História real de como descobri que amo humilhação parte 2

Bom, continuando a história da parte um, minha primeira namorada tinha virado a putinha de todo mundo e, embora por um lado isso me fizesse muito, muito mal, por outro lado eu realmente gostava pra caralho, me dava um tesão extremo. Então a gente começou uma tradição: ela ficava de puta livremente, mas bem vadia, e quando alguém desse em cima dela, ela fazia o que quisesse, mas primeiro me ligava e pedia permissão na frente dos caras. Aí eu me aproveitava da fraqueza dela e a manipulava. Por exemplo, quando ela tinha que fazer algum trabalho da escola, antes dos colegas chegarem, eu penteava umas riscas enormes nela e a fazia cheirar de quatro enquanto mexia no cu dela. Sabia muito bem que isso deixava ela em chamas e que, assim que os amigos chegassem, a putinha entregaria a buceta sem pensar duas vezes. Ela tinha 13 anos quando começou essa tradição e eu 15. Ela não era bonita de rosto nem de personalidade (era bem burrinha), mas tinha uma buceta super gostosa e umas nádegas bem carnudas, apesar de ser super magra, e essa era a arma secreta dela. Porque se alguém falasse não, ela só mostrava a raba e abria, ou baixava a legging até o joelho e enfiava a fio dental bem enterrada, mostrando a bocetona super gostosa. Isso é uma história real, não preciso mentir. Tenho orgulho de contar porque aquela garota puta arrombada me ajudou a entender o que eu gosto, e hoje posso dizer com toda tranquilidade que amo ser um corno de merda e amo ser humilhado. Adoro pra caralho. Além disso, ver a cara dos caras quando eu chegava e eles se faziam de sonsos, e eu falava: "Ei, brother, fica suave, nada a ver, já sei que você comeu minha namorada. Não vou te bater, não tô puto. Gosto que você coma ela porque ela nasceu pra ser uma puta e merece." E ela ali ouvindo, fazendo carinha de super feliz, uuufff, como me dava tesão ver a cara de puta feliz dela. Ainda ficava toda vermelha, como se tivesse vergonha, hahahaha, mas não tinha vergonha nenhuma. Numa época, ela e minha Melhor amigo se odiavam pra caralho, não se aguentavam nem se olhar, mas um dia contei pro meu amigo que a merca faz a bunda dela ferver e ela fica desesperada, e mostrei fotos dela com brinquedos de cotilhão (espigas de milho, bananas etc.) enfiados no cu e uns vídeos dela de quatro soltando uns peidos super longos e barulhentos (porque ela amava que eu enchesse o cu dela pra soltar peido). Ele ficou doido, o filho da puta, e me disse rindo: "Mas você é um idiota, agora quando puder vou visitar sua mina com um sação e vou arrebentar o cu dela." Uuufffff, sim, amigo, pensei por dentro, e até que um dia, tipo uma semana depois, vou visitar ela e vejo meu amigo saindo da casa dela... Ele passa por mim e diz: "E aí, corno? Deixei sua mulherzinha toda mansa lá." E se cagou de rir. Me senti muito, mas muito humilhado, pra caralho, mas gostei, de algum jeito gostei pra caralho. Ela abre a porta e eu pergunto: "Qual é? O que rolou? Acabei de ver o gordo..." E ela me faz entrar, e notei que ela tava toda dura, e me manda calar a boca e escutar, e diz que eu não tenho direito a nada porque é tudo culpa minha, porque: "Como você vai contar pros seus amigos que a merca dilata meu cu? Ainda mostrou fotos, seu estúpido, você me conhece mais que ninguém e sabe que se me mostram um saquinho não consigo negar nada." Beleza, falei: "Me conta tudo que rolou." E ela contou tudo com detalhes enquanto eu batia uma como um retardado, e ela, super feliz, contava com todos os detalhes quando abriu a porta pro meu amigo e ele perguntou: "Tô sozinho?" "Sim", ela disse. Aí ele tirou o saquinho de cocaína e falou: "Seu namoradinho me contou que você adora cheirar merca e entregar o cu, e quero saber se é verdade. Além disso, me mostrou umas fotos suas com o cu bem aberto com uma espiga de plástico." Aí ela ficou doida, me disse que ficou super excitada pra caralho. Então pediu merca, e ele encheu o saco dela por um tempo, mandando ela fazer coisas pra ganhar a droga: mandou ela se despir, mandou ela andar de quatro, e quando ela se desesperou, ele ria e humilhava ela. E aí... Ela adorou, mas se desesperou porque queria cheirar. Então ele disse: "Beleza, você vai chupar bem minha pica e eu vou te pagar com a carreira." Depois de duas carreiras, ela mamava igual uma louca, e ele não parava de falar coisas humilhantes e xingar ela, e isso deixava ela em chamas. Então ela implorou pra ele dar a bolsa pra ela pegar uma boa, e ele deu, mas disse: "Quero te ver enfiando coisas no teu cu." Aí ela juntou umas coisas pela casa e foi enfiando, e a vagabunda falava: "Meu namorado também gosta que enfiem coisas no cu dele" (que humilhação tremenda que eu senti). Adorei ouvir ela falar isso pro meu melhor amigo. Fiquei cheio de vergonha como nunca antes, e ela me disse que enquanto meu amigo comia o cu dela, ele falava: "Então você me odeia? Então vai se foder, nojento, eu? Hã? Olha como eu te tenho, seu pedaço de puta." E ela respondeu: "Você me dá nojo e eu te odeio, não te suporto, mas se meu namorado me deixou tão largada, não posso fazer outra coisa. Você me dá nojo, gordo, me parece um idiota, mas quando tiver pó e quiser me comer, me avisa que a gente se vê." Claro que nessa altura eu já tava metendo no cu dela e fiquei louco de amor quando percebi que ele tava muito, mas muito dilatado. Eram 4 da tarde e eu perguntei: "Que horas o gordo chegou?" "10 da manhã", ela respondeu. Horas e horas entregando o cu, super firme, minha vida, com apenas 13 anos. Meu amigo toda vez que me via falava baixinho: "Pedaço de corno, que merda que sua mulher é feia, mas não pode ser tão puta. Vou comer ela toda vez que puder, e se você falar alguma coisa pra minha namorada, conto pra todo mundo que você gosta de enfiar coisas no cu e que é um corno consciente. Então fecha bem esse rabo e continua no teu papel de otário." Por dentro eu sentia uma humilhação tão, mas tão linda ❤️. Ainda por cima, o filho da puta pediu meu número e, claro, eu dei. E várias vezes eu tava com ela no meio do sexo e ele ligava, e ela atendia e conversava enquanto a gente fazia coisas, e a vagabunda contava coisas humilhantes de mim porque sabia que eu gostava. E eu... Dizia "ai, love", aquele gordo feio do teu amigo quer que eu dê o cu pra ele, me deixa? É que ele fala um monte de coisa feia pra mim enquanto me come e, sinceramente, eu adoro. Ele me chama de feia, de burra, de ridícula, mas mesmo assim me fode com raiva sempre porque eu sou uma puta de merda. Além disso, a merda que ele arruma é melhor que a que tu traz. Me deixa ver ele um pouquinho, vai? Juro que assim que terminar, venho te ver e conto tudo que ele fez comigo enquanto enfio o desodorante no teu cu. E eu falei: "Ok, deixo, mas só se trouxer merda". Aí ela diz pra ele: "Meu papi deixou eu ir te ver, mas tu tem que dar merda pra ele também, porque a minha não vou dividir". Daí ficamos cinco meses nessa: uma vez por semana ela ia ver ele e voltava com o cu arrombado e um saquinho de merda. Mas o saquinho vinha enfiado no cu dela, dentro de um ovo Kinder. Tudo saiu do controle quando ele começou a mostrar pra outros caras as fotos que tirava da minha mina. Aí um monte de mano começou a assediar ela, e foi tudo pro caralho, porque toda vez que a gente não tava junto, ela tava com algum cara aleatório que oferecia merda pra ela dar o cu. A humilhação escalou pra níveis extremos: onde a gente ia, sempre alguém falava uma putaria pesada pra ela ou pra mim. E, sinceramente, eu adorava. Era fascinante estar no parque com ela e passar um zé droguinha e falar: "E aí, como é que tá o cu da tua mulher, amigão? Valeu por entregar ela! Ia te encher de porrada por ser corno, mas tô grato". E eu falava pra ela: "Ei, vem aqui um minuto que quero te falar uma coisa". Ela levantava, ia com ele e dizia: "Já volto, papi". Voltava meia hora ou mais tarde com um cheirão de rola na boca, e me excitava pra caralho ver ela com cheiro de rola suja na cara. Claro, eu enfiava o dedo no cu dela e tava super frouxo. Na hora, a gente ia pra qualquer lugar e fodíamos como loucos. E ela me amava pra caralho, sempre me agradeceu por deixar ela ser tão livre assim. E eu... dizia que você é muito puta, você nasceu pra ser puta, te amo e amo que você curte. Em breve vem a parte 3 e vou dar nomes e postar duas fotos.

3 comentários - História real de como descobri que amo humilhação parte 2

ex2043 +1
Como le rompo el orto a esa puta merquera. A ver si me la prestas también
gin1695 +1
encantado con la historia ojala mas personas se abrieran a probar la vida del cornudo