- Não acredito, me disse Antonella.
- Pois acredita, respondi. É isso mesmo que você ouviu: vamos viajar juntas de férias! 10 dias no Caribe, tudo incluso.
Ela se levantou e me abraçou forte. Eu retribuí o abraço.
Isso aconteceu há 4 anos e foi o começo de uma série de acontecimentos que vou contar aos poucos e que só me atrevo a confessar aqui porque o anonimato me protege, e só nós, os protagonistas dessa história, sabemos de tudo. Vou tentar ser o mais fiel possível aos nomes, lugares e datas, sem dar detalhes demais pra não me meter em encrenca. Lá vou eu.
Era maio de 2015, em Buenos Aires. Antonella, minha filha, uma loira gostosa de 1,70m, tava cursando o primeiro ano da faculdade de Ciências Econômicas. Não vou dar mais detalhes sobre o curso pra proteger ela. Anto, como eu chamo, tava no quarto dela quando entrei pra contar que tinha comprado passagens com hotel tudo incluso pra irmos juntas pra Playa del Carmen, só nós duas, e essa foi a reação dela. Verdade seja dita, me deu uma emoção que quase fez meus olhos encherem d'água quando vi o rostinho dela iluminado de felicidade pela semana que íamos passar. Um mês antes de tudo isso, Anto tinha passado muito mal quando terminou com Martín, o namorado dela desde o colégio, e ver ela sorrir daquele jeito me deixou muito feliz.
A viagem tava marcada pra semana seguinte porque eu sabia que ela não tinha provas na faculdade e dava tempo de preparar tudo quando voltássemos. Nicolás, o irmão dela de 18 anos, tinha descoberto que Anto não teria exames naquela data, e eu me joguei pra comprar as passagens e surpreender ela.
Era junho, e com a Anto nos despedimos do Manuel, meu marido e pai da Anto e do Martín, na sala de embarque do aeroporto de Ezeiza, e fomos direto pro free shop com minha filha, onde compramos uns perfumes e começamos essa aventura juntas.
O voo foi tranquilo, eu consegui dormir, assim como a Anto. Aproveitei e tomei uma cervejinha pra relaxar. que me ajude a pegar no sono e a Anto fez o mesmo. Dormimos com as cabeças encostadas e acordamos várias vezes. Chegamos no México com o pescoço duro, mas com a alegria de saber que nos esperava o relax, o sol e a praia. O que a gente não sabia é que nos esperavam outras coisas muito mais interessantes.
O voo foi noturno, então, depois de esperar as malas e fazer os traslados, chegamos no hotel às 9h. Fizemos o check-in e descobrimos que não poderíamos pegar o quarto até as 13h, mas, como mulheres precavidas que somos, deixamos a roupa confortável e os biquínis na parte de cima de uma das malas. Nos trocamos no banheiro do hall de recepção e fomos pra praia de biquíni e canga.
Enquanto íamos pra linda costa do mar do Caribe, fomos conhecendo algumas áreas comuns desse hotel fantástico, como restaurantes, piscinas e outros lugares. Logo percebi que os homens por ali estavam de olho na gente, tanto os garçons e funcionários mexicanos quanto o resto dos turistas, onde dava pra ver gente de todos os cantos.
Assim que chegamos na praia, tiramos as cangas, deixamos numa das várias espreguiçadeiras que o hotel tinha, e fomos tocar na água. A sensação de colocar o pé na água e não sentir frio já mostrava que essas iam ser umas férias únicas.
Fomos caminhar pela praia e passamos por alguns dos outros resorts de Playacar. Um era mais lindo que o outro. Num momento, decidimos entrar num deles pra dar uma volta e, no meio do caminho, vimos um grupo de três caras de uns 30 a 35 anos, de camisa e calça social, cada um com um crachá pendurado. Um deles, que depois descobrimos que se chamava Javier, olhou pra nós duas e deu um sorriso. Anto e eu nos olhamos e falamos quase ao mesmo tempo:
— Que gostoso que ele é! Kkkkk
Rimos cúmplices por Primeira de muitas que viriam
- Olha que bem que isso pode te fazer pra esquecer um pouco do Martín, falei
- Ai mãe, não vou negar que não faria mal. Mas acho que ele tava olhando pra você
- Acho que não, filha, falei
- Por que não? Se você tem um corpo espetacular e um rosto lindo, a Anto disse
Devo admitir que tenho um corpo muito bom, já que sempre fui magra e com uma bunda bonita, e ainda por cima, uns anos atrás tinha colocado silicone nos peitos. Além disso, tenho um cabelo loiro bem cuidado, igual ao da minha filha. A Anto, porém, puxou mais a família do pai: é morena e tem uns peitos perfeitos aos 19 anos. Com uma magreza quase perfeita.
Seguimos caminho e voltamos pro nosso hotel, onde um funcionário nos acompanhou até o quarto. Ao chegar, vimos que o quarto era muito bonito, decorado de forma sóbria e com uma cama king size. Abrimos as malas e fomos tomar banho em turnos enquanto arrumávamos a roupa. A Anto foi tomar banho primeiro e, quando saiu, veio só de calcinha, com os peitos de fora. Não sei por quê, mesmo sendo minha filha, aquela primeira imagem me mexeu de um jeito estranho. Mais tarde, pra fingir que tava de boa, saí do banho com a mesma roupa que a Anto. Achei estranho ela olhar pros meus peitos.
Fomos jantar no restaurante do hotel e, na saída, decidimos tomar uns drinks no bar principal. Quando estávamos no segundo drink, apareceu o Cristian, aquele gato que a gente tinha visto no outro hotel, e ele chegou dizendo:
- Meninas, não é aqui.
- O quê? Perguntamos as duas ao mesmo tempo
- O concurso de beleza é no hotel ao lado, ele falou e olhou pra gente
Naquele momento, ele já tinha conquistado as duas
- Haha, rimos divertidas, assumindo que éramos duas gostosas
E começamos a conversar. Ele contou que, assim como a gente, era argentino de Buenos Aires, que tava hospedado nesse hotel a partir dessa noite e por mais 5 noites. Era médico traumatologista e tava no México por uma convenção que um laboratório tinha organizado. Cristian era muito simpático e sedutor. Dava pra perceber desde o primeiro momento. Uma coisa que fascinava a gente duas era que ele dividia a atenção exatamente entre as duas. Quando conversava com uma por um tempo, olhava com um sorriso pra outra e vice-versa. Ele tinha uns dentes perfeitos que mostrava num sorriso radiante. Falava e, nas duas horas que a gente ficou batendo papo, nunca criticou nem falou mal de ninguém. Aproveitou vários momentos pra dizer que dava pra ver que éramos mãe e filha e que a gente parecia linda pra ele. As doses que a gente tava tomando já tavam fazendo efeito. O papo fluía muito bem e, enquanto falava com a gente, passava a mão nas nossas pernas, braços e até num certo momento arrumou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. Com a Anto a gente se olhava como duas amigas sendo seduzidas numa balada. Me fez lembrar das épocas em que eu saía pra dançar e os caras tentavam pegar a gente. Quando começou a ficar tarde e no final da conversa, ele abraçou a gente duas enquanto dizia:
- Posso abraçar vocês? Muito obrigado por compartilhar esse momento comigo, não poderia estar mais feliz.
- Ah, Cristian, você é bem sedutor, hein, eu falei
- Não, mas não consigo deixar de apreciar a beleza em vocês duas, o doutor dizia.
- Valeu, viu que somos uma filha e uma mãe muito legais, a Anto falou
- Legais e lindas, Cristian dizia enquanto abraçava a gente duas de novo
A gente continuava andando e num certo momento a gente parou pra seguir o caminho até nosso quarto
- Deixa eu acompanhar vocês, não quero deixar vocês irem sozinhas
- Valeu, eu falei e olhei pra Anto
- Valeu, a Anto falou e me olhou
Nos nossos olhos tava o brilho da safadeza. Consegui ver isso na minha filha tanto quanto ela com certeza viu via em mim. Não sabíamos pra onde estávamos indo, mas tínhamos certeza de que estávamos curtindo o momento.
Chegamos na porta do nosso quarto. Naquele instante, a sanidade voltou pra mim e eu falei:
- Gente, por que vocês não dão uma volta enquanto eu tiro um cochilo? Tô morta.
- Anto me olhou sorrindo e eu percebi a gratidão no olhar dela.
- Que pena! Eu adoraria passar a noite bebendo e curtindo com duas gostosas.
- Antonella olhou pra ele como se fosse matar com o olhar.
Cristian aproveitou o momento pra abraçar ela e dar um beijo na bochecha, dizendo: A gente vai dar uma volta.
Entrei no quarto e me joguei na cama, onde fiquei pensando no que poderia ter rolado. Será que eu teria coragem de ficar com Cristian se ele pedisse? E com Antonella e ele? Comecei a ficar excitada só de imaginar essas situações e, numa mistura de cenas, comecei a me ver chupando a pica do Cristian e olhando nos olhos dele. Tirei a roupa e, totalmente nua na cama, comecei a me tocar. Continuei imaginando o Cristian e minha excitação só aumentava até que, num dos meus pensamentos, a Antonella apareceu nua comigo e com ele. Ela tava chupando a pica do Cristian e eu me aproximei pra ajudar, e naquele instante gozei. Gozei como não gozava há muito tempo. Vários espasmos sacudiram meu corpo enquanto eu enfiava dois dedos na minha buceta e apertava forte meus mamilos com a outra mão.
Vesti a camisola de novo sem nada por baixo e me deitei. Em cinco minutos, tava dormindo, e acordei às 9 da manhã do dia seguinte, com o sol entrando pela janela e o barulho da porta se abrindo. Era a Antonella, que tinha acabado de chegar. Claramente, tinha passado a noite toda com o Cristian e, pela cara que ela tava, tinha curtido pra caralho. É incrível e muito difícil explicar a mistura de sensações que me invadiram: por um lado, fiquei feliz por ela e Por outro lado, eu a invejava pela noite que ela tinha passado com ela. Por um lado, eu curtia saber que minha filha estava fazendo o que eu não ia conseguir fazer nessas férias, e por outro, queria ter sido eu quem tinha aproveitado aquele momento.
Me sentei com um sorriso, a princípio pra deixar ela tranquila de que eu aprovava tudo que ela tinha feito naquela noite. E olhando nos olhos dela, perguntei:
— Como foi?
— Muito bom, mamãe. — Disse Anto com um sorriso, fechando os olhos como se quisesse reviver tudo que tinha vivido naquela noite.
— Bom, bom. Pela cara que você tá fazendo, parece que foi mais que “muito bom”, falei, buscando a cumplicidade dela.
— Aii, mamãe… você não sabe! Acho que nunca me diverti tanto. Acho que foi o melhor sexo que já tive na vida. No começo foi difícil porque eu tava muito nervosa, mas depois fui me soltando e foi foda, juro.
Os olhos de Antonella brilhavam quando ela lembrava, e dava pra ver que ela tava excitada porque acontecia o mesmo comigo: quando eu coloco em palavras algo muito intenso que vivi no passado, não lembro, revivo. E Anto tava revivendo o que tinha acontecido e ficando com tesão. Eu percebia as expressões do corpo dela: os bicos dos peitos endureciam, o olhar brilhava, ela molhava os lábios e não parava de fechar os olhos quando lembrava.
Algo em mim se soltou naquele momento e eu quis que ela se expressasse e revivesse tudo, e também sentia uma curiosidade que não me deixava pensar friamente. Então peguei a mão dela e, olhando nos olhos, falei:
— Anto, me conta tudo, com todos os detalhes. Esquece que eu sou sua mãe.
— Obrigada, mamãe. — Ela respirou, aliviada, e começou o relato:
Bom, chegamos no quarto dele e nos beijamos de novo.
— Para, — eu interrompi. — Me conta tudo, desde que eu fechei a porta.
— Sim, mamãe, desculpa, é que eu tô muito ansiosa.
Assim que saímos andando pelos... Corredores, ele pegou na minha mão, de um jeito muito carinhoso. Acho que ali já marcou o começo de tudo. A gente deve ter andado uns 2 metros sem falar nada, só de mãos dadas, até que num momento ele olhou pra mim, passou a mão no meu cabelo, no meu rosto e se aproximou pra me beijar. Eu sabia, ele sabia e eu sabia, que não ia recusar. Assim que a boca dele encostou na minha, eu soube que era especial. Ele me deu dois beijos longos, com os lábios abertos sobre os meus, só no terceiro ele deixou os lábios encostados e abriu a boca, e nossas línguas se tocaram, juro que me arrepiei toda. Nem agora.
A Antonella teve um tremor e eu segurei ela pra acalmar, puxando ela nos meus braços e abraçando. Não sei por que saiu aquilo de mim.
Depois a gente se beijou muito e por muito tempo.
- Ele beija bem?, perguntei
- Mmmm, você não tem ideia! Me respondeu a Anto
- Continua, me conta, falei
- Bom, o que vem depois não sei se te conto com tanto detalhe… me disse minha filha
- Você me conta tudo e com todos os detalhes, como se eu fosse uma amiga, falei
- Olha, mãe, que eu posso acabar usando uma linguagem bem explícita, ela me disse
- Não vou me chocar por ouvir a palavra "pau", falei
- Bom, vejo que você entende por onde vai a conversa, ela disse me olhando nos olhos
- Você se solta e conta, incentivei
E ela se soltou:
Bom, como eu tava dizendo, o Cristian me pegou pela cintura e começou a me beijar cada vez com mais paixão. Passava gente perto da gente e eu não tava nem aí, eu me apertava contra o corpo dele pra sentir ele
- Já tava dura? Perguntei, minha curiosidade me fez interromper ela
- Sim, bem durona, e eu me apertava contra ele pra sentir bem.
- Bom, continua, continua, eu falava
Num momento ele começou a acariciar minha bunda por cima do vestido, que como era levinho, curto, era quase a antesala de ele tocar minha pele diretamente, me dizia a Antonella
- Mmmm como vocês deviam estar tarados Os dois! Soltei. Não sei como tive coragem de falar aquilo.
- Sim, mãe, a gente tava muito na pira. Os dois. Mas até aquele momento eu tava excitada, mas conseguia me controlar, e chegou um instante chave em que eu cruzei o limite, ela me disse.
- Como assim? Não tô entendendo, falei.
- Como explicar, mãe? Eu, bah, os dois távamos muito quentes, mas bem que eu podia ter voltado pro nosso quarto sem problema, mas teve algo que me fez dar aquele passo que eu sabia que não teria volta, saca? Ela disse, Antonella.
- Claro, comigo acontece. Bom, acontecia, falei, esclarecendo um pouco.
- Bom, continuo. Continuou Antonella. Naquele momento, ela colou a boca no meu ouvido e falou algo que me deixou louca.
- O que ela te disse?! Eu tava ansiosa e excitada. E dava pra perceber. Meus mamilos estavam durinhos. Pra piorar, minha filha contava com tanta precisão que era como se eu tivesse vivendo aquilo. Era um jeito de viver através dela uma fantasia.
Quero te comer! Assim, na cara dura, ela soltou enquanto me apertava e me fazia sentir o pau bem duro, ela disse, Anto.
- Ufffff, falei, e instintivamente, sem perceber, levei minha mão até minha boceta.
- Mmmm, juro que eu também lembro e fico excitada, ela disse.
Minha filha tinha percebido que eu tava excitada, e não me importou nem um pouco.
- Continua, pedi, ou ordenei, não lembro.
- Bom, esse foi o limite que te falei, mãe. Aquelas palavras me detonaram. Ali eu soube que a gente ia acabar na cama, ela disse.
- Claro, claro, eu falava, visivelmente excitada. Continua, continua.
Ela me pegou pela mão e a gente foi quase correndo pro quarto dela. Foi só entrar e a gente começou a se beijar que nem loucas. Eu desabotoava a camisa dela e ele levantava meu vestido, me apalpando a bunda diretamente. Eu desafivelava o cinto dele e ele meteu a mão por dentro do vestido e desabotoou meu sutiã. Eu desabotoei a calça dele e meti a mão lá dentro. da cueca, eu precisava sentir aquela..., Antonella parou.
Não sei por que, mas naquele momento ela ficou em silêncio, como se recuperasse a sanidade e não tivesse coragem de dizer a palavra.
- cock, eu falei olhando nos olhos dela.
- cock, ela disse e continuou: Mãe, você tá disposta a ouvir coisas que são muito pesadas? Olha que se você não me parar, eu conto absolutamente tudo! Minha filha soltou.
- Sim, Anto, quero que você conte tudo, preciso que você conte tudo. Eu falei quase implorando.
Então eu tirei a cock dele enquanto o beijava e, olhando nos olhos dele, falei: quero chupar sua cock, e me ajoelhei pra chupar, ela me disse.
Naquele momento, instintivamente, eu fechei as pernas, presa da excitação que sentia.
- Continua, eu pedi.
- Bom, a cock, juro que era linda, mãe. Antonella falava e o rosto dela se iluminava.
Me ajoelhei e comecei a chupar. Adorava sentir ela dentro da boca. Enquanto falava, consciente ou inconscientemente, Antonella levou uma das mãos até a pussy e deixou ali. Continuou falando: Eu chupava com muita vontade. Ele me olhava.
Eu não aguentava mais e tive que intervir na história: você sustentava o olhar enquanto chupava?
- Siiim! Isso eu adoro! Antonella se esfregava suavemente enquanto lembrava.
- Eu também! Eu falava enquanto roçava a pussy ao ouvir minha filha contar aquela foda memorável.
Não sei quanto tempo fiquei chupando, ele acariciava meu rosto e me olhava. Eu olhava pra ele e sorria com a cock dentro da boca, minha filha me disse.
Antonella estava solta. Agora tinha cruzado o limite da vergonha com a mãe e estava disposta a tudo. Eu acariciei meus mamilos por cima da camisola e desci instintivamente a mão até minha pussy sem nenhum pudor enquanto olhava pra minha filha, que fazia o mesmo.
- Tô muito tesuda! Antonella me disse. — Eu também, acho que vou bater uma punheta quando você terminar de me contar, falei.
— Eu também, a não ser que…
Naquele momento, Antonella olhou nos meus olhos e eu pude ver o brilho da luxúria neles, com certeza tanto quanto ela pôde ver nos meus.
— Não sei o que você está pensando, mas preciso que termine de me contar, falei, fazendo um movimento na cama. Isso fez com que uma alça da minha camisola caísse e um dos meus peitos ficasse exposto. Fiz o gesto para me cobrir, e Antonella me segurou.
— Deixa, fica assim que eu continuo contando, gosto disso.
Eu não podia acreditar no que estava vivendo naquele momento, estava na cama com minha filha, eu com um peito de fora e o mamilo totalmente duro de excitação enquanto ela me contava com todos os detalhes como chupava a pica de um cara que a gente tinha acabado de conhecer juntas há 24 horas.
— Bom, continua, ordenei.
Naquele momento, ela me pegou para me levantar e, sem hesitar, nós dois fomos tirando um do outro a pouca roupa que ainda tínhamos, ficamos completamente pelados. Assim, nua como estava, fiquei na ponta dos pés para beijá-lo e abraçá-lo de novo. Ele não recusou o beijo e correspondeu com muita língua e saliva nas nossas bocas. Ele me agarrou e me levou para a cama. Me deitou e começou a chupar meus peitos, eu não aguentava mais de vontade de sentir a pica dentro, mamãe, juro.
Naquele momento, não aguentei mais e belisquei o mamilo que estava exposto para minha filha e olhei para ela, nossos olhares se cruzaram e meu rosto ficou vermelho. Um pouco era vergonha e outro pouco era tesão.
— Se toca, mamãe, se toca à vontade.
Acho que eu precisava da aprovação dela para fazer isso, e não hesitei. Tirei a calcinha e me toquei com os dedos indicador e anelar, usando a palavra: buceta, que estava um verdadeiro lago. Acho que isso animou ainda mais minha filha, ela levantou o vestido, tirou por cima da cabeça e ficou só de roupa íntima, e começou a esfregar a buceta por cima. da calcinha. Ela se deitou do meu lado e continuou a história:
Depois de chupar um pouco minhas tetas e me segurar pelos joelhos, foi abrindo minhas pernas enquanto olhava pra minha buceta toda molhada, você sabe, mami, que eu deixo quase toda depilada. Naquele momento, ela desceu pra me chupar e juro que foi só sentir a língua dela roçar meus lábios maiores e já me estremeci, nem te conto quando foi mais fundo e me chupava intensamente. Aí gozei a primeira vez.
Foi então que me decidi e tirei a camisola, ficando de tetas na frente da minha filha e começando uma masturbação de verdade. Antonella percorria todo o meu corpo com o olhar e parava nos meus mamilos. Então eu os acariciei, deixando eles bem duros. E aí foi quando ela me olhou nos olhos e depois baixou o olhar pra minha buceta. Eu não hesitei e tirei a calcinha, que era a única coisa que me restava. Antonella entendeu o recado e em dois movimentos tirou o sutiã e a tanga, ficando completamente nua também.
- Vou me tocar também, mami, ela disse
- Sim, se toca, eu falei. Mas continua me contando quando ela meteu a piroca em você
- Mmmm, sim, mami,
Depois de chupar minha buceta por um bom tempo, ela subiu pra me beijar na boca, fazendo eu sentir meu próprio gosto.
- Aggggghhh, gritei eu. Tô gozandooooo
- Aghhh mmmm aggghhh eu também, mami.
As duas estávamos deitadas de frente uma pra outra, nos olhando nuas e gozando ao mesmo tempo. Mas nenhuma de nós queria que tudo terminasse ali.
- Mmmmmm adoro gozar, eu falei
- Mmmm eu também, posso gozar mil vezes e sempre continuo com vontade, Anto disse
- Aghhhh você é igual a mim, puxou a mim, eu falava enquanto olhava pra ela e continuava me tocando
- Agghhhhhh, ela gemia
- Continua, Anto, me conta quando ela meteu em você, eu falei, animando ela a seguir
Bom, sim, então, como eu tava dizendo, ela me beijava e sem parar de fazer isso, meteu a piroca foi enfiando devagar na buceta, centímetro por centímetro…
- Uffff, e? Tava gostosa aquela pica? Falei que nessa altura eu já tava completamente solta
- Mmmmm, sim, mamãe. Você não sabe como ela tava dura, mamãe. Aí eu gozei pela terceira vez, a Anto me disse
- Mmmmm, que delícia, adoro que você aproveita, eu falei pra ela
- Aghhhh igual agora, olha como eu tô, e naquele momento, minha filha, minha filhinha tirou os dedos melados da buceta dela e começou a se acariciar os pezões me encarando
- Adoro ver você gozar, eu falei
- É, mamãe? Cê gosta? Tô muito tesuda, olha como meus pezões tão, a Anto tava fora de si e eu também
- Siiiiim, aghhh adoro eles, tão durinhos, foi nessa hora que enquanto eu me tocava com uma mão, estendi a outra pra acariciar o peito da minha filha. Assim que meus dedos encostaram no biquinho e apertei de leve, as duas explodimos num orgasmo super intenso
- Aghhhh, mamãe, siiiiiiiim, aghhhhhhh, tô gozando de novo
- Aggggg, sim, meu amor, eu também, falei pra minha filha
- Mmmmm, adoro gozar, ela me disse
- Aghhhh aghhh eu também, e adoro ver você gozar, você é linda quando goza
- Você também, mamãe, você também. A Anto relaxou deitada de barriga pra cima
Eu me levantei e acariciei o rosto dela e beijei a bochecha. A Anto me abraçou e se grudou no meu corpo. Ficamos assim por uns minutos até a Anto ir tomar banho
Continua....
Se gostaram e quiserem me escrever, podem mandar pra reybaco2005@hotmail.com
ou no telegram @reybaco2005
- Pois acredita, respondi. É isso mesmo que você ouviu: vamos viajar juntas de férias! 10 dias no Caribe, tudo incluso.
Ela se levantou e me abraçou forte. Eu retribuí o abraço.
Isso aconteceu há 4 anos e foi o começo de uma série de acontecimentos que vou contar aos poucos e que só me atrevo a confessar aqui porque o anonimato me protege, e só nós, os protagonistas dessa história, sabemos de tudo. Vou tentar ser o mais fiel possível aos nomes, lugares e datas, sem dar detalhes demais pra não me meter em encrenca. Lá vou eu.
Era maio de 2015, em Buenos Aires. Antonella, minha filha, uma loira gostosa de 1,70m, tava cursando o primeiro ano da faculdade de Ciências Econômicas. Não vou dar mais detalhes sobre o curso pra proteger ela. Anto, como eu chamo, tava no quarto dela quando entrei pra contar que tinha comprado passagens com hotel tudo incluso pra irmos juntas pra Playa del Carmen, só nós duas, e essa foi a reação dela. Verdade seja dita, me deu uma emoção que quase fez meus olhos encherem d'água quando vi o rostinho dela iluminado de felicidade pela semana que íamos passar. Um mês antes de tudo isso, Anto tinha passado muito mal quando terminou com Martín, o namorado dela desde o colégio, e ver ela sorrir daquele jeito me deixou muito feliz.
A viagem tava marcada pra semana seguinte porque eu sabia que ela não tinha provas na faculdade e dava tempo de preparar tudo quando voltássemos. Nicolás, o irmão dela de 18 anos, tinha descoberto que Anto não teria exames naquela data, e eu me joguei pra comprar as passagens e surpreender ela.
Era junho, e com a Anto nos despedimos do Manuel, meu marido e pai da Anto e do Martín, na sala de embarque do aeroporto de Ezeiza, e fomos direto pro free shop com minha filha, onde compramos uns perfumes e começamos essa aventura juntas.
O voo foi tranquilo, eu consegui dormir, assim como a Anto. Aproveitei e tomei uma cervejinha pra relaxar. que me ajude a pegar no sono e a Anto fez o mesmo. Dormimos com as cabeças encostadas e acordamos várias vezes. Chegamos no México com o pescoço duro, mas com a alegria de saber que nos esperava o relax, o sol e a praia. O que a gente não sabia é que nos esperavam outras coisas muito mais interessantes.
O voo foi noturno, então, depois de esperar as malas e fazer os traslados, chegamos no hotel às 9h. Fizemos o check-in e descobrimos que não poderíamos pegar o quarto até as 13h, mas, como mulheres precavidas que somos, deixamos a roupa confortável e os biquínis na parte de cima de uma das malas. Nos trocamos no banheiro do hall de recepção e fomos pra praia de biquíni e canga.
Enquanto íamos pra linda costa do mar do Caribe, fomos conhecendo algumas áreas comuns desse hotel fantástico, como restaurantes, piscinas e outros lugares. Logo percebi que os homens por ali estavam de olho na gente, tanto os garçons e funcionários mexicanos quanto o resto dos turistas, onde dava pra ver gente de todos os cantos.
Assim que chegamos na praia, tiramos as cangas, deixamos numa das várias espreguiçadeiras que o hotel tinha, e fomos tocar na água. A sensação de colocar o pé na água e não sentir frio já mostrava que essas iam ser umas férias únicas.
Fomos caminhar pela praia e passamos por alguns dos outros resorts de Playacar. Um era mais lindo que o outro. Num momento, decidimos entrar num deles pra dar uma volta e, no meio do caminho, vimos um grupo de três caras de uns 30 a 35 anos, de camisa e calça social, cada um com um crachá pendurado. Um deles, que depois descobrimos que se chamava Javier, olhou pra nós duas e deu um sorriso. Anto e eu nos olhamos e falamos quase ao mesmo tempo:
— Que gostoso que ele é! Kkkkk
Rimos cúmplices por Primeira de muitas que viriam
- Olha que bem que isso pode te fazer pra esquecer um pouco do Martín, falei
- Ai mãe, não vou negar que não faria mal. Mas acho que ele tava olhando pra você
- Acho que não, filha, falei
- Por que não? Se você tem um corpo espetacular e um rosto lindo, a Anto disse
Devo admitir que tenho um corpo muito bom, já que sempre fui magra e com uma bunda bonita, e ainda por cima, uns anos atrás tinha colocado silicone nos peitos. Além disso, tenho um cabelo loiro bem cuidado, igual ao da minha filha. A Anto, porém, puxou mais a família do pai: é morena e tem uns peitos perfeitos aos 19 anos. Com uma magreza quase perfeita.
Seguimos caminho e voltamos pro nosso hotel, onde um funcionário nos acompanhou até o quarto. Ao chegar, vimos que o quarto era muito bonito, decorado de forma sóbria e com uma cama king size. Abrimos as malas e fomos tomar banho em turnos enquanto arrumávamos a roupa. A Anto foi tomar banho primeiro e, quando saiu, veio só de calcinha, com os peitos de fora. Não sei por quê, mesmo sendo minha filha, aquela primeira imagem me mexeu de um jeito estranho. Mais tarde, pra fingir que tava de boa, saí do banho com a mesma roupa que a Anto. Achei estranho ela olhar pros meus peitos.
Fomos jantar no restaurante do hotel e, na saída, decidimos tomar uns drinks no bar principal. Quando estávamos no segundo drink, apareceu o Cristian, aquele gato que a gente tinha visto no outro hotel, e ele chegou dizendo:
- Meninas, não é aqui.
- O quê? Perguntamos as duas ao mesmo tempo
- O concurso de beleza é no hotel ao lado, ele falou e olhou pra gente
Naquele momento, ele já tinha conquistado as duas
- Haha, rimos divertidas, assumindo que éramos duas gostosas
E começamos a conversar. Ele contou que, assim como a gente, era argentino de Buenos Aires, que tava hospedado nesse hotel a partir dessa noite e por mais 5 noites. Era médico traumatologista e tava no México por uma convenção que um laboratório tinha organizado. Cristian era muito simpático e sedutor. Dava pra perceber desde o primeiro momento. Uma coisa que fascinava a gente duas era que ele dividia a atenção exatamente entre as duas. Quando conversava com uma por um tempo, olhava com um sorriso pra outra e vice-versa. Ele tinha uns dentes perfeitos que mostrava num sorriso radiante. Falava e, nas duas horas que a gente ficou batendo papo, nunca criticou nem falou mal de ninguém. Aproveitou vários momentos pra dizer que dava pra ver que éramos mãe e filha e que a gente parecia linda pra ele. As doses que a gente tava tomando já tavam fazendo efeito. O papo fluía muito bem e, enquanto falava com a gente, passava a mão nas nossas pernas, braços e até num certo momento arrumou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. Com a Anto a gente se olhava como duas amigas sendo seduzidas numa balada. Me fez lembrar das épocas em que eu saía pra dançar e os caras tentavam pegar a gente. Quando começou a ficar tarde e no final da conversa, ele abraçou a gente duas enquanto dizia:
- Posso abraçar vocês? Muito obrigado por compartilhar esse momento comigo, não poderia estar mais feliz.
- Ah, Cristian, você é bem sedutor, hein, eu falei
- Não, mas não consigo deixar de apreciar a beleza em vocês duas, o doutor dizia.
- Valeu, viu que somos uma filha e uma mãe muito legais, a Anto falou
- Legais e lindas, Cristian dizia enquanto abraçava a gente duas de novo
A gente continuava andando e num certo momento a gente parou pra seguir o caminho até nosso quarto
- Deixa eu acompanhar vocês, não quero deixar vocês irem sozinhas
- Valeu, eu falei e olhei pra Anto
- Valeu, a Anto falou e me olhou
Nos nossos olhos tava o brilho da safadeza. Consegui ver isso na minha filha tanto quanto ela com certeza viu via em mim. Não sabíamos pra onde estávamos indo, mas tínhamos certeza de que estávamos curtindo o momento.
Chegamos na porta do nosso quarto. Naquele instante, a sanidade voltou pra mim e eu falei:
- Gente, por que vocês não dão uma volta enquanto eu tiro um cochilo? Tô morta.
- Anto me olhou sorrindo e eu percebi a gratidão no olhar dela.
- Que pena! Eu adoraria passar a noite bebendo e curtindo com duas gostosas.
- Antonella olhou pra ele como se fosse matar com o olhar.
Cristian aproveitou o momento pra abraçar ela e dar um beijo na bochecha, dizendo: A gente vai dar uma volta.
Entrei no quarto e me joguei na cama, onde fiquei pensando no que poderia ter rolado. Será que eu teria coragem de ficar com Cristian se ele pedisse? E com Antonella e ele? Comecei a ficar excitada só de imaginar essas situações e, numa mistura de cenas, comecei a me ver chupando a pica do Cristian e olhando nos olhos dele. Tirei a roupa e, totalmente nua na cama, comecei a me tocar. Continuei imaginando o Cristian e minha excitação só aumentava até que, num dos meus pensamentos, a Antonella apareceu nua comigo e com ele. Ela tava chupando a pica do Cristian e eu me aproximei pra ajudar, e naquele instante gozei. Gozei como não gozava há muito tempo. Vários espasmos sacudiram meu corpo enquanto eu enfiava dois dedos na minha buceta e apertava forte meus mamilos com a outra mão.
Vesti a camisola de novo sem nada por baixo e me deitei. Em cinco minutos, tava dormindo, e acordei às 9 da manhã do dia seguinte, com o sol entrando pela janela e o barulho da porta se abrindo. Era a Antonella, que tinha acabado de chegar. Claramente, tinha passado a noite toda com o Cristian e, pela cara que ela tava, tinha curtido pra caralho. É incrível e muito difícil explicar a mistura de sensações que me invadiram: por um lado, fiquei feliz por ela e Por outro lado, eu a invejava pela noite que ela tinha passado com ela. Por um lado, eu curtia saber que minha filha estava fazendo o que eu não ia conseguir fazer nessas férias, e por outro, queria ter sido eu quem tinha aproveitado aquele momento.
Me sentei com um sorriso, a princípio pra deixar ela tranquila de que eu aprovava tudo que ela tinha feito naquela noite. E olhando nos olhos dela, perguntei:
— Como foi?
— Muito bom, mamãe. — Disse Anto com um sorriso, fechando os olhos como se quisesse reviver tudo que tinha vivido naquela noite.
— Bom, bom. Pela cara que você tá fazendo, parece que foi mais que “muito bom”, falei, buscando a cumplicidade dela.
— Aii, mamãe… você não sabe! Acho que nunca me diverti tanto. Acho que foi o melhor sexo que já tive na vida. No começo foi difícil porque eu tava muito nervosa, mas depois fui me soltando e foi foda, juro.
Os olhos de Antonella brilhavam quando ela lembrava, e dava pra ver que ela tava excitada porque acontecia o mesmo comigo: quando eu coloco em palavras algo muito intenso que vivi no passado, não lembro, revivo. E Anto tava revivendo o que tinha acontecido e ficando com tesão. Eu percebia as expressões do corpo dela: os bicos dos peitos endureciam, o olhar brilhava, ela molhava os lábios e não parava de fechar os olhos quando lembrava.
Algo em mim se soltou naquele momento e eu quis que ela se expressasse e revivesse tudo, e também sentia uma curiosidade que não me deixava pensar friamente. Então peguei a mão dela e, olhando nos olhos, falei:
— Anto, me conta tudo, com todos os detalhes. Esquece que eu sou sua mãe.
— Obrigada, mamãe. — Ela respirou, aliviada, e começou o relato:
Bom, chegamos no quarto dele e nos beijamos de novo.
— Para, — eu interrompi. — Me conta tudo, desde que eu fechei a porta.
— Sim, mamãe, desculpa, é que eu tô muito ansiosa.
Assim que saímos andando pelos... Corredores, ele pegou na minha mão, de um jeito muito carinhoso. Acho que ali já marcou o começo de tudo. A gente deve ter andado uns 2 metros sem falar nada, só de mãos dadas, até que num momento ele olhou pra mim, passou a mão no meu cabelo, no meu rosto e se aproximou pra me beijar. Eu sabia, ele sabia e eu sabia, que não ia recusar. Assim que a boca dele encostou na minha, eu soube que era especial. Ele me deu dois beijos longos, com os lábios abertos sobre os meus, só no terceiro ele deixou os lábios encostados e abriu a boca, e nossas línguas se tocaram, juro que me arrepiei toda. Nem agora.
A Antonella teve um tremor e eu segurei ela pra acalmar, puxando ela nos meus braços e abraçando. Não sei por que saiu aquilo de mim.
Depois a gente se beijou muito e por muito tempo.
- Ele beija bem?, perguntei
- Mmmm, você não tem ideia! Me respondeu a Anto
- Continua, me conta, falei
- Bom, o que vem depois não sei se te conto com tanto detalhe… me disse minha filha
- Você me conta tudo e com todos os detalhes, como se eu fosse uma amiga, falei
- Olha, mãe, que eu posso acabar usando uma linguagem bem explícita, ela me disse
- Não vou me chocar por ouvir a palavra "pau", falei
- Bom, vejo que você entende por onde vai a conversa, ela disse me olhando nos olhos
- Você se solta e conta, incentivei
E ela se soltou:
Bom, como eu tava dizendo, o Cristian me pegou pela cintura e começou a me beijar cada vez com mais paixão. Passava gente perto da gente e eu não tava nem aí, eu me apertava contra o corpo dele pra sentir ele
- Já tava dura? Perguntei, minha curiosidade me fez interromper ela
- Sim, bem durona, e eu me apertava contra ele pra sentir bem.
- Bom, continua, continua, eu falava
Num momento ele começou a acariciar minha bunda por cima do vestido, que como era levinho, curto, era quase a antesala de ele tocar minha pele diretamente, me dizia a Antonella
- Mmmm como vocês deviam estar tarados Os dois! Soltei. Não sei como tive coragem de falar aquilo.
- Sim, mãe, a gente tava muito na pira. Os dois. Mas até aquele momento eu tava excitada, mas conseguia me controlar, e chegou um instante chave em que eu cruzei o limite, ela me disse.
- Como assim? Não tô entendendo, falei.
- Como explicar, mãe? Eu, bah, os dois távamos muito quentes, mas bem que eu podia ter voltado pro nosso quarto sem problema, mas teve algo que me fez dar aquele passo que eu sabia que não teria volta, saca? Ela disse, Antonella.
- Claro, comigo acontece. Bom, acontecia, falei, esclarecendo um pouco.
- Bom, continuo. Continuou Antonella. Naquele momento, ela colou a boca no meu ouvido e falou algo que me deixou louca.
- O que ela te disse?! Eu tava ansiosa e excitada. E dava pra perceber. Meus mamilos estavam durinhos. Pra piorar, minha filha contava com tanta precisão que era como se eu tivesse vivendo aquilo. Era um jeito de viver através dela uma fantasia.
Quero te comer! Assim, na cara dura, ela soltou enquanto me apertava e me fazia sentir o pau bem duro, ela disse, Anto.
- Ufffff, falei, e instintivamente, sem perceber, levei minha mão até minha boceta.
- Mmmm, juro que eu também lembro e fico excitada, ela disse.
Minha filha tinha percebido que eu tava excitada, e não me importou nem um pouco.
- Continua, pedi, ou ordenei, não lembro.
- Bom, esse foi o limite que te falei, mãe. Aquelas palavras me detonaram. Ali eu soube que a gente ia acabar na cama, ela disse.
- Claro, claro, eu falava, visivelmente excitada. Continua, continua.
Ela me pegou pela mão e a gente foi quase correndo pro quarto dela. Foi só entrar e a gente começou a se beijar que nem loucas. Eu desabotoava a camisa dela e ele levantava meu vestido, me apalpando a bunda diretamente. Eu desafivelava o cinto dele e ele meteu a mão por dentro do vestido e desabotoou meu sutiã. Eu desabotoei a calça dele e meti a mão lá dentro. da cueca, eu precisava sentir aquela..., Antonella parou.
Não sei por que, mas naquele momento ela ficou em silêncio, como se recuperasse a sanidade e não tivesse coragem de dizer a palavra.
- cock, eu falei olhando nos olhos dela.
- cock, ela disse e continuou: Mãe, você tá disposta a ouvir coisas que são muito pesadas? Olha que se você não me parar, eu conto absolutamente tudo! Minha filha soltou.
- Sim, Anto, quero que você conte tudo, preciso que você conte tudo. Eu falei quase implorando.
Então eu tirei a cock dele enquanto o beijava e, olhando nos olhos dele, falei: quero chupar sua cock, e me ajoelhei pra chupar, ela me disse.
Naquele momento, instintivamente, eu fechei as pernas, presa da excitação que sentia.
- Continua, eu pedi.
- Bom, a cock, juro que era linda, mãe. Antonella falava e o rosto dela se iluminava.
Me ajoelhei e comecei a chupar. Adorava sentir ela dentro da boca. Enquanto falava, consciente ou inconscientemente, Antonella levou uma das mãos até a pussy e deixou ali. Continuou falando: Eu chupava com muita vontade. Ele me olhava.
Eu não aguentava mais e tive que intervir na história: você sustentava o olhar enquanto chupava?
- Siiim! Isso eu adoro! Antonella se esfregava suavemente enquanto lembrava.
- Eu também! Eu falava enquanto roçava a pussy ao ouvir minha filha contar aquela foda memorável.
Não sei quanto tempo fiquei chupando, ele acariciava meu rosto e me olhava. Eu olhava pra ele e sorria com a cock dentro da boca, minha filha me disse.
Antonella estava solta. Agora tinha cruzado o limite da vergonha com a mãe e estava disposta a tudo. Eu acariciei meus mamilos por cima da camisola e desci instintivamente a mão até minha pussy sem nenhum pudor enquanto olhava pra minha filha, que fazia o mesmo.
- Tô muito tesuda! Antonella me disse. — Eu também, acho que vou bater uma punheta quando você terminar de me contar, falei.
— Eu também, a não ser que…
Naquele momento, Antonella olhou nos meus olhos e eu pude ver o brilho da luxúria neles, com certeza tanto quanto ela pôde ver nos meus.
— Não sei o que você está pensando, mas preciso que termine de me contar, falei, fazendo um movimento na cama. Isso fez com que uma alça da minha camisola caísse e um dos meus peitos ficasse exposto. Fiz o gesto para me cobrir, e Antonella me segurou.
— Deixa, fica assim que eu continuo contando, gosto disso.
Eu não podia acreditar no que estava vivendo naquele momento, estava na cama com minha filha, eu com um peito de fora e o mamilo totalmente duro de excitação enquanto ela me contava com todos os detalhes como chupava a pica de um cara que a gente tinha acabado de conhecer juntas há 24 horas.
— Bom, continua, ordenei.
Naquele momento, ela me pegou para me levantar e, sem hesitar, nós dois fomos tirando um do outro a pouca roupa que ainda tínhamos, ficamos completamente pelados. Assim, nua como estava, fiquei na ponta dos pés para beijá-lo e abraçá-lo de novo. Ele não recusou o beijo e correspondeu com muita língua e saliva nas nossas bocas. Ele me agarrou e me levou para a cama. Me deitou e começou a chupar meus peitos, eu não aguentava mais de vontade de sentir a pica dentro, mamãe, juro.
Naquele momento, não aguentei mais e belisquei o mamilo que estava exposto para minha filha e olhei para ela, nossos olhares se cruzaram e meu rosto ficou vermelho. Um pouco era vergonha e outro pouco era tesão.
— Se toca, mamãe, se toca à vontade.
Acho que eu precisava da aprovação dela para fazer isso, e não hesitei. Tirei a calcinha e me toquei com os dedos indicador e anelar, usando a palavra: buceta, que estava um verdadeiro lago. Acho que isso animou ainda mais minha filha, ela levantou o vestido, tirou por cima da cabeça e ficou só de roupa íntima, e começou a esfregar a buceta por cima. da calcinha. Ela se deitou do meu lado e continuou a história:
Depois de chupar um pouco minhas tetas e me segurar pelos joelhos, foi abrindo minhas pernas enquanto olhava pra minha buceta toda molhada, você sabe, mami, que eu deixo quase toda depilada. Naquele momento, ela desceu pra me chupar e juro que foi só sentir a língua dela roçar meus lábios maiores e já me estremeci, nem te conto quando foi mais fundo e me chupava intensamente. Aí gozei a primeira vez.
Foi então que me decidi e tirei a camisola, ficando de tetas na frente da minha filha e começando uma masturbação de verdade. Antonella percorria todo o meu corpo com o olhar e parava nos meus mamilos. Então eu os acariciei, deixando eles bem duros. E aí foi quando ela me olhou nos olhos e depois baixou o olhar pra minha buceta. Eu não hesitei e tirei a calcinha, que era a única coisa que me restava. Antonella entendeu o recado e em dois movimentos tirou o sutiã e a tanga, ficando completamente nua também.
- Vou me tocar também, mami, ela disse
- Sim, se toca, eu falei. Mas continua me contando quando ela meteu a piroca em você
- Mmmm, sim, mami,
Depois de chupar minha buceta por um bom tempo, ela subiu pra me beijar na boca, fazendo eu sentir meu próprio gosto.
- Aggggghhh, gritei eu. Tô gozandooooo
- Aghhh mmmm aggghhh eu também, mami.
As duas estávamos deitadas de frente uma pra outra, nos olhando nuas e gozando ao mesmo tempo. Mas nenhuma de nós queria que tudo terminasse ali.
- Mmmmmm adoro gozar, eu falei
- Mmmm eu também, posso gozar mil vezes e sempre continuo com vontade, Anto disse
- Aghhhh você é igual a mim, puxou a mim, eu falava enquanto olhava pra ela e continuava me tocando
- Agghhhhhh, ela gemia
- Continua, Anto, me conta quando ela meteu em você, eu falei, animando ela a seguir
Bom, sim, então, como eu tava dizendo, ela me beijava e sem parar de fazer isso, meteu a piroca foi enfiando devagar na buceta, centímetro por centímetro…
- Uffff, e? Tava gostosa aquela pica? Falei que nessa altura eu já tava completamente solta
- Mmmmm, sim, mamãe. Você não sabe como ela tava dura, mamãe. Aí eu gozei pela terceira vez, a Anto me disse
- Mmmmm, que delícia, adoro que você aproveita, eu falei pra ela
- Aghhhh igual agora, olha como eu tô, e naquele momento, minha filha, minha filhinha tirou os dedos melados da buceta dela e começou a se acariciar os pezões me encarando
- Adoro ver você gozar, eu falei
- É, mamãe? Cê gosta? Tô muito tesuda, olha como meus pezões tão, a Anto tava fora de si e eu também
- Siiiiim, aghhh adoro eles, tão durinhos, foi nessa hora que enquanto eu me tocava com uma mão, estendi a outra pra acariciar o peito da minha filha. Assim que meus dedos encostaram no biquinho e apertei de leve, as duas explodimos num orgasmo super intenso
- Aghhhh, mamãe, siiiiiiiim, aghhhhhhh, tô gozando de novo
- Aggggg, sim, meu amor, eu também, falei pra minha filha
- Mmmmm, adoro gozar, ela me disse
- Aghhhh aghhh eu também, e adoro ver você gozar, você é linda quando goza
- Você também, mamãe, você também. A Anto relaxou deitada de barriga pra cima
Eu me levantei e acariciei o rosto dela e beijei a bochecha. A Anto me abraçou e se grudou no meu corpo. Ficamos assim por uns minutos até a Anto ir tomar banho
Continua....
Se gostaram e quiserem me escrever, podem mandar pra reybaco2005@hotmail.com
ou no telegram @reybaco2005
25 comentários - Férias com minha filha (1)
Te mando un abrazo
Pronto va a haber mas
Pronto a 2da parte
Siempre firme junto al pueblo!
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