Este relato é um remake de um antigo. Naquela época, pra terminar rápido, deixei um monte de detalhes suculentos de fora. Espero que curtam essa nova versão. Agradeço pontos e comentários!
Oi, essa história é algo que rolou num verão quando eu tinha uns 21 anos, minha namorada na época 20 e a irmã dela 18. Eu era um comedor insaciável, assim como a Andrea, minha namorada. A Emília, irmã dela, era muito gostosa, uns olhões lindos, magrinha e com uma bunda empinada e redonda de comer inteira... Minha namorada era uma gatinha de peitões e comedora, viciada em sexo como nunca conheci outra na vida. Ela adorava usar decotes enormes. Já a Emília, raramente usava algo que não fosse uma calça jeans justa. Era um verão lindo em Mar del Plata e a Emília tinha arrumado um namorado uns anos mais velho com uma cara de pilantra foda...
A gente tava na casa delas, os pais tinham saído pra jantar e depois ir ao teatro. Logo que cheguei, a Andrea apareceu com uma camiseta pequenininha e uma saia plissada na mão e me disse:
– É isso que querem que eu vista pra trabalhar de promotora!
Olhei pra roupa e fiz um gesto tipo “é assim, azar o seu”.
– Não te incomoda?
– É o que te deram. Onde você viu uma promotora recatada? Vestem elas pra chamar atenção.
– É, mas você não vai gostar disso!
Mais tarde, enquanto a gente cozinhava umas pizzas e continuava falando sobre a roupa, a Andrea foi embora um minuto. Voltou 10 minutos depois vestida e produzida como devia ser o “uniforme” de promotora. O decote da camiseta branca não deixava nada pra imaginação (ela não tinha colocado sutiã), mas o pior era a saia, mal cobria a bunda dela. Todo mundo tava olhando de boca aberta enquanto ela girava, entre indignada e divertida. A Emília, cansada do namorado dela ficar olhando pros peitos e pra bunda da minha namorada, soltou:
– Os peitos até entendo, mas você não tem bunda pra uma saia dessas!
– O que você sabe, que se veste que nem uma freira!
– Freira eu? Você é que passa do ponto de vadia, que não é a mesma coisa, esquentando todo mundo!
– Qual é o seu problema, magrinha? Tive que intervir. - Bom, chega! Nenhuma é freira nem puta. Cada uma tem seu valor. Reconheçam isso! - Tá bom - disse Emi - Querem ver como fica bem uma saia assim? Já volto. Uns momentos depois, as duas irmãs brigavam na frente de um espelho grande pra ver quem estava mais gostosa. A- E aí, caras? Quem tá melhor? E- Essa pergunta é idiota. Cada um vai responder "minha namorada"! C- E você como sabe? Kkkk Não fica brava! É piada! Claro que você tem a bunda mais linda que já vi na vida! Y- E ninguém ganha desse par de peitos, meu amor! Mas eu também não vi essa bunda! Kkk A- Como? Quer olhar a bunda da minha irmã? E você não ri, sua idiota! E- Rio porque se visse minha bunda, ia ter vergonha da sua! C- Eeeeh, garotas! Garotas! Por que não nos acalmamos? Tive uma ideia pra nos divertir e parar de brigar. Um jogo. A- Que jogo? Andrea era muito competitiva quando alguém a desafiava. C- Vamos fazer assim. As duas vão mostrar um pouco seus atributos, e o Guille e eu vamos olhar tudo. Assim todo mundo vê o que vocês têm e ninguém se sente mal. E- Você quer que eu fique pelada? É maluco? C- Não! O que eu digo é que cada uma mostre um pouquinho mais pra nós dois. Como numa praia. Finjam que vão ficar de biquíni. Não é nada demais. Sabia onde Charly queria chegar. Era um filho da puta, queria ver os peitos da Andrea. Mas eu também queria ver a bunda da Emi. C- É assim. Primeiro a Emi mostra um pouco a bunda, depois a Andrea mostra a dela. Depois a Andrea mostra um pouco esses peitos, e a Emi mostra até onde a Andrea mostrar. O Guille e eu vamos ser juízes, dando nota pra cada coisa. O que acham? A- Mmm... ok! E- Vocês são malucos, mas se ela aceita, eu também. Começo! O que vi em seguida nunca mais esqueci... Emi levantou a saia e apareceu a bunda linda dela a 2 metros de distância, numa fio dental turquesa que destacava a brancura da pele dela. Me deixou sem fôlego. Charly sorria animado. - Vai, meu amor, mostra essa bunda rabuda pro Guille. Emi se curvou mais, apoiando Uma mão na parede e a outra na bunda. Meu pau acordou num pulo. A- Bom, chega! Como você gosta de mostrar a raba! Y- Sem briga. Sua vez, An. Minha namorada mostrou a bunda e rebolou um pouco, enfiando o tecido da quase fio dental bem no meio. Por dentro, reconheci que não era nem metade da bunda da Emi, mas a situação tava me esquentando. A- Agora apresento minhas minas! Ela apertou os peitos com os braços e puxou a camiseta pra baixo, mostrando até a borda das aréolas. Os bicos seguraram a beirada do tecido. E- Que puta! C- Ei, vida! Não. Mostra o teu sem discutir! E- Vai ver! A Emília colocou um peito pra fora e só tampou o bico com dois dedos. Depois, mostrou a língua de um jeito provocante. C- Beeeem! A verdade, as duas são gostosas e as duas são... Y- Um pouco putinhas! O que é muito bom! C- É. Eu diria que é um empate! Y- Eu também! A- Quê? Não. Tem que desempatar! E- É. Como a gente faz? Y- Mmmm... outra brincadeira! O Charly tava com a cara mais perversa que já vi na vida. C- Já sei. Vamos brincar de cabra-cega. Eu e o Guille, de olhos vendados e uma mão nas costas, temos que reconhecer a mais gostosa com a outra mão. E- E você vai pegar nos peitos dela? C- E o Guille nos teus, ou na tua raba. Não vamos ser ciumentos, vamos ser justos com todo mundo. Y- Ok. Se o Andre não se importar... E- Fala sério. Eu topo. A- Beleza... vou buscar algo pra vendar vocês. Quando o An foi embora, o Guille aproveitou pra beijar e apalpar a Emi, falando coisas no ouvido dela. Ele tentava convencê-la de algo. Ela sorria desconfiada, duvidando dele, mas aceitando com a cabeça. Na hora que nos vendaram, eu trapaceei e franzi os olhos em vez de fechá-los, então dava pra ver um pouco através do lenço de gaze. Eles nos fizeram dar umas voltas e depois se encostaram na parede de um corredor, uma de cada lado. A gente tinha que chegar e tocar sem elas falarem pra não dar pista de quem a gente tava tocando. O Guille não via nada e esbarrou em mim duas vezes. Eu também fingi que tava cego e fui atrás dele. A A sorte quis que cada um começasse com a sua namorada. Apalpei os peitos da Andrea e fui descendo pela barriga dela até chegar na buceta. Acariciei a área toda por cima da calcinha e passei a língua no pescoço dela. Ela respondeu esfregando meu pau por cima da calça. De olho, vi o Charly fazendo mais ou menos a mesma coisa que eu, mas ele tava descendo a calcinha da Emi, que ficou só naquilo. C- Ok, Guille. Vamos trocar. Rápido, me virei e tateei a parede até chegar nos ombros da Emi. Ia ser burrice não notar as diferenças de cheiro, de pele... tava muito excitado. Beijei o pescoço da Emi de leve, ela se mexeu só um pouco. Depois acariciei o ombro dela, peguei um peito e fui descendo até a buceta depilada dela, a Emi não me parou. O gemido da Andrea me fez pensar que eles deviam estar na mesma situação. Passei a mão nos lábios da buceta e senti a respiração dela acelerar. Também ouvi um gemido do Charly. Não resisti e olhei de canto, vendo minha namorada tentando enfiar a mão no pau do Charly. Y- Bom, já deu! Fiz ele pular pra trás com meu aviso. Agora a gente tinha que sentar. As minas nos guiaram sem falar nada ainda. Tiramos as vendas. Y- Tenho que admitir que curti muito esse jogo. C- Eu mais ainda, com certeza! Hahaha Bom, minas... não consigo escolher! Y- Eu também não! Cada uma é uma gostosa do seu jeito. O sonho de qualquer cara seria ter as duas juntas! A- Quer comer minha irmã, seu idiota? Y- Se você não fosse minha namorada... C- Ei, eu acho igual ao Guille. Não mata ele! A- Ah... é... E- Ou seja, são dois punheteiros! Y- Os caras são tudo punheteiro. Se a gente tivesse a chance de ficar um momento sem a nossa mina na frente, isso já tinha virado bagunça. Vocês são muito gostosas! E amor, se eles fossem embora agora, eu ia pular em cima de você! C- É, Emi, é isso. Olha como eu tô pra você! Se eles não tivessem aqui, eu já tinha tirado a calça. Mais que justo a gente mostrar alguma coisa já que as minas toparam tanto, né Guille? Y- Totalmente. Se eu não tirar alguma coisa, vou pegar fogo! A gente levantou. Tiramos as camisetas e baixamos as calças. Ele era um pouco mais alto e bem mais magro e fibroso do que eu. Eu tinha mais músculo, embora não tanta definição. Só ficaram nossas roupas íntimas.
C- Que que vocês acham, minas? A gente continua?
E- Por mim, façam o que quiserem...
A- Sim! Mostrem tudo!
Os olhos da Andre iam direto pro volume desesperado pra sair do Charly. Ele sorriu e liberou o brinquedo. Era um pouco mais comprido que o meu, mas igual de grosso. Não era totalmente depilado como eu. Minhas bolas encolheram, e isso deixou a Emi chocada, que não imaginava que o cunhado dela tirasse todo o pelo pubiano.
Sentamos de novo com as picas duras pra fora.
A- Eca... bom... isso ficou bem interessante. Mas ainda não tem vencedora.
C- Ok. Vamos fazer direito. Já que somos punheteiros, vocês têm que excitar cada uma o namorado da outra enquanto a gente se masturba. Quem fizer um de nós gozar primeiro é a vencedora!
As duas riram, incrédulas e safadas ao mesmo tempo. Ambas eram muito competitivas entre si.
E- E qual é o prêmio?
Y- Tem que ser algo que foda a outra.
C- Alguma peça de roupa ou algo humilhante. A gente decide junto quando a vencedora tiver uma ideia.
A- Ok – disse a An, e ajeitou mais a camiseta. Se prepara pra ser humilhada.
E- Vai nessa! Seu namorado não vai aguentar muito...
C- Beleza. Começam ao mesmo tempo... Guille, você topa tudo?
Y- Totalmente. Mas depois disso, sem briga, ok?
A- Sim, sim...
E- Ok!
A Emi ficou na minha frente, e a Andre sorria olhando pro pau do Charly.
E- Você não se passa, putinha!
A- Fala isso porque é uma freira?
Y- Baaaah!
C- Comecem a esquentar!
Olhei instintivamente pra Andre, que começou primeiro. Ela abriu as pernas, juntou os peitos com as mãos e fingiu lamber eles, piscando um olho. Charly empalideceu. A Emi chamou minha atenção se aproximando. Virou de costas e levantou a saia a menos de 1 metro do meu rosto. Apertei minha pica com força.
A Andre deixou cair um fio de saliva no meio e esfregou os peitos um no outro. Quase saiam da camiseta. Ela mostrou a língua pra Emi. Minha cunhada não se deixou intimidar. Toda vermelha, enfiou um dedo na boca e passou por dentro da calcinha fio dental, estimulando o clitóris dela (embora o tecido me impedisse de ver isso claramente). A — Tem que acelerar isso... Molhou um dedo e passou na ponta da rola do Charly, que deu um pulo de excitação, e chupou de novo. E — Que puta... que... Vermelha de raiva, a Emi se virou e abaixou a calcinha fio dental turquesa, separou as nádegas e me olhou como se quisesse que eu comesse ela. Uma gota brilhante aparecia na ponta da minha rola. Tirei com um dedo e passei no cu da Emi, que gemeu surpresa. Em vez de se afastar, ela empurrou meu dedo, fazendo ele entrar um pouco. Antes que eu percebesse, tava punhetando o cu da Emi com um dedo e minha rola ao mesmo tempo. A Andrea, indignada ao ver que a irmã não era nenhuma santinha, tirou a camiseta, se ajoelhou e começou a fazer um Boobs fuck no Charly. Minha namorada podia ser muito puta quando queria. E — Aahh... olha que puta que você é! Vale tudo? Ok, você vai cair! A Emi sentou em cima de mim e esfregava minha rola contra as nádegas dela com uma mão. Passava pelo meio e pro outro lado. A Andre punhetava o Charly enquanto enfiava um peito na boca dele e o Charly agarrava ela pela bunda. E — Come minha buceta, Guille. Tá muito seca! Desesperado, lambi aquele buraquinho como um cachorrinho de colo. Ela voltou a esfregar a bunda agora de cima pra baixo. Um segundo depois subiu mais e a ponta deslizou na buceta molhada dela. Ela não pareceu dar importância porque continuou se movendo mais rápido pra trás e pra frente. O Charly punhetava a Andre e ela com a rola na mão chupava a boca dele. Tava com uma raiva e um tesão do mesmo tamanho. Sem pensar, apertei a Emi pelos peitos, fazendo ela descer bem na hora que minha rola apontava pra buceta dela. Entrou de uma vez só. Ficamos parados uns segundos, os dois tentando entender o que tinha acontecido. Olhei rápido pra ver se a Andrea e o Charly estavam já tinham percebido e fiquei chocado com o que vi. Minha namorada tava dando um boquete foda no meu novo inimigo. Por outro lado, não dava pra reclamar com a pica até o fundo da buceta da Emi. Ela também viu a mesma coisa que eu e tentou se levantar. Eu segurei ela, fazendo ela sentar na minha pica de novo. Ela soltou um gemido de prazer. Dessa vez, me pegou preparado. Ajeitei ela segurando na bunda dela e dei umas metidas. Tava começando a curtir quando a Andrea apareceu e puxou a Emi de uma vez. A- Sua filha da puta! Não dá pra pegar meu namorado! E- Foi sem querer! A- É, claro. Caiu na sua pica, né? E- É. Mais ou menos isso! A- Ah é? Bom, não importa! Eu ganhei! Aí percebi que ela tinha a boca e os peitos lambuzados de porra e o Charly tava sorrindo que nem um idiota de olhos fechados. A- Já sei o que quero... Vocês dois vão pagar! Vou pegar o Charly. E você, Guille, vai olhar! Fiquei paralisado. Minha pica murchou na hora. Mas a pior parte ia acontecer outro dia... Fim.
Oi, essa história é algo que rolou num verão quando eu tinha uns 21 anos, minha namorada na época 20 e a irmã dela 18. Eu era um comedor insaciável, assim como a Andrea, minha namorada. A Emília, irmã dela, era muito gostosa, uns olhões lindos, magrinha e com uma bunda empinada e redonda de comer inteira... Minha namorada era uma gatinha de peitões e comedora, viciada em sexo como nunca conheci outra na vida. Ela adorava usar decotes enormes. Já a Emília, raramente usava algo que não fosse uma calça jeans justa. Era um verão lindo em Mar del Plata e a Emília tinha arrumado um namorado uns anos mais velho com uma cara de pilantra foda...
A gente tava na casa delas, os pais tinham saído pra jantar e depois ir ao teatro. Logo que cheguei, a Andrea apareceu com uma camiseta pequenininha e uma saia plissada na mão e me disse:
– É isso que querem que eu vista pra trabalhar de promotora!
Olhei pra roupa e fiz um gesto tipo “é assim, azar o seu”.
– Não te incomoda?
– É o que te deram. Onde você viu uma promotora recatada? Vestem elas pra chamar atenção.
– É, mas você não vai gostar disso!
Mais tarde, enquanto a gente cozinhava umas pizzas e continuava falando sobre a roupa, a Andrea foi embora um minuto. Voltou 10 minutos depois vestida e produzida como devia ser o “uniforme” de promotora. O decote da camiseta branca não deixava nada pra imaginação (ela não tinha colocado sutiã), mas o pior era a saia, mal cobria a bunda dela. Todo mundo tava olhando de boca aberta enquanto ela girava, entre indignada e divertida. A Emília, cansada do namorado dela ficar olhando pros peitos e pra bunda da minha namorada, soltou:
– Os peitos até entendo, mas você não tem bunda pra uma saia dessas!
– O que você sabe, que se veste que nem uma freira!
– Freira eu? Você é que passa do ponto de vadia, que não é a mesma coisa, esquentando todo mundo!
– Qual é o seu problema, magrinha? Tive que intervir. - Bom, chega! Nenhuma é freira nem puta. Cada uma tem seu valor. Reconheçam isso! - Tá bom - disse Emi - Querem ver como fica bem uma saia assim? Já volto. Uns momentos depois, as duas irmãs brigavam na frente de um espelho grande pra ver quem estava mais gostosa. A- E aí, caras? Quem tá melhor? E- Essa pergunta é idiota. Cada um vai responder "minha namorada"! C- E você como sabe? Kkkk Não fica brava! É piada! Claro que você tem a bunda mais linda que já vi na vida! Y- E ninguém ganha desse par de peitos, meu amor! Mas eu também não vi essa bunda! Kkk A- Como? Quer olhar a bunda da minha irmã? E você não ri, sua idiota! E- Rio porque se visse minha bunda, ia ter vergonha da sua! C- Eeeeh, garotas! Garotas! Por que não nos acalmamos? Tive uma ideia pra nos divertir e parar de brigar. Um jogo. A- Que jogo? Andrea era muito competitiva quando alguém a desafiava. C- Vamos fazer assim. As duas vão mostrar um pouco seus atributos, e o Guille e eu vamos olhar tudo. Assim todo mundo vê o que vocês têm e ninguém se sente mal. E- Você quer que eu fique pelada? É maluco? C- Não! O que eu digo é que cada uma mostre um pouquinho mais pra nós dois. Como numa praia. Finjam que vão ficar de biquíni. Não é nada demais. Sabia onde Charly queria chegar. Era um filho da puta, queria ver os peitos da Andrea. Mas eu também queria ver a bunda da Emi. C- É assim. Primeiro a Emi mostra um pouco a bunda, depois a Andrea mostra a dela. Depois a Andrea mostra um pouco esses peitos, e a Emi mostra até onde a Andrea mostrar. O Guille e eu vamos ser juízes, dando nota pra cada coisa. O que acham? A- Mmm... ok! E- Vocês são malucos, mas se ela aceita, eu também. Começo! O que vi em seguida nunca mais esqueci... Emi levantou a saia e apareceu a bunda linda dela a 2 metros de distância, numa fio dental turquesa que destacava a brancura da pele dela. Me deixou sem fôlego. Charly sorria animado. - Vai, meu amor, mostra essa bunda rabuda pro Guille. Emi se curvou mais, apoiando Uma mão na parede e a outra na bunda. Meu pau acordou num pulo. A- Bom, chega! Como você gosta de mostrar a raba! Y- Sem briga. Sua vez, An. Minha namorada mostrou a bunda e rebolou um pouco, enfiando o tecido da quase fio dental bem no meio. Por dentro, reconheci que não era nem metade da bunda da Emi, mas a situação tava me esquentando. A- Agora apresento minhas minas! Ela apertou os peitos com os braços e puxou a camiseta pra baixo, mostrando até a borda das aréolas. Os bicos seguraram a beirada do tecido. E- Que puta! C- Ei, vida! Não. Mostra o teu sem discutir! E- Vai ver! A Emília colocou um peito pra fora e só tampou o bico com dois dedos. Depois, mostrou a língua de um jeito provocante. C- Beeeem! A verdade, as duas são gostosas e as duas são... Y- Um pouco putinhas! O que é muito bom! C- É. Eu diria que é um empate! Y- Eu também! A- Quê? Não. Tem que desempatar! E- É. Como a gente faz? Y- Mmmm... outra brincadeira! O Charly tava com a cara mais perversa que já vi na vida. C- Já sei. Vamos brincar de cabra-cega. Eu e o Guille, de olhos vendados e uma mão nas costas, temos que reconhecer a mais gostosa com a outra mão. E- E você vai pegar nos peitos dela? C- E o Guille nos teus, ou na tua raba. Não vamos ser ciumentos, vamos ser justos com todo mundo. Y- Ok. Se o Andre não se importar... E- Fala sério. Eu topo. A- Beleza... vou buscar algo pra vendar vocês. Quando o An foi embora, o Guille aproveitou pra beijar e apalpar a Emi, falando coisas no ouvido dela. Ele tentava convencê-la de algo. Ela sorria desconfiada, duvidando dele, mas aceitando com a cabeça. Na hora que nos vendaram, eu trapaceei e franzi os olhos em vez de fechá-los, então dava pra ver um pouco através do lenço de gaze. Eles nos fizeram dar umas voltas e depois se encostaram na parede de um corredor, uma de cada lado. A gente tinha que chegar e tocar sem elas falarem pra não dar pista de quem a gente tava tocando. O Guille não via nada e esbarrou em mim duas vezes. Eu também fingi que tava cego e fui atrás dele. A A sorte quis que cada um começasse com a sua namorada. Apalpei os peitos da Andrea e fui descendo pela barriga dela até chegar na buceta. Acariciei a área toda por cima da calcinha e passei a língua no pescoço dela. Ela respondeu esfregando meu pau por cima da calça. De olho, vi o Charly fazendo mais ou menos a mesma coisa que eu, mas ele tava descendo a calcinha da Emi, que ficou só naquilo. C- Ok, Guille. Vamos trocar. Rápido, me virei e tateei a parede até chegar nos ombros da Emi. Ia ser burrice não notar as diferenças de cheiro, de pele... tava muito excitado. Beijei o pescoço da Emi de leve, ela se mexeu só um pouco. Depois acariciei o ombro dela, peguei um peito e fui descendo até a buceta depilada dela, a Emi não me parou. O gemido da Andrea me fez pensar que eles deviam estar na mesma situação. Passei a mão nos lábios da buceta e senti a respiração dela acelerar. Também ouvi um gemido do Charly. Não resisti e olhei de canto, vendo minha namorada tentando enfiar a mão no pau do Charly. Y- Bom, já deu! Fiz ele pular pra trás com meu aviso. Agora a gente tinha que sentar. As minas nos guiaram sem falar nada ainda. Tiramos as vendas. Y- Tenho que admitir que curti muito esse jogo. C- Eu mais ainda, com certeza! Hahaha Bom, minas... não consigo escolher! Y- Eu também não! Cada uma é uma gostosa do seu jeito. O sonho de qualquer cara seria ter as duas juntas! A- Quer comer minha irmã, seu idiota? Y- Se você não fosse minha namorada... C- Ei, eu acho igual ao Guille. Não mata ele! A- Ah... é... E- Ou seja, são dois punheteiros! Y- Os caras são tudo punheteiro. Se a gente tivesse a chance de ficar um momento sem a nossa mina na frente, isso já tinha virado bagunça. Vocês são muito gostosas! E amor, se eles fossem embora agora, eu ia pular em cima de você! C- É, Emi, é isso. Olha como eu tô pra você! Se eles não tivessem aqui, eu já tinha tirado a calça. Mais que justo a gente mostrar alguma coisa já que as minas toparam tanto, né Guille? Y- Totalmente. Se eu não tirar alguma coisa, vou pegar fogo! A gente levantou. Tiramos as camisetas e baixamos as calças. Ele era um pouco mais alto e bem mais magro e fibroso do que eu. Eu tinha mais músculo, embora não tanta definição. Só ficaram nossas roupas íntimas.
C- Que que vocês acham, minas? A gente continua?
E- Por mim, façam o que quiserem...
A- Sim! Mostrem tudo!
Os olhos da Andre iam direto pro volume desesperado pra sair do Charly. Ele sorriu e liberou o brinquedo. Era um pouco mais comprido que o meu, mas igual de grosso. Não era totalmente depilado como eu. Minhas bolas encolheram, e isso deixou a Emi chocada, que não imaginava que o cunhado dela tirasse todo o pelo pubiano.
Sentamos de novo com as picas duras pra fora.
A- Eca... bom... isso ficou bem interessante. Mas ainda não tem vencedora.
C- Ok. Vamos fazer direito. Já que somos punheteiros, vocês têm que excitar cada uma o namorado da outra enquanto a gente se masturba. Quem fizer um de nós gozar primeiro é a vencedora!
As duas riram, incrédulas e safadas ao mesmo tempo. Ambas eram muito competitivas entre si.
E- E qual é o prêmio?
Y- Tem que ser algo que foda a outra.
C- Alguma peça de roupa ou algo humilhante. A gente decide junto quando a vencedora tiver uma ideia.
A- Ok – disse a An, e ajeitou mais a camiseta. Se prepara pra ser humilhada.
E- Vai nessa! Seu namorado não vai aguentar muito...
C- Beleza. Começam ao mesmo tempo... Guille, você topa tudo?
Y- Totalmente. Mas depois disso, sem briga, ok?
A- Sim, sim...
E- Ok!
A Emi ficou na minha frente, e a Andre sorria olhando pro pau do Charly.
E- Você não se passa, putinha!
A- Fala isso porque é uma freira?
Y- Baaaah!
C- Comecem a esquentar!
Olhei instintivamente pra Andre, que começou primeiro. Ela abriu as pernas, juntou os peitos com as mãos e fingiu lamber eles, piscando um olho. Charly empalideceu. A Emi chamou minha atenção se aproximando. Virou de costas e levantou a saia a menos de 1 metro do meu rosto. Apertei minha pica com força.
A Andre deixou cair um fio de saliva no meio e esfregou os peitos um no outro. Quase saiam da camiseta. Ela mostrou a língua pra Emi. Minha cunhada não se deixou intimidar. Toda vermelha, enfiou um dedo na boca e passou por dentro da calcinha fio dental, estimulando o clitóris dela (embora o tecido me impedisse de ver isso claramente). A — Tem que acelerar isso... Molhou um dedo e passou na ponta da rola do Charly, que deu um pulo de excitação, e chupou de novo. E — Que puta... que... Vermelha de raiva, a Emi se virou e abaixou a calcinha fio dental turquesa, separou as nádegas e me olhou como se quisesse que eu comesse ela. Uma gota brilhante aparecia na ponta da minha rola. Tirei com um dedo e passei no cu da Emi, que gemeu surpresa. Em vez de se afastar, ela empurrou meu dedo, fazendo ele entrar um pouco. Antes que eu percebesse, tava punhetando o cu da Emi com um dedo e minha rola ao mesmo tempo. A Andrea, indignada ao ver que a irmã não era nenhuma santinha, tirou a camiseta, se ajoelhou e começou a fazer um Boobs fuck no Charly. Minha namorada podia ser muito puta quando queria. E — Aahh... olha que puta que você é! Vale tudo? Ok, você vai cair! A Emi sentou em cima de mim e esfregava minha rola contra as nádegas dela com uma mão. Passava pelo meio e pro outro lado. A Andre punhetava o Charly enquanto enfiava um peito na boca dele e o Charly agarrava ela pela bunda. E — Come minha buceta, Guille. Tá muito seca! Desesperado, lambi aquele buraquinho como um cachorrinho de colo. Ela voltou a esfregar a bunda agora de cima pra baixo. Um segundo depois subiu mais e a ponta deslizou na buceta molhada dela. Ela não pareceu dar importância porque continuou se movendo mais rápido pra trás e pra frente. O Charly punhetava a Andre e ela com a rola na mão chupava a boca dele. Tava com uma raiva e um tesão do mesmo tamanho. Sem pensar, apertei a Emi pelos peitos, fazendo ela descer bem na hora que minha rola apontava pra buceta dela. Entrou de uma vez só. Ficamos parados uns segundos, os dois tentando entender o que tinha acontecido. Olhei rápido pra ver se a Andrea e o Charly estavam já tinham percebido e fiquei chocado com o que vi. Minha namorada tava dando um boquete foda no meu novo inimigo. Por outro lado, não dava pra reclamar com a pica até o fundo da buceta da Emi. Ela também viu a mesma coisa que eu e tentou se levantar. Eu segurei ela, fazendo ela sentar na minha pica de novo. Ela soltou um gemido de prazer. Dessa vez, me pegou preparado. Ajeitei ela segurando na bunda dela e dei umas metidas. Tava começando a curtir quando a Andrea apareceu e puxou a Emi de uma vez. A- Sua filha da puta! Não dá pra pegar meu namorado! E- Foi sem querer! A- É, claro. Caiu na sua pica, né? E- É. Mais ou menos isso! A- Ah é? Bom, não importa! Eu ganhei! Aí percebi que ela tinha a boca e os peitos lambuzados de porra e o Charly tava sorrindo que nem um idiota de olhos fechados. A- Já sei o que quero... Vocês dois vão pagar! Vou pegar o Charly. E você, Guille, vai olhar! Fiquei paralisado. Minha pica murchou na hora. Mas a pior parte ia acontecer outro dia... Fim.
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