
vivência com uma mulher gostosa.Já não bastavam mais os beijos, amassos, boquetes rápidos. Decidimos ir com tudo, marcamos pra um sábado; os dois íamos falar que estávamos trabalhando. Nos encontramos em San Miguel (Tuc) no mesmo horário que entrávamos no trampo, 5:45. Mal nos vimos, começamos a nos beijar. Esperamos um táxi que nos levasse pra área de Gral. Paz. Sentamos atrás e o caminho inteiro, nos beijando, mãos pra todo lado.
Ela com uma legging que de longe parecia uma calça jeans, camiseta branca e jaqueta preta. Chegamos num dos motéis que ficam antes da praça, paramos na porta, ela me olha, me fala "me cuida", me beija suave e a gente entra.
Na cama, ela me come de boca, tira a jaqueta, a camiseta, me dá outro beijo, acaricio os peitos dela por cima do sutiã vermelho e ela fala "para". Dá um passo pra trás, vira de costas, começa a tirar a legging devagar, descendo tudo com as mãos pra eu poder apreciar aquela raba em todo seu esplendor. Sabia que eu ficava louco naquele cú, fio dental vermelho, uma bunda impressionante.
Não aguento e dou um chupão mais mordido. "Não, não, espera quieto, você é todo meu agora." Na hora tira minha camiseta, desabotoa a calça jeans, tira ela, continua com a cueca. "Finalmente isso que eu queria, que pica que você tem, papai, quase esqueci", ela fala. E vai pegar alguma coisa na bolsa dela, tira um halls de cereja, sorri e coloca na boca.
"Que filha da puta você é, vai me deixar louco." Só consegui falar isso, sentadinho com a rola duríssima.
Ela se ajoelha e começa a chupar, primeiro a língua, saboreia tudo, bolas, lambe tudo desde as bolas até a cabeça da pica. Me joguei na cama sem acreditar no que tava rolando, abro os olhos e o espelho no teto me dava um panorama lindo. Ela enfia a pica até onde conseguia, chupava e chupava, só parando pra respirar. Não queria gozar assim, então falo pra ela "agora é minha vez, vem cá". Levanto e deito ela na cama. "Me cuida." Ela fala de novo, com o tempo ela confessaria que tinha medo de doer porque dizia que minha pica era grande. Eu tenho uma normal de 19 cm, mas ela era... estreita e o médico tinha dito que pra ter um filho ela precisava fazer um tratamento pra alargar, foi o que ela me contou. Ela deitada toda pra mim, parei pra olhar, não acreditava, tê-la ali pra mim, gostosa, tava completamente extasiado. Começo beijando ela, desço pelo pescoço, sigo beijando o sutiã dela, meto os peitos dela na boca com sutiã e tudo. Tiro o sutiã, os bicos dela estavam duros, eu lambia, chupava, cuspia e chupava de novo, um; o outro, os dois juntos. Continuei descendo, beijando tudo, o umbigo dela, a pélvis, até chegar na buceta ainda com a calcinha vermelha, lambia a buceta por cima da calcinha, sentia quente, molhada, chupava, mordia a calcinha. Tirei a calcinha, acariciei os lábios com os dedos, ela tinha me dito que não gostava quando chupavam ou tocavam porque o ex-namorado fazia doer. — Tá gostando? — pergunto acariciando a buceta com os dedos. — Se fizer tudo certinho — isso me deixava louco, provavelmente era pra me excitar mais, mas adorava quando ela falava essas coisas. Enfiei um dedo olhando nos olhos dela, ela gemia e me deixava fazer o que quisesse, percorro a buceta com a língua, os lábios, por fora, devagar, suave, sentia a respiração dela acelerar, então continuei, lambia a buceta toda uma e outra vez. Abria a buceta com os dedos e enfiava a língua até onde dava, chupava a buceta inteira, metia ela toda na boca, enquanto lambia meus lábios vibravam nos lábios dela. Ela se arqueava toda, então eu aumentava a intensidade, procurei o clitóris dela, massageei com a língua, enquanto enfiava o dedo na buceta, cada vez mais rápido, ela parecia endemoniada, toda arqueada, colocou as mãos na minha cabeça e começou a gemer até dar um grito que tentou abafar com as mãos, eu tava com a boca encharcada dos fluidos dela, que eu saboreava, lambia querendo deixar a buceta dela seca, chupava dos meus dedos. Ela tapando o rosto com as mãos — filho da puta, acabou com a minha buceta. Desculpa, nunca rolou assim comigo, que vergonha.
- Adorei o que você disse, enche minha boca toda de gozo, é uma delícia.
- Cala a boca, que vergonha. E eu limpava a boca no lençol.
Subo, beijo a boca dela, me ajeito. Ela fala: devagar.
Ela abre bem as pernas, brinco com a piroca passando pela buceta de cima pra baixo.
- Me come - ela diz.
Coloco a cabeça na buceta, começo a meter, como tá muito molhada entra sem problema, obedeci e só a cabeça devagar, aos poucos já tinha metade da piroca dentro, ela só gemia, começava a perder o medo - assim me come toda, filha da puta.
- Quer ela toda dentro? - sussurro no ouvido dela.
Surpresa - você não meteu tudo? Vai me matarrrrrrrr ahhh. Antes dela terminar de falar, enfiei tudo de uma vez, ela segurou minhas mãos, esticamos elas pra cima da cabeça, comecei a bombar forte, ela gemia e gritava, já esquecendo de tudo. - Filho da puta, me come, vai, me come toda, acabo com toda sua piroca. Tava tanto tesão que eu bombava e bombava, ela gritava, gemia, me xingava, gozou de novo, eu não aguentei, tirei a piroca e gozei tudo no corpo dela.
Assim começamos o dia, tínhamos mais 8 horas pra curtir e o tesão não passava, ela multiorgásmica, eu prolongava o máximo que podia. Lembro de sair do hotel tonto, foi incrível.
0 comentários - Noé, finalmente no hotel