Véio comeu minha mina por ser folgado 4

Nossa relação de "amigos" tinha ficado estranha. Seu Arturo, aquele velho de uns 60 anos, era claramente um macho alfa e adorava comer minha namorada, mas por que ele me seduziu pra lamber o pau dele? Eu me fazia de bobo, eles não podiam saber que eu já tinha sacado as coisas que faziam pelas minhas costas, e muito menos que descobrissem que eu tinha provado o pênis do Seu Arturo. Julieta cada vez mais me esquecia e dava mais atenção pra ele, e aquele velho nojento me tratava como seu criado, seu empregado. Pedia favores, me mandava consertar coisas na casa dele, e de vez em quando, só de vez em quando, me deixava lamber o pau dele, que já não me agradava tanto, mas eu sempre acabava fazendo.

Certa tarde, ele me mandou consertar a porta da cozinha dele e mais um monte de coisas, obviamente pra ficar a sós com minha namorada e comê-la na minha cama. E aí aconteceu algo que eu não esperava. Enquanto eu consertava a cozinha, vi um táxi parar e uma jovem descer, indo bater na porta. Eu não sabia se abria ou não. Quando ia decidir abrir, vi um carro chegar em alta velocidade e "Saul", o filho do Seu Arturo, descer. Começou uma discussão, e por isso decidi não abrir.

"Estefânia, que porra você tá fazendo aqui? Sabia que ia te encontrar aqui."
"Eu não tenho que dar satisfação pra você, Saul. A nossa história acabou."
"Já sabia que você era uma puta. Não aguentou esperar pra procurar meu pai."
"Se eu vim aqui, é porque seu pai sempre cuida de mim e posso contar com ele."
"Não se faz de santa. Todo mundo sabe o quão puta você é, e agora com certeza quer dar pro meu próprio pai. Todo mundo naquela festa viu como você se insinuou pra ele e o beijou."
"Ah, Saul, supera isso. Eu tava muito bêbada, e além disso, pensei que era você. Então para de encher o saco com isso e amadurece. Me deixa seguir minha vida."
"Você vai ver, Estefânia. Isso você vai me pagar."
"Faz o que quiser, mas amadurece, ou vou chamar a polícia e dizer que você tá me perseguindo."

Saul, o filho do Seu Arturo, foi pro carro dele xingando ela de tudo quanto é nome. Ele foi embora muito puto. Irritado, ligou o carro e pisou fundo no acelerador. Essa tal de Estefany, já sabia o nome dela, pegou o celular e enquanto discava, murmurou: "Cara, se você soubesse que seu pai já tá comendo toda essa buceta". Fiquei em choque 😱 esse filho da puta tava comendo a própria nora. Ela ligou primeiro pra casa, porque o telefone tocou, e depois pro celular dele, mas eu sabia que ele também não ia atender, porque com certeza tava metendo na minha namorada. — Papi, por que você não atende? Preciso que você me ligue, urgente. Tive problemas de novo com o filho da puta do seu filho. Vou ficar um tempo na academia, espero que você possa passar lá pra me pegar. Acha que posso ficar na sua casa por uns dias? Mando beijinhos em todo o seu corpo, papacito, já quero te ver —. Quando ela se afastou, pude ver que tinha um corpo muito gostoso, tonificado e trabalhado. Tava usando uma legging bem justa que destacava duas bundas empinadas, o top estourando nuns peitos firmes e com o mamilo marcado. Era uma modelo, aquela mulher de cabelo cacheado ruivo, e esse velho filho da puta tava botando ela no prato, comendo a namorada ou esposa do próprio filho.

Quando cheguei em casa, notei a Julieta toda vermelha e suada, despenteada como se tivesse corrido uma maratona. Já sabia que tinham comido ela. Don Arturo já tava saindo e me pediu pra acompanhá-lo lá fora, que queria falar comigo. Pensei comigo: esse desgraçado quer que eu chupe a pica dele depois de comer minha namorada, isso não. — Ei, Raul, queria te agradecer por arrumar a minha casa, mas queria te pedir outro grande favor. É que semana que vem vem um compadre meu pra cidade e eu gostaria que você levasse ele pra conhecer a cidade, que fosse tipo um guia. Ele tem dinheiro e disse que poderia te ajudar com alguns gastos. O que acha, topa? — Eu, pensando que era outro tipo de favor, e ele vem com isso. Aceitei. Sem mais, ele só subiu no carro e foi embora.

Nos dias seguintes, ele começou a trazer a nora pra casa. Apresentou ela e ela logo se enturmou com a Julieta. Faziam coisas na cozinha, estudavam juntas ou viam séries. Elas ficaram íntimas e muito amigas. Uma tarde, enquanto Julieta, Estefany e eu estudávamos, chegou o Dom Arturo com uns tequilas e algumas cervejas, e disse que tinha esquecido que era aniversário dele e queria comemorar com a gente. Todo mundo se assustou porque a gente não lembrava ou nem sabia, e rapidinho montou uma festinha de quatro na sala da minha casa. Dessa vez eu tomei cuidado e não bebi muito, a ideia era embebedar o Dom Arturo, mas no caminho a Fany e a Julieta também estavam ficando bêbadas. Lá pelas 2 da manhã, era mais que óbvio que os três estavam mais bêbados, dançando e rindo, embora eu percebesse que de vez em quando a Fany ou a Julieta passavam a bunda no Dom Arturo pra ele roçar ou olhar. A Estefany tava com uma saia de couro muito gostosa, que mostrava a bunda dela perfeitamente, e uma blusa MUITO decotada que você só conseguia olhar quando desviava o olhar dos olhos verdes claros dela. Minha namorada tava mais leve, com um short jeans curto, meias longas e uma blusa que não mostrava nada, mas era bem justa — ela também tem uns peitões. Dom Arturo não perdia uma chance, em cada virada ou brincadeira besta, pra passar a mão nelas. De todo jeito, as duas eram as putinhas dele, embora ainda não soubessem uma da outra.

Não sei em que momento, por minha burrice, derrubei uma garrafa inteira de tequila que eu tinha guardada na gaveta, e todo mundo começou a falar que eu tinha que trazer outra. Falei que não tinha mais, e Dom Arturo teve a brilhante ideia: "Por que você não vai na loja comprar uma?" Eu sabia, e ele sabia, que o único lugar pra conseguir uma ficava a 45 minutos daqui. Ir e voltar ia levar 90 minutos. Julieta e Fany insistiram, e acabei aceitando. Quando eu tava saindo, Dom Arturo me aconselhou a ligar pra ele quando chegasse na loja pra saber se precisava de mais alguma coisa — óbvio que o filho da puta tava tramando algo, e assim ele queria medir o tempo. Quando saí e fechei a porta, o tesão falou mais alto e resolvi espiar. Entrei sem fazer barulho pela porta dos fundos. cozinha, e da cozinha me arrastei até onde dava pra ouvir e ver melhor o panorama. Eles continuavam dançando e rindo, Dom Arturo sempre no meio e elas uma atrás e outra na frente, Julieta, minha namorada, avisou que ia ao banheiro e, enquanto isso, esse velho se agarrou com a Estefani, beijou ela e apertou as bundas dela. Minha namorada chegou e a Estefânia foi ao banheiro, e esse filho da puta fez o mesmo com a minha namorada, beijava ela enquanto minha namorada tocava na piroca já marcada na calça dele, passava a mão e apertava. A Estefânia chegou e voltou pra dança, já dançavam de um jeito bem sensual e bem coladinhos os três, e de repente, sem dizer uma palavra, Dom Arturo abraçou as duas e começou a juntá-las devagarzinho. Foi tudo tão natural e espontâneo que, quando o rosto da minha namorada e o rosto da nora dela já estavam bem perto, elas se deram um beijo suave e logo outro, e depois mais um, até juntarem as bocas e línguas num beijo que só de lembrar já me deixa duro. Dom Arturo separou elas e beijou minha namorada, depois fez com que se beijassem de novo e separou elas de novo pra beijar a nora dele. Ninguém dizia uma palavra, só estava acontecendo. Dom Arturo começou a tocar nelas enquanto elas se beijavam, depois foi pegar o que restava do drink dele e deixou elas sozinhas se comendo de boca, pescoço, lambendo as orelhas, apertando as bundas uma da outra. Minha namorada foi quem deu o primeiro passo de descer pro decote da Fany e chupar os peitos dela, ela gemia. Nisso, Dom Arturo se colocou atrás da Fany, se abaixou e levantou a saia dela, afundou o rosto naquelas duas bundas de modelo que a nora dele tinha. Vi que ele puxou a tanga preta dela pro lado, e quem não lamberia aquela bunda dos sonhos? Fany não parava de gemer, com uma mão segurava minha namorada presa nos peitos enormes dela e com a outra segurava Dom Arturo comendo a bunda dela. Ninguém dizia nada, só continuavam se aproveitando um do outro. Dom Arturo subiu pelas costas da nora dele e, por trás, aproveitando a altura dele já que as outras duas eram mais baixas, se plantaram num Beijo triplo onde trocavam linguadas e gemidos, tudo isso enquanto minha namorada, habilmente passando as mãos pela cintura da Fany, começou a acariciar e desabotoar a calça do Dom Arturo até conseguir que a calça caísse por causa do cinto pesado que ele usava. Quando a fivela do cinto bateu no chão, foi como se, automaticamente, as duas se viraram e se ajoelharam na frente do Dom Arturo. Começaram a acariciar a pica dele por cima da cueca preta que ele vestia. Minha namorada dava pequenas mordidas na roupa íntima dele, enquanto a nora lambia as pernas peludas dele e a pica também por cima da cueca, até que minha namorada abaixou a cueca e deixaram sair o monstro maduro que o Dom Arturo carregava entre as pernas. As duas olharam para ela por alguns segundos, como que assustadas, encarando aquela pica de uns 21 cm, dura e cheia de veias. Embora ambas já a conhecessem, ficavam pasmadas com a tremenda verga daquele senhor. Começaram com beijos suaves, como se fossem tímidas, olhavam uma para a outra e, cada vez mais, a vergonha ia sumindo sem dizer uma única palavra! Dom Arturo só tinha aquele riso debochado no rosto, olhava para elas, via como a nora e aquela que ele dizia cuidar como filha chupavam a pica dele, como lambiam a cabeça, a glande, o tronco e os ovos, como se alternavam para mamar e juntas lambiam de cima para baixo. Ele as fazia se beijar e continuava com aquele riso no rosto, aquele riso odioso. E aconteceu algo que eu não esperava e, aparentemente, minha namorada também não. De repente, Dom Arturo passou uma perna por cima da cabeça da minha namorada, dando as costas para ela e de frente para a nora. Ambas pararam e, finalmente, saiu a primeira palavra da nora: "Você é um filho da puta". Dom Arturo a calou enfiando a pica até a garganta dela. Minha namorada não sabia o que fazer, então Dom Arturo se apoiou no sofá perto, levantou o pé, flexionou o joelho e levou a carinha inocente da minha namorada até o cu dele. Ela, obediente, começou a chupar o cu dele. Eu não podia acreditar: ele tinha a nora mamando na pica dele e minha namorada chupando o cu dele. Ele começou a... gemendo e o mais estranho é que minha namorada se empolgou ainda mais e começou a fazer com mais tesão, na verdade as duas começaram a fazer com mais paixão e gemiam em uníssono, eu não aguentei mais e saí dali na hora, liguei pro Dom Artur que já estava a 15 minutos de casa e a loja já estava fechada, esperei uns 10 e entrei muito perturbado e fazendo bastante barulho. Encontrei cada um num sofá e não diziam nada, sem conversa, minha namorada disse "que azar não estar aberto" e a Fany encolheu os ombros e Dom Artur falou "bom, a gente vai embora, tem muita coisa pra fazer" Julieta, minha namorada, insistiu pra eles ficarem, mas no fim foram embora. Eu fiquei com minha namorada e com um "bom, então até amanhã" ela se despediu. E fiquei ali sozinho na sala sem saber o que pensar ou fazer e com o pau duro. Continua?...

7 comentários - Véio comeu minha mina por ser folgado 4

Gran relato!! metele al 5to capitulo cuanto antes
Gran relato!! metele al 5to capitulo cuanto antes
Me hagas esperar tanto tiempo. Me intriga que hiciste, te convertiste en un cornudo conciente y encima un pututo que te gusta la verga,,? y que te cogan?. Van puntos