Me torno uma mãe incestuosa IV

Tava com o pauzão do meu filho gozado dentro do meu cu, como mãe me senti a maior puta, porque o que acabou de acontecer me deixou louca. Eu tinha que continuar avançando, meu filho, pelo visto, não ia dar o próximo passo sozinho. Passei a mão pra trás procurando o pau dele, senti o leite ainda morno nas minhas nádegas e fui um pouco mais pro meio do meu cu, senti o cacete dele cheio de porra na minha mão, mas foi só um segundo, porque meu filho se afastou de mim e levantou da cama. Avancei de novo, muito rápido, acho. A inexperiência do meu filho devia dar medo nele, e ele recuava ao sentir que o que tava rolando não era certo. Fiquei de novo na cama fingindo que tava dormindo, esperando pra ver o que ia acontecer. Ouvi ele levantar, pensei que ia pro quarto dele, mas não, ele entrou no banheiro e uns minutos depois ouvi ele voltando. Fiquei tão feliz porque podia continuar meu plano. Virei de barriga pra cima na cama, tava com um sutiã de clipe na frente, então abri sem tirar o sutiã. P: vai devagar, não assusta ele. Falei pra mim mesma, enquanto ele voltava do banheiro pra cama. Assim que ele se deitou, eu me virei de novo de lado, dessa vez de frente pra ele. P: foi no banheiro, amor? F: sim, mãe, cê tá acordada? P: acordei com o barulho da descarga. F: desculpa, é que já tava apertado. P: não se preocupa, vem me abraçar. Coloquei ele de lado, de frente pra mim, tentando deixar o rosto dele o mais colado no meu peito. Apoiei o queixo no cabelo dele, e isso fez a cara dele ficar no meu pescoço. Senti que ele resistia em se encostar no meu corpo, porque eu tava com o braço nas costas dele e ele com os braços colados no corpo, parecia uma putinha assustada. P: me abraça, filho, tô com um pouco de frio. F: tá bom, mãe. Ele passou a mão por trás de mim e colocou nas minhas costas. Depois de alguns minutos assim, fingi de novo que tava dormindo. O barulho da minha respiração devia ter avisado ele que eu já tava dormindo. F: mãe, mamãe!!! Não teve resposta da minha parte, e isso deu permissão pra ele avançar. A mão dele desceu das minhas costas pra minha cintura e daí pra uma das minhas nádegas. Colocou a palma da mão inteira nela, e eu senti. que apertou um pouquinho. Meu filho estava passando a mão na minha bunda e eu adorava, ainda tinha restos da gozada dele no meu cu e com dois dedos ele começou a bater uma em toda a minha bunda, eu me deixei levar porque a sensação e o tesão de saber que meu filho estava me apalpando me encantava. Com a mão ainda na minha nádega, senti ele descer um pouco e pude sentir o rosto dele nos meus peitos, ele enfiou a cara entre minhas tetas, a mão dele soltou minha bunda e subiu pela minha cintura, passou pelas minhas costelas e foi atrás dos meus peitos. Deu um pequeno susto ao sentir que meu sutiã estava solto e acho que se surpreendeu ao saber que eu estava quase com os peitos de fora. Ele não se mexeu por alguns segundos, então eu fiz um movimento para me ajeitar e empurrei meu peito na direção do rosto dele, liberando completamente meus peitos do sutiã, eles ficaram na cara dele. L: mamãe!!! Confirmando que eu ainda estava dormindo, ele colocou a mão de novo na minha bunda e a boca em um dos meus mamilos. Ele lambia, dava beijinhos e a mão continuava brincando com minha bunda, o pau dele eu sentia nas minhas pernas, quase nos joelhos, como eu disse, sou baixinha e ele, na posição que estava, ficava quase nessa altura. Depois de alguns minutos, ele soltou minha bunda e a boca se afastou do meu mamilo, fiquei parada esperando algum movimento do meu filho, ele foi subindo até que dessa vez eu fiquei com o rosto no peito dele, ele encostou o corpo no meu e senti o pau dele na minha buceta. O tecido fino da minha calcinha fio dental era o único obstáculo entre o pau dele e a buceta que o trouxe ao mundo, eu quase puxei a calcinha de lado e falei enfia essa pica filho, mas antes ele começou a gozar. Dessa vez a descarga dele foi na minha virilha, foi igual à anterior, os jatos de leite ficaram na minha calcinha e no pau dele, eu sentia que ele apertava as mãos para não fazer barulho, porque estava gozando na mãe dele. Depois de alguns segundos, senti o pau dele descansando na minha perna depois de esvaziar, ele não se mexia. Eu estava encantada com tudo aquilo, tinha os peitos de fora e estava cheia de porra no meu cu e na minha bucetinha. Pensava que precisava educar a pica do meu filho pra aguentar mais. No dia que vi ele se masturbando, ele aguentou um bom tempo fazendo isso, mas dessa vez ele já tinha gozado duas vezes em bem pouco tempo. E, bom, entendo que a situação talvez deixe ele mais tarado do que nunca, mas ele precisa aprender a satisfazer primeiro a puta que estiver na cama com ele e depois gozar quantas vezes quiser. Já vou ensinar ele, pensei. Ele se separou de mim e virou pro lado oposto da cama. Eu não queria nem me mexer; talvez saber que eu estava acordada pudesse deixá-lo nervoso e ele acabaria saindo da cama. Por enquanto, ia deixar ele descansar. Embora estivesse mais do que excitada, decidi dar tempo pra ele assimilar. Não é que eu quisesse que ele desse o passo definitivo de me comer, mas quero que no dia que acontecer, ele não tenha dúvidas, não faça escondido. Quero que ele esteja seguro e que me use como uma puta a noite toda. Por enquanto, o plano continuava em andamento. Tentei dormir, mas minha mente fazia cada vez mais perguntas, e a que mais me tirava o sono era se meu filho queria continuar com essa sacanagem entre nós. Acordei umas 7 da manhã, só dormi algumas horas. Assim que abri os olhos, virei pra ver se meu filho ainda estava lá e, com alegria, constatei que ele dormia ao meu lado. Os primeiros raios de luz entravam pela janela e minha mente começou a tramar meu próximo passo. Com os pés, rapidamente joguei pra longe os cobertores que nos cobriam, e meu filho ficou de barriga pra cima na cama, completamente nu diante dos meus olhos. Que homem ele se tornou! Aquelas pernas fortes, o peito e os peitorais eram excelentes, e o que dizer da pica dele? Estava relaxada e ainda assim parecia grossa e grande, descansando sobre a coxa esquerda dele. Me ajoelhei na cama e fui aproximando meu rosto o máximo que podia da pica dele. A vontade de dar um beijo, de lamber, de chupar aquela piroca estava me consumindo, mas se eu fizesse isso, acordaria meu filho e talvez o susto fosse grande demais. Dei um beijinho rápido na pica dele, só Um segundo e virei pra ver se meu filho não tinha acordado. C: você vai ser meu, logo. Falei isso me dirigindo ao pau dele. Deitei do lado do meu filho de barriga pra cima, igual ele. Meus peitos estavam de fora e minha mão desceu até pegar no pau dele. Fiquei parada e comecei, depois de alguns segundos, a passar a mão por todo o tronco da vara dele. Meus olhos não perderam nenhum detalhe do espetáculo, do estado em que ele tava — começou a acordar, ficou maior e, se possível, mais grosso bem na minha mão, e eu não cabia de tesão. Peguei o pau dele pelo tronco, bem na base, e vi aquilo estoico, um mastro delicioso ficou diante dos meus olhos. Senti meu filho se mexer, então fechei os olhos e deixei minha mão parada segurando o pau dele. L: mãe, mamãe, mamãezinha. C: o que foi, filho. L: você tá com os peitos de fora. Abri os olhos fingindo que tinha acordado e olhei nos olhos dele. C: o sutiã deve ter se soltado ontem à noite, que vergonha, filho. L: quer ajuda pra fechar? C: te incomoda que eu esteja com os peitos de fora? Quando você era criança, mamou muito neles, ou é que eles são muito feios pro seu gosto? L: que isso, por mim pode andar o dia inteiro com eles de fora, porque são maravilhosos. C: então deixa eles de fora, filho. Os olhos dele não paravam de olhar meus peitos, e minha mão continuava no pau dele. Eu sentia vontade de me jogar em cima dele e beijá-lo, pedir pra ele me fazer de puta naquela hora. L: mãe. C: fala, filho. Os olhos dele baixaram e ele mostrou com um movimento da cabeça pra eu olhar o pau dele. C: aii, filho, desculpa, nem percebi que tava segurando seu pinto. L: não se preocupa, mamãe. C: mas, Luis, olha essa coisa!!! Meu filho colocou as mãos no pau dele tentando esconder, mas eu não ia deixar. C: espera, deixa eu ver direito!!! L: é que eu fico com vergonha de você, mamãe. C: já falei, sou sua mãe, não tem problema se você mostrar um pouquinho. L: tá bom, mamãe. Meus olhos se deliciaram com aquele monstro. C: que coisa, Luis!!! Que pau gostoso você tem, filho, olha só, é perfeito, grande, grosso, bem equipado você é, filho. L: você tá me deixando envergonhado, mamãe. C: se orgulha, filho, que pica deliciosa você tem, eu Encantada de ter um homem com essa coisa na minha cama.
L: Mas se meu pai descobre que dormi pelado na cama dele, ele me mata. Isso ele falou dando um pulo da cama e ficando de pé.
C: Calma, filho, ninguém vai contar nada pro seu pai. Eu te pedi pra dormir comigo por medo, e vamos deixar isso em segredo, ok?
L: Ok, mamãe. Ele ainda tava com aquele medo do pai e aquela insegurança, então eu tinha que tirar isso dele, senão não ia conseguir que ele me comesse.
C: Vou tomar um banho. Por que você não deita mais um pouco? Ainda é cedo. Sem dizer nada, ele se meteu na cama e ligou a TV. Pegou os lençóis que eu tinha jogado antes e se cobriu até a cintura. O pau dele ficou debaixo do lençol, mas mesmo assim dava pra ver perfeitamente todo o comprimento e grossura. Eu me levantei da cama e tirei o sutiã que ainda tava pendurado nos meus braços, fiquei só de fio dental na frente do meu filho.
C: Cê acha que ainda tenho umas tetas boas, filho? Com as mãos, uma em cada teta, levantei e apertei.
L: Acho que tão perfeitas, mãe.
C: Não tão caídas?
L: Não.
C: Cê gosta de mulher peituda assim que nem eu, ou com menos peito?
L: Assim que nem você, mamãe. O pau dele tava mais que excitado, o lençol que cobria levantava igual uma barraca, e meu filho não conseguia evitar.
C: Quando você era criança, você chupou elas por muito tempo, e eu adorava.
L: Sério?
C: Sim, pra mulher é muito gostoso quando chupam nossos peitos.
L: Que pena que não sou mais criança.
C: Mas você é meu filho, digamos que elas ainda são suas.
L: Então quer dizer que se um dia eu tiver vontade de chupar seus peitos, eu posso, mãe?
C: Claro, filho, você já chupou antes, não vejo nada de errado em fazer de novo. Ele ficou mudo com minha resposta. Eu tava convidando ele a chupar meus peitos quando quisesse, e não tinha volta.
C: Bom, vou tomar um banho, olha como eu tô. Me virei e mostrei minha bunda pra ele, o fio dental preto manchado com o esperma dele. Virei e mostrei minha buceta também, toda melada daquele esperma gostoso do pau dele.
L: Parece que você suou durante a noite e manchou seu fio dental, mamãe.
C: Sim. Verdade, acho que tava muito tarada ontem à noite, bom, tava fazendo um calorão. Fui pro banheiro e fechei a porta, que sensação gostosa de ficar excitando meu filho. Abri as torneiras do chuveiro e lembrei que coloquei um tampão de papel nele pra não sair muita água. O plano tava rolando. C: Luis, filho. L: O que foi, mãe? C: Pode vir dar uma olhada no chuveiro? Não tá saindo água. L: Já vou. Abri a porta do banheiro e ele entrou, tava de cueca, esperava que viesse pelado, mas nem tudo pode ser perfeito. L: O que houve, mãe? C: Não sai água, filho, e eu já tô pelada pra tomar banho. Tirei as mãos que cobriam minha buceta, já não tava mais de fio dental, então pela primeira vez diante dos olhos dele, a mãe dele ficou nua na frente dele. L: Que bucetona!!! Foi a primeira coisa que saiu da boca dele, acho que ele nem pensou, foi instinto. C: Gostou? L: Hmm, desculpa, mãe, é que... bom, tá muito, parece muito... C: Fala, filho, não tem problema, te falei ontem que podia confiar em mim, e isso inclui falar sem rodeios. L: Parece muito gostosa, já falei, desculpa. C: O que acha de eu deixar ela raspada? L: Show, mãe. C: Não precisa ter vergonha de mim, eu já te vi pelado e agora você me viu, é normal entre mãe e filho, ok? L: Ok, mãe. A cueca dele já não escondia a ereção, aquela pica enorme tava encantada de me ver nua. L: Pronto, mãe, já resolvi, pode tomar banho. Ele saiu do banheiro, mas não sem antes virar e me dar mais uma olhada, os olhos dele me escanearam da cabeça aos pés e, pra alegria dele, eu dei uma visão da minha bunda ao entrar no chuveiro e um sorriso cúmplice. Tomei banho e, bom, me masturbei gostoso pra caralho, saí do banheiro enrolada numa toalha, ele ainda tava deitado na cama vendo TV. C: Que banho gostoso, me sinto incrível. Andei até minha cômoda e procurei o que vestir. C: Vamos sair pra algum lugar, filho? L: Não, bom, eu não quero sair. C: Perfeito, então não te incomoda se eu ficar só de fio dental o dia todo? L: Só de fio dental? C: É, ontem fiquei assim e tive super confortável. L: Pra mim não tem problema. C: Perfeito, essa aqui fica boa? Peguei uma... do gaveteiro uma calcinha fio dental azul transparente na parte da frente e mostrei pro meu filho. L: tá bonita, mãe. C: ou esse fiozinho? Desenrolei um fio dental branco, que mais do que outra coisa são só três fios amarrados porque até a parte da frente é bem pequena. L: hmm esse, eu acho que… A cara dele era de incredulidade, a própria mãe dele estava na frente dele pedindo opinião sobre qual calcinha fio dental usar em casa. C: que tal se agora de dia eu usar a calcinha fio dental e à noite, quando formos dormir, eu colocar o fio dental. L: você quer que eu durma aqui de novo com você? C: seu pai não volta hoje e não quero ficar sozinha, além disso adorei que você dormiu comigo, filho. O pau dele continuava durasso, já nem tentava esconder a ereção, acho que meu plano tava funcionando. Virei de costas e deixei a toalha cair, mostrando a imagem da minha bunda recém-lavada. Peguei a calcinha fio dental e coloquei, primeiro uma perna e depois a outra, e subi devagar sem pressa, queria que ele se deliciasse com a imagem de ver como aquele tecido ia entrando na minha bunda até deixar só à vista minhas duas nádegas enormes. C: ainda tenho uma bunda boa, filho? Um tapa numa das minhas nádegas tirou ele do encantamento. L: a melhor de todas, mãe. C: vou acreditar, hein. L: é verdade, queria que alguma das minas que eu saio tivesse uma bunda igual a sua. C: igual como? L: ué, grande, redonda, com essas bundonas e de calcinha fio dental. C: eu nunca tinha tido um pau igual ao seu na minha cama. L: e o papai? C: seu pai já não consegue mais me comer!!! A cara dele era de surpresa com o que acabou de ouvir e tive que continuar explicando, mesmo que com isso estivesse traindo a confiança do meu marido, porque era algo que ninguém devia saber. C: por causa da idade do seu pai, o pau dele não sobe mais, faz muito tempo que ele não me usa e eu sou uma mulher ainda jovem e muito safada. Não me culpe se ainda quero que um macho bom me aproveite. L: eu… você… é que… C: não fala nada, meu amor, só tô te contando o que rola. Vai lá tomar um banho e aproveita pra abaixar essa coisa senão vai rasgar. lençol. Apertei o pau dele por cima do lençol. C: vai tomar banho que eu vou descer pra fazer o café da manhã e te espero na cozinha, ok. Assim que desci pra cozinha, tava fazendo o café quando o telefone tocou, era minha irmã que vinha pra casa me visitar, não tive como recusar e tive que subir pra dar a notícia ruim pro meu filho. C: Luis, filho, quando você sair do banho, se veste que sua tia já vem vindo pra cá, eu também vou colocar uma roupa. L: sério? Que merda, podia ter falado que a gente ia sair. C: Não pude recusar, também não tô nada feliz com a situação, mas fazer o que. Coloquei um vestido de verão sem sutiã e voltei pra cozinha, vou dizer que o resto do dia, entre minha irmã em casa, a comida e outras coisas, o dia foi embora, meu filho não saiu pra lugar nenhum, passou o tempo todo com a gente e no quarto dele jogando videogame. Quase 9 da noite e tive que pedir um táxi pra minha irmã, senão ela nunca ia embora, e falei que já era hora, que mais tarde ia ficar preocupada dela ir pra casa sozinha. Assim que minha irmã saiu de casa, subi pra ver meu filho. C: finalmente sua tia foi embora. L: nossa, essa mulher hein, não para de falar o dia inteiro. C: bom, já foi, vou tomar um banho, te espero na cama, ok? L: Ok, mamãe, eu também vou tomar uma ducha, já vou. Corri pro meu quarto e me despi, entrei no banheiro e me preparei, depilei minha buceta porque já tinha uns pelinhos e ia usar uma minitanga fio dental, então precisava, já banhadinha saí e me preparei pra vestir o combinado com meu filho. Coloquei aquele fio dental branco minúsculo e me olhei no espelho. C: mas que puta que eu tô parecendo, espero que você goste, filho. Não quis ir pra cama porque o show era ele me ver assim. Fiquei andando no meu quarto até ele entrar. L: pronto, mãe, já... Emudeceu só de me ver, tava na frente dele numa thong minúscula que só tapava a frestinha da minha buceta e com os peitos de fora. C: filho? Tá bem? L: tô, tô sim, mamãe, você tá espetacular. C: obrigada, filho, não vai dormir com esse short não, esse tecido... Ela é muito fria e, ao me abraçar, vou sentir frio. Ele estava usando um shorts esportivo, na real não sei se ele acreditou no que eu disse ou não, porque era uma besteira, mas eu queria ter o pau dele pronto. L: é que não estou com mais nada além disso. C: você sabe que não me importo de você dormir pelado, pelo contrário. Me aproximei dele bem na hora em que ele começou a soltar o cordão que segurava o shorts dele. C: deixa eu te ajudar. Fiquei de frente para ele e tirei as mãos dele da roupa, fui me abaixando até ficar de cócoras na frente do pau dele e comecei a puxar o shorts dele para baixo. Assim que abaixei e com meu rosto tão perto, o pau dele saltou como uma mola, batendo na minha bochecha. C: safado, você me bateu. Falei isso assim que senti o pau dele no meu rosto e, com minha mão, dei um tapinha no pau dele, como se estivesse dando uma bronca. C: é brincadeira, lindo, nunca ficaria brava com você. Ao dizer isso, peguei o pau dele nas minhas mãos e, sem avisar meu filho, dei um beijo na cabeça daquele tronco que estava na minha frente. Levantei o olhar e meu filho me encarava com uma cara de incredulidade que, mais do que qualquer coisa, era um poema de não saber o que estava acontecendo. C: ele gosta de beijinhos!!! Olha, ficou maior. Ainda estava naquela posição, com o pau dele na minha mão. C: quer que eu dê outro beijo? Virei para ver o rosto do meu filho, pois ele não disse nada, só balançou a cabeça em sinal de aprovação. Mais um beijo na cabeça do pau dele e outro no tronco. Me levantei sem tirar os olhos do rosto do meu filho. Dei um beijinho de leve nos lábios dele. C: você quer entrar na cama com a mamãe? L: sim. C: adoro ter você na minha cama, ainda mais com essa pica enorme assim, espero que essa noite vocês se divirtam muito com a mamãe.

8 comentários - Me torno uma mãe incestuosa IV

Yaa la otra parte por favoooor me urge saber que pasoooo
Que hermoso relata con lujos detalles. Sos toda una maestra en seducción. Por favor segui contando. Van puntos