perto.

Charly já tava com o pau pra fora e foi o primeiro que ela atacou. Entrei na jogada na hora e ela chupou nós dois igual uma viciada por um tempinho.

A: Sempre quis chupar dois paus ao mesmo tempo!

Dito isso, começou a tentar se engasgar com cada pau, indo o mais fundo que conseguia. Ela soltou a gente e falou pra mim:

A: amor, vem me chupar aqui.

Ela se deitou de costas, abriu as pernas e piscou um olho pra mim. Eu mergulhei de boca na buceta dela. Fiquei chupando a buceta dela uns minutos só quando ela me agarra pelos cabelos, me puxando a uns centímetros da buceta dela. Nessa hora, aparece o pau do Charly na minha cara.

Ch: com licençaaa...

An: Tá vendo em primeira mão como o pau entra em mim, bebê!

O pau tava tão perto que se eu esticasse a língua, dava pra chupar... Queria poder dizer que senti nojo, mas tava muito excitado.

Ch: Sei que você gosta de olhar, Guille, mas sai daí que quero meter tudo na Andreita.

Tirei minha cara obediente do meio, mas não parei de olhar a cena: Charly segurava a An pelo rabo e metia devagar, mas até o fundo... o filho da puta tava comendo ela todinha. larga e An gemeu bem alto. An: Aaaaaah siiii me dá essa pica, Charly! Ch: vou te foder até minha pica cãibrar, puta! An: Sim sim siiii... quero que me foda forte! Vai ver tudo, Guille? Eu: Não consigo parar de olhar! Charly metia nela com força mas com ritmo e An não demorou pra chegar no primeiro orgasmo. Ele diminuiu um pouco a velocidade e eu aproveitei pra esfregar o clitóris da An, que ofegava mais forte anunciando o segundo orgasmo. An: AAAAhh sssseeeeee... filhos da putaaaa, sai Guille, não me toca mais! Sentei na beira da cama e fiquei só olhando. Charly aproveitou pra tirar e virar a An de quatro. Quando meteu de novo, foi de uma só vez, enfiando tudo. An: AAAAi me mata, animal! Como você fode bem! Não para! ah... ah... ah... Ch: UUff uufff se continuar assim vou encher você de porra a qualquer momento! An: Não... me fode mais um pouquiiiiinho! Charly virou ela de novo e levantou as pernas dela até o peito. Penetrou fundo e sorriu. Ch: Essa buceta não tem fundo! Ela engole inteira, muito melhor que a da Emilia! An: Sabia que minha buceta era melhor! Mete forte e goza, que você tá morrendo de vontade haha! O comentário pareceu excitar ainda mais a Andrea, que escorria de tanto melado. Charly acelerou o ritmo. Ch: Não aguento mais, vou gozaaaaar! An: Enche toda essa filha da putaaa!! Ch: Aaaah siiii!! Aaaaahhh... A melhor noite da minha vidaaaaa!! An: Aaay siiiií! Quanta porra que você tinha! Charly continuava bombeando enquanto enchia a buceta da An de porra até transbordar. Meteu uma última vez de uma só vez até o fundo pra arrancar um grito, tirou, soltando umas gotas de sêmen na barriga dela e desabou do lado dela. An ficou ofegando e eu me aproximei pra aproveitar o momento. An: Vem, amor, limpa um pouco minha buceta... com sua boca... que você gosta... jijiji... Ch: Hahaha que malvada você ééé!! Lambi como um bom cuck umas gotinhas de porra que não gostei e me cheguei perto pra enfiar. Não aguentava mais, tinha que gozar. An: Siimm, meu amor, me come devagar que tá doendo. Esse filho da puta arrombou minha buceta. Você merece seu prêmio, vem cá. Ela me apertou forte contra si pra me fazer entrar mais fundo. Falou no meu ouvido. An: Mmm... Tá sentindo a porra dele, meu amor? Me encheu toda! As palavras dela me deixaram mais excitado. Minha ereção aumentou. Claro que sentia o esperma daquele bastardo dentro da minha mina. Agarrei ela pela bunda e comecei a meter com força e velocidade. An: Uf, uf, ufff... devagar, amor... aaaiii... cê tá com ciúme que tá me comendo tão forte? Y: Sim. E muito tesudo também! An: hahaha... sabia que você ia gostar! Mas tira que não aguento mais. Tô arrombada. Me dá na boca! Desci da cama e ela me atacou na hora. Chupava como sempre. Era melhor que transar. Sugava a glande, lambia minhas bolas e mordia o tronco. Continuou chupando um minuto ou dois até eu gozar na boca dela. Ela engoliu tudo enquanto gemia surpresa com a quantidade que saiu. Quando tirou a boca, ofegou engasgada e riu. An: Mmm, que porra gostosa! Agora sim fiquei bem satisfeita, com a buceta e a barriga cheia de porra! Haha. Ela se deitou no meio dos dois e suspirava enquanto passava a mão na porra dos dois. Ch: Se quiser, eu te encho onde tá faltando... An: Não, para, não sou tão puta assim. Você já teve o seu e eu não aguento mais. Vou tomar um banho. Ch: Que pena! Sua irmã adora que eu coma a bunda dela... An: E quem disse que eu não gosto? Mas hoje não tem mais Andrea pra ninguém. Ela lambeu a rola de cada um um pouco e foi pro banheiro. Depois ele tomou banho e por último eu. Quando saí, Charly já tinha ido embora. An: Você se comportou muito bem. A bunda você come outra noite, mas na sua cama. Y: Claro, amor! Essa foi minha primeira experiência como corno e adorei. Ainda repetiria dividir a Andre com o Charly. Mas faltava um tempo e eu ainda não sabia. Espero que tenham curtido! Abraços!

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