Quando a Mamãe chegou, a Júlia contou pra ela o dia tão "divertido" que a gente tinha passado. Minha progenitora adorou as ideias perversas da Júlia, principalmente quando me viu amarrado e com a cabeça enfiada num saco de roupa íntima suja. Quanto a mim, depois de me soltarem, me obrigaram a tomar um banho e me prepararam pra uma nova sessão onde eu seria humilhado, degradado, usado,... Pra começar, me colocaram uma calcinha e um sutiã brancos e inocentes. Também me vestiram umas meias da mesma cor que iam até a metade da coxa. Depois, me maquiaram suavemente pra disfarçar minhas feições já meio pouco masculinas e retocaram meus lábios com batom vermelho. Mamãe me penteou com duas maria-chiquinhas de cada lado da cabeça. - Tenho uma surpresa. – Disse a Júlia com um olhar cruel dos seus olhos azuis intensos. De um armário, ela tirou um conjunto de roupas que eu conhecia muito bem. Era o uniforme escolar do colégio onde nós dois tínhamos estudado. – Você vai ser uma colegial putinha muito gostosa quando a gente terminar de arrumar você. Me vestiram a blusinha branca e a saia xadrez do uniforme e, pra finalizar, me calçaram uns sapatilhos de salto baixo. Mamãe, que trouxe uma bolsa com alguns dos nossos brinquedos, tirou uma coleira de couro vermelho e uma guia que não demoraram a enfeitar meu pescoço. Assim que eu estava caracterizado, me obrigaram a desfilar e me exibir pra elas enquanto não paravam de soltar comentários humilhantes. Mamãe segurava a guia. - A putinha pequena, olha como ela mexe a bunda,... – Dizia Mamãe enquanto eu andava até a sala de jantar da casa da Júlia. A jovem me deu um tapa forte numa das minhas nádegas. - É uma putinha muito gostosa. – Continuou a garota. As duas também se vestiram pra ocasião. Mamãe usava um body de renda preta e meias da mesma cor. Júlia, com um conjunto roxo de fio dental e sutiã, ligas e meias. As duas estavam terrivelmente gostosas. Chegamos na sala de jantar e Mamãe, com um puxão forte na guia, me obrigou a me ajoelhar. Da bolsa de brinquedos, ela tirou um arreio de cintura e começou a colocar. Em segundos, da sua figura exuberante e feminina, se destacava um grande pau de plástico. – Chupa. Aproximei minha cabeça daquele falo de plástico e o prendi entre meus lábios pintados de batom. Comecei a chupar tímida e mecanicamente. Mamãe não gostou do meu pouco entusiasmo, me afastou e me deu um tapa. – Vamos, foxy, faz direito. Mostra pra gente o quão puta você é. – Dessa vez, minha atuação foi bem mais convincente. Comecei a lamber o falo, a beijá-lo, a chupá-lo, a mamar… como se eu realmente estivesse gostando ou como se mamãe pudesse sentir. Pelo canto do olho, vi Júlia pegar o celular e começar a me gravar. Me imaginei na tela, vestido e maquiado como uma docinha colegial mamando aquele pau de mentira. Mamãe puxou meu rabo de cavalo, virando minha cabeça com força, me obrigando a olhar pra câmera. Continuei chupando e mamando. – Olha que bem que a putinha da mamãe faz. – Ela é uma profissional. – Disse Júlia, rindo divertida e sem parar de gravar. – Você gosta de chupar paus? Gosta de ser tratada como uma puta? – Ela perguntou. Eu ignorei e continuei chupando, mas mamãe não ia tolerar aquela falta de respeito com a “namorada” que ela tinha me arranjado. Me afastou de novo, me deu outro tapa e me obrigou a responder. – Eu gosto de ser tratada como uma puta. – Era a única resposta possível. – Sou uma puta… uma puta virgem comedora de bucetas… e comedora de paus. – Desde que sejam de plástico, pensei. – Assim tá melhor. – Disse mamãe. Eu não consegui responder porque ela me pegou pelos dois rabos de cavalo e começou a foder minha boca sem piedade. Me engasguei, salivei pra caralho, me senti humilhado… e por baixo da saia colegial xadrez e da calcinha inocente, começou a crescer uma ereção. Mamãe não tinha colocado a gaiola de castidade em mim, e eu agradeci. Com a excitação, relaxei um pouco e comecei a entrar numa espécie de transe familiar, onde cada humilhação, cada tormento físico e psicológico… era um estímulo pra minha tesão e Eu me deixava levar. — Obrigada,… mamãe. — Falei, respirando com dificuldade, quando mamãe decidiu deixar minha boca em paz. — Que putinha educada. — Disse Júlia, desligando o celular. Levantou-se do sofá de onde estava nos gravando e observando, e se aproximou, andando de forma sedutora. — Na bolsa tem um cinto pra você, se quiser experimentar. — Disse mamãe. — Claro que quero. — Respondeu a garota. Ela colocou o cinto de cintura e ocupou o lugar de mamãe. Dessa vez, comecei a lamber a segunda piroca de plástico com mais gosto, com toda a lascívia que eu conseguia, como se realmente estivesse curtindo. Olhava nos olhos de Júlia, e ela me devolvia o olhar satisfeito, vendo como eu me rebaixava. Enquanto isso, mamãe se ajoelhou atrás de mim e me forçou, sem que eu parasse de chupar, a levantar a bunda, apoiando-me nos joelhos com as pernas abertas. — Vamos ver essa raba. — Mamãe levantou um pouco minha saia e afastou a calcinha. Não demorou pra eu sentir ela separando minhas nádegas, cuspindo no meu cu e começando a enfiar um dedo lá dentro. Dei um pulo, e Júlia me segurou pelas marias-chiquinhas pra me obrigar a continuar chupando. Ela também fodeu minha boca, enfiando o pau de mentira até a garganta. Mamãe já tinha trocado o dedo pela ponta do consolo. Senti ela me penetrar com força e brusquidão, me segurando pelos quadris. Não demorou pra eu estar totalmente empalado. — Vai, rabuda, aproveita. Uma piroca na boca e outra no cu. — Disse Júlia. Mamãe começou a foder meu cu enquanto Júlia fazia o mesmo pela boca. Elas sincronizaram os movimentos pra eu ficar sendo sacudido, sodomizado,… — Bpfdd… — Gaguejei com a boca cheia. Mamãe só tinha afastado a calcinha, e ela prendia, tensa, minha ereção, numa prisão muito mais doce que a gaiola de castidade. — Goza como uma rabuda. — Aquelas palavras de mamãe eram pra me humilhar, justamente pela verdade delas. Depois de alguns minutos, as duas estavam ofegantes pelo esforço, e mamãe se retirou de dentro de mim pra dar lugar à Júlia. Mamãe se Ela tirou o arnês e sentou no sofá. Lá me levaram e eu fiquei entre as pernas dela. Ela afastou o tecido do body onde estava a sua buceta peluda. Enquanto Júlia me sodomizava, cada vez mais forte, eu comecei a lamber a buceta peluda da mamãe. A garota empurrou minha cabeça para me esfregar naquela buceta molhada e pulsante que eu adorava. Júlia continuou me comendo pelo cu e de vez em quando me dava uns tapas na bunda enquanto eu continuava com a cabeça enterrada entre as pernas da mamãe. -Isso!... vadiazinha... - Suspirava a mamãe com a respiração cada vez mais ofegante. -Eu devia... te colocar... pra chupar buceta... por dinheiro. - Ela estava cada vez mais molhada e seus gemidos eram mais evidentes. Minha língua e lábios continuavam arrancando dela todo o prazer que podiam, percorrendo a buceta dela de cima a baixo e demorando nas partes mais sensíveis. Finalmente ela gozou entre gritos, gemidos e ofegos. Júlia continuava furando meu cu sem piedade. Ela me agarrou pelos rabos de cavalo, puxando minha cabeça para trás. Olhei pra mamãe e ela retribuiu o olhar com malícia, crueldade e luxúria. Ela passou os dedos na própria buceta e os colocou na minha boca pra eu continuar saboreando os sucos femininos dela. -Você gosta que sua namorada te coma pelo cu? - Mamãe me perguntou. -Sim,... - Mal consegui responder porque as estocadas da Júlia tinham me deixado exausto. A garota também bufava pelo esforço, então decidiu mudar de posição. Ela sentou numa cadeira e me obrigou a sentar em cima do pau de plástico. -Vamos, raposinha. Pula,... - Ela ordenou. Eu estava de costas pra ela e me apoiava nos pés com as pernas dobradas. Comecei a flexioná-las mais pra enfiar o pau inteiro no cu e pular, sendo eu mesmo quem fazia o movimento. Logo meus pés e pernas doeram, porque eu não estava acostumado a usar sapatos de salto. Mamãe nos observou por alguns minutos antes de se aproximar e ficar na minha frente. Ela acariciou meu rosto com ternura e começou a desabotoar os primeiros botões da minha blusinha. de colegial. Ela afastou um pouco o sutiã que eu vestia e beliscou e torceu um dos meus mamilos com força. - Ai! – Não consegui evitar um gritinho de dor. A outra mão da mamãe deslizou por baixo da minha saia para esfregar meu pau duríssimo por cima da calcinha. Naquele momento eu me sentia muito tarado, prestes a gozar. Obviamente não tinha permissão para me gozar, então tentei me segurar. Por sorte, Júlia pareceu finalmente satisfeita e me empurrou para tirar o pênis de plástico de dentro de mim. Desabei, ficando de joelhos no chão. Mamãe pegou a coleira do colar e puxou, me obrigando a segui-la de quatro. Ela me arrastou assim por uns metros até onde tinha deixado a bolsa com os brinquedos. De lá, tirou a mordaça que tinha um consolo pra fora. - Como sua bucetinha virgem não serve, precisamos de algo que sirva. – Disse ela, balançando o aparelho na minha cara enquanto me dava leves chutinhos na entreperna. Colocou a mordaça em mim. Do meu rosto, sobressaía um grande pau de plástico preto. Mamãe me obrigou a deitar no chão. Júlia tinha tirado tanto o arnês quanto a tanga e o sutiã, ficando só com as meias e as ligas. A buceta depilada e rosada dela estava inchada de tesão. – Acho que, já que a Júlia te comeu tão bem no cu, você deve um favor a ela. Ela vai foder sua carinha, minha menininha. - A garota não disse nada, só se sentou na minha cara, enfiando o consolo devagar. Finalmente, a buceta dela engoliu tudo. Ela começou a quicar em cima de mim enquanto o falo de plástico entrava e saía com facilidade. - Isso… isso… – Ela começou a gemer. Enquanto isso, mamãe tinha se ajoelhado no chão, entre minhas pernas. Levantou a saia e baixou a calcinha para ter acesso total aos meus genitais. Senti ela pegar minhas bolas e começar a apertar, causando uma dor suportável, mas constante. Ouvi a voz dela através das coxas da Júlia, que rodeavam minha cabeça. - Vamos ver a bucetinha virgem. – Sem parar de apertar. continuada nos ovos, ela começou a acariciar meu pau só com o dedo. Mamãe adorava me masturbar desse jeito,… me mantinha duro e tenso, mas era um contato totalmente insuficiente pra me levar a lugar nenhum. Júlia continuava cavalgando em cima de mim, contorcendo seu corpo gostoso sobre minha cara com sinais cada vez mais óbvios de prazer. Finalmente, ela teve um orgasmo que tensionou o corpo dela por uns segundos antes de desabar em cima de mim, com a respiração ofegante pelo esforço. Mamãe parou de me tocar, subiu a calcinha e se levantou. Júlia também saiu de cima da minha cara. — Por que a gente não vai pro quarto? Vamos ficar mais confortáveis. — Disse Júlia. As duas começaram a andar, e dessa vez foi a jovem que puxou ela pela coleira enquanto eu as seguia de quatro. Não tiraram o plug de mordaça de mim. Quando chegaram no quarto, Júlia me mandou levantar com outro puxão na coleira. Terminou de tirar minha blusa, mas deixou o sutiã. Também desdobrou a saia, levantando um pouco pra ter acesso total ao volume da calcinha. Apertou o pacote, dobrando meu pau ereto e me causando uma pontada forte de dor. Desabei no chão de joelhos, e as lágrimas encheram meus olhos. — Kkkk, kkkk,… — As gargalhadas da mamãe ecoaram no quartinho. — Parece que a Júlia sabe te tratar como você merece. — A dor diminuiu um pouco, e a jovem se ajoelhou do meu lado e pegou minha cabeça pra eu olhar direto nos olhos dela. Os olhos dela estavam cheios de crueldade, diversão,… — Te machuquei? Pobre vadiazinha. — Ela zombou. Puxou a coleira do colar e me arrastou até a beira da cama. Lá, encaixou minha cabeça entre as pernas dela e aproveitou o plug de mordaça pra se empalar de uma vez. O plástico entrou na buceta dela com facilidade. Começou a puxar meu cabelo, dando na minha cabeça um ritmo rápido, intenso e que dava tontura. — Isso… Isso… — Ela ofegou. Dava pra ouvir mamãe rindo, se divertindo atrás da gente. Ela deixou Júlia me usar daquele jeito por vários minutos até que Finalmente, a garota anunciou o orgasmo dela aos gritos. Durante aquele tempo, a dor nos meus genitais diminuiu um pouco, mas aquele ataque cruel fez com que meu pau encolhesse e perdesse a dureza. Júlia tirou o consolo de dentro com um último empurrão brusco. Mamãe me pegou do chão e me obrigou a deitar na cama. Começou a amarrar uma das minhas mãos na cabeceira da cama enquanto Júlia fazia o mesmo com a outra. Antes de passar pros meus tornozelos, que imobilizaram nos pés da cama, tiraram minha calcinha. Fiquei deitado de pernas abertas, indefeso diante daquelas duas mulheres que me observavam de pé ao meu lado. Mamãe tirou minha mordaça e eu pude mexer minha mandíbula dolorida e machucada. Ela aproveitou pra cuspir dentro da minha boca. — Ainda não terminamos com você. — Mamãe acariciou minha bochecha com ternura, naquele contraste estranho que marcava nossa relação. Júlia já tinha se acomodado entre minhas pernas e começou a beijar suavemente minhas coxas. — Acho que fui muito má… mas vou compensar você. — Levantei a cabeça pra ver a expressão lasciva dela. Continuou beijando minhas coxas e chegou até meu pau, que já tinha começado a crescer de novo. Depositou, docemente, os lábios na minha cabecinha. Deixou cair um pouco de saliva e lambeu. Com aquele tratamento, meu pau recuperou a ereção. — Pelo visto, não te machuquei tanto assim. — Disse divertida antes de engolir meu pau e começar a se mover ritmicamente. — Agh… — Gemi. O calor e a maciez daquela boca eram demais pra mim. Por sorte, consegui me segurar. — Cê acha que devia deixar ele gozar? — Júlia perguntou pra mamãe, tirando meu pau da boca. — Duas vezes num dia… sei não. — Respondeu Mamãe, que tinha se sentado do meu lado e acariciava meu peito. Naquela tarde, Júlia já tinha me dado um orgasmo, e esses, ultimamente, estavam bem raros. — É muito cedo pra decidir. — Bom… por enquanto vou continuar brincando mais um pouco com a piroquinha virgem. — Júlia piscou um olho pra mim e inclinou a cabeça de novo entre minhas pernas. Lambeu meu falei como se fosse um doce, chupei a glande, beijei o tronco e brinquei com a língua nas minhas bolas. Isso me deixou louco e eu mal conseguia me segurar, me concentrando pra não relaxar, me deixar levar e gozar sem permissão. Pra aumentar a intensidade das minhas sensações, mamãe começou a apertar meus mamilos, roçando eles com a ponta dos dedos que ela tinha molhado antes. — Agh,… por favor,… não aguento mais… — Eu mal conseguia suportar e minha voz saía com dificuldade. Júlia continuou fazendo safadezas com a boca na minha genitália. Ela fazia isso, mas com cuidado, evitando que eu chegasse ao limite. Mamãe torceu um dos meus mamilos com força e me pegou de surpresa. Soltei um gritinho de dor que fez as duas mulheres rirem de mim de novo. — Sua putinha, já sabe que nem tudo é prazer. — Mamãe disse, como se justificando o ataque. Ela se levantou da cama pra tirar o body preto sexy que ainda vestia. Depois de nua, sentou em cima da minha cara com as pernas abertas, envolvendo minha cabeça com as coxas. — Agora seja uma boa putinha da mamãe e chupa minha bucetinha. — Meus lábios e língua se enfiaram na sua pelugem púbica procurando a entrada da sua buceta. Júlia, pra me ajudar a focar na minha tarefa, diminuiu a intensidade do boquete e só me mantinha duro e quente com beijos e lambidas por toda a geografia da minha genitália. Lambi a buceta da mamãe com minha devoção, prazer e cuidado de sempre. Minha língua percorreu toda a buceta dela. Tentei ignorar a língua da Júlia pra poder dedicar toda minha atenção em buscar o prazer da mamãe, em dar tudo que eu podia. Eu era sempre, e ainda mais em momentos como aquele, a putinha dela. Pra mamãe, me ver daquele jeito e me compartilhar com a Júlia, também deixava ela louca e levei bem menos tempo pra fazê-la gozar. Ela gozou na minha boca, como sempre, entre gemidos altos. — Agora é minha vez. — Quando mamãe levantou a cara de cima da minha, Júlia reivindicou a parte dela. Mal as coxas voluptuosas da mamãe deixaram de envolver Meu rosto foi substituído pelas pernas firmes e macias da garota. Nem eu nem minha língua tivemos descanso. Dei o mesmo tratamento na buceta da Júlia que na da mamãe. Tinha a mesma obsessão em dar prazer pra minha noiva de mentira que pra minha mãe. Ela também tinha ocupado o lugar que antes era da Júlia e me manteve duro com carícias que só serviam pra me deixar com mais tesão. A buceta da garota era diferente da da mamãe, mais rosada, depilada,… mas igualmente deliciosa. Minha língua, meus lábios,… toda minha boca trabalhou sem parar até que os gemidos dela ficaram mais altos e evidentes, e a respiração dela mais profunda e pesada. O corpo da garota se agitava, tremia, se contorcia,… e ela chegou ao clímax, se tensando e relaxando num espasmo intenso. Quando terminou, deslizou pelo meu corpo até que nossos rostos ficaram colados. Me beijou com paixão, sem se importar que minha boca estivesse molhada e pegajosa tanto dos próprios fluidos dela quanto dos da mamãe. – Sua mamãe tem razão. – Sorriu satisfeita. – A gente devia te botar pra comer buceta por dinheiro,… Acho que você mereceu seu orgasmo. – Você é boa demais,… – Por um momento achei que a mamãe ia desautorizar a Júlia, mas quando vi o olhar dela, fiquei aliviado. – …, mas pra uma vez que a gente vem te ver. – Mamãe tinha se afastado e nos observava sentada numa cadeira que estava ao lado da cama. Júlia puxou a saia até que ficou no meu peito e sentou de pernas abertas em cima de mim. Pegou meu pau e esmagou contra minha barriga. Separou um pouco os lábios da buceta dela e acabou de prender meu pau ali. – É uma pena que a gente não possa foder. Você é a virgem gostosa, mas quero que sinta minha xereca. – Mesmo sem penetrar ela, nem de longe, dava pra sentir o calor, a umidade e a maciez. Ela começou a se mover suavemente pra frente e pra trás, devagar, repetindo o movimento. – Sente isso,… – Sussurrou sensual. – … um dia, se você se comportar bem, e fizer tudo que sua mamãe mandar... – Prometeu. – … daqui muito tempo, Vamos foder de verdade. - O roçar dos nossos sexos e aquelas palavras, junto com seu tom erótico e grave, foram demais para mim. Do pau começaram a jorrar jatos de esperma. - Sim... obrigada... oh... - Eu tremi de prazer. Júlia se inclinou sobre mim e me beijou de novo. Me recuperei um pouco e as duas começaram a me desamarrar. Enquanto faziam isso, comentavam que precisavam repetir a experiência o mais rápido possível. Continua...
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