Tenho um casal com quem sabemos "brincar": Marcela e Luís, 50 e 57 anos, respectivamente. Os dois são bem de vida, com uma situação financeira confortável. Ela faz muita atividade física, uma deusa para a idade, sempre bronzeada, uma bunda linda, uns peitos lindos e um rosto bonito também. Luís é um sugar daddy de carteirinha, também cuida da aparência, um pouco mais clarinho, com cabelos grisalhos pelo corpo e uma barriguinha (perfeito pra mim). Geralmente nossos encontros são a três, e às vezes já rolou com um dos dois separado. A Marce sai com as amigas e o Luís me chama pra jantar, mas nada com ela sozinha é quando a gente apronta as perversidades, e eu adoro (mas isso já é história pra outro conto). Numa tarde qualquer, eles tinham acabado de voltar de uma viagem. Ela me chamou pra tomar um mate e bater papo, como a gente fazia sempre. Entre conversa de amiga, de unha, de roupa, de homem, etc., a Marce me conta que na viagem eles tinham fantasiado com uma ideia pra fazer comigo... Intrigada, falei: "Conta logo, ué!" (a gente sempre se divertia pra caramba os três juntos). "Estamos com muita vontade de você ser nossa bebê." Fiquei chocada, não entendi nada. "Me explica melhor, amiga, não tô entendendo." Ela pega o celular e me mostra um site com fotos de meninos e meninas da minha idade vestidos de bebê. "O Luís viu isso e falou: 'Isso a gente tem que fazer com a Pauli...' Fala que sim!!!" Eu continuava chocada... Muda, sem entender direito. A Marce me pega pela mão e me leva pro quarto dela. "Olha o que a gente comprou pra você." Abre uma bolsa e tinha de tudo... Chupeta, mamadeira, chocalho, um body com florzinhas rosa e o mais pesado... Fraldas. Comecei a rir e falei: "Você é maluca, hein!" Aí a Marce disse: "Vai, se joga! Daqui a pouco o Luís chega e vai pirar se te ver assim." Eu, que sempre falo sim fácil, depois de um tempinho aceitei. Era muito estranho. Me despi, fiquei só de calcinha e sutiã, mas ela mandou tirar tudo. Colocou a gaiolinha de castidade em mim, talco, fralda e o body por cima. Eu, a Verdade que tava meio nervosa, mas não vou negar que já tava um pouquinho excitada. Luis mandou uma mensagem dizendo que ia demorar, então minha "mami" falou: "Beleza, já que é assim, vou preparar um mate e a gente espera ele". Entre mate e conversa, Papi demorou mais do que o esperado e eu tava com vontade de fazer xixi. Pedi pra ela tirar minha roupa pra ir ao banheiro, mas a Marce negou na hora. — Tá louca? As bebês não vão ao banheiro, pra isso tem fralda. Eu comecei a rir, mas a parada era séria. Passou um tempo e ela não deixou eu ir, não aguentava mais. Não tive outra escolha: tive que fazer xixi na fralda. No começo foi super humilhante, mas não vou negar que foi um pouquinho gostoso também. Daí a pouco ouvimos o portão da casa, o Papi chegou e eu tinha que entrar mais no personagem. Coloquei a chupeta e engatinhei até a porta pra esperar ele. Quando ele abriu a porta, o homem quase morreu de surpresa e alegria. Já adianto: a noite foi longa e linda, mas amanhã conto a segunda parte... Beijinhos.
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