Minha mãe diz que sou um vagabundo. Eu nem perco tempo respondendo pra ela.
Pra comemorar que tô prestes a fazer 30 anos e ainda tô vivo e sendo bancado pelos meus pais, resolvi contar uma história que aconteceu comigo faz uns dois meses, no máximo. Pra contextualizar, minha ex tinha acabado de me largar. Ela era enfermeira, uns 25 anos, tinha acabado de se formar na faculdade. Uma mina gostosa, cabelo castanho e olhos verdes. Mas era um tédio. Todo mundo falava que ela era muito inteligente porque conseguiu se formar sozinha, sem ajuda dos pais. Eu, por outro lado, fiquei com ela por causa da buceta gostosa que ela tinha. Eu sou um cara não muito alto, de corpo atlético, pele branca e cabelo castanho. Responsabilidade nunca foi meu forte. O pai da minha ex abandonou ela quando ela tinha 12 anos. Acho que ela ficava comigo por alguma merda psicológica ou algo assim. Nem eu entendo o que ela via em alguém como eu. Quando parei de gostar do corpo dela, continuei com ela porque ela me dava dinheiro. Ela e eu éramos felizes, até onde dava. Todo dia 15 e no fim do mês, eu costumava ficar carinhoso com ela pra ver se conseguia mais grana do que o normal. Fui um puta de um mandado, e não tenho vergonha de admitir. Mas dizem que a mentira corre e a verdade, mais cedo ou mais tarde, alcança. E foi o que aconteceu. Ela descobriu que eu tava pulando a cerca. Me perdoou, mas com um aviso. Na real, não sei se ela mexeu no meu celular sem eu perceber ou se alguém contou pra ela, mas ela descobriu. Claro, esse imbecil aqui não conseguiu manter as calças no lugar. Aconteceu uma segunda vez, uma terceira, nem lembro quantas vezes foram, mas no fim ela me largou. Pra ser sincero, eu tava pouco me fodendo, mas depois percebi que tinha perdido uma das minhas maiores fontes de renda. Vale mencionar que eu não trabalhava há um tempão. Meu pai não demorou a perceber, e toda quinzena ele pedia dinheiro pra “ajudar em casa”. Lembro bem da cara enrugada dele, franzindo a testa, e me olhando diretamente com cara de decepção quando eu disse que essa quinzena não ia dar dinheiro pra ele.
- Você já é homem, então já tem que dar dinheiro, pelo menos se quiser continuar morando debaixo do meu teto.
- Você não entende, pai, vou fazer isso. É que esse mês descobri uma oportunidade de investimento que posso tirar um bom lucro, então coloquei todas as minhas economias nela.
- Essa desculpa não é nova, você fala isso toda vez que gasta seu dinheiro com puta e sei lá mais o quê. Te aviso, se não vai ajudar em casa, pelo menos faz o serviço! Você não vê que sua mãe já tá cansada? Que porra é essa, pai? Cê tá me achando com cara de viado ou o quê? Não sabe que isso é coisa de mulher? Melhor contratar uma empregada se é isso que cê quer.
- Com que dinheiro, imbecil, cê acha que a gente vai contratar uma maldita empregada? Com o que você traz, coitada vai morrer de fome. Então, se não vai dar grana, faz o serviço você ou cai fora de casa.
Tava ferrado, já sei. Meu pai não tava errado em querer me botar pra fora, entendo. Mas não ia arrumar um trampo e muito menos fazer o serviço de casa só porque o velho tarado do meu pai tava pedindo. Precisava fazer algo pra ajudar em casa, mas sem machucar meu orgulho. Pensei um pouco no que podia fazer até chegar numa conclusão. "Uma empregada", pensei. Então teria que contratar alguém e pagar do meu bolso como contribuição pra casa, assim minha mãe não se cansava e o imbecil do meu pai me deixava continuar morando na casa dele. Com que dinheiro ia pagar uma empregada? Ainda não sabia, mas pensaria nisso depois. Enquanto isso, tinha que achar alguma otária que trabalhasse como minha empregada, mas que só cobrasse no fim do mês, claro, e aceitasse um salário bem baixo. Pra pagar ela, provavelmente eu voltaria a vender maconha ou fazer propaganda de bar. Pra conseguir minha empregada, tive que apelar pra uma amiga velha, ela conhece meio mundo e tem contato até onde eu nem sabia que tinha gente. E de fato, descrevi minha situação, ela me mandou em poucos dias uma garota de poucos recursos que tava procurando trampo. Me explicou que eu só teria que dar comida e pagar o salário dela, que por sinal era bem baixo, até o fim do mês. Exatamente o que eu precisava. Não precisei pagar essa minha amiga, porque na época ela foi minha amante e eu usei o velho truque do "pelos velhos tempos". Contei pros meus pais que tinha contratado uma empregada e expliquei que essa seria minha contribuição, pelo menos me deixaram em paz, já tava. fiz minha contribuição pra casa.
Eram 8 da manhã de uma terça-feira, quando ouvi a campainha tocar, resolvi abrir eu mesmo, já que tava esperando a empregada chegar pela primeira vez, e foi isso mesmo. Boa tarde, senhor Boa tarde, gostosa, pode entrar.
Costumo chamar toda mulher que vejo de gostosa, minha mãe diz que isso é falta de educação, eu já chamo de flerte. A moça parecia muito jovem e inexperiente, mal tinha chegado na vida adulta, o rosto dela mostrava uma certa ingenuidade. A roupa dela estava meio desbotada e velha, coisa que denunciava a classe social dela. Se não me engano, o pai dela abandonou a mãe com três filhas, então ela trabalhava desde muito novinha. Ela não falava muito, só o essencial pra ser exato, confesso que gostei disso, todas as mulheres deveriam ser assim. Pode ter sido só timidez ou era que ela sentia o abismo entre as classes sociais, já que, apesar da minha família não ser "milionária", a gente é considerado classe média alta. Qual é o seu nome? Meu nome é Britany, senhor Muito prazer, Britany. Me diz, quantos anos você tem? 18 anos Muito bem, você sabe por que veio, né? Sim, senhor.
Eu gostava do jeito dela, tão submissa e quietinha, do jeito que me chamava de senhor, destacando o respeito e a gratidão que sentia por mim. Quem diria que um zé-ninguém como eu seria respeitado por alguém. No começo, pra ser sincero, nem pensei em fazer nada com ela. Naquele dia, minha mãe deu as instruções sobre o que ela tinha que fazer, e eu me senti livre de qualquer responsabilidade, só isso. Agora só precisava dar um jeito de arrumar o dinheiro pro salário dela.
Passei a semana inteira saindo pra tentar ganhar alguma coisa ou conseguir um trocado. Tenho que admitir que não tive muita sorte nisso. Passei um dia inteiro consultando amigos, familiares, entre outros... mas ninguém quis me emprestar dinheiro ou me dar trabalho. Até recebi algumas ofertas, mas não era o tipo de serviço que eu queria. Me disseram que eu já tava muito velho pro negócio da erva, que não ia mais conseguir correr da polícia direito.
Naquele dia cheguei em casa cedo, cansado e frustrado por não ter conseguido nada. Quando entrei, percebi que minha mãe tinha saído pra passear e meu pai ainda tava no trabalho. "Tô sozinho em casa", pensei. Coisa que não acontece sempre e que é algo pra se aproveitar. Sentei num sofá da sala, tirei os sapatos, desabotoei a calça e coloquei o canal pornô na televisão do meu pai. Não queria saber de ninguém, nem de trabalho, nem de responsabilidades. Comecei a me tocar devagar na virilha, tudo pronto pra iniciar uma sessão de punheta, quando ouvi uns passos se aproximando. Desliguei a TV rapidão e calcei os sapatos. Esperei, até perceber que era a empregada que tava fazendo aquele barulho. Claro, ela ainda tava na casa. Tinha me esquecido completamente dela. Boa tarde, senhor.
- Oi, Britany, esqueci completamente que você tava aqui.
Ela só sorriu, tinha esquecido. "Porra", pensei. Percebi que tinha perdido minha privacidade, não dava mais pra bater uma tranquilamente aproveitando a ausência dos meus pais. Se quisesse me masturbar, teria que fazer no meu quarto. Vou pro meu quarto – falei, nem sei por que dei satisfação pra empregada. Muito bem, senhor, já vou limpar seu quarto.
Merda. Não conseguiria fazer isso agora nem no meu próprio quarto. Fui mesmo assim, com uma cara de tédio, sentei na minha cama esperando alguma coisa, na verdade só perdendo tempo. Me imaginei parecendo um idiota, sentado olhando pro nada. Pouco depois, a empregada chegou com a intenção de limpar. Quando me viu, só sorriu. Não sei se é coisa da minha cabeça, mas no sorriso dela eu via algo safado. Ela é relativamente gostosa, tem a pele morena clara, o rosto meio redondo, com bochechas grandes que dão um toque de ternura. Tem uns 1,50m e é um pouco gordinha, os peitos são pequenos, mas, como percebi enquanto ela limpava, tem uma bunda incrível. Ela é bem risonha, então, soltando uma piada de vez em quando, ela não parava de rir. Eu fiquei lá vendo ela limpar, e de vez em quando ela virava pra me olhar e depois continuava na dela. Aproveitava pra olhar a bunda dela quando se abaixava pra limpar os móveis mais baixos. Ela vestia uma camisa verde folgada e desbotada, junto com uns shorts bem curtos e apertados. Fiquei com o pau duro só de ver ela limpando, então bolei um plano, já que, se não ia me deixar bater uma, ia pelo menos foder ela.
Peguei minha toalha e entrei no chuveiro, ela ficou lá limpando minha bagunça. Ia demorar muito pra terminar, eu sabia disso. A água estava morna. Custou muito esforço não bater uma no chuveiro pensando nela, porque eu tava muito tarado. Enfim, depois de um tempo e já com meu plano bem bolado, saí do chuveiro e fui pro meu quarto. Antes de entrar, me certifiquei de que ela estava lá e tirei a toalha quando fiz isso, entrei no quarto completamente pelado. Quando entrei, ela virou pra me olhar e ficou chocada com meu corpo nu. Acho que já mencionei que sou atlético e meio musculoso, ela percebeu isso e pude ver no olhar e na expressão facial dela como ela tava gostando. Não demorou muito pra ela baixar um pouco o olhar e ver minha pau enorme, não sei se ela já viu um na vida, mas a cara dela me mostrava que não desse tamanho. Os segundos pareciam horas e ela continuava olhando meu corpo, eu fingi que não tinha visto ela, mas de repente falei com uma voz furiosa: Bri… Britany!, O que você tá fazendo aqui? O rosto dela mudou de surpresa pra vergonha na hora, ela ficou sem palavras, não sabia o que me responder ou que explicação dar por causa do olhar dela. Eu… você estava me vendo pelado?!
- N..não... não, senhor.
- Mas o quê? Cê é uma sem-vergonha, acho que vou ter que... tchau!
- Não, não senhor, eu não tava… só tava limpando.
Ela não sabia o que dizer, começou a gaguejar por um tempo, acho que depois aceitou e ficou quietinha. Ela tinha caído na minha armadilha, aí eu soube que faria tudo o que eu mandasse pra não ser mandada embora. A carinha inocente dela e aquela expressão de pena e vergonha fizeram meu pau crescer cada vez mais devagar, mesmo eu tentando disfarçar, e ela, ainda envergonhada, ficava olhando de canto. Quer que eu conte pra minha mãe sobre isso? Ou pro meu pai?
- Não, senhor, eu imploro.
- Então por que você fez isso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. S... senhor, não vá pensar que sou uma puta.
- Por acaso não é lógico eu pensar isso?
- Senhor, me peça o que quiser, mas eu imploro que não conte pra ninguém.
- Mmm… não sei, pra ser sincero, cê não acha que eu mereço uma compensação pelo que você fez?
- Só me diga, senhor, eu farei o que o senhor desejar.
- Bom… digamos que… você me viu pelado, então acho justo eu te ver pelada também.
Ela só ficou em silêncio. O rosto dela agora tinha uma expressão de submissão, já não era mais minha empregada, agora era minha escrava e eu podia fazer o que quisesse com ela. Então me aproximei dela e peguei as pontas da camisa dela, levantei devagar percebendo que ela não estava de sutiã. Os peitos dela ficaram então expostos, para o deleite dos meus olhos. Ela permaneceu calada e submissa, enquanto eu me coloquei atrás dela e comecei a apalpar os peitos pequenos dela de forma suave e sensual. Enfiei um dos meus dedos na boca dela e depois acariciei os mamilos dela com o mesmo. A respiração dela começou a acelerar, ela estava gostando secretamente. Então desci minhas mãos e comecei a desabotoar a calça dela, embora ela parecesse insegura, roçava meu pau contra a calcinha dela. Peguei a mão dela e levei até meu pênis, ela segurou e lentamente moveu a mão delicada para cima e para baixo. Comecei a acariciar a buceta dela por cima da calcinha e a respiração dela acelerou ainda mais, subi minha outra mão e enfiei dois dedos na boca dela, ela então começou a chupá-los sensualmente. Ela já tinha aceitado. Depois de um tempo, ela foi ficando cada vez mais excitada. Deitei ela na minha cama e tirei a calcinha dela devagar, a buceta dela apareceu e percebi que ela estava molhada, o líquido escorria pela virilha dela e eu não consegui me segurar, me abaixei e lentamente fui beijando as pernas dela até chegar em cima, foi quando comecei a fazer sexo oral nela. Ela não demorou a começar a gemer, gemia como se estivesse sentindo o maior prazer da vida, enquanto eu roçava minha língua no clitóris dela e depois descia para os lábios dela e tomava posse dos líquidos dela. De vez em quando eu me levantava e beijava ela para que ela pudesse provar. Não demorou muito para eu perceber que meu pau já estava bem duro, então me levantei e deixei ela contemplar, ela ainda parecia surpresa com o tamanho e um pouco assustada com o que eu ia fazer com ela. Enfiei o ponta do meu pau dentro dela devagar e ela não conseguiu evitar gemer de prazer, enquanto meus dedos brincavam com a parte de fora da buceta dela. Tava prestes a foder ela quando ouvi barulhos na sala, meus pais tinham acabado de chegar.
pensei, não ia ficar na vontade. Então levantei ela e carreguei nos braços até o chuveiro, liguei rapidinho pra ninguém nos ouvir. Meus pais gritaram meu nome e o da Britany, mas ninguém respondeu, quem ia imaginar que a gente tava no banheiro. A gente tentava ficar quieto pra eles não escutarem, mas eu não aguentei mais. Enfiei a ponta do meu pau de novo, já no chuveiro, e vi ela lutando pra não gemer, toda aquela situação me excitou pra caralho. Então meti com toda força, fodi ela brutalmente e tampei a boca dela com as duas mãos. Ela tentava gemer, mas minhas mãos impediam, tentei disfarçar o som da minha virilha batendo na bunda linda dela, mas simplesmente não dava. Aumentei a água do chuveiro enquanto fodía ela como se não houvesse amanhã, ela tava gostando tanto que não demorou pra gozar, senti as pernas dela fracas, então segurei a barriga dela com uma mão e continuei penetrando sem piedade, no meio daquele êxtase e erotismo, meus pais desistiram de chamar. Quando senti que ela não aguentava mais, tirei meu pau dela e dei um tapa na bunda.
- Espero que com isso você aprenda a respeitar seu chefe.
- S...si...si, sim senhor – disse ela, com a respiração muito ofegante e cansada de tanta porrada.
Então peguei ela pelo cabelo e mandei ela se abaixar. Ela obedeceu, mesmo estando cansada. Fiquei batendo com meu pau na cara dela por uns instantes, a expressão inocente dela me excitava pra caralho, então mandei ela chupar e ela obedeceu exatamente como eu pedi. Era uma boa foxy, com a língua dela lambia desde a haste até a cabeça do meu pau, fazendo uns movimentos incríveis com a boca. Depois disso, ela lambeu minhas bolas e ficou beijando elas. Ela mandava muito bem. Depois que já tinha o suficiente, resolvi pegar pesado, agarrei ela pelo cabelo e mandei ela respirar fundo, foi aí que comecei a foder a garganta dela. Os gemidos dela se misturavam com o barulho da saliva espirrando em mim, e ela continuava submissa como sempre. Comecei a gemer também e senti que, aos poucos, o momento estava chegando. Tirei ele da boca dela e mandei ela abrir a boca. Ela fez exatamente como pedi, a carinha dela era a cara de uma foxy. Gemi grosso e gozei no rostinho inocente e delicado dela. Ela engoliu o líquido como eu esperava e depois me olhou nos olhos com um sorriso safado. Não consigo esquecer o que aconteceu depois: ela se vestiu dentro do banheiro e, com o corpo exausto e acabado, saiu de lá. Meus pais cumprimentaram ela dizendo:
- Nossa, que olheira cansada, com certeza trabalhou pra caramba hoje.
Não sei ela, mas eu com certeza ralei pra caralho. No dia que pensei que não teria sorte, na verdade, tive o dobro: não só tenho agora um brinquedo sexual pra quando eu quiser, como também não preciso mais me preocupar com o salário dela. Então é, mãe, sou um vagabundo, e daí?
Esta é uma história fictícia, aceito sugestões para a próxima história.:)
Pra comemorar que tô prestes a fazer 30 anos e ainda tô vivo e sendo bancado pelos meus pais, resolvi contar uma história que aconteceu comigo faz uns dois meses, no máximo. Pra contextualizar, minha ex tinha acabado de me largar. Ela era enfermeira, uns 25 anos, tinha acabado de se formar na faculdade. Uma mina gostosa, cabelo castanho e olhos verdes. Mas era um tédio. Todo mundo falava que ela era muito inteligente porque conseguiu se formar sozinha, sem ajuda dos pais. Eu, por outro lado, fiquei com ela por causa da buceta gostosa que ela tinha. Eu sou um cara não muito alto, de corpo atlético, pele branca e cabelo castanho. Responsabilidade nunca foi meu forte. O pai da minha ex abandonou ela quando ela tinha 12 anos. Acho que ela ficava comigo por alguma merda psicológica ou algo assim. Nem eu entendo o que ela via em alguém como eu. Quando parei de gostar do corpo dela, continuei com ela porque ela me dava dinheiro. Ela e eu éramos felizes, até onde dava. Todo dia 15 e no fim do mês, eu costumava ficar carinhoso com ela pra ver se conseguia mais grana do que o normal. Fui um puta de um mandado, e não tenho vergonha de admitir. Mas dizem que a mentira corre e a verdade, mais cedo ou mais tarde, alcança. E foi o que aconteceu. Ela descobriu que eu tava pulando a cerca. Me perdoou, mas com um aviso. Na real, não sei se ela mexeu no meu celular sem eu perceber ou se alguém contou pra ela, mas ela descobriu. Claro, esse imbecil aqui não conseguiu manter as calças no lugar. Aconteceu uma segunda vez, uma terceira, nem lembro quantas vezes foram, mas no fim ela me largou. Pra ser sincero, eu tava pouco me fodendo, mas depois percebi que tinha perdido uma das minhas maiores fontes de renda. Vale mencionar que eu não trabalhava há um tempão. Meu pai não demorou a perceber, e toda quinzena ele pedia dinheiro pra “ajudar em casa”. Lembro bem da cara enrugada dele, franzindo a testa, e me olhando diretamente com cara de decepção quando eu disse que essa quinzena não ia dar dinheiro pra ele.
- Você já é homem, então já tem que dar dinheiro, pelo menos se quiser continuar morando debaixo do meu teto.
- Você não entende, pai, vou fazer isso. É que esse mês descobri uma oportunidade de investimento que posso tirar um bom lucro, então coloquei todas as minhas economias nela.
- Essa desculpa não é nova, você fala isso toda vez que gasta seu dinheiro com puta e sei lá mais o quê. Te aviso, se não vai ajudar em casa, pelo menos faz o serviço! Você não vê que sua mãe já tá cansada? Que porra é essa, pai? Cê tá me achando com cara de viado ou o quê? Não sabe que isso é coisa de mulher? Melhor contratar uma empregada se é isso que cê quer.
- Com que dinheiro, imbecil, cê acha que a gente vai contratar uma maldita empregada? Com o que você traz, coitada vai morrer de fome. Então, se não vai dar grana, faz o serviço você ou cai fora de casa.
Tava ferrado, já sei. Meu pai não tava errado em querer me botar pra fora, entendo. Mas não ia arrumar um trampo e muito menos fazer o serviço de casa só porque o velho tarado do meu pai tava pedindo. Precisava fazer algo pra ajudar em casa, mas sem machucar meu orgulho. Pensei um pouco no que podia fazer até chegar numa conclusão. "Uma empregada", pensei. Então teria que contratar alguém e pagar do meu bolso como contribuição pra casa, assim minha mãe não se cansava e o imbecil do meu pai me deixava continuar morando na casa dele. Com que dinheiro ia pagar uma empregada? Ainda não sabia, mas pensaria nisso depois. Enquanto isso, tinha que achar alguma otária que trabalhasse como minha empregada, mas que só cobrasse no fim do mês, claro, e aceitasse um salário bem baixo. Pra pagar ela, provavelmente eu voltaria a vender maconha ou fazer propaganda de bar. Pra conseguir minha empregada, tive que apelar pra uma amiga velha, ela conhece meio mundo e tem contato até onde eu nem sabia que tinha gente. E de fato, descrevi minha situação, ela me mandou em poucos dias uma garota de poucos recursos que tava procurando trampo. Me explicou que eu só teria que dar comida e pagar o salário dela, que por sinal era bem baixo, até o fim do mês. Exatamente o que eu precisava. Não precisei pagar essa minha amiga, porque na época ela foi minha amante e eu usei o velho truque do "pelos velhos tempos". Contei pros meus pais que tinha contratado uma empregada e expliquei que essa seria minha contribuição, pelo menos me deixaram em paz, já tava. fiz minha contribuição pra casa.
Eram 8 da manhã de uma terça-feira, quando ouvi a campainha tocar, resolvi abrir eu mesmo, já que tava esperando a empregada chegar pela primeira vez, e foi isso mesmo. Boa tarde, senhor Boa tarde, gostosa, pode entrar.
Costumo chamar toda mulher que vejo de gostosa, minha mãe diz que isso é falta de educação, eu já chamo de flerte. A moça parecia muito jovem e inexperiente, mal tinha chegado na vida adulta, o rosto dela mostrava uma certa ingenuidade. A roupa dela estava meio desbotada e velha, coisa que denunciava a classe social dela. Se não me engano, o pai dela abandonou a mãe com três filhas, então ela trabalhava desde muito novinha. Ela não falava muito, só o essencial pra ser exato, confesso que gostei disso, todas as mulheres deveriam ser assim. Pode ter sido só timidez ou era que ela sentia o abismo entre as classes sociais, já que, apesar da minha família não ser "milionária", a gente é considerado classe média alta. Qual é o seu nome? Meu nome é Britany, senhor Muito prazer, Britany. Me diz, quantos anos você tem? 18 anos Muito bem, você sabe por que veio, né? Sim, senhor.
Eu gostava do jeito dela, tão submissa e quietinha, do jeito que me chamava de senhor, destacando o respeito e a gratidão que sentia por mim. Quem diria que um zé-ninguém como eu seria respeitado por alguém. No começo, pra ser sincero, nem pensei em fazer nada com ela. Naquele dia, minha mãe deu as instruções sobre o que ela tinha que fazer, e eu me senti livre de qualquer responsabilidade, só isso. Agora só precisava dar um jeito de arrumar o dinheiro pro salário dela.
Passei a semana inteira saindo pra tentar ganhar alguma coisa ou conseguir um trocado. Tenho que admitir que não tive muita sorte nisso. Passei um dia inteiro consultando amigos, familiares, entre outros... mas ninguém quis me emprestar dinheiro ou me dar trabalho. Até recebi algumas ofertas, mas não era o tipo de serviço que eu queria. Me disseram que eu já tava muito velho pro negócio da erva, que não ia mais conseguir correr da polícia direito.
Naquele dia cheguei em casa cedo, cansado e frustrado por não ter conseguido nada. Quando entrei, percebi que minha mãe tinha saído pra passear e meu pai ainda tava no trabalho. "Tô sozinho em casa", pensei. Coisa que não acontece sempre e que é algo pra se aproveitar. Sentei num sofá da sala, tirei os sapatos, desabotoei a calça e coloquei o canal pornô na televisão do meu pai. Não queria saber de ninguém, nem de trabalho, nem de responsabilidades. Comecei a me tocar devagar na virilha, tudo pronto pra iniciar uma sessão de punheta, quando ouvi uns passos se aproximando. Desliguei a TV rapidão e calcei os sapatos. Esperei, até perceber que era a empregada que tava fazendo aquele barulho. Claro, ela ainda tava na casa. Tinha me esquecido completamente dela. Boa tarde, senhor.
- Oi, Britany, esqueci completamente que você tava aqui.
Ela só sorriu, tinha esquecido. "Porra", pensei. Percebi que tinha perdido minha privacidade, não dava mais pra bater uma tranquilamente aproveitando a ausência dos meus pais. Se quisesse me masturbar, teria que fazer no meu quarto. Vou pro meu quarto – falei, nem sei por que dei satisfação pra empregada. Muito bem, senhor, já vou limpar seu quarto.
Merda. Não conseguiria fazer isso agora nem no meu próprio quarto. Fui mesmo assim, com uma cara de tédio, sentei na minha cama esperando alguma coisa, na verdade só perdendo tempo. Me imaginei parecendo um idiota, sentado olhando pro nada. Pouco depois, a empregada chegou com a intenção de limpar. Quando me viu, só sorriu. Não sei se é coisa da minha cabeça, mas no sorriso dela eu via algo safado. Ela é relativamente gostosa, tem a pele morena clara, o rosto meio redondo, com bochechas grandes que dão um toque de ternura. Tem uns 1,50m e é um pouco gordinha, os peitos são pequenos, mas, como percebi enquanto ela limpava, tem uma bunda incrível. Ela é bem risonha, então, soltando uma piada de vez em quando, ela não parava de rir. Eu fiquei lá vendo ela limpar, e de vez em quando ela virava pra me olhar e depois continuava na dela. Aproveitava pra olhar a bunda dela quando se abaixava pra limpar os móveis mais baixos. Ela vestia uma camisa verde folgada e desbotada, junto com uns shorts bem curtos e apertados. Fiquei com o pau duro só de ver ela limpando, então bolei um plano, já que, se não ia me deixar bater uma, ia pelo menos foder ela.
Peguei minha toalha e entrei no chuveiro, ela ficou lá limpando minha bagunça. Ia demorar muito pra terminar, eu sabia disso. A água estava morna. Custou muito esforço não bater uma no chuveiro pensando nela, porque eu tava muito tarado. Enfim, depois de um tempo e já com meu plano bem bolado, saí do chuveiro e fui pro meu quarto. Antes de entrar, me certifiquei de que ela estava lá e tirei a toalha quando fiz isso, entrei no quarto completamente pelado. Quando entrei, ela virou pra me olhar e ficou chocada com meu corpo nu. Acho que já mencionei que sou atlético e meio musculoso, ela percebeu isso e pude ver no olhar e na expressão facial dela como ela tava gostando. Não demorou muito pra ela baixar um pouco o olhar e ver minha pau enorme, não sei se ela já viu um na vida, mas a cara dela me mostrava que não desse tamanho. Os segundos pareciam horas e ela continuava olhando meu corpo, eu fingi que não tinha visto ela, mas de repente falei com uma voz furiosa: Bri… Britany!, O que você tá fazendo aqui? O rosto dela mudou de surpresa pra vergonha na hora, ela ficou sem palavras, não sabia o que me responder ou que explicação dar por causa do olhar dela. Eu… você estava me vendo pelado?!
- N..não... não, senhor.
- Mas o quê? Cê é uma sem-vergonha, acho que vou ter que... tchau!
- Não, não senhor, eu não tava… só tava limpando.
Ela não sabia o que dizer, começou a gaguejar por um tempo, acho que depois aceitou e ficou quietinha. Ela tinha caído na minha armadilha, aí eu soube que faria tudo o que eu mandasse pra não ser mandada embora. A carinha inocente dela e aquela expressão de pena e vergonha fizeram meu pau crescer cada vez mais devagar, mesmo eu tentando disfarçar, e ela, ainda envergonhada, ficava olhando de canto. Quer que eu conte pra minha mãe sobre isso? Ou pro meu pai?
- Não, senhor, eu imploro.
- Então por que você fez isso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. S... senhor, não vá pensar que sou uma puta.
- Por acaso não é lógico eu pensar isso?
- Senhor, me peça o que quiser, mas eu imploro que não conte pra ninguém.
- Mmm… não sei, pra ser sincero, cê não acha que eu mereço uma compensação pelo que você fez?
- Só me diga, senhor, eu farei o que o senhor desejar.
- Bom… digamos que… você me viu pelado, então acho justo eu te ver pelada também.
Ela só ficou em silêncio. O rosto dela agora tinha uma expressão de submissão, já não era mais minha empregada, agora era minha escrava e eu podia fazer o que quisesse com ela. Então me aproximei dela e peguei as pontas da camisa dela, levantei devagar percebendo que ela não estava de sutiã. Os peitos dela ficaram então expostos, para o deleite dos meus olhos. Ela permaneceu calada e submissa, enquanto eu me coloquei atrás dela e comecei a apalpar os peitos pequenos dela de forma suave e sensual. Enfiei um dos meus dedos na boca dela e depois acariciei os mamilos dela com o mesmo. A respiração dela começou a acelerar, ela estava gostando secretamente. Então desci minhas mãos e comecei a desabotoar a calça dela, embora ela parecesse insegura, roçava meu pau contra a calcinha dela. Peguei a mão dela e levei até meu pênis, ela segurou e lentamente moveu a mão delicada para cima e para baixo. Comecei a acariciar a buceta dela por cima da calcinha e a respiração dela acelerou ainda mais, subi minha outra mão e enfiei dois dedos na boca dela, ela então começou a chupá-los sensualmente. Ela já tinha aceitado. Depois de um tempo, ela foi ficando cada vez mais excitada. Deitei ela na minha cama e tirei a calcinha dela devagar, a buceta dela apareceu e percebi que ela estava molhada, o líquido escorria pela virilha dela e eu não consegui me segurar, me abaixei e lentamente fui beijando as pernas dela até chegar em cima, foi quando comecei a fazer sexo oral nela. Ela não demorou a começar a gemer, gemia como se estivesse sentindo o maior prazer da vida, enquanto eu roçava minha língua no clitóris dela e depois descia para os lábios dela e tomava posse dos líquidos dela. De vez em quando eu me levantava e beijava ela para que ela pudesse provar. Não demorou muito para eu perceber que meu pau já estava bem duro, então me levantei e deixei ela contemplar, ela ainda parecia surpresa com o tamanho e um pouco assustada com o que eu ia fazer com ela. Enfiei o ponta do meu pau dentro dela devagar e ela não conseguiu evitar gemer de prazer, enquanto meus dedos brincavam com a parte de fora da buceta dela. Tava prestes a foder ela quando ouvi barulhos na sala, meus pais tinham acabado de chegar.
- Espero que com isso você aprenda a respeitar seu chefe.
- S...si...si, sim senhor – disse ela, com a respiração muito ofegante e cansada de tanta porrada.
Então peguei ela pelo cabelo e mandei ela se abaixar. Ela obedeceu, mesmo estando cansada. Fiquei batendo com meu pau na cara dela por uns instantes, a expressão inocente dela me excitava pra caralho, então mandei ela chupar e ela obedeceu exatamente como eu pedi. Era uma boa foxy, com a língua dela lambia desde a haste até a cabeça do meu pau, fazendo uns movimentos incríveis com a boca. Depois disso, ela lambeu minhas bolas e ficou beijando elas. Ela mandava muito bem. Depois que já tinha o suficiente, resolvi pegar pesado, agarrei ela pelo cabelo e mandei ela respirar fundo, foi aí que comecei a foder a garganta dela. Os gemidos dela se misturavam com o barulho da saliva espirrando em mim, e ela continuava submissa como sempre. Comecei a gemer também e senti que, aos poucos, o momento estava chegando. Tirei ele da boca dela e mandei ela abrir a boca. Ela fez exatamente como pedi, a carinha dela era a cara de uma foxy. Gemi grosso e gozei no rostinho inocente e delicado dela. Ela engoliu o líquido como eu esperava e depois me olhou nos olhos com um sorriso safado. Não consigo esquecer o que aconteceu depois: ela se vestiu dentro do banheiro e, com o corpo exausto e acabado, saiu de lá. Meus pais cumprimentaram ela dizendo:
- Nossa, que olheira cansada, com certeza trabalhou pra caramba hoje.
Não sei ela, mas eu com certeza ralei pra caralho. No dia que pensei que não teria sorte, na verdade, tive o dobro: não só tenho agora um brinquedo sexual pra quando eu quiser, como também não preciso mais me preocupar com o salário dela. Então é, mãe, sou um vagabundo, e daí?
Esta é uma história fictícia, aceito sugestões para a próxima história.:)
1 comentários - Como comi a buceta da minha empregada inocente