Quando eu era mais novo, tinha um amigo chamado Andrés com quem eu me encontrava direto nos fins de semana. A gente jogava videogame ou via filmes, mas sempre acabava vendo pornô na casa dele, porque os pais saíam e deixavam ele sozinho. E tudo isso rolava sempre no quarto dos pais, onde tinha uma smart TV e uma cama bem grande. Um fim de semana, quando a gente ia dormir, ele me convenceu de que a melhor forma de dormir, mesmo com o frio, era pelados, aproveitando o calor do corpo um do outro, de conchinha. No começo, eu desconfiei, mas na primeira noite não rolou nada. Na verdade, ele colocou um travesseiro entre a gente pra não encostar a pica na minha bunda, mas obviamente no dia seguinte o travesseiro já tinha sumido. Mas não passou disso.O sábado foi normal.
Andres é um cara um pouco mais baixo que eu, mas de corpo largo e meio gordo, braços, pernas e mãos grossas, com uma rola normal de uns 13 ou 14 cm, mas peluda, grossa e cheia de veias.
Jogamos um pouco, depois fomos jogar futebol como todo sábado e voltamos.
Geralmente colocávamos algum filme, eu aproveitei e fui tomar banho. Saí só com a toalha amarrada na cintura e o Andres já estava vendo pornô deitado na cama pelado, e batendo uma, com uma garrafa de Vodka com pomelo, o que não me surpreendeu, porque sempre que víamos pornô nós dois nos masturbávamos, mas cada um na sua, sem contato entre a gente, embora ele sempre se tocasse umas 3 ou 4 vezes. Me joguei na cama do lado dele e comecei a ver. Era um compilado de boquetes de novinhas em caras, depois pulava pra um compilado de metidas em bucetas e depois um de metidas em cus. Não deixava nenhum vídeo por mais de um minuto, enquanto se manuseava a rola sem bater uma e ia trocando os vídeos pelo celular que tava conectado na TV e mudava junto. Depois colocou um vídeo onde uma novinha e um cara chupavam a rola de outro cara e deixou rolar um tempo. No meio do silêncio, ele pergunta enquanto continuava procurando outro vídeo e deixava um onde diretamente um cara chupava a rola de outro como se não houvesse amanhã:
– Eu, nunca se perguntou como seria chupar um cara? Com um tom casual, sem segundas intenções nem nada.
– Não, verdade, não, respondi. Mas a real é que sim, quando a gente se masturbava, mais de uma vez ele me pegou com o olhar fixo na rola dele.
– Eu sim, respondeu, gostaria de tirar essa dúvida.
Enquanto continuava passando vídeos, mas dessa vez tudo de caras chupando a rola de outro ou de outros.
Deixou um onde tinha um cara ajoelhado rodeado por vários, colocando a rola na cara dele pra ele chupar todas as picas. O vídeo ele deixou até o final, onde depois de chupar a rola de todos, eles se revezam pra gozar na cara e na boca dele sem parar, e ele pergunta de novo:
– Nunca se imaginou numa dessas? Situação dessa, com um tom excitado e continua, que gostoso ter alguém que sempre te desleite quando precisar e que chupe a pica de outro na sua frente.
- Não, nem fodendo, respondo, com um tom seco
Ignorando minha resposta e tom, ele diz
- Olha a continuação, com um tom de alegria, que delícia! Uma gatinha não faz isso nem a pau
O vídeo era o mesmo cara que depois de chupar todo mundo agora se revezavam pra comer ele e continuar chupando e batendo punheta ao mesmo tempo.
- Tira essa merda, respondo, coloca um legal ou vou dormir e você fica vendo sozinho.
Ele nem respondeu, só riu e continuou vendo.
- Vai tomar um banho, falo, que o suor e a vodka tão te deixando doido, tudo na brincadeira
Levanto o cobertor e deito pelado, já que não desconfiava nada que ele fosse fazer algo comigo, capotei na hora.
Pouco depois acordo porque sinto que tão me abraçando. Era o Andrés me abraçando de conchinha, mas quando sinto a pica roçando na minha bunda, falo virando a cabeça que tava na altura da axila dele
- Põe um traves... mas não consegui terminar a frase e continuei... filho da puta, nem tomou banho, tá com um cheiro de chulé forte pra caralho e um bafo de bebida brabo
- Já foi, ele responde, enquanto me abraça colocando um braço por baixo do meu corpo e o outro por cima prendendo meus braços contra o peito e chegando ainda mais a pica na minha bunda, embora não estivesse duro, dava pra sentir e como eu tentava afastar a bunda da pica, ele colocou uma perna sobre as minhas e continua, tô muito cansado, vamos dormir, amanhã eu tomo banho
Resmunguei mais um pouco, mas como vi que não conseguia mais tirar ele de cima, deixei pra lá e tentei dormir.
No meio da noite acordo com ânsia e apesar da escuridão percebo que ele tinha dois dedos da mão enfiados na minha boca brincando com minha língua, como eu ainda tava preso entre engasgos tentei tirar a mão da minha boca, e embora ele parecesse dormindo, não queria morder a mão dele se ele realmente tava fazendo aquilo. inconsciente. depois de um bom tempo balançando a cabeça de um lado pro outro, consegui tirar os dedos da boca e perguntei baixinho, mas com tom irritado:
— cê tá acordado?... ô Andres, cê tá acordado?... a puta da mãe terminou falando por frustração
como ele não respondeu e mantinha uma respiração constante, achei que tava dormindo, mas aí percebi que ele tava com o pau duro pra baixo e encostado na minha racha da bunda e pergunto de novo:
— ô Andres??... a puta da mãe, cê tá se apoiando em mim de novo...
a única resposta que ele deu foi virar mais pra cima de mim e eu fiquei com ele quase em cima de mim, os braços presos contra o braço dele e ao mesmo tempo contra o colchão, mas como ele não se mexeu mais, continuei sem desconfiar e tentei dormir de novo, porque quanto mais eu mexia a bunda pra não ter o pau encostado, mais parecia que ele se excitava nos sonhos e fiquei com uma perna solta e levantada até quase minha cintura. apesar do nervosismo e do desconforto, tentei relaxar pra pegar no sono, mesmo sem saber o que me incomodava mais: o cheiro de bode, um cara em cima de mim, ou as batidas de um pau roçando na minha bunda.
quando quase tava prestes a dormir de novo, ou pelo menos pensei isso, sinto a mão dele no meu rosto de novo e quando abri a boca pra reclamar, ele já tinha deslizado os dedos pra dentro e brincava bem suave com minha língua e eu tentando falar e ao mesmo tempo tirar os dedos com a língua, parecia que eu tava mais brincando com ele do que outra coisa. como era inútil, deixei ele continuar, mas de vez em quando ele enfiava fundo me fazendo engasgar e eu de novo tentando tirar com a língua.
já tava desconfiando que ele tava dormindo porque se eu deixava a língua parada, ele enfiava os dedos fundo e se eu brincava com os dedos, ele parava de me sufocar, então não tinha outra opção a não ser chupar os dedos dele como se fosse um pirulito.
minhas suspeitas de que ele tava dormindo continuavam porque o pau, embora estivesse bem duro e batendo na minha bunda com a cabeça quase roçando nas minhas bolas, não se mexia nem tinha movimento de quadril e eu Não conseguia fechar as pernas porque a perna dela tinha ficado no meio e mantinha as minhas pernas bem abertas.Tinhaos dedos do meio da mão, o maior e o anelar, e começou a meter também o indicador e bombar como se fosse uma foda, e depois de um tempo lutando com a língua inutilmente, acontecia a mesma coisa se eu deixasse a língua parada: ele enfiava os dedos até me dar ânsia, então eu tinha que chupar os dedos dele e massageá-los com a língua, pra ele continuar bombando mas de boa. Depois de uns minutos, sinto que ele mexe o quadril pra trás de um jeito que a cabeça da pica ficava encostando na minha bunda e com a perna dele ele mexe ainda mais a minha perna e sinto um jato de porra quente encharcando meu cu, seguido de um suspiro leve. Continua…
Andres é um cara um pouco mais baixo que eu, mas de corpo largo e meio gordo, braços, pernas e mãos grossas, com uma rola normal de uns 13 ou 14 cm, mas peluda, grossa e cheia de veias.
Jogamos um pouco, depois fomos jogar futebol como todo sábado e voltamos.
Geralmente colocávamos algum filme, eu aproveitei e fui tomar banho. Saí só com a toalha amarrada na cintura e o Andres já estava vendo pornô deitado na cama pelado, e batendo uma, com uma garrafa de Vodka com pomelo, o que não me surpreendeu, porque sempre que víamos pornô nós dois nos masturbávamos, mas cada um na sua, sem contato entre a gente, embora ele sempre se tocasse umas 3 ou 4 vezes. Me joguei na cama do lado dele e comecei a ver. Era um compilado de boquetes de novinhas em caras, depois pulava pra um compilado de metidas em bucetas e depois um de metidas em cus. Não deixava nenhum vídeo por mais de um minuto, enquanto se manuseava a rola sem bater uma e ia trocando os vídeos pelo celular que tava conectado na TV e mudava junto. Depois colocou um vídeo onde uma novinha e um cara chupavam a rola de outro cara e deixou rolar um tempo. No meio do silêncio, ele pergunta enquanto continuava procurando outro vídeo e deixava um onde diretamente um cara chupava a rola de outro como se não houvesse amanhã:
– Eu, nunca se perguntou como seria chupar um cara? Com um tom casual, sem segundas intenções nem nada.
– Não, verdade, não, respondi. Mas a real é que sim, quando a gente se masturbava, mais de uma vez ele me pegou com o olhar fixo na rola dele.
– Eu sim, respondeu, gostaria de tirar essa dúvida.
Enquanto continuava passando vídeos, mas dessa vez tudo de caras chupando a rola de outro ou de outros.
Deixou um onde tinha um cara ajoelhado rodeado por vários, colocando a rola na cara dele pra ele chupar todas as picas. O vídeo ele deixou até o final, onde depois de chupar a rola de todos, eles se revezam pra gozar na cara e na boca dele sem parar, e ele pergunta de novo:
– Nunca se imaginou numa dessas? Situação dessa, com um tom excitado e continua, que gostoso ter alguém que sempre te desleite quando precisar e que chupe a pica de outro na sua frente.
- Não, nem fodendo, respondo, com um tom seco
Ignorando minha resposta e tom, ele diz
- Olha a continuação, com um tom de alegria, que delícia! Uma gatinha não faz isso nem a pau
O vídeo era o mesmo cara que depois de chupar todo mundo agora se revezavam pra comer ele e continuar chupando e batendo punheta ao mesmo tempo.
- Tira essa merda, respondo, coloca um legal ou vou dormir e você fica vendo sozinho.
Ele nem respondeu, só riu e continuou vendo.
- Vai tomar um banho, falo, que o suor e a vodka tão te deixando doido, tudo na brincadeira
Levanto o cobertor e deito pelado, já que não desconfiava nada que ele fosse fazer algo comigo, capotei na hora.
Pouco depois acordo porque sinto que tão me abraçando. Era o Andrés me abraçando de conchinha, mas quando sinto a pica roçando na minha bunda, falo virando a cabeça que tava na altura da axila dele
- Põe um traves... mas não consegui terminar a frase e continuei... filho da puta, nem tomou banho, tá com um cheiro de chulé forte pra caralho e um bafo de bebida brabo
- Já foi, ele responde, enquanto me abraça colocando um braço por baixo do meu corpo e o outro por cima prendendo meus braços contra o peito e chegando ainda mais a pica na minha bunda, embora não estivesse duro, dava pra sentir e como eu tentava afastar a bunda da pica, ele colocou uma perna sobre as minhas e continua, tô muito cansado, vamos dormir, amanhã eu tomo banho
Resmunguei mais um pouco, mas como vi que não conseguia mais tirar ele de cima, deixei pra lá e tentei dormir.
No meio da noite acordo com ânsia e apesar da escuridão percebo que ele tinha dois dedos da mão enfiados na minha boca brincando com minha língua, como eu ainda tava preso entre engasgos tentei tirar a mão da minha boca, e embora ele parecesse dormindo, não queria morder a mão dele se ele realmente tava fazendo aquilo. inconsciente. depois de um bom tempo balançando a cabeça de um lado pro outro, consegui tirar os dedos da boca e perguntei baixinho, mas com tom irritado:
— cê tá acordado?... ô Andres, cê tá acordado?... a puta da mãe terminou falando por frustração
como ele não respondeu e mantinha uma respiração constante, achei que tava dormindo, mas aí percebi que ele tava com o pau duro pra baixo e encostado na minha racha da bunda e pergunto de novo:
— ô Andres??... a puta da mãe, cê tá se apoiando em mim de novo...
a única resposta que ele deu foi virar mais pra cima de mim e eu fiquei com ele quase em cima de mim, os braços presos contra o braço dele e ao mesmo tempo contra o colchão, mas como ele não se mexeu mais, continuei sem desconfiar e tentei dormir de novo, porque quanto mais eu mexia a bunda pra não ter o pau encostado, mais parecia que ele se excitava nos sonhos e fiquei com uma perna solta e levantada até quase minha cintura. apesar do nervosismo e do desconforto, tentei relaxar pra pegar no sono, mesmo sem saber o que me incomodava mais: o cheiro de bode, um cara em cima de mim, ou as batidas de um pau roçando na minha bunda.
quando quase tava prestes a dormir de novo, ou pelo menos pensei isso, sinto a mão dele no meu rosto de novo e quando abri a boca pra reclamar, ele já tinha deslizado os dedos pra dentro e brincava bem suave com minha língua e eu tentando falar e ao mesmo tempo tirar os dedos com a língua, parecia que eu tava mais brincando com ele do que outra coisa. como era inútil, deixei ele continuar, mas de vez em quando ele enfiava fundo me fazendo engasgar e eu de novo tentando tirar com a língua.
já tava desconfiando que ele tava dormindo porque se eu deixava a língua parada, ele enfiava os dedos fundo e se eu brincava com os dedos, ele parava de me sufocar, então não tinha outra opção a não ser chupar os dedos dele como se fosse um pirulito.
minhas suspeitas de que ele tava dormindo continuavam porque o pau, embora estivesse bem duro e batendo na minha bunda com a cabeça quase roçando nas minhas bolas, não se mexia nem tinha movimento de quadril e eu Não conseguia fechar as pernas porque a perna dela tinha ficado no meio e mantinha as minhas pernas bem abertas.Tinhaos dedos do meio da mão, o maior e o anelar, e começou a meter também o indicador e bombar como se fosse uma foda, e depois de um tempo lutando com a língua inutilmente, acontecia a mesma coisa se eu deixasse a língua parada: ele enfiava os dedos até me dar ânsia, então eu tinha que chupar os dedos dele e massageá-los com a língua, pra ele continuar bombando mas de boa. Depois de uns minutos, sinto que ele mexe o quadril pra trás de um jeito que a cabeça da pica ficava encostando na minha bunda e com a perna dele ele mexe ainda mais a minha perna e sinto um jato de porra quente encharcando meu cu, seguido de um suspiro leve. Continua…
1 comentários - Sonâmbulo (conto gay) – Parte 1