Acabamos de entrar na cama, nos cobrimos só com um lençol branco fininho e ficamos deitados de barriga pra cima vendo a TV que tava ligada. L: Essa tanga que você tá usando, mamãe, fica perfeita em você. C: Seu pai não gosta porque ele diz que fica enfiada na minha buceta e que por trás não cobre nem o furinho do meu cu. L: Eu adoro. Tirei o lençol e fiquei de quatro, apontando minha bunda pro meu filho a poucos centímetros do rosto dele. C: É verdade que ela come minha buceta e não cobre nem o furinho do meu cu? L: Preciso chegar mais perto pra ver bem, mamãe. C: Faz isso, filho. Ele se sentou na cama de joelhos e colocou o rosto a alguns centímetros da minha bunda. C: A tanga tá enfiada na minha buceta? Não teve resposta da parte dele, então perguntei de novo. C: O fio tapa ou não tapa meu furinho, filho? L: A tanga tá enfiada na sua buceta, mãe, e não tapa o fio. C: Dá pra ver meu cu? L: Sim. C: E como ele é? L: Pequeno, rosado e parece que tá pulsando. C: É que ele tá animado. L: Animado? C: Sim, meu amor, ele acha que essa pica enorme que tá aí é pra ele e que em alguns minutos você vai meter. L: Desculpa, mãe, eu… C: Você não tá encrencado, filho. Olha, passa sua mão na minha buceta e você vai ver que ela também tá animada. Sem dizer mais nada, senti a mão dele na minha buceta e os dedos nos meus lábios molhados me fizeram tremer. L: Tá molhada. C: Ela tá se preparando, filho. L: Pra quê? C: Pra ser usada por um homem com uma pica boa. Com minha mão, puxei minha tanga pro lado, deixando na frente dos olhos dele minha buceta e meu cu abertos. L: Mãe, nunca vi nada igual!!! C: Sério? Nem das suas namoradas? L: Não, bom, tenho que confessar uma coisa. C: Pode confiar em mim, filho, e me contar o que quiser. L: Nunca estive com uma mulher. A notícia me surpreendeu e me sentei, olhando meu filho na cara. C: Você nunca transou com uma mulher? L: Não. C: Não entendo, você sempre teve namoradas, me apresentou elas, com essa aí… quanto tempo faz? Meses, acho, e nunca transou? L: Não, nunca. Ali estava a resposta. Resposta pra que meu filho fosse tão difícil de avançar em me comer, mais do que qualquer outra coisa, é inexperiência. C: não entendo por que não rolou, você não tentou. L: tentei, mas é que quando elas veem isso (tocando no pau dele) se assustam e recusam a transar. Levei as mãos à boca, não podia acreditar, meu filho tava me dizendo que as meninas da idade dele se assustavam com a pica enorme dele e por isso recusavam transar com ele? Que idiotas, o que eu não daria pra que meus namorados com quem transei antes de casar com o pai dele tivessem metade do pau que meu filho tem. Como eu seria feliz. C: que burras, filho, isso é o que toda mulher sonha, uma pica assim igual a sua. Estendi a mão e segurei o pau dele, fazendo ele deitar na cama com um empurrãozinho. L: você não tem medo, mamãe? C: um pouco, porque nunca meteram uma assim em mim. Mas sei que dou conta. L: mas… C: mas o quê, meu amor? L: e o papai? Antes de responder, me ajoelhei na cama sem soltar o pau dele e, sem dizer mais nada, dei um beijo na cabeça do pau dele. L: mmmm Foi a única coisa que ouvi do meu filho. C: seu pai é um homem velho, já não consegue me comer, não vou obrigar ele a tomar algum remédio e morrer, lembra que ele tá doente. L: sim. Dei outro beijo no pau dele, e mais um, cada palavra que eu dizia vinha acompanhada de um beijo no pau dele. C: sabe o que vai acontecer se ele não me foder? L: não sei, o que vai acontecer… mmmm Continuei dando beijos naquele tronco que eu tinha nas mãos. C: vou arrumar um amante, um homem jovem e gostoso igual você, que vai me comer e me tratar como uma puta em qualquer hotel da cidade, e isso seria trair seu pai. L: mas eu… Abri a boca o máximo que pude e enfiei dentro a maior quantidade de carne que consegui engolir do pau dele, sentia que chegava na minha garganta mas não tirei, abri os olhos, mal tinha metade do pau dele na boca e ele tava gemendo bem gostoso. L: mamãe… mmmm Tirei o pau dele com um chupão bem gostoso, que deu pra ouvir no quarto inteiro. C: que delícia que é. Mami, sou teu filho… C: e por isso tu tens que ajudar teu pai!!! Ele ficou calado diante da minha voz. L: Ajudar ele? C: claro, quem mais além de tu seria a pessoa certa pra ajudar teu pai, pensa, agora que eu voltei e não posso dar pra ele, eu vou ficar de mau humor, vou brigar com ele, talvez até a gente se divorcie. L: Não, isso não. C: eu também não quero isso, meu bem, mas sou uma mulher que precisa ser usada, minha vida sexual não pode acabar aqui. Olha pra mim, tu não acha que é um desperdício eu nunca mais ser comida? A cara dele mostrava o que ele pensava, dúvidas, surpresa, incredulidade. Mais uma chupada no pau dele colocou ele em ação de novo, eu coloquei o pau dele de volta na minha boca e mexi minha língua saboreando a cabeça dele. C: tu vai ver que todo mundo sai ganhando, teu pai não vai mais sofrer com meu mau humor ou minhas reclamações porque vou ter o que preciso, uma boa pica e ser usada é a única coisa que eu quero e vou ter, ele vai viver tranquilo me vendo feliz, tu vai poder estrear esse pedaço de carne que tu diz que nunca entrou numa mulher, eu tenho uma buceta pronta e um cu pronto pra receber. Voltei a chupar o pau dele, mas dessa vez, minha cabeça se movia no ritmo da minha mão porque comecei a masturbar o pau do meu filho, eu tirava o pau dele e lambia e beijava a cabeça, colocava de novo na minha boca e meu filho revirava os olhos. C: eu não teria que sair pra procurar um macho pra me comer porque teria um em casa, assim teu pai vai ficar feliz em saber que não tô traindo ele. L: quero que ele saiba. Eu não tinha ouvido a voz do meu filho até aquele momento e as palavras dele me deixaram gelada. C: tu quer que teu pai saiba disso? L: não quero enganar ele, se tu quer que eu seja esse macho que tu tanto procura, ele tem que saber. C: tá bom. Eu não tava disposta a deixar essa oportunidade passar, meu filho tinha colocado uma única condição e apesar de parecer loucura, eu ia me arriscar. L: sério? C: sim, assim que teu pai voltar, vou contar tudo o que aconteceu essa noite. L: e se ele não aceitar? C: eu cuido disso. L: tu é uma puta. C: correção, sou tua puta. Não houve mais palavras. O pau dele se fundiu na minha boca. Fiquei fazendo sexo oral nele por vários minutos, passava o pau dele por todo o meu rosto, lambi a cabeça dele o quanto quis e chupei o máximo que pude. L: Mamãe, vou gozar… C: Espera, meu amor. Você precisa aprender a satisfazer sua putinha antes de gozar, e a mamãe vai te ensinar como. Tirei os travesseiros da cabeça dele e o deixei deitado na cama completamente. Subi na barriga dele, sentando de costas para ele. Mamãe também quer beijinhos. Minha filha voltou a procurar o pau dele, e minha bunda foi recuando devagar até que coloquei na cara dele. Estávamos num delicioso 69. L: Sua buceta tem um cheiro delicioso. C: E o gosto é melhor ainda. Prova. Meu filho colocou a boca na minha vagina e as mãos em cada uma das minhas nádegas. Era gostoso, meio bruto, porque ele me lambia e chupava com muita força. Senti que em várias ocasiões ele deu umas mordidinhas nos meus lábios e procurava meu clitóris com desespero. C: Devagar, meu amor. Mamãe não vai a lugar nenhum. Não houve resposta da parte dele; continuava chupando a buceta por onde tinha nascido e estava encantado em fazer isso. Não continuei mamando o pau dele, porque se fizesse isso ele ia acabar gozando, e eu queria que ele aprendesse a me satisfazer primeiro. Só fiquei masturbando devagar e colocando saliva no pau dele para deixar lubrificado. L: Chupa meu pau, mamãe. C: Sim, amor, vou chupar, mas você precisa me fazer um favor primeiro. L: O que for, me fala. C: Dá beijinhos no meu cuzinho, filho. Ele também vai ser usado hoje. A língua dele percorreu toda a minha vagina e procurou meu ânus até encontrar. A língua dele era deliciosa no meu cu, e eu voltei à minha tarefa. C: Me avisa quando for gozar, filho. Tenho uma surpresa para você. L: Já, mamãe, vou gozar, vou gozar. Eu o desmontei e me levantei da cama. Peguei ele pela mão e o coloquei em pé na minha frente. Me ajoelhei diante dele e meti o pau dele na minha boca, dando um boquete de verdade. C: Você já gozou na boca de uma garota? L: Não, nunca. C: Então hoje você vai gozar na boca da mamãe. Não me avise quando quiser gozar, só faz. Enche a minha boca. boquinha de cum gostoso de macho. L: mamãe, vou gozar… Enfiei o cock dele o mais fundo que pude na minha boca, sentia que ele tava na minha garganta e, mesmo me engasgando, não queria tirar. Apertei as nádegas dele com as mãos e esperei a gozada. O primeiro jato quase me engasgou, caralho, os ovos dele tavam cheios. O segundo já foi um mar de sêmen e não aguentei mais, começou a escapar pelo canto dos meus lábios e, depois de mais três tiros de cum, o cock dele saiu da minha boca. Ele ficou ali parado segurando minha cabeça enquanto eu engolia o sêmen dele. C: Que cum gostoso!!! Fazia tempo que não provava cum de macho. L: Vou pegar algo pra você se limpar. C: Não, meu amor, adoro ficar assim coberta do seu sêmen. L: Então vou me limpar. C: Pra isso que eu tô aqui. Segurei o cock dele e levei ele pra cama, o cock dele ainda tava duro. Levei minha boca até ele e comecei a limpar todo vestígio de saliva e sêmen que tivesse ali. C: Sua putinha tem que limpar seu cock, isso você precisa aprender. L: E se ela não quiser fazer? C: Você tem que obrigar, você é o macho e a gente obedece nosso macho. Continuei chupando o cock dele até deixar mais que limpo, engolindo todo vestígio de qualquer fluido. C: Olha que maravilha de cock que você tem, não perdeu a ereção, é hora de estrear. Me levantei e, com a tanga de lado, virei de costas pra ele. Abrindo minhas nádegas, falei: C: O que você quer usar primeiro, minha bunda ou minha buceta? L: Sua buceta. C: Vem, amor, como é sua primeira vez, você vai foder de frente, ok? Quero que veja minha cara na primeira vez que meter esse monstro em mim. Levei ele até a beira da cama e deixei ele de pé na minha frente, coloquei um travesseiro e subi nele de pernas abertas. Virei pra olhar meu filho e ele tava com os olhos cravados na minha buceta. C: Que gostoso saber que você nasceu por ali e que agora, depois de tantos anos, vai voltar pra dentro da mamãe. Meu filho se aproximou devagar, as mãos dele estavam tremendo, então peguei elas e coloquei nas minhas pernas. C: Coloca elas nos seus ombros. L: Assim? C: Perfeito, agora me deixa Te guio. Pego no seu pau com uma das minhas mãos. C: Tá sentindo como minha buceta tá molhada? L: sim, mamãe. C: vou colocar seu pau na entrada da minha rachinha e você vai empurrar quando eu mandar, ok. Ele não respondeu mais, só balançou a cabeça. Coloquei o pau dele na entrada da minha buceta. C: agora, meu amor, empurra seu pau pra dentro da mamãe. Não teve mais palavras, a cabeça do pau dele entrou como uma faca quente na manteiga. Os olhos dele não desgrudaram dos meus, eu dei o sinal com a cabeça pra ele avançar mais um pouco. No segundo empurrão, ele enfiou quase metade do pau, e mesmo sentindo que ia desmaiar de tanto prazer que o pau do meu filho tava me dando, juntei forças pra falar. C: enfia tudo, filho. Abri minhas pernas o máximo que pude e ele deixou o peso cair sobre mim, o peito dele quase na minha cara e senti o corpo dele colado no meu, finalmente. Tava com o pau do meu filho, tinha o pau inteiro do meu filho enfiado na minha buceta. Procurei a boca dele com desespero e quando encontrei, a gente se perdeu num beijo de língua delicioso, com o pau dele ainda enterrado no fundo de mim. L: tá muito quente!!! C: precisa de porra pra apagar. Peguei ele pela cintura e afastei um pouco de mim. C: enfia de novo e continua assim até não aguentar mais e ter que se esvaziar. As instruções acabaram, ele me usou como um profissional usa a puta dele, abriu minhas pernas e me deu uma fodida de antologia. Ele era bruto, cada estocada me fazia gemer e gritar, nunca tinha tido um pau assim enterrado na minha buceta e eu tava virando uma verdadeira cadela no cio. Beijava meu rosto, minha boca, meu pescoço, descia pros meus peitos e os amassava, beijava, lambia e chupava como quando era criança. L: mamãe, vou gozar!!! C: não para, amor, não para, enche a mamãe de leite. L: e se eu te engravidar? C: isso não importa, filho, os machos de verdade pegam suas cachorrinhas pra engravidar, não perguntam. L: e eu sou seu macho? C: sim, filho, você é meu macho. Jato atrás de jato de porra dentro da minha buceta, meu filho começou a se esvaziar, eu sentia o Peso em cima de mim e isso foi delicioso. C: que gostoso, não tira não, amor, goza dentro de mamãe, me engravida, me enche. L: você é a puta mais gostosa que qualquer filho poderia desejar. Ela ficou em cima de mim, com o pau enfiado na minha buceta e meu útero cheio de porra. Que trepada gostosa que meu filho me deu e a noite estava só começando.
5 comentários - Viro uma mãe incestuosa