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![A MILF Mais Gostosa[12]Parte 1 - Buceta Gostosa[/12] A MILF Mais Gostosa[12]Parte 1 - Buceta Gostosa[/12]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 12.
—1—
Já fazia três dias desde que Julián e Diana gravaram o vídeo de sexo oral. O material já tinha sido enviado pra empresa alemã, e o resto do pagamento não demoraria pra chegar. O garoto contou pra mãe dele que a empresa tinha ficado mais do que satisfeita com a qualidade do vídeo, e não se importaram nem um pouco que ele tivesse durado menos minutos do que o combinado.
Durante esses três dias, eles levaram uma vida normal de mãe e filho, como se ambos tivessem feito um acordo tácito de não abusar demais das novas liberdades que teriam daí em diante. No entanto, cada um desses dias corroía Julián de ansiedade. Ele se esforçava ao máximo para se segurar, mas sua mãe era uma mulher gostosa demais, e só de vê-la (mesmo vestida) já o provocava. Não ajudava em nada ele ter à disposição uma porrada de fotos pornô explícitas onde sua mãe era o centro das atenções. Em cada um desses dias, ele bateu pelo menos três punhetas. Inclusive, ele olhou mais de uma vez todas as fotos da sessão da Diana com o Lautaro. Aquele homem já não o deixava com ciúmes, porque tinha ficado de fora do jogo. Além disso, ele achava fascinante ver a própria mãe sendo penetrada por uma piroca enorme.
No quarto dia, teve um momento em que a Diana e o Julián deixaram de lado os papéis típicos que uma mãe e um filho deveriam cumprir. Aconteceu durante a tarde, enquanto o Julián se masturbava no quarto dele, olhando as fotos pornô da mãe. A Diana bateu na porta, porque já não entrava sem avisar, e o filho deu permissão pra ela entrar.
A loira se assustou ao ver ele com a pica na mão, batendo uma com toda liberdade. Quase saiu, como se tivesse cometido um erro, mas se ele deixou ela entrar é porque não se importava que a mãe dele visse ele se masturbando.
—Vim perguntar o que você quer comer — perguntou a loira—. Não tô afim de cozinhar, e pensei que a gente podia pedir comida.
—Qualquer coisa tá bom —respondeu o garoto, sem parar de bater uma—. Umas pizzas não seria uma má opção.
—Pode ser…
Diana observou, como se estivesse num transe hipnótico, o jeito que o filho dela se masturbava. Aquela pica grande começou a fazer efeito nela na mesma hora. Ela lembrou do seu antigo amante, o Tano, e das horas maravilhosas que passou montada na pica dele, ou chupando ela. Pra ela também os últimos dias tinham sido um martírio. Agora que a cabeça dela sabia que a pica do filho tava disponível pra um boquete, não conseguia parar de pensar nisso. Sem conseguir resistir mais à tentação, falou:
—Quer que eu chupe sua buceta? —Falou com uma calma aparente; mas por dentro tudo fervia e o coração batia tão forte que teve medo de que isso lhe causasse algum dano.
—O quê? —Julian ficou petrificado—. Tá falando sério?
—Por acaso não te falei que tava disposta a fazer isso?
—É… hum… sim; mas não achei que…
—Falei sério… não me incomoda. É só enfiar a pica na minha boca por um tempinho… não tem nada de errado, tem?
—Não sei…
—Já te falei, isso é só um favor que tô te fazendo, por tudo que você trabalha. Às vezes eu acho que só tenho que posar um pouquinho e você tem que passar horas editando e corrigindo as fotos.
—Pode ser, mas eu gosto de fazer isso…
—E também fica duro quando você trabalha com isso. Acho que o mínimo que posso fazer é chupar um pouco essa pica. —Ela se ajoelhou na frente dele—. Posso ser sua mãe, mas também sou uma boa head master. Seria um desperdício não aproveitar meu talento. —Ela piscou um olho pro filho enquanto segurava a pica dele com as duas mãos. Aproximou a boca e deu uma chupada na cabeça, depois começou a passar a língua pra umedecer—. Acho que não são muitas mães que fazem boquete pros filhos; mas você e eu temos uma relação de trabalho bem peculiar. Somos parceiros, eu chuparia a pica do meu parceiro.
Enfiou a glande na boca dela, e com toda a sensualidade, passou a língua em volta. Julián ainda tentava processar todas as emoções da primeira vez que a mãe dele chupou o pau dele; e agora teria que passar por aquele momento de novo, e sem nenhum pretexto de vídeos ou fotos no meio. Aquilo era um boquete, de verdade. Sem outra intenção senão fazê-lo gozar.
Pela mente de Diana também passavam pensamentos parecidos. Ela sabia muito bem que estava dando um passo importante na relação com o filho, e que sem dúvida isso marcaria a vida deles. Mas era impossível saber como isso os afetaria daqui a muitos anos. Decidiu não pensar nisso e se concentrou no momento. Ela estava prestes a chupar a pica do próprio filho, e isso a fez se sentir uma mãe de merda. No entanto, também fez a temperatura dela subir a níveis nunca antes vistos. Depois de tantas sessões de fotos pornô, Diana não podia negar que começou a sentir um tesão doentio na fantasia de dar um boquete bem gostoso no próprio filho. Ser a mãe head master… cometer um ato de incesto… pelo menos uma vez.
Sim, talvez depois de fazer uma vez, já deixaria de chamar a atenção dela. Além disso, ela tinha prometido ao filho, e não ia deixar uma promessa sem cumprir. Muita gente comete atos horríveis na vida e segue em frente. Por que ela não podia se dar ao luxo de fazer pelo menos uma vez? Por pura curiosidade.
Enquanto engolia a pica do filho, pensou que, com certeza, no mundo existiam muitas mães que já tinham feito coisas sexuais muito mais explícitas com os próprios filhos. Um boquete não parecia algo tão grave pra ela. Afinal, ela já tinha dado muita mamada na vida. Inclusive, enquanto foi casada, chupou homens que não eram o marido. Já naquela época, Diana se convenceu de que enfiar uma pica na boca por um tempo não era um crime horrível. Era só uma ajudinha pra aquele homem que tava com vontade de gozar… e ela adorava ajudar eles com a boca.
A mamada já tinha começado, e ela não ia parar. A pica entrava e saía da boca dela, com a mesma naturalidade com que tinha chupado o Tano tantas vezes. A Diana até se esforçava pra achar as áreas mais sensíveis e dar uns chupões bem intensos.
Já que tô comendo ela, vou aproveitar", pensou. Levou uma mão até a virilha e começou a se masturbar. Tinha a buceta toda molhada.
—A propósito —disse ela, parando—. Se isso te parecer muito estranho, pensa que a gente faz como um exercício. Pra você aguentar mais tempo sem gozar. Assim, na próxima vez, a gente pode gravar um vídeo mais longo.
—Tá bom.
Diana sabia que tinha dito aquelas palavras mais pra se convencer do que qualquer outra coisa. Agora se sentia um pouco melhor, pelo menos tinha um motivo minimamente racional. Bom, racional dentro dos parâmetros que vinham rolando ultimamente; porque ali estava ela, de joelhos, com a pica do filho na boca.
Sabendo que Julián levaria aquilo como um exercício de resistência, ela se esforçou ao máximo. Não deu trégua pra ele. Chupou ele com uma maestria selvagem, como se ele fosse o melhor amante dela e ela quisesse convencê-lo de que era a melhor naquilo. Chupou as bolas dele, passou a língua por todo o pau, uma vez e outra. Enfiou ele na boca e balançou a cabeça, sentindo a rola até o fundo da garganta. Algo que tinha aprendido a dominar graças ao Tano.
Os bufos de Julián não demoraram a chegar e Diana ficou um pouco desiludida, porque sabia que o filho já estava perto de gozar. Mas isso não ia impedir ela de aproveitar o que viria a seguir.
Ela tirou o pau da boca para deixar o primeiro jato de porra subir no ar e cair espalhando por toda a cara dela. Diana bateu uma para o filho e a porra continuou jorrando, em golfadas. Ela balançava a cabeça devagar, com um sorriso nos lábios, curtindo aquela chuva de porra. Como sempre, quis provar um pouco. Deixou que as últimas descargas fossem direto pra dentro da boca dela, e engoliu. Já não achava tão estranho engolir a porra do próprio filho. Isso deu um pouco de medo nela, não queria que isso virasse um hábito. Na verdade, devia ser um pequeno privilégio que eles se dariam de vez em quando.
—Espera, não se mexe —disse Julián, quando ela quase se levantou.
O garoto pegou a câmera e fotografou a mãe dele. Diana sabia que essas fotos iam acabar virando parte de algum pack, e tudo bem; mas o que mais dava tesão nela era pensar que o Julián tirou elas pra ter uma boa lembrança desse momento. Diana agarrou a rola e enfiou na boca de novo, e olhou pra câmera que continuava fotografando ela. Ela também queria ter umas boas lembranças.
O resto do dia passou normal; mas na cabeça da Diana não parava de passar a lembrança da pica do filho dela, e a buceta dela ficava molhada toda vez que imaginava chupando ela. Umas horas depois, ela pediu pro Julián baixar no celular dele as últimas fotos que ele tirou. Depois, a loira se trancou no quarto e passou o final do dia se masturbando com força enquanto olhava as imagens que mostravam que ela já fazia parte do clube das mães que tinham chupado a pica do próprio filho.
—2—
Depois da tentativa fracassada de conquistar o Lautaro, a Diana não tinha saído de casa de novo. Mas tava convencida de que não podia deixar aquele tropeço acabar com a vontade dela de viver e de se divertir. Vestiu um vestido esportivo preto bem sensual, que abraçava todas as curvas dela. Não tinha decote, mas os peitões dela apareciam como se o vestido tivesse pintado em cima deles. Como não tava usando sutiã, os biquinhos marcavam um pouco. Em outra época, isso teria deixado ela inibida; mas agora, pouco se importava. Queria se sentir livre, e pra ela, naquele momento, liberdade era sair na rua marcando os bicos dos peitos.
Nunca foi muito fã de comprar roupa ou perfume, já que tinha trabalhado mais de uma vez nessa área e nunca foi feliz fazendo isso. Toda vez que entrava numa boutique ou numa loja de roupa feminina, lembrava dos maus bocados que passou como vendedora. A solução veio graças ao Julián: era mais fácil comprar tudo que precisava pela internet, e de vez em quando dava pra fazer um esforço e comprar alguma coisa numa loja.
A loira saiu sem rumo, pegou um táxi e foi pro centro; deixou o taxista se deliciar olhando as pernas dela. Mas o vestido era tão curto que, se ela descuidasse ao sentar, acabava mostrando a fio-dental apertada, também preta. Num momento, teve que falar pro cara que, se ele não prestasse mais atenção na rua, iam bater. O taxista ficou tão envergonhado que não olhou mais no retrovisor pelo resto da viagem.
Diana deu uma volta pela rua de pedestres cheia de lojas, andou sem rumo olhando as vitrines de vários artigos. Preferiu evitar todos aqueles lugares que lembrassem o antigo emprego dela. Parou numa livraria e foi ali que fez as primeiras compras do dia. Ela sempre gostou de ler, era um dos hobbies favoritos quando não tinha trabalho. Mas fazia tempo que não comprava um livro bom, porque os preços tinham subido muito, e ela não estava em condições de gastar grana com mimos. Mas esses tempos tinham ficado pra trás, agora, como modelo pornô, ela tava ganhando dinheiro suficiente pra se dar uns pequenos luxos de vez em quando. Comprou três livros que achou interessantes, e preferiu as edições de capa dura, mesmo sendo mais caras. Voltou pra rua de pedestres e caminhou como se não tivesse prestando atenção nas pessoas ao redor; mas de vez em quando olhava de canto e deixava escapar um sorrisinho. Muitos homens e mulheres olhavam pra ela, alguns disfarçando, pra não serem pegos pelos parceiros; mas tinha outros que olhavam pra bunda dela com a maior cara de pau. Sabia que mais de uma dessas pessoas tava imaginando ela pelada; e se perguntou o que pensariam se soubessem que tinha fotos pornográficas dela na internet. Será que iam se jogar de cabeça pra procurar? Diana gostava de pensar que sim.
Ela já tinha se dado um gostinho, e como mãe não podia deixar de pensar no Julián. Ele também merecia se distrair um pouco, e além da fotografia, o filho dela tinha dois hobbies bem claros: maratonar séries e filmes, e jogar videogame. O primeiro hobby já estava garantido com a Netflix, e embora ele tivesse vários jogos de PlayStation, Diana imaginou que ele ia gostar de ter mais alguns. Não foi difícil encontrar uma loja que vendesse esse tipo de jogo. Mais de uma vez ela tinha passado por aquela mesma área com o Julián, e o garoto sempre parava na mesma loja, passando longos minutos olhando melancolicamente para a mesma vitrine. Uma vez, Diana quis dar uma surpresa pro Julián, comprando um jogo de PlayStation. Ela até se deu ao trabalho de fotografar a capa de todos os jogos que o garoto tinha, pra não comprar o mesmo duas vezes. Essa situação foi um duro golpe pra loira; o preço dos jogos era tão alto que ela achou que estavam tentando passar a perna nela. Pra piorar, o dono da loja fez umas insinuações meio estranhas sobre como ela poderia conseguir um desconto no preço. Mas nem que dessem oitenta por cento de desconto ela teria conseguido pagar.
Mas agora a situação era bem diferente. Ela tinha grana na conta e tava mais preparada. Os preços já não iam pegá-la tão de surpresa.
Entrou na loja e não se surpreendeu ao ver o mesmo cara que tinha atendido ela meses atrás. O sujeito pareceu reconhecê-la, ou talvez só tivesse ficado surpreso que uma loira gostosa daquelas entrasse no negócio dele. Diana gostava de pensar que um homem não esqueceria tão fácil uma mulher como ela.
—Boa tarde, em que posso ajudá-la? —perguntou o cara, com uma cortesia ensaiada.
Oi, tô procurando algum jogo de PlayStation 3.
— Cê curte jogar videogame? — a pergunta do cara veio com um sorriso tarado.
—Não —Diana riu—, eu não faço a menor ideia dessas coisas. É pro meu filho.
—Ah, tá… hmm… ali é a seção de brinquedos infantis —disse, apontando pra um dos painéis.
—Meu filho é um baita dum otário, já grandinho. Pode até me matar se eu levar um jogo "infantil" pra ele.
—Você tem um filho grande? Não consigo acreditar… você parece muito novinha…
—Obrigada —ela mostrou o melhor sorriso. Sabia que o vendedor só estava puxando o saco dela. Talvez ela fosse muito gostosa, mas dava pra ver que já tinha passado dos quarenta—. O problema é que não sei o que levar pra ele. Ele já tem um monte de jogo… fora outros que os amigos emprestaram. É meio complicado… quero que seja uma surpresa.
—E que tipo de jogos você curte?
O vendedor deu a volta no balcão e se aproximou de Diana, parou na frente dela cruzando os braços. A loira sacou que ele fez isso pra exibir o resultado óbvio da academia. Os bíceps do cara incharam dentro da camiseta branca de manga curta. A loira desviou o olhar, fingindo que não tinha notado o gesto; mas por dentro, algo começou a queimar. Fazia um tempão que ela se reprimia, se culpando pela época de putaria com o Tano. Mas agora era viúva, e posava pra fotos pornô… a vida seguia. E ela ainda podia se divertir um pouco.
Os olhos dela bateram num cartaz escrito "Promoção", em letras grandes. Era sobre a venda de um PlayStation 4.
—Interessou? —Perguntou o cara—. É uma oferta muito boa… e vem com quatro jogos de brinde.
—Não vou mentir pra você, meu filho morreria de felicidade se visse um Play 4, mas por mais que esteja em promoção, o preço parece impossível pra mim. —Ela tava fazendo as contas de cabeça. Dava pra pagar um ou dois jogos de PlayStation 3; mas o orçamento dela não tava em condições de comprar um console novo—. Prefiro dar uma olhada em algum jogo de Play 3… que não seja muito caro. Meu filho curte os jogos do Batman… mas já tem uns dois...
—Sendo honesto, o preço da oferta pode variar.
Os sentidos femininos de Diana se ligaram no alerta. Essa frase lembrou muito algo que o mesmo cara disse pra ela, tempos atrás.
—E como elas poderiam variar?
—Mmm… não vou negar, você me deixou impactado desde o primeiro momento em que pisou no local. Você é uma gostosa.
—Valeu —o sorriso dela foi genuíno.
—Posso te fazer um bom desconto se você aceitar tomar um cafezinho comigo.
—Ah, bem direto o seu jeito…
—É só um café…
—Sim, claro… e eu chupo meu dedo. Eu sei muito bem quais intenções têm por trás desse “cafezinho”.
—Só queria te conhecer um pouco melhor… tem algo de errado nisso?
Não, mas já sou grande demais pra vir com historinhas. Prefiro que os homens sejam diretos.
—Quão diretos?
— Sei lá… o máximo que puder. Não tô dizendo que vou recusar… —deu uma pausinha, os olhos do vendedor brilharam—. Mas prefiro que você me fale logo. O que eu posso fazer pra conseguir uma oferta melhor?
O coração da Diana começou a bater forte. Ela tava se metendo num jogo perigoso, e ao mesmo tempo fascinante.
—Então quer que eu seja direto? Beleza… sou direto. Se você chupar minha pica, te dou um desconto de cinquenta por cento. Gostou?
—Pois é… e era só um cafezinho. Bom, pelo menos você tá sendo honesto. Não gosto que me venham com conversa fiada. Além disso… também não é como se você tivesse me pedindo algo que eu já não tenha feito antes.
Essas declarações deixaram o vendedor ainda mais corajoso.
—Você deve ser uma head master muito boa.
—Talvez…
—Me diz, loira… já comeu muita pica na sua vida? Com essa beleza toda… deve ter passado a vida de joelhos, chupando rola…
—Não foram tantas quanto eu gostaria — ela notou que o volume do vendedor começou a crescer.
—Se quiser mais, aqui tem uma boa… —disse ele, se apalpando a piroca—. E você faria por uma boa causa… cinquenta por cento dessa oferta… e eu tô te dando um PlayStation 4 praticamente de graça.
—Mas… você vai respeitar a oferta?
—E aí, vai me chupar a pica?
Ela olhou pra todo lado, como se procurasse curiosos. O lugar tava vazio; mas dava pra ver um monte de gente indo e vindo pela rua de pedestres.
—Tem algum lugar onde ninguém nos veja? —Perguntou a loira, com um sorriso safado.
O cara ficou de boca aberta, as fanfarras dele eram mais pra se esquentar, podendo falar umas putarias pra aquela loira; mas ele nunca imaginou que ela realmente toparia. Quando se tocou, apontou com o polegar pra trás.
—Tenho um quartinho lá no fundo... onde você vai chupar ela todinha.
—Então… vamos —o sorriso dele ficou ainda mais carregado de luxúria.
Juntos foram andando até o quarto, que era mais um depósito cheio de caixas. O cara não perdeu tempo, não queria que a loira se arrependesse. Abriu a calça e liberou a piroca grossa dele.
—Ah… pelo menos vou comer bem.
—Eu te falei que você ia levar uma boa... putas como você me deixam louco.
—E eu fico louca com pica grossa e cheia de veia.
Diana se ajoelhou na hora, ela entendia perfeitamente as regras do jogo. Eram dois estranhos, deixando suas perversões saírem, com a mera desculpa de conseguir um desconto. A situação tava deixando ela louca de prazer. Ela olhou praquela pica, com desejo, e enfiou na boca, sem nenhum tipo de preâmbulo.
Começou a chupar, como se já tivesse feito aquilo várias vezes com aquele cara, como se se conhecessem há uma vida inteira. A cabeça dela começou a se mover freneticamente, e o pau ficou totalmente duro com o contato da sua língua ousada.
O cara tava no paraíso, não acreditava que uma loira daquelas tava chupando a pica dele daquele jeito. Se sentia um vencedor, sentia que nada podia pará-lo. Pra piorar, a putinha tava chupando melhor que as putas que ele costumava contratar. Dava pra ver que a loira tinha paixão por pica. Devorava com todo gosto, e engolia inteira. Não parava de masturbar ele e ainda tirava um tempo pra lamber os ovo dele.
—Ah… mas que boa head master que você é, loira chupa pica… Dá pra ver que você adora cock, puta!
Diana deveria ter se sentido ofendida com esses comentários, mas nela estavam causando o efeito contrário. Ela ficava com muito tesão quando o cara falava umas barbaridades daquelas, e caprichou ainda mais na chupada.
—Vou encher tua cara de porra, puta…
—Já vai gozar? Tão rápido? —Perguntou ela, sem parar de masturbar ele.
—Com você é impossível aguentar mais…
—Que pena… tava adorando tanto…
—Ah, mas que puta que... ss... você é!
Os jatos de porra começaram a espirrar direto na cara da loira. Ela recebeu tudo com alegria e não desviou uma vez sequer. Tava acostumada a ver gozadas como as do Tano, do Lautaro… ou do próprio filho dela. Essa não foi tão abundante, e isso decepcionou ela um pouco.
Ela se levantou, com a cara toda melada de porra, sorriu e disse:
—Agora quero meu PlayStation.
—S… sim… você vai ter. Sou um homem de palavra.
Da bolsa dela, ela tirou um pacote de lenços descartáveis e começou a limpar o rosto. Teve que usar três pra ficar completamente limpa.
Depois voltaram pra frente do local e ela tirou a carteira dela pra pagar.
—Se você me der seu telefone —disse o cara—, eu deixo ela por vinte e cinco por cento… um presente.
—Mm… parece tentador. Mas não, obrigada. Você tem uma piroca boa, mas aguenta pouco. Prefiro homens que me deixem aproveitar um pouco mais.
Isso foi um duro golpe no orgulho do vendedor; mas ele não soube o que dizer em sua defesa. Só se limitou a mudar a oferta.
—E aí, tem foto? Me mostra essas tetas… e eu tiro uma foto sua… ou da bunda.
—Você quer ver fotos pornô minhas?
—É isso aí… se me der umas, te deixo o Play a vinte e cinco por cento.
—Isso dá pra resolver, é bem mais fácil. —Diana pegou um papelzinho que tava em cima do balcão e uma caneta. Anotou ali o endereço do site onde as fotos dela eram publicadas—. Entra aí… vai ter uma surpresa gostosa.
O cara não perdeu tempo. Pegou o teclado do computador e digitou o endereço. Na tela apareceu uma foto da mesma loira, de peitos de fora.
—Caralho! Você é atriz pornô?
—Algo assim…
—A puta mãe! Essa eu não vi chegando… Mas que pedaço de peitos! Você é muito gostosa. Me diz que tem fotos da bunda… e da buceta…
—Tem de tudo… pode até ter algum vídeo… Mas esse conteúdo vai te custar mais caro.
—Preciso abaixar mais a sua Play?
Não, tem que pagar no site. Não conheço outro jeito.
—Já entendi… mas se for por você, pago com prazer.
—Valeu…
—E aqui diz que, das MILF, você é a mais procurada do site…
—Essa é minha maior honra.
—Com essa beleza toda, loira, não me surpreende nem um pouco.
—Valeu… agora sim… cobra aí que eu vou levar meu PlayStation.
—A questão do número de telefone não é negociável?
—Não, desculpa. Mas pra mim a transação termina aqui.
—Tá bom, tá bom —o vendedor pegou a grana e guardou a caixa do PlayStation numa sacola—. Olha, pra tu ver que eu tô de boa fé, ainda te dou isso de brinde. É o jogo do Batman pra PlayStation 4… tu falou que teu filho curtia.
—Muito obrigado, esse é um gesto legal.
—Só me promete que quando quiser dar outro jogo pro seu filho, você vai vir comprar aqui.
—Com as ofertas boas que você faz, pode nem duvidar.
Ela saiu da loja, rebolando gostoso, carregando as sacolas das compras. O vendedor não conseguiu tirar os olhos daquele pêssego empinado, até perder ela de vista.
Diana se sentia uma deusa do sexo. Tava feliz da vida com ela mesma. Podia até se sentir culpada por ter usado um favor sexual em troca de um desconto, mas aquilo não passou de uma brincadeira. Ela tava morrendo de vontade de viver experiências assim. Coisas que pudesse lembrar nas noites de punheta. Além disso, agora era modelo de fotos pornô. Qual era o problema de tirar uma vantagenzinha disso? O cara tinha levado um puta susto gostoso ao descobrir o tipo de conteúdo que ela fazia. Era o corpo dela, e ela tinha todo direito do mundo de usar a própria beleza a seu favor... especialmente depois de terem negado isso a ela por anos. Agora era livre, e livre queria continuar sendo.
—3—
Diana voltou pra casa e a primeira coisa que fez foi gritar pelo Julián.
—Mãe… tô aqui… aconteceu alguma coisa?
O garoto perguntou, estava meio molhado e enrolado numa toalha.
—Ah, tava indo tomar banho… não queria te atrapalhar.
—É que pensei que tinha acontecido algo ruim.
—Malo? Não, de jeito nenhum. Pelo contrário… algo muito bom. Tenho uma surpresa pra você.
Ela apontou pra bolsa grande que tinha deixado em cima da mesa.
—Isso é pra mim?
—Sim, abre… sei que você vai gostar. Impossível não gostar.
Julián se jogou na sacola e, mal tinha liberado metade do conteúdo, já sabia do que se tratava. As palavras "PlayStation 4" brilharam diante dos olhos dele como se tivesse descoberto o Santo Graal.
—Não! —Ela exclamou.
—Sim —disse ela.
—Nãooo!
—Tô falando, seu idiota... é de verdade! Não é brincadeira nenhuma.
—Sério? É de verdade?
—Sempre falei que videogame atrofia o cérebro da gente; mas não pensei que ia ser antes de tirar eles da caixa.
—Valeu, mãe!
A toalha caiu no chão quando Julián abraçou a Diana. Ela retribuiu o abraço com alegria. A reação do filho dela tinha sido muito melhor do que ela esperava, e isso a deixava muito feliz.
—Espero que você curta… e também tem um jogo do Batman…
—Uau! Sério? Você é a melhor mãe do mundo!
—Eu sei…
—E não me importa que você seja egocêntrica, eu te quero do mesmo jeito.
—E eu não tô nem aí se você esfrega o pau desse jeito em mim, eu te quero do mesmo jeito.
—Desculpa, é que…
Nada… não precisa se desculpar. Já te vi pelada tantas vezes…
—Te prometo que vou aproveitar ela.
—Antes eu tinha que te implorar pra dar uma pausa nesses videogames.
—Desculpa… vou tentar não abusar tanto deles…
—Não, para… o que quero dizer é que você já é adulto. É dono da sua vida. Pode fazer o que quiser. Além disso, é responsável e tem um emprego. E seu trabalho não depende de horário. Então, se quiser passar um dia inteiro jogando, é problema seu. Não vou encher o saco.
—Valeu… porque agora que eu tô com o videogame novo…
—É, já sei… não vou ver sua cara por uns dois dias. Mas fazer o quê, aproveita ela… e cuida bem.
—Vou fazer isso. Valeu. Muito obrigado.
—Ah, e quando quiser algum jogo novo, me avisa que eu compro pra você. Sei onde pegar umas ofertas boas.
—4—
Três dias depois, Juliano saiu do quarto, depois de passar horas testando o novo videogame. Tinha cinco jogos, que não era nem uma fração dos que ele tinha pro PlayStation 3. Mas os cinco pareciam fodas pra caralho, e ele sabia que ia passar horas e horas jogando.
Encontrou a mãe na cozinha, ela tava usando uma camiseta velha, que cobria até a metade da bunda. Quando a loira se abaixou pra pegar alguma coisa no armário embaixo da pia, deixou bem claro que não tava de calcinha. Os lábios da buceta se desenharam, feito um sorriso vertical.
Julián, por estar com as mãos ocupadas no videogame, não tinha batido uma nos últimos três dias… e ao ver a mãe daquele jeito, todos os hormônios dele foram pro espaço.
Decidido, se livrou de toda a roupa e se deliciou com a vista enquanto balançava o pau longo e mole. O membro não demorou a ficar completamente duro. Julián se aproximou da mãe bem na hora em que ela se levantava, com uma tigela na mão. Ele a agarrou por trás, segurando firme os peitos dela.
—Apa! —exclamou Diana, surpresa—. Cê ainda tá vivo? Faz dias que não sei nada de você. O que cê tá fazendo fora do seu quar…? Ei! O quê…?
Ela se assustou ainda mais quando sentiu uma glande inchada contra seus lábios vaginais suculentos. Parecia que o filho dela tinha encaixado a pica com a clara intenção de penetrá-la; mas não fez isso. Fazendo um pouco de pressão nas costas da mãe, Julián conseguiu que ela se inclinasse para a frente, levantando mais a raba. A ponta da pica se aproximou mais da buceta, e ela se abriu lentamente. Ele sentiu como ficava mais dura, com o contato com o calor da boceta da mãe.
—Ai, como tá esse pau! —Exclamou a loira. Instintivamente, ela se esfregou contra o membro, flexionando levemente os joelhos, para depois tensioná-los. A glande percorreu todo o comprimento da sua buceta, uma e outra vez.
Julián segurou firme o próprio pau, tomando cuidado para não apontar pro buraco da buceta. Sabia que uma penetrada, mesmo que acidental, poderia deixar a mãe dele puta. Mesmo assim, dava pra curtir o calor e a umidade daquela xota.
Diana sabia perfeitamente o que estava rolando. Depois do que fez com o filho dela uns dias atrás, tinha certeza de que algo assim ia acontecer logo. Mas não imaginava que o tesão ia subir tão rápido. Sentir aquela pica dura roçando na buceta dela foi tipo uma injeção de adrenalina. Ela lambeu os lábios, se preparando pro que ia rolar inevitavelmente.
—Posso deixar a câmera pronta rapidinho —disse Julián, sem parar de se aproximar dela—. Me avisa quando estiver pronta pras fotos.
—É desse jeito que você me prepara pra sessão?
—É isso aí… é meio bruto; mas imaginei que seria eficaz.
—É muito eficaz. Você já sabe o quanto nos favorece eu estar bem tesuda durante a sessão.
—Sim, claro… esse é o esforço que eu faço, pra conseguir resultados melhores —as mãos de Julián apertaram os peitões da mãe dele.
—E algo me diz que antes de tirar as fotos, vou ter que engolir uma bela pica...
—Pode ser…
—Ufa! As coisas que tenho que fazer pra manter o emprego!
Diana virou de lado e se ajoelhou na frente do filho, o pau se aproximou do rosto dela, e ela olhou pra ele de baixo, como se fosse o mastro de um navio.
—Se eu tenho que chupar, vou chupar. Enfia tudo na minha boca…
Julián mal se mexeu, foi Diana quem, com esforço, conseguiu engolir quase todo aquele pauzão. Tragou o máximo que pôde e ficou imóvel, por uns segundos, de olhos fechados. Aproveitou aquele tempo pra curtir a rigidez masculina que o filho dela tava dando... e era o fato de ser a rola do Julián que fazia a libido dela ferver toda por dentro.
Da última vez, ela chupou ele por puro tesão, e a culpa bateu mais de uma vez; mas agora ela se sentia mais à vontade, afinal de contas, tava rolando porque era bom pro trabalho dela. Era inegável que a qualidade das fotos melhorava pra caralho quando a Diana se entregava de verdade ao personagem. E pra conseguir isso, ela tinha que tar muito excitada.
Ela tirou toda a rola da boca, e longos fios de saliva se formaram no canto dos lábios. Usou eles pra lubrificar a ponta do pau e depois engoliu de novo. Mas agora não ficou parada, começou aquele vai e vem da cabeça, que ela tanto curtia, se é que tinha uma boa rola pra chupar… e com certeza tinha.
Ela recomeçou o boquete e manteve um movimento frenético de cabeça por alguns segundos. Depois, levantou-se de novo e deixou o filho continuar se esfregando nela daquele jeito tão sem-vergonha.
Julián agarrou aqueles peitões de novo, e nem precisou se preocupar em apontar a pica pra buceta. Foi a própria buceta que encaixou a cabeça entre os lábios vaginais e começou a se esfregar, igual uma gata no cio. Às vezes a ponta da pica ameaçava entrar no buraco da buceta, e esse risco a deixava louca. Depois de curtir isso por uns segundos, ela disse:
—Já tô pronta pras fotos, traz a câmera.
Daquele momento espontâneo surgiram algumas das melhores fotos que Julián já tirou. A atitude da mãe dele era totalmente convincente. Ela não parecia uma atriz pornô, mas sim uma verdadeira mulher sedenta de sexo. Aquele brilho libidinoso nos olhos dela era impossível de fingir. Ela posou pra câmera em quantas posições conseguiu, abriu a buceta e deixou o filho tirar close-ups dela.
Diana não teve problema nenhum em enfiar a pica de volta na boca. Quando o filho ofereceu, ela engoliu com toda naturalidade, e mesmo estando tirando fotos, chupou como se estivessem gravando um vídeo.
Ela chupou tanto que o Julián não aguentou mais, e acabou banhando a própria mãe de porra. Ela, com um sorrisão, emoldurado por grossas linhas de leite branco, posou pra câmera. O Julián demorou um pouco pra se recompor, mas se esforçou pra capturar umas fotos boas daquela deusa do sexo. Ele mal podia acreditar que aquela era a mesma mãe que sempre viveu na casa dele. Aquela mulher era a encarnação pura do tesão.
Julián conseguia entender perfeitamente por que a mãe dele tinha se tornado a MILF mais desejada da web alemã.
Continua no próximo post:A MILF mais Gostosa[12]- Parte 2[/12]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Aqui estão todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias:
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Capítulo 12.
—1—
Já fazia três dias desde que Julián e Diana gravaram o vídeo de sexo oral. O material já tinha sido enviado pra empresa alemã, e o resto do pagamento não demoraria pra chegar. O garoto contou pra mãe dele que a empresa tinha ficado mais do que satisfeita com a qualidade do vídeo, e não se importaram nem um pouco que ele tivesse durado menos minutos do que o combinado.
Durante esses três dias, eles levaram uma vida normal de mãe e filho, como se ambos tivessem feito um acordo tácito de não abusar demais das novas liberdades que teriam daí em diante. No entanto, cada um desses dias corroía Julián de ansiedade. Ele se esforçava ao máximo para se segurar, mas sua mãe era uma mulher gostosa demais, e só de vê-la (mesmo vestida) já o provocava. Não ajudava em nada ele ter à disposição uma porrada de fotos pornô explícitas onde sua mãe era o centro das atenções. Em cada um desses dias, ele bateu pelo menos três punhetas. Inclusive, ele olhou mais de uma vez todas as fotos da sessão da Diana com o Lautaro. Aquele homem já não o deixava com ciúmes, porque tinha ficado de fora do jogo. Além disso, ele achava fascinante ver a própria mãe sendo penetrada por uma piroca enorme.
No quarto dia, teve um momento em que a Diana e o Julián deixaram de lado os papéis típicos que uma mãe e um filho deveriam cumprir. Aconteceu durante a tarde, enquanto o Julián se masturbava no quarto dele, olhando as fotos pornô da mãe. A Diana bateu na porta, porque já não entrava sem avisar, e o filho deu permissão pra ela entrar.
A loira se assustou ao ver ele com a pica na mão, batendo uma com toda liberdade. Quase saiu, como se tivesse cometido um erro, mas se ele deixou ela entrar é porque não se importava que a mãe dele visse ele se masturbando.
—Vim perguntar o que você quer comer — perguntou a loira—. Não tô afim de cozinhar, e pensei que a gente podia pedir comida.
—Qualquer coisa tá bom —respondeu o garoto, sem parar de bater uma—. Umas pizzas não seria uma má opção.
—Pode ser…
Diana observou, como se estivesse num transe hipnótico, o jeito que o filho dela se masturbava. Aquela pica grande começou a fazer efeito nela na mesma hora. Ela lembrou do seu antigo amante, o Tano, e das horas maravilhosas que passou montada na pica dele, ou chupando ela. Pra ela também os últimos dias tinham sido um martírio. Agora que a cabeça dela sabia que a pica do filho tava disponível pra um boquete, não conseguia parar de pensar nisso. Sem conseguir resistir mais à tentação, falou:
—Quer que eu chupe sua buceta? —Falou com uma calma aparente; mas por dentro tudo fervia e o coração batia tão forte que teve medo de que isso lhe causasse algum dano.
—O quê? —Julian ficou petrificado—. Tá falando sério?
—Por acaso não te falei que tava disposta a fazer isso?
—É… hum… sim; mas não achei que…
—Falei sério… não me incomoda. É só enfiar a pica na minha boca por um tempinho… não tem nada de errado, tem?
—Não sei…
—Já te falei, isso é só um favor que tô te fazendo, por tudo que você trabalha. Às vezes eu acho que só tenho que posar um pouquinho e você tem que passar horas editando e corrigindo as fotos.
—Pode ser, mas eu gosto de fazer isso…
—E também fica duro quando você trabalha com isso. Acho que o mínimo que posso fazer é chupar um pouco essa pica. —Ela se ajoelhou na frente dele—. Posso ser sua mãe, mas também sou uma boa head master. Seria um desperdício não aproveitar meu talento. —Ela piscou um olho pro filho enquanto segurava a pica dele com as duas mãos. Aproximou a boca e deu uma chupada na cabeça, depois começou a passar a língua pra umedecer—. Acho que não são muitas mães que fazem boquete pros filhos; mas você e eu temos uma relação de trabalho bem peculiar. Somos parceiros, eu chuparia a pica do meu parceiro.
Enfiou a glande na boca dela, e com toda a sensualidade, passou a língua em volta. Julián ainda tentava processar todas as emoções da primeira vez que a mãe dele chupou o pau dele; e agora teria que passar por aquele momento de novo, e sem nenhum pretexto de vídeos ou fotos no meio. Aquilo era um boquete, de verdade. Sem outra intenção senão fazê-lo gozar.
Pela mente de Diana também passavam pensamentos parecidos. Ela sabia muito bem que estava dando um passo importante na relação com o filho, e que sem dúvida isso marcaria a vida deles. Mas era impossível saber como isso os afetaria daqui a muitos anos. Decidiu não pensar nisso e se concentrou no momento. Ela estava prestes a chupar a pica do próprio filho, e isso a fez se sentir uma mãe de merda. No entanto, também fez a temperatura dela subir a níveis nunca antes vistos. Depois de tantas sessões de fotos pornô, Diana não podia negar que começou a sentir um tesão doentio na fantasia de dar um boquete bem gostoso no próprio filho. Ser a mãe head master… cometer um ato de incesto… pelo menos uma vez.
Sim, talvez depois de fazer uma vez, já deixaria de chamar a atenção dela. Além disso, ela tinha prometido ao filho, e não ia deixar uma promessa sem cumprir. Muita gente comete atos horríveis na vida e segue em frente. Por que ela não podia se dar ao luxo de fazer pelo menos uma vez? Por pura curiosidade.
Enquanto engolia a pica do filho, pensou que, com certeza, no mundo existiam muitas mães que já tinham feito coisas sexuais muito mais explícitas com os próprios filhos. Um boquete não parecia algo tão grave pra ela. Afinal, ela já tinha dado muita mamada na vida. Inclusive, enquanto foi casada, chupou homens que não eram o marido. Já naquela época, Diana se convenceu de que enfiar uma pica na boca por um tempo não era um crime horrível. Era só uma ajudinha pra aquele homem que tava com vontade de gozar… e ela adorava ajudar eles com a boca.
A mamada já tinha começado, e ela não ia parar. A pica entrava e saía da boca dela, com a mesma naturalidade com que tinha chupado o Tano tantas vezes. A Diana até se esforçava pra achar as áreas mais sensíveis e dar uns chupões bem intensos.
Já que tô comendo ela, vou aproveitar", pensou. Levou uma mão até a virilha e começou a se masturbar. Tinha a buceta toda molhada.
—A propósito —disse ela, parando—. Se isso te parecer muito estranho, pensa que a gente faz como um exercício. Pra você aguentar mais tempo sem gozar. Assim, na próxima vez, a gente pode gravar um vídeo mais longo.
—Tá bom.
Diana sabia que tinha dito aquelas palavras mais pra se convencer do que qualquer outra coisa. Agora se sentia um pouco melhor, pelo menos tinha um motivo minimamente racional. Bom, racional dentro dos parâmetros que vinham rolando ultimamente; porque ali estava ela, de joelhos, com a pica do filho na boca.
Sabendo que Julián levaria aquilo como um exercício de resistência, ela se esforçou ao máximo. Não deu trégua pra ele. Chupou ele com uma maestria selvagem, como se ele fosse o melhor amante dela e ela quisesse convencê-lo de que era a melhor naquilo. Chupou as bolas dele, passou a língua por todo o pau, uma vez e outra. Enfiou ele na boca e balançou a cabeça, sentindo a rola até o fundo da garganta. Algo que tinha aprendido a dominar graças ao Tano.
Os bufos de Julián não demoraram a chegar e Diana ficou um pouco desiludida, porque sabia que o filho já estava perto de gozar. Mas isso não ia impedir ela de aproveitar o que viria a seguir.
Ela tirou o pau da boca para deixar o primeiro jato de porra subir no ar e cair espalhando por toda a cara dela. Diana bateu uma para o filho e a porra continuou jorrando, em golfadas. Ela balançava a cabeça devagar, com um sorriso nos lábios, curtindo aquela chuva de porra. Como sempre, quis provar um pouco. Deixou que as últimas descargas fossem direto pra dentro da boca dela, e engoliu. Já não achava tão estranho engolir a porra do próprio filho. Isso deu um pouco de medo nela, não queria que isso virasse um hábito. Na verdade, devia ser um pequeno privilégio que eles se dariam de vez em quando.
—Espera, não se mexe —disse Julián, quando ela quase se levantou.
O garoto pegou a câmera e fotografou a mãe dele. Diana sabia que essas fotos iam acabar virando parte de algum pack, e tudo bem; mas o que mais dava tesão nela era pensar que o Julián tirou elas pra ter uma boa lembrança desse momento. Diana agarrou a rola e enfiou na boca de novo, e olhou pra câmera que continuava fotografando ela. Ela também queria ter umas boas lembranças.
O resto do dia passou normal; mas na cabeça da Diana não parava de passar a lembrança da pica do filho dela, e a buceta dela ficava molhada toda vez que imaginava chupando ela. Umas horas depois, ela pediu pro Julián baixar no celular dele as últimas fotos que ele tirou. Depois, a loira se trancou no quarto e passou o final do dia se masturbando com força enquanto olhava as imagens que mostravam que ela já fazia parte do clube das mães que tinham chupado a pica do próprio filho.
—2—
Depois da tentativa fracassada de conquistar o Lautaro, a Diana não tinha saído de casa de novo. Mas tava convencida de que não podia deixar aquele tropeço acabar com a vontade dela de viver e de se divertir. Vestiu um vestido esportivo preto bem sensual, que abraçava todas as curvas dela. Não tinha decote, mas os peitões dela apareciam como se o vestido tivesse pintado em cima deles. Como não tava usando sutiã, os biquinhos marcavam um pouco. Em outra época, isso teria deixado ela inibida; mas agora, pouco se importava. Queria se sentir livre, e pra ela, naquele momento, liberdade era sair na rua marcando os bicos dos peitos.
Nunca foi muito fã de comprar roupa ou perfume, já que tinha trabalhado mais de uma vez nessa área e nunca foi feliz fazendo isso. Toda vez que entrava numa boutique ou numa loja de roupa feminina, lembrava dos maus bocados que passou como vendedora. A solução veio graças ao Julián: era mais fácil comprar tudo que precisava pela internet, e de vez em quando dava pra fazer um esforço e comprar alguma coisa numa loja.
A loira saiu sem rumo, pegou um táxi e foi pro centro; deixou o taxista se deliciar olhando as pernas dela. Mas o vestido era tão curto que, se ela descuidasse ao sentar, acabava mostrando a fio-dental apertada, também preta. Num momento, teve que falar pro cara que, se ele não prestasse mais atenção na rua, iam bater. O taxista ficou tão envergonhado que não olhou mais no retrovisor pelo resto da viagem.
Diana deu uma volta pela rua de pedestres cheia de lojas, andou sem rumo olhando as vitrines de vários artigos. Preferiu evitar todos aqueles lugares que lembrassem o antigo emprego dela. Parou numa livraria e foi ali que fez as primeiras compras do dia. Ela sempre gostou de ler, era um dos hobbies favoritos quando não tinha trabalho. Mas fazia tempo que não comprava um livro bom, porque os preços tinham subido muito, e ela não estava em condições de gastar grana com mimos. Mas esses tempos tinham ficado pra trás, agora, como modelo pornô, ela tava ganhando dinheiro suficiente pra se dar uns pequenos luxos de vez em quando. Comprou três livros que achou interessantes, e preferiu as edições de capa dura, mesmo sendo mais caras. Voltou pra rua de pedestres e caminhou como se não tivesse prestando atenção nas pessoas ao redor; mas de vez em quando olhava de canto e deixava escapar um sorrisinho. Muitos homens e mulheres olhavam pra ela, alguns disfarçando, pra não serem pegos pelos parceiros; mas tinha outros que olhavam pra bunda dela com a maior cara de pau. Sabia que mais de uma dessas pessoas tava imaginando ela pelada; e se perguntou o que pensariam se soubessem que tinha fotos pornográficas dela na internet. Será que iam se jogar de cabeça pra procurar? Diana gostava de pensar que sim.
Ela já tinha se dado um gostinho, e como mãe não podia deixar de pensar no Julián. Ele também merecia se distrair um pouco, e além da fotografia, o filho dela tinha dois hobbies bem claros: maratonar séries e filmes, e jogar videogame. O primeiro hobby já estava garantido com a Netflix, e embora ele tivesse vários jogos de PlayStation, Diana imaginou que ele ia gostar de ter mais alguns. Não foi difícil encontrar uma loja que vendesse esse tipo de jogo. Mais de uma vez ela tinha passado por aquela mesma área com o Julián, e o garoto sempre parava na mesma loja, passando longos minutos olhando melancolicamente para a mesma vitrine. Uma vez, Diana quis dar uma surpresa pro Julián, comprando um jogo de PlayStation. Ela até se deu ao trabalho de fotografar a capa de todos os jogos que o garoto tinha, pra não comprar o mesmo duas vezes. Essa situação foi um duro golpe pra loira; o preço dos jogos era tão alto que ela achou que estavam tentando passar a perna nela. Pra piorar, o dono da loja fez umas insinuações meio estranhas sobre como ela poderia conseguir um desconto no preço. Mas nem que dessem oitenta por cento de desconto ela teria conseguido pagar.
Mas agora a situação era bem diferente. Ela tinha grana na conta e tava mais preparada. Os preços já não iam pegá-la tão de surpresa.
Entrou na loja e não se surpreendeu ao ver o mesmo cara que tinha atendido ela meses atrás. O sujeito pareceu reconhecê-la, ou talvez só tivesse ficado surpreso que uma loira gostosa daquelas entrasse no negócio dele. Diana gostava de pensar que um homem não esqueceria tão fácil uma mulher como ela.
—Boa tarde, em que posso ajudá-la? —perguntou o cara, com uma cortesia ensaiada.
Oi, tô procurando algum jogo de PlayStation 3.
— Cê curte jogar videogame? — a pergunta do cara veio com um sorriso tarado.
—Não —Diana riu—, eu não faço a menor ideia dessas coisas. É pro meu filho.
—Ah, tá… hmm… ali é a seção de brinquedos infantis —disse, apontando pra um dos painéis.
—Meu filho é um baita dum otário, já grandinho. Pode até me matar se eu levar um jogo "infantil" pra ele.
—Você tem um filho grande? Não consigo acreditar… você parece muito novinha…
—Obrigada —ela mostrou o melhor sorriso. Sabia que o vendedor só estava puxando o saco dela. Talvez ela fosse muito gostosa, mas dava pra ver que já tinha passado dos quarenta—. O problema é que não sei o que levar pra ele. Ele já tem um monte de jogo… fora outros que os amigos emprestaram. É meio complicado… quero que seja uma surpresa.
—E que tipo de jogos você curte?
O vendedor deu a volta no balcão e se aproximou de Diana, parou na frente dela cruzando os braços. A loira sacou que ele fez isso pra exibir o resultado óbvio da academia. Os bíceps do cara incharam dentro da camiseta branca de manga curta. A loira desviou o olhar, fingindo que não tinha notado o gesto; mas por dentro, algo começou a queimar. Fazia um tempão que ela se reprimia, se culpando pela época de putaria com o Tano. Mas agora era viúva, e posava pra fotos pornô… a vida seguia. E ela ainda podia se divertir um pouco.
Os olhos dela bateram num cartaz escrito "Promoção", em letras grandes. Era sobre a venda de um PlayStation 4.
—Interessou? —Perguntou o cara—. É uma oferta muito boa… e vem com quatro jogos de brinde.
—Não vou mentir pra você, meu filho morreria de felicidade se visse um Play 4, mas por mais que esteja em promoção, o preço parece impossível pra mim. —Ela tava fazendo as contas de cabeça. Dava pra pagar um ou dois jogos de PlayStation 3; mas o orçamento dela não tava em condições de comprar um console novo—. Prefiro dar uma olhada em algum jogo de Play 3… que não seja muito caro. Meu filho curte os jogos do Batman… mas já tem uns dois...
—Sendo honesto, o preço da oferta pode variar.
Os sentidos femininos de Diana se ligaram no alerta. Essa frase lembrou muito algo que o mesmo cara disse pra ela, tempos atrás.
—E como elas poderiam variar?
—Mmm… não vou negar, você me deixou impactado desde o primeiro momento em que pisou no local. Você é uma gostosa.
—Valeu —o sorriso dela foi genuíno.
—Posso te fazer um bom desconto se você aceitar tomar um cafezinho comigo.
—Ah, bem direto o seu jeito…
—É só um café…
—Sim, claro… e eu chupo meu dedo. Eu sei muito bem quais intenções têm por trás desse “cafezinho”.
—Só queria te conhecer um pouco melhor… tem algo de errado nisso?
Não, mas já sou grande demais pra vir com historinhas. Prefiro que os homens sejam diretos.
—Quão diretos?
— Sei lá… o máximo que puder. Não tô dizendo que vou recusar… —deu uma pausinha, os olhos do vendedor brilharam—. Mas prefiro que você me fale logo. O que eu posso fazer pra conseguir uma oferta melhor?
O coração da Diana começou a bater forte. Ela tava se metendo num jogo perigoso, e ao mesmo tempo fascinante.
—Então quer que eu seja direto? Beleza… sou direto. Se você chupar minha pica, te dou um desconto de cinquenta por cento. Gostou?
—Pois é… e era só um cafezinho. Bom, pelo menos você tá sendo honesto. Não gosto que me venham com conversa fiada. Além disso… também não é como se você tivesse me pedindo algo que eu já não tenha feito antes.
Essas declarações deixaram o vendedor ainda mais corajoso.
—Você deve ser uma head master muito boa.
—Talvez…
—Me diz, loira… já comeu muita pica na sua vida? Com essa beleza toda… deve ter passado a vida de joelhos, chupando rola…
—Não foram tantas quanto eu gostaria — ela notou que o volume do vendedor começou a crescer.
—Se quiser mais, aqui tem uma boa… —disse ele, se apalpando a piroca—. E você faria por uma boa causa… cinquenta por cento dessa oferta… e eu tô te dando um PlayStation 4 praticamente de graça.
—Mas… você vai respeitar a oferta?
—E aí, vai me chupar a pica?
Ela olhou pra todo lado, como se procurasse curiosos. O lugar tava vazio; mas dava pra ver um monte de gente indo e vindo pela rua de pedestres.
—Tem algum lugar onde ninguém nos veja? —Perguntou a loira, com um sorriso safado.
O cara ficou de boca aberta, as fanfarras dele eram mais pra se esquentar, podendo falar umas putarias pra aquela loira; mas ele nunca imaginou que ela realmente toparia. Quando se tocou, apontou com o polegar pra trás.
—Tenho um quartinho lá no fundo... onde você vai chupar ela todinha.
—Então… vamos —o sorriso dele ficou ainda mais carregado de luxúria.
Juntos foram andando até o quarto, que era mais um depósito cheio de caixas. O cara não perdeu tempo, não queria que a loira se arrependesse. Abriu a calça e liberou a piroca grossa dele.
—Ah… pelo menos vou comer bem.
—Eu te falei que você ia levar uma boa... putas como você me deixam louco.
—E eu fico louca com pica grossa e cheia de veia.
Diana se ajoelhou na hora, ela entendia perfeitamente as regras do jogo. Eram dois estranhos, deixando suas perversões saírem, com a mera desculpa de conseguir um desconto. A situação tava deixando ela louca de prazer. Ela olhou praquela pica, com desejo, e enfiou na boca, sem nenhum tipo de preâmbulo.
Começou a chupar, como se já tivesse feito aquilo várias vezes com aquele cara, como se se conhecessem há uma vida inteira. A cabeça dela começou a se mover freneticamente, e o pau ficou totalmente duro com o contato da sua língua ousada.
O cara tava no paraíso, não acreditava que uma loira daquelas tava chupando a pica dele daquele jeito. Se sentia um vencedor, sentia que nada podia pará-lo. Pra piorar, a putinha tava chupando melhor que as putas que ele costumava contratar. Dava pra ver que a loira tinha paixão por pica. Devorava com todo gosto, e engolia inteira. Não parava de masturbar ele e ainda tirava um tempo pra lamber os ovo dele.
—Ah… mas que boa head master que você é, loira chupa pica… Dá pra ver que você adora cock, puta!
Diana deveria ter se sentido ofendida com esses comentários, mas nela estavam causando o efeito contrário. Ela ficava com muito tesão quando o cara falava umas barbaridades daquelas, e caprichou ainda mais na chupada.
—Vou encher tua cara de porra, puta…
—Já vai gozar? Tão rápido? —Perguntou ela, sem parar de masturbar ele.
—Com você é impossível aguentar mais…
—Que pena… tava adorando tanto…
—Ah, mas que puta que... ss... você é!
Os jatos de porra começaram a espirrar direto na cara da loira. Ela recebeu tudo com alegria e não desviou uma vez sequer. Tava acostumada a ver gozadas como as do Tano, do Lautaro… ou do próprio filho dela. Essa não foi tão abundante, e isso decepcionou ela um pouco.
Ela se levantou, com a cara toda melada de porra, sorriu e disse:
—Agora quero meu PlayStation.
—S… sim… você vai ter. Sou um homem de palavra.
Da bolsa dela, ela tirou um pacote de lenços descartáveis e começou a limpar o rosto. Teve que usar três pra ficar completamente limpa.
Depois voltaram pra frente do local e ela tirou a carteira dela pra pagar.
—Se você me der seu telefone —disse o cara—, eu deixo ela por vinte e cinco por cento… um presente.
—Mm… parece tentador. Mas não, obrigada. Você tem uma piroca boa, mas aguenta pouco. Prefiro homens que me deixem aproveitar um pouco mais.
Isso foi um duro golpe no orgulho do vendedor; mas ele não soube o que dizer em sua defesa. Só se limitou a mudar a oferta.
—E aí, tem foto? Me mostra essas tetas… e eu tiro uma foto sua… ou da bunda.
—Você quer ver fotos pornô minhas?
—É isso aí… se me der umas, te deixo o Play a vinte e cinco por cento.
—Isso dá pra resolver, é bem mais fácil. —Diana pegou um papelzinho que tava em cima do balcão e uma caneta. Anotou ali o endereço do site onde as fotos dela eram publicadas—. Entra aí… vai ter uma surpresa gostosa.
O cara não perdeu tempo. Pegou o teclado do computador e digitou o endereço. Na tela apareceu uma foto da mesma loira, de peitos de fora.
—Caralho! Você é atriz pornô?
—Algo assim…
—A puta mãe! Essa eu não vi chegando… Mas que pedaço de peitos! Você é muito gostosa. Me diz que tem fotos da bunda… e da buceta…
—Tem de tudo… pode até ter algum vídeo… Mas esse conteúdo vai te custar mais caro.
—Preciso abaixar mais a sua Play?
Não, tem que pagar no site. Não conheço outro jeito.
—Já entendi… mas se for por você, pago com prazer.
—Valeu…
—E aqui diz que, das MILF, você é a mais procurada do site…
—Essa é minha maior honra.
—Com essa beleza toda, loira, não me surpreende nem um pouco.
—Valeu… agora sim… cobra aí que eu vou levar meu PlayStation.
—A questão do número de telefone não é negociável?
—Não, desculpa. Mas pra mim a transação termina aqui.
—Tá bom, tá bom —o vendedor pegou a grana e guardou a caixa do PlayStation numa sacola—. Olha, pra tu ver que eu tô de boa fé, ainda te dou isso de brinde. É o jogo do Batman pra PlayStation 4… tu falou que teu filho curtia.
—Muito obrigado, esse é um gesto legal.
—Só me promete que quando quiser dar outro jogo pro seu filho, você vai vir comprar aqui.
—Com as ofertas boas que você faz, pode nem duvidar.
Ela saiu da loja, rebolando gostoso, carregando as sacolas das compras. O vendedor não conseguiu tirar os olhos daquele pêssego empinado, até perder ela de vista.
Diana se sentia uma deusa do sexo. Tava feliz da vida com ela mesma. Podia até se sentir culpada por ter usado um favor sexual em troca de um desconto, mas aquilo não passou de uma brincadeira. Ela tava morrendo de vontade de viver experiências assim. Coisas que pudesse lembrar nas noites de punheta. Além disso, agora era modelo de fotos pornô. Qual era o problema de tirar uma vantagenzinha disso? O cara tinha levado um puta susto gostoso ao descobrir o tipo de conteúdo que ela fazia. Era o corpo dela, e ela tinha todo direito do mundo de usar a própria beleza a seu favor... especialmente depois de terem negado isso a ela por anos. Agora era livre, e livre queria continuar sendo.
—3—
Diana voltou pra casa e a primeira coisa que fez foi gritar pelo Julián.
—Mãe… tô aqui… aconteceu alguma coisa?
O garoto perguntou, estava meio molhado e enrolado numa toalha.
—Ah, tava indo tomar banho… não queria te atrapalhar.
—É que pensei que tinha acontecido algo ruim.
—Malo? Não, de jeito nenhum. Pelo contrário… algo muito bom. Tenho uma surpresa pra você.
Ela apontou pra bolsa grande que tinha deixado em cima da mesa.
—Isso é pra mim?
—Sim, abre… sei que você vai gostar. Impossível não gostar.
Julián se jogou na sacola e, mal tinha liberado metade do conteúdo, já sabia do que se tratava. As palavras "PlayStation 4" brilharam diante dos olhos dele como se tivesse descoberto o Santo Graal.
—Não! —Ela exclamou.
—Sim —disse ela.
—Nãooo!
—Tô falando, seu idiota... é de verdade! Não é brincadeira nenhuma.
—Sério? É de verdade?
—Sempre falei que videogame atrofia o cérebro da gente; mas não pensei que ia ser antes de tirar eles da caixa.
—Valeu, mãe!
A toalha caiu no chão quando Julián abraçou a Diana. Ela retribuiu o abraço com alegria. A reação do filho dela tinha sido muito melhor do que ela esperava, e isso a deixava muito feliz.
—Espero que você curta… e também tem um jogo do Batman…
—Uau! Sério? Você é a melhor mãe do mundo!
—Eu sei…
—E não me importa que você seja egocêntrica, eu te quero do mesmo jeito.
—E eu não tô nem aí se você esfrega o pau desse jeito em mim, eu te quero do mesmo jeito.
—Desculpa, é que…
Nada… não precisa se desculpar. Já te vi pelada tantas vezes…
—Te prometo que vou aproveitar ela.
—Antes eu tinha que te implorar pra dar uma pausa nesses videogames.
—Desculpa… vou tentar não abusar tanto deles…
—Não, para… o que quero dizer é que você já é adulto. É dono da sua vida. Pode fazer o que quiser. Além disso, é responsável e tem um emprego. E seu trabalho não depende de horário. Então, se quiser passar um dia inteiro jogando, é problema seu. Não vou encher o saco.
—Valeu… porque agora que eu tô com o videogame novo…
—É, já sei… não vou ver sua cara por uns dois dias. Mas fazer o quê, aproveita ela… e cuida bem.
—Vou fazer isso. Valeu. Muito obrigado.
—Ah, e quando quiser algum jogo novo, me avisa que eu compro pra você. Sei onde pegar umas ofertas boas.
—4—
Três dias depois, Juliano saiu do quarto, depois de passar horas testando o novo videogame. Tinha cinco jogos, que não era nem uma fração dos que ele tinha pro PlayStation 3. Mas os cinco pareciam fodas pra caralho, e ele sabia que ia passar horas e horas jogando.
Encontrou a mãe na cozinha, ela tava usando uma camiseta velha, que cobria até a metade da bunda. Quando a loira se abaixou pra pegar alguma coisa no armário embaixo da pia, deixou bem claro que não tava de calcinha. Os lábios da buceta se desenharam, feito um sorriso vertical.
Julián, por estar com as mãos ocupadas no videogame, não tinha batido uma nos últimos três dias… e ao ver a mãe daquele jeito, todos os hormônios dele foram pro espaço.
Decidido, se livrou de toda a roupa e se deliciou com a vista enquanto balançava o pau longo e mole. O membro não demorou a ficar completamente duro. Julián se aproximou da mãe bem na hora em que ela se levantava, com uma tigela na mão. Ele a agarrou por trás, segurando firme os peitos dela.
—Apa! —exclamou Diana, surpresa—. Cê ainda tá vivo? Faz dias que não sei nada de você. O que cê tá fazendo fora do seu quar…? Ei! O quê…?
Ela se assustou ainda mais quando sentiu uma glande inchada contra seus lábios vaginais suculentos. Parecia que o filho dela tinha encaixado a pica com a clara intenção de penetrá-la; mas não fez isso. Fazendo um pouco de pressão nas costas da mãe, Julián conseguiu que ela se inclinasse para a frente, levantando mais a raba. A ponta da pica se aproximou mais da buceta, e ela se abriu lentamente. Ele sentiu como ficava mais dura, com o contato com o calor da boceta da mãe.
—Ai, como tá esse pau! —Exclamou a loira. Instintivamente, ela se esfregou contra o membro, flexionando levemente os joelhos, para depois tensioná-los. A glande percorreu todo o comprimento da sua buceta, uma e outra vez.
Julián segurou firme o próprio pau, tomando cuidado para não apontar pro buraco da buceta. Sabia que uma penetrada, mesmo que acidental, poderia deixar a mãe dele puta. Mesmo assim, dava pra curtir o calor e a umidade daquela xota.
Diana sabia perfeitamente o que estava rolando. Depois do que fez com o filho dela uns dias atrás, tinha certeza de que algo assim ia acontecer logo. Mas não imaginava que o tesão ia subir tão rápido. Sentir aquela pica dura roçando na buceta dela foi tipo uma injeção de adrenalina. Ela lambeu os lábios, se preparando pro que ia rolar inevitavelmente.
—Posso deixar a câmera pronta rapidinho —disse Julián, sem parar de se aproximar dela—. Me avisa quando estiver pronta pras fotos.
—É desse jeito que você me prepara pra sessão?
—É isso aí… é meio bruto; mas imaginei que seria eficaz.
—É muito eficaz. Você já sabe o quanto nos favorece eu estar bem tesuda durante a sessão.
—Sim, claro… esse é o esforço que eu faço, pra conseguir resultados melhores —as mãos de Julián apertaram os peitões da mãe dele.
—E algo me diz que antes de tirar as fotos, vou ter que engolir uma bela pica...
—Pode ser…
—Ufa! As coisas que tenho que fazer pra manter o emprego!
Diana virou de lado e se ajoelhou na frente do filho, o pau se aproximou do rosto dela, e ela olhou pra ele de baixo, como se fosse o mastro de um navio.
—Se eu tenho que chupar, vou chupar. Enfia tudo na minha boca…
Julián mal se mexeu, foi Diana quem, com esforço, conseguiu engolir quase todo aquele pauzão. Tragou o máximo que pôde e ficou imóvel, por uns segundos, de olhos fechados. Aproveitou aquele tempo pra curtir a rigidez masculina que o filho dela tava dando... e era o fato de ser a rola do Julián que fazia a libido dela ferver toda por dentro.
Da última vez, ela chupou ele por puro tesão, e a culpa bateu mais de uma vez; mas agora ela se sentia mais à vontade, afinal de contas, tava rolando porque era bom pro trabalho dela. Era inegável que a qualidade das fotos melhorava pra caralho quando a Diana se entregava de verdade ao personagem. E pra conseguir isso, ela tinha que tar muito excitada.
Ela tirou toda a rola da boca, e longos fios de saliva se formaram no canto dos lábios. Usou eles pra lubrificar a ponta do pau e depois engoliu de novo. Mas agora não ficou parada, começou aquele vai e vem da cabeça, que ela tanto curtia, se é que tinha uma boa rola pra chupar… e com certeza tinha.
Ela recomeçou o boquete e manteve um movimento frenético de cabeça por alguns segundos. Depois, levantou-se de novo e deixou o filho continuar se esfregando nela daquele jeito tão sem-vergonha.
Julián agarrou aqueles peitões de novo, e nem precisou se preocupar em apontar a pica pra buceta. Foi a própria buceta que encaixou a cabeça entre os lábios vaginais e começou a se esfregar, igual uma gata no cio. Às vezes a ponta da pica ameaçava entrar no buraco da buceta, e esse risco a deixava louca. Depois de curtir isso por uns segundos, ela disse:
—Já tô pronta pras fotos, traz a câmera.
Daquele momento espontâneo surgiram algumas das melhores fotos que Julián já tirou. A atitude da mãe dele era totalmente convincente. Ela não parecia uma atriz pornô, mas sim uma verdadeira mulher sedenta de sexo. Aquele brilho libidinoso nos olhos dela era impossível de fingir. Ela posou pra câmera em quantas posições conseguiu, abriu a buceta e deixou o filho tirar close-ups dela.
Diana não teve problema nenhum em enfiar a pica de volta na boca. Quando o filho ofereceu, ela engoliu com toda naturalidade, e mesmo estando tirando fotos, chupou como se estivessem gravando um vídeo.
Ela chupou tanto que o Julián não aguentou mais, e acabou banhando a própria mãe de porra. Ela, com um sorrisão, emoldurado por grossas linhas de leite branco, posou pra câmera. O Julián demorou um pouco pra se recompor, mas se esforçou pra capturar umas fotos boas daquela deusa do sexo. Ele mal podia acreditar que aquela era a mesma mãe que sempre viveu na casa dele. Aquela mulher era a encarnação pura do tesão.
Julián conseguia entender perfeitamente por que a mãe dele tinha se tornado a MILF mais desejada da web alemã.
Continua no próximo post:A MILF mais Gostosa[12]- Parte 2[/12]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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1 comentários - A MILF Mais Gostosa[12]Parte 1 - Buceta Gostosa[/12]