Estupro de Zelin

Antes de começar a narrar isso, preciso deixar claro que tudo foi com o consentimento dela e, embora possa parecer algo pesado, ela quis e curtiu. Eu continuava conversando com minha colega de trabalho Zelin, morena, baixinha, mas tem uns peitões bons, e numa dessas conversas ela me perguntou qual era minha fantasia. Eu disse que era um estupro, embora seja perigoso e eu nunca pensasse em realizar um, principalmente pelos danos que poderia me causar. Ela me perguntou: "E se for consensual?" Tipo, a pessoa com quem você pratica finge que é um estupro, poderia ser uma boa ideia. E aí ela me disse: "Se quiser, posso ser eu", o que me deixou empolgado, e ficou combinado que faríamos na quinta-feira. Para isso, comprei algumas coisas necessárias: umas algemas, uma venda para os olhos, quatro cordas de uns 20 cm e uma bola para tampar a boca dela. Chegou quinta-feira e, antes de subirmos no carro, perguntei se ela tinha certeza, já que uma vez no hotel eu não iria parar. Ela disse que sim, mas que eu não fosse tão sádico, o que eu tinha que levar em conta. Dava pra ver que ela estava meio nervosa no caminho para o hotel e, na verdade, eu me sentia muito excitado naquele momento, ainda mais pelo que iria rolar. Mal cruzamos a porta do hotel e as coisas mudaram. Assim que ela se virou para me dizer algo, eu soltei um tapa nela. Não foi tão forte, mas o suficiente para chamar a atenção dela. Puxei ela pelo cabelo e a coloquei de joelhos. Não soltava o cabelo e puxava um pouco. Falei: "Então, sua putinha, você é minha e vai fazer o que eu quiser, entendeu?" Ela só balançou a cabeça, e eu soltei outro tapa um pouco mais forte e disse: "Quero ouvir você dizer, sua putinha." Ela falou: "Sim, vou fazer o que você quiser." Tirei minha rola para fora e disse: "Começa a fazer seu trabalho." Proibi ela de usar as mãos e, desde o primeiro momento, fui forte. Enfiei tudo, ela engasgou e os olhos encheram de lágrimas rápido. Então comecei a comer a boca dela. Soltei ela e a joguei, e saiu muita baba. Peguei ela de novo pelo cabelo... Cabelo dela, fiz ela ficar de pé, virei ela de costas e dei um tapa forte em cada bunda, bem forte pra doer. Falei: "Rápido, tira a roupa". Ela fez rápido. Falei: "Fica de joelhos com as mãos pra trás". Ela obedeceu. Coloquei as algemas nela e mandei levantar. Como não conseguia usar os braços, ela penou, então ajudei, puxando pelo cabelo, joguei ela na cama, onde ficou com metade do corpo em cima e a bunda pra fora. Dei outro tapa forte na bunda dela e meti de uma vez. Ela tava de quatro e eu continuei metendo duro e forte. Gozou, a putinha. Como não pediu permissão, parei de repente, puxei ela pelo cabelo de novo e dei outro tapa, dessa vez ela caiu no chão. Levantei ela pelos cabelos de novo e empurrei na cama, agora de costas. Tava desconfortável e os braços dela doíam. Meti de novo, mas agora apertando os bicos dos peitos dela, mordendo eles. Ela só gemia e gritava. Passaram 10 minutos e senti que ia gozar, então parei de repente. Sentei perto da cara dela e enfiei a pica na boca dela, assim até gozar e ela ter que engolir meu leite. Joguei ela no chão, tirei as algemas, coloquei a mordaça nela pra não gritar, vendi os olhos dela, amarrei os braços dela nas pontas da cama deixando ela de bruços, coloquei dois travesseiros na altura da barriga dela. Ela ainda não entendia o que eu queria fazer, até que deixei cair bastante cuspe no cu dela. Aí ela se assustou, porque nunca tinha feito por ali. Ela se mexeu um pouco, mexia muito os pés, então amarrei eles também. Comecei a enfiar um dedo, brincando com o cu dela. Também não queria destruir a bunda dela, então fui até conseguir enfiar três dedos. Aí troquei os dedos pela minha pica, que fui enfiando devagar. A mordaça não deixava ouvir os gritos dela direito, mas ela não tava gostando muito, escorriam lágrimas. Assim até chegar no fundo. Continuei metendo, devagar, mas firme, com calma. Graças a ter gozado antes, eu tinha mais resistência. Passaram 30 minutos e eu continuei comendo ela. Meu cu, e ainda não mostrava que queria gozar. Tirei a bola da boca dela, e ela só ofegava, babava pra caralho. Tirei também a venda, que já estava encharcada de lágrimas dela. Parecia desmaiada. Dei vários tapas na cara dela até ela acordar. Continuei com meu pau dentro do cu dela. Quando ela acordou, enfiei de novo. Ela só gritava. Eu ia aumentando a força. Ela pedia pra parar, que não aguentava mais. Aí resolvi humilhar ela um pouco mais. Pedi pra ela dizer que era minha puta, uma puta infiel que adora ser comida no cu por outro que não seja o namorado dela, que só pra mim daria a bunda. E falei que se não dissesse, ia rasgar o cu dela. Ela falou alto e claro, o que me deixou com mais tesão e fez sair a pouca porra que ainda tinha. Decidimos descansar e, depois de sair do hotel, fomos comer. Ela andava todo estranho e eu achava graça. Ela teve dificuldade pra sentar. E a gente mal tinha começado a comer, ela disse: "Foi do caralho. Gostei de como me tratou. E no começo fiquei com medo daquela enrabada, mas depois curti pra caralho." Ela falou: "Agora que não tô mais com tesão, vou te dizer: sim, vou ser sua puta infiel e só você vai ter minha bunda." Meu Telegram é Jonathanferro, se quiserem me mandar mensagem.Estupro de Zelin

3 comentários - Estupro de Zelin

Buen relato y fantasía a la vez.. Van 10
Ya quería cumplir esa fantasía y ella se presto a eso, al final a ambos nos gusto