Só a pontinha

Era sábado de manhã, a Mia me acordou com um beijo carinhoso. Naquela madrugada, a gente tinha experimentado nossa quase primeira vez. Tomamos café da manhã juntos e combinamos de voltar à tarde pra comer. Naquele dia, eu tava felizão, só esperando a hora de ver ela de novo e curtir a companhia dela. A gente se reencontrou, ficou junto e sentou no sofá favorito, abraçados que nem adolescentes, vendo um filme de comédia romântica. Quando acabou, já nos créditos, começamos nossa sessão de beijos. Dessa vez, eram mais quentes, já tínhamos perdido a timidez. Era beijo de língua, mais apaixonado. Nossos corpos começaram a vibrar, e eu comecei a percorrer a bochecha dela até chegar na orelha, dando uns mordiscos de leve. Senti que ela tava curtindo porque começou a encostar o corpo e me apertar. Ela levantou a cara e mostrou o pescoço. Era hora de beijar ela ali. Eu curti pra caralho, e ela também. Ela me beijava a orelha e brincava com a língua molhada. Uau, foi tão excitante que comecei a sentir meu pau crescendo e endurecendo. Minha mão já tava no poder daqueles glúteos lindos, que eu apertava com paixão. Dessa vez, a Mia tava usando uma camiseta com gola V, então fui descendo do pescoço dela até o peito com meus lábios e língua molhada. Senti e ouvi a respiração dela ofegante. Peguei a mão dela e levei até minha virilha. Por uns segundos, mantive ela parada, sem soltar, pra sentir a reação. Não incomodou ela, pelo contrário, ela apertou um pouco. Com aquele gesto de permissão, ajudei ela a passar a mão no meu volume todo, de cima pra baixo, com movimentos lentos, do jeito que eu tava gostando. Uau, que sensação! Ali eu entendi o quanto era excitante e gostoso ter uma mão amiga. Uma sensação deliciosa, mas ao mesmo tempo incômoda, com vontade de soltar o pau, porque minha calça tava meio apertada. Talvez os homens me entendam melhor nessa situação. Soltei a mão dela, e ela continuou sozinha, com gosto. Era hora de colocar a mão por baixo da camiseta dela e... Percorri lentamente a barriga dela até chegar no sutiã de algodão dela, ela soltou um haaaaaaaa pequeno e um sussurro safado tipo siiiim, e esse foi o sinal que ela me deu pra soltar aqueles peitos firmes e durinhos, foi só baixar as taças, acariciei, apertei, de repente ela soltou meu volume e levantou a camiseta até em cima dos peitos, pude admirar aquele par de peitos e uns bicos eretos, peguei um peito, apertei, beijei, ela arqueou as costas, me pegou pelo cabelo e foi me guiando por cada um deles, nas pausas eu chupava, lambia e dava pequenas mordidas nos bicos dela, entendi que ela tava fazendo o mesmo que eu, me guiava pros pontos sensíveis dela no ritmo dela, então me deixei levar, já tava excitado pra caralho, pude sentir a umidade que tinha na minha cueca, como um bom toureiro fui pra arena, desci a mão até o jeans dela, desabotoei e abri o zíper, enfiei a mão devagar e a calcinha dela tava igual a minha, já tinha passado da umidade, isso me deixou doido, então enfiei a mão por baixo e uaaaaau, a buceta dela tava toda molhada, os lábios vaginais encharcados de fluido, ela pegou minha mão e começou a mexer no ritmo que ela queria, eu peguei com a outra mão a mão dela e levei até meu volume pra ela passar a mão, devo dizer que foi difícil, parecíamos contorcionistas, é que a diferença de altura não ajudava muito, ela tem 1,50 e eu 1,70, ou simplesmente éramos inexperientes, então deslizei a Mia pra beirada do sofá, meio sentada meio deitada, eu coloquei meu joelho no assento do sofá e a perna esticada no chão pra manter o equilíbrio, me abaixei pra beijar ela apaixonadamente enquanto enfiava a mão por baixo da calcinha dela e retomava o que ela tava fazendo, ela acariciava meu braço, meu peito, segurava minha mão e me guiava, com a outra mão passava a mão no meu volume e apertava em pausas excitantes, nessa hora enfiei metade do meu dedo e tirava e colocava num ritmo lento, ela sussurrava excitada asssim, asssim, eu já tava no limite com minha outra mão, só abaixei o zíper e com dificuldade tirei meu pau, ela olhou, pegou e começou devagar a puxar toda a pele que cobria minha glande, estava babando, inchado e vermelho, depois me olhou e lembro daquela expressão, mas não consigo descrever direito, era parecida com as que fazem nos desenhos hentai no meio do tesão, olhou de novo pro meu pau e começou o movimento cadenciado, super gostoso, isso fez eu aumentar meu ritmo nela, em só uns minutos bastou pra ela soltar algo entrecortado e ofegante que foi música pros meus ouvidos, gooza, quero ser suaaaa siiiiiii, a gente se soltou, levantou, só baixamos as calças, ela sentou na borda do sofá e se reclinou, eu abri os joelhos dela e me ajoelhei, ela se tocou com uma mão no peito e apertava enquanto com a outra esfregava a monte de Vênus, ao mesmo tempo que subia e descia a cintura e as costas, simplesmente excitante ver aquela cena digna de Oscar, segurei meu pau duro, babando e já cheio de veias, encaixei a pontinha e fui abrindo caminho, foi extasiante, quentinha e suculenta, só coloquei a glande, era um espetáculo ver como ficava, me empolguei com aquilo, só a pontinha enfiava e tirava devagar, queria que aquela lembrança fosse eterna e sim... até hoje é, ela também estava curtindo, as expressões faciais e corporais dela gritavam isso sem remorso nenhum, já a buceta dela estava escorrendo e ela disse, agora por favor, quero sentir tudo, não me deixa assim esperando, enfia de uma vez siiiiiii, e como os desejos dela eram ordens, eu tirei, fiquei parado, me ajustei bem na hora que ia meter... tocou uma buzina, era a caminhonete do meu irmão que ele sempre tocava pra abrirem o portão pra guardar, assustados e surpresos, levantamos rápido, ela disse pra eu sair já, me virei e no caminho fui arrumando minha calça, quando voltei a Mia não estava mais lá, a TV estava desligada e me perguntaram onde ela estava, eu Só consegui falar: "Não sei, não vi ela, tava no meu quarto fazendo dever no computador de fone, então não sei se ela tá ou não, então me desculpem, termino e vou com vocês, tá". Fiz isso, me tranquei no quarto todo agitado e ainda com o pau duro pra caralho. Pensei que com o susto ia broxar, mas nada. Tava com calor, então tirei a camisa e deitei na cama. Só pensava nos momentos de surpresa, já que não avisaram que iam voltar mais cedo. Fechei os olhos e, como se fosse um filme, lembrei dos momentos com a Mia. Não sei como aconteceu, mas minha mão já tava no meu volume, esfregando ele, tava quente. Sem pensar duas vezes e sem abrir os olhos, porque não queria que aquela imagem gostosa sumisse, abaixei a calça e comecei a me masturbar no ritmo que lembrava. Meu pau tava molhado, fazia estalos, criando uma espuminha. Era fabuloso, excitante e cheio de tesão. Já tava quase gozando, acelerei o ritmo, meu corpo ficou tenso, minha visão ficou meio nublada. Tava chegando no ponto máximo, me segurando pra não gozar. Que nem erupção de vulcão, vi jorrar gozo pra caralho, invadindo minha barriga, peito e cara. Aquela sensação de gotas quentes caindo de forma violenta... Não tenho vergonha de confessar, mas foi a melhor gozada da minha vida, com aquela intensidade e sensações. Não conseguimos completar nossa primeira vez, foi só a pontinha. Esse foi meu segundo lance, mas a terceira é de vez. Às vezes penso e me pergunto: Mia, o que será que ela fez? Ficou na vontade ou fez a mesma coisa que eu? Nunca perguntei isso pra ela, nem ela pra mim.

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