El papá de mi amigo (2da parte).

Saio da piscina, depois de limpá-la e engolir todos os girinos dela. "Deita, bebê, que você tá me tampando o sol", ele me diz. Eu, como obedecendo, me jogo numa toalha que tava na espreguiçadeira do lado da dele. Ensopadão, fico de bruços.
Depois de uma boa conversinha pra me convencer a não ir pra escola, por cima do muro (por causa da perspectiva dele), meu novo chongo percebe que um homem tava espiando pela janela esquerda do duplex vizinho. Tava nos olhando com atenção. Parecia hipnotizado pelo que rolava.
Ele coloca a mão na minha bunda, não sei se por ser tóxico ou se queria começar de novo, mas faz isso. O dedo dele percorre toda a pele que cobre meus glúteos, de cima a baixo até chegar nas costas. Me faz cócegas com ele, mas daquelas eróticas. Como se quisesse ligar o motor. E foi assim.
Meu olhar foi tipo "o que cê tá fazendo, nene? De novo?" Não acreditava no garanhão que aquele homem era. Não sei se passou tempo suficiente pra ele ter recarregado.
O pau dele começa a inchar (eu sei, porque não parei de olhar pra ele enquanto a gente conversava, era lindo até dormindo). Ele ficava excitado com a gente sendo observada. Eu ainda não sabia disso. Retribuo o carinho, apalpando a vara dele. Puxo a pele pra trás, deixando a glande bem pra fora. Ele morde os lábios. Tá encantadíssimo. Melhor dizendo, a gente tá.
As pegadas continuam quando ele leva o dedo pro meu buraquinho. Minha buceta coça. Eu masturbo ele. Que sensação mais perversamente gostosa. Já tínhamos nos entregado. Com a pica dura, ele levanta de onde tava e se prepara pra lamber meu cu.
Enquanto se masturba, ele começa a chupar minha portinha dos fundos. Com a ajuda dos dedos e a habilidade dele pra chupar cu, me deixa bem abertinha. O vizinho tava doido. Eu, nem se fala. O filho da puta me fez pedir a pica dele aos gritos.
Como não queria que o voyeur perdesse nada, ele me virou de lado. Me colocou de quatro na frente dele. Como eu sou de gozar com De olhos fechados, não vi nada. Como ele tava tão dentro de mim, meu instinto me fazia não abrir. Mas nem sempre foi assim... e lá estava ele, o tarado batendo uma como um descontrolado.
Minha primeira reação foi de susto. Mas como não queria perder o foco, preferi continuar. Ignorei a testemunha do nosso ato. Quando notei que ele aumentou a velocidade pra meter com força, o moleque perdeu o controle. Não sei se gozou ou o quê, mas tava enfurecido. Igual meu macho. Ele chegou na minha boca pra me encher de beijos e chupões.

Mudamos de posição e de lugar. Agora, estávamos de lado pro bisbilhoteiro tarado. Eu, com minhas perninhas enroscadas no pescoço do meu homem. Nós dois olhávamos pra ele de vez em quando. Era difícil não notar a presença dele, o olhar dele em cima da gente.

De vez em quando, ele me dava beijinhos nas pernas, no joelho. Eu achava estranho, mas fazer o quê... se ele gostava... tava tudo bem. Ele pegou uma das minhas pernas, colocou contra a outra, pra eu apertar forte o pau dele. Isso me deu uma vontade imensa de gozar. Falei, pedi pra ele tirar e deixar eu gozar na vara dele. E foi assim, uma das estocadas com o sabre de carne fez meu pau cuspir minha porra no membro dele.

Ele aproximou da minha boca, pra eu limpar tudo. Me senti a mucama dele. Quando contei pra ele, ele perguntou se eu queria um pagamento por aquele serviço. Fiquei tipo WTF! Mas aceitei. Foi a primeira vez que me senti uma verdadeira puta. Literalmente.

"Bom, mas faz direito teu serviço e até gorjeta tu vai ganhar", ele disse. Entrei no modo expert pra mamar, dando o melhor de mim. Cumpri meu dever, quase deixei ele seco. Pareciam 10 litros de porra. Tudo foi parar na minha cara em geral. Não deixei um cantinho sem pintar. Era uma máscara facial.

Mesmo já tendo feito minha tarefa, não parei até sentir o formigamento final no pau dele. Não parei até minha mandíbula dizer chega. Não parei até ver meu torcedor torcendo por mim das arquibancadas.

Me preparei pra tomar sol com a máscara posta. Totalmente pelados. Mais tarde, antes de chegar a hora do meu amigo vir, eu fui embora. Fui até o ponto do ônibus da linha 80. Não queria que ele me levasse até em casa, porque ia desviar demais do destino dele.
Enfim, tava todo mundo feliz, esse sim era um final feliz.

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