Há pouco tempo, procurando umas putarias na internet, eu tava proibido de me tocar até o momento em que escrevo isso, quando minha dona me permitiu ter meu primeiro orgasmo de 2023. Me deparei com um post que me fez ter uma nova fantasia.
Na minha fantasia, sou um garoto começando minha vida na faculdade. Durante meus primeiros dias num lugar novo, procuro um encontro casual com um dom, mas topo com um post que diz o seguinte:
Daddy procurando sumisso/filho:
Dominante procura sumisso (de plantão) pra fazer de filho
Tem que estar disposto a obedecer em tudo, aceitar castigos e usar todo tipo de roupa e brinquedos
Sumissos sem experiência são melhores pra educar do meu jeito
Me chama no xxx-xxxx-xxxx
Como pagamento, vou ajudar com moradia, comida e gastos
Eu, todo tarado, ia escrever na hora:
Eu: Oi, vi seu post no XXX e tô interessado. Sou novo na cidade e acabei de entrar na faculdade.
Dom: Fala de você primeiro e manda umas fotos suas.
Eu: (Ia mandar umas fotos minhas, rabo, pau, corpo inteiro e rosto) Sou um cara bi, completamente sumisso, ainda virgem, tanto de cu quanto de pau, nunca tive experiência em nada, nem chupei ninguém.
Me excita imaginar sendo controlado por alguém. Vivo me masturbando vendo pornô de dominação, MILFs, BDSM gay, escolares e gangbang. Tem dias que gozo até 5 vezes.
Dom: Perfeito, você é um cachorrinho muito tarado. E o fato de não ter experiência e ser completamente virgem me agrada ainda mais. Quando pode se encontrar pra conversar tudo pessoalmente?
(Iam junto umas fotos do pau dele, corpo e rosto) (O pau dele teria 25cm, bem grosso e com umas bolas enormes, com pouco pelo, dava pra ver que ele raspava)
Eu: Posso hoje mesmo. Onde a gente se encontra?
Dom: (Ia me mandar a localização de um parque) Daqui a 30 min na fonte. Vai sem cueca, aí te explico tudo.
Na hora eu confirmaria o encontro e iria me trocar. Escolheria uma roupa simples, nada Chamativo, uma calça e uma camiseta, também um moletom com desenhos, já que tava um pouco frio e como ele mandou eu ficar sem nada por baixo da roupa. Antes de sair, bati uma pra me acalmar um pouco, fiquei punhetando durante toda a conversa, já tendo gozado, saí pronto pro encontro.
Durante o caminho, tive outra ereção, que foi difícil de esconder. Não tava de cueca e a sensação da roupa roçando no meu pau só me excitava a cada passo.
Já na fonte, mandei mensagem pra ele dizendo que já tinha chegado e que era o cara com o moletom de desenhos. Ele só respondeu "ok, vou chegar em você". Na hora, senti uma mão tocando meu ombro, quando me virei, pude vê-lo.
Ele era muito mais alto que eu, media entre 1,80m e 1,90m, comparado com meu 1,40m, parecia que eu podia ser filho dele. Tinha um corpo bonito, roupa casual, jaqueta, camisa e jeans.
Dom: Tava preocupado que a altura fosse um problema, esqueci de perguntar sua altura, mas agora que te vejo assim pequenininho, fico tranquilo.
Dom me disse pra irmos pra um lugar mais afastado, onde pudéssemos conversar sem preocupação. Fomos pra um restaurante perto que ele conhecia. Ao entrar, pediu uma mesa no segundo andar, onde não tinha ninguém, então dava pra falar de boa. Não pedimos muita coisa, ele um café e eu um chocolate gelado. Assim que o garçom foi embora, o Dom começou a me explicar tudo.
Dom: Então, há quanto tempo você chegou? Você disse que é novo e que vai começar a faculdade.
Eu: Acabei de chegar hoje, ainda não me instalei no meu apartamento, tô num hotel. Vou estudar na XXX.
Dom: Me diz, quantas vezes você bate uma por dia?
Eu: Umas 5 vezes ou mais. Na verdade, bati uma antes de vir te ver.
Dom: Então você é um cachorrinho tarado. Acho que esse seu pau vai precisar de uma disciplina.
A conversa tava começando a esquentar.
Dom: Antes de te explicar o que eu procuro, preciso saber quando... Você vai às aulas? E mantém contato regular com sua família?
Eu: Só vou uns 3 dias por semana pra escola, a maior parte do tempo tenho aulas virtuais, outro dia vou só umas horas e o último dia é completamente online. Meus pais já se foram há um tempo e só tenho o dinheiro que deixaram pros meus estudos.
Dom: Lamento ouvir isso. Eu poderia bancar toda a sua estadia e te ajudar com todos os gastos. Me diz, te interessa?
Eu: Não se preocupa, já superei isso faz tempo. Claro, quero ouvir tudo.
Dom: Perfeito. Vê bem, há um tempo que eu quero ter um submisso que eu possa tratar como meu filho, educar, treinar, castigar e foder sempre que eu quiser. Se você aceitar se tornar meu filho, vai se mudar pra minha casa. Em troca, eu pago todos os seus gastos e ainda te compro presentinhos.
Mas preciso te avisar: vou te controlar em todos os aspectos — roupa, horários, orgasmos e mais. Não espero que você me obedeça perfeitamente desde o início, na verdade eu gosto disso, assim posso te castigar. Você sempre deve se comportar como meu filho e se dirigir a mim como papai.
O fato de você ficar quase sempre em casa é ainda melhor, assim posso te educar e brincar com você todo esse tempo. Me diz o que você acha:
Eu: Humm... a ideia me deixa com tesão. Também tô um pouco nervoso, não tenho experiência em nada, mas a ideia de alguém cuidar de mim e assumir todo o controle me deixa excitado.
Dom: Te garanto que vou te fazer sentir e experimentar muitas coisas que vão te deixar louco.
Eu: Humm, acho que vou aceitar. Tô nervoso, mas a ideia me deixa com tesão.
Dom: Tem certeza? Uma vez que se mudar pra minha casa, não tem volta.
Eu: (Tomado pelo tesão) Sim, aceito. Ser seu filho submisso.
Dom: Perfeito. Se você concordar, pode se mudar amanhã de manhã pra minha casa.
Eu: Sim, hoje mesmo arrumei minhas coisas.
Dom: Espera, antes quero ter certeza de uma coisa. (Nesse momento, Dom se aproxima de mim, enfia a mão dentro da minha calça e agarra meu pau inteiro) Certo, o pau do meu filho... Deve ser pequeno, já vou cuidar de educá-lo. Aproveite sua última noite livre, porque a partir de amanhã cedo você será meu.
Depois disso, só conversamos sobre nossos gostos e passatempos enquanto esperávamos minha ereção baixar — que ele tinha provocado — e fomos embora. Dom disse que precisava comprar algumas coisas para minha mudança para a casa dele.
No dia seguinte, já tinha minhas malas prontas. Dom me escreveu perguntando se eu estava pronto. Respondi que sim. Ele mandou um carro me buscar e pediu que eu fosse sem roupa íntima de novo.
A casa dele tinha dois andares e, como ele tinha dito, ficava bem perto da universidade. Ele já estava na entrada me esperando e me ajudou a descer minhas coisas. Antes de entrarmos, me perguntou se eu tinha certeza, que uma vez que eu entrasse na casa dele, não teria volta. Eu disse que aceitava e entrei.
Assim que entrei, ele me pediu para esperar na sala enquanto ia pegar umas coisas. Voltou em poucos minutos com uma sacola que colocou na mesa da sala. De dentro, tirou uma venda e a colocou em mim. Eu não conseguia ver nada, estava nervoso e com tesão ao mesmo tempo — me lembrava daqueles pornôs de BDSM. Depois, ele amarrou minhas mãos na frente e colocou umas tornozeleiras, mas antes tirou minha calça. Eu estava muito excitado e, assim que ele tirou a calça, meu pau duro ficou à mostra. Então, ele colocou uma coleira de couro rosa em mim.
Daquele jeito, totalmente imobilizado, ele me puxou pela coleira e me fez levantar. Mandou eu segui-lo até o quarto dele, enquanto me dava umas palmadas para me fazer andar. Eu soltei um grito enquanto meu pau escorria pré-gozo ao sentir as mãos dele me batendo.
Dom: Tô vendo que meu filhinho tá com tesão, mas agora não pode gozar, não. Essa bucetinha sua escorre muito fácil, adoro.
Quando chegamos no quarto dele, ele me fez deitar de barriga para cima na cama. Amarrou minhas mãos no encosto da cama e minhas tornozeleiras numa espécie de barra que deixava minhas pernas completamente abertas. Ele pegou uma toalha que estava na mesa ao lado da cama e colocou debaixo de mim. Nádegas. Ele abriu uma gaveta da mesma mesinha e pegou uma espuma, me disse que era uma espuma depilatória. Pegou bastante espuma na mão e passou no meu pau, massageou todas as bolas e o tronco, garantindo que cobria cada pelo que eu tinha. Depois pegou o tubo e mandou eu virar para passar toda aquela espuma nas minhas nádegas, que também cobriu por completo. Enfiou a mão entre minhas nádegas, o que eu não esperava. Ao sentir o dedo dele passando na entrada do meu cu, escorreram umas gotas de pré-gozo de novo. Percebendo isso, ele se divertiu um tempinho me fazendo jorrar sem gozar, enquanto esperava a espuma fazer efeito.
Dom: Vejo que meu filhinho goza muito fácil, tá com vontade de gozar, né?
Eu: Sim, quero gozar, por favor faz uma punheta pra mim enquanto a gente espera.
Dom: Lembra que a partir de agora você tem que me chamar de papai. Se não me chamar assim, não vou te dar punheta nenhuma.
Eu: Desculpa, papai, por favor, quero gozar, faz uma punheta pra mim enquanto brinca com meu buraquinho.
Papai: Tá bom, vou te dar a punheta, mas você tem que me avisar quando for gozar.
Meu papai começou a me fazer uma punheta gostosa, devagarzinho, brincava com a borda do meu cu sem enfiar o dedo, e massageava minhas bolinhas. Não demorou muito pra eu estar quase gozando. Assim que eu falei que estava prestes a gozar, ele me soltou por completo. Fiquei frustrado. Ele me desamarrou e mandou eu segui-lo até o banheiro que ficava no quarto dele. Dessa vez, ele me levou puxando pelo meu pau, que cabia inteiro na mão dele. Dentro do banheiro, ele pegou um chuveirinho de mão e tirou toda a espuma de mim. Fiquei completamente depilado, sem nenhum vestígio de pelo. Com uma máquina de barbear, ele tirou o pouco que restava e os pelinhos das minhas pernas.
Totalmente depilado, ele pegou uma toalha e me secou. Me levou de volta pra cama dele e me amarrou de novo do mesmo jeito que antes. Na frente da cama tinha uma tela grande. Ele ligou e me perguntou que tipo de pornô eu queria ver. Pedi um de um garoto que é... Fodido de uniforme de empregada e gozando sem se tocar.
Daddy colocou o pornô e, da gaveta dele, tirou uma caixa e um pote de lubrificante. Eu tava com uma ereção daquelas e morrendo de vontade de gozar há um tempão.
Daddy: Meu filhinho, vou te dar seu orgasmo como presente de boas-vindas. Tenta aproveitar e não gozar rápido, hehehe.
Meu papi passou um monte de lubrificante no meu pau. Senti escorrendo até a entrada do meu cu. Eu tava tão louco pra gozar que não passaram nem 5 minutos e já tava quase lá. Pedi pro meu papi adiantar o vídeo pra hora em que eles gozavam. Ele fez isso e acelerou a punheta. Adorava sentir a mão dele envolvendo completamente o tronco do meu pau. Quando eu tava prestes a gozar, avisei meu papi. Ele acelerou o ritmo da punheta enquanto, com um dedo, brincava na entrada do meu cu. No meio dos gemidos da TV e dos meus, acabei gozando pra caralho. Me respinguei todo, tinha um monte de porra no meu peito e no meu rosto.
Tava curtindo ter gozado quando, de repente, senti meu papi secando rapidinho todo o meu pau com uma toalha e, da caixa, tirou uma gaiola de castidade transparente. Aproveitando que meu pau tinha acabado de gozar, ele colocou a gaiola.
Daddy: Te falei que ia controlar seus orgasmos. Não quero que meu filhinho goze sem minha permissão. Essa bucetinha sua precisa de muita disciplina.
Vi ele colocar um cadeado em formato de coração, deixando meu pauzinho completamente engaiolado. Depois, colocou uma chave no chaveiro dele e disse que ia esconder a outra pra emergências. Deixou o pornô continuar.
Daddy: Aproveita o resto enquanto preparo a próxima.
Eu não entendia o que mais ele ia fazer comigo. Ele abriu uma gaveta da outra mesa ao lado da cama e começou a tirar todo tipo de consolo, plug e dildo, de todas as formas e tamanhos. Uns com formato de tentáculos, também bolas anais e massageadores de próstata.
Daddy: Agora vamos treinar seu cuzinho, filho.
E pegou um plug pequeno e o pote de lubrificante. Continua...
Hoje me senti inspirado por ter meu primeiro orgasmo do ano. Essa é uma história que quero desenvolver por um bom tempo. Se vocês realmente gostarem, me ajudaria se escrevessem o que fariam comigo se me tivessem nessa posição, assim me inspiram pra continuar.
Feliz 2023, espero que gozem muito.
Na minha fantasia, sou um garoto começando minha vida na faculdade. Durante meus primeiros dias num lugar novo, procuro um encontro casual com um dom, mas topo com um post que diz o seguinte:
Daddy procurando sumisso/filho:
Dominante procura sumisso (de plantão) pra fazer de filho
Tem que estar disposto a obedecer em tudo, aceitar castigos e usar todo tipo de roupa e brinquedos
Sumissos sem experiência são melhores pra educar do meu jeito
Me chama no xxx-xxxx-xxxx
Como pagamento, vou ajudar com moradia, comida e gastos
Eu, todo tarado, ia escrever na hora:
Eu: Oi, vi seu post no XXX e tô interessado. Sou novo na cidade e acabei de entrar na faculdade.
Dom: Fala de você primeiro e manda umas fotos suas.
Eu: (Ia mandar umas fotos minhas, rabo, pau, corpo inteiro e rosto) Sou um cara bi, completamente sumisso, ainda virgem, tanto de cu quanto de pau, nunca tive experiência em nada, nem chupei ninguém.
Me excita imaginar sendo controlado por alguém. Vivo me masturbando vendo pornô de dominação, MILFs, BDSM gay, escolares e gangbang. Tem dias que gozo até 5 vezes.
Dom: Perfeito, você é um cachorrinho muito tarado. E o fato de não ter experiência e ser completamente virgem me agrada ainda mais. Quando pode se encontrar pra conversar tudo pessoalmente?
(Iam junto umas fotos do pau dele, corpo e rosto) (O pau dele teria 25cm, bem grosso e com umas bolas enormes, com pouco pelo, dava pra ver que ele raspava)
Eu: Posso hoje mesmo. Onde a gente se encontra?
Dom: (Ia me mandar a localização de um parque) Daqui a 30 min na fonte. Vai sem cueca, aí te explico tudo.
Na hora eu confirmaria o encontro e iria me trocar. Escolheria uma roupa simples, nada Chamativo, uma calça e uma camiseta, também um moletom com desenhos, já que tava um pouco frio e como ele mandou eu ficar sem nada por baixo da roupa. Antes de sair, bati uma pra me acalmar um pouco, fiquei punhetando durante toda a conversa, já tendo gozado, saí pronto pro encontro.
Durante o caminho, tive outra ereção, que foi difícil de esconder. Não tava de cueca e a sensação da roupa roçando no meu pau só me excitava a cada passo.
Já na fonte, mandei mensagem pra ele dizendo que já tinha chegado e que era o cara com o moletom de desenhos. Ele só respondeu "ok, vou chegar em você". Na hora, senti uma mão tocando meu ombro, quando me virei, pude vê-lo.
Ele era muito mais alto que eu, media entre 1,80m e 1,90m, comparado com meu 1,40m, parecia que eu podia ser filho dele. Tinha um corpo bonito, roupa casual, jaqueta, camisa e jeans.
Dom: Tava preocupado que a altura fosse um problema, esqueci de perguntar sua altura, mas agora que te vejo assim pequenininho, fico tranquilo.
Dom me disse pra irmos pra um lugar mais afastado, onde pudéssemos conversar sem preocupação. Fomos pra um restaurante perto que ele conhecia. Ao entrar, pediu uma mesa no segundo andar, onde não tinha ninguém, então dava pra falar de boa. Não pedimos muita coisa, ele um café e eu um chocolate gelado. Assim que o garçom foi embora, o Dom começou a me explicar tudo.
Dom: Então, há quanto tempo você chegou? Você disse que é novo e que vai começar a faculdade.
Eu: Acabei de chegar hoje, ainda não me instalei no meu apartamento, tô num hotel. Vou estudar na XXX.
Dom: Me diz, quantas vezes você bate uma por dia?
Eu: Umas 5 vezes ou mais. Na verdade, bati uma antes de vir te ver.
Dom: Então você é um cachorrinho tarado. Acho que esse seu pau vai precisar de uma disciplina.
A conversa tava começando a esquentar.
Dom: Antes de te explicar o que eu procuro, preciso saber quando... Você vai às aulas? E mantém contato regular com sua família?
Eu: Só vou uns 3 dias por semana pra escola, a maior parte do tempo tenho aulas virtuais, outro dia vou só umas horas e o último dia é completamente online. Meus pais já se foram há um tempo e só tenho o dinheiro que deixaram pros meus estudos.
Dom: Lamento ouvir isso. Eu poderia bancar toda a sua estadia e te ajudar com todos os gastos. Me diz, te interessa?
Eu: Não se preocupa, já superei isso faz tempo. Claro, quero ouvir tudo.
Dom: Perfeito. Vê bem, há um tempo que eu quero ter um submisso que eu possa tratar como meu filho, educar, treinar, castigar e foder sempre que eu quiser. Se você aceitar se tornar meu filho, vai se mudar pra minha casa. Em troca, eu pago todos os seus gastos e ainda te compro presentinhos.
Mas preciso te avisar: vou te controlar em todos os aspectos — roupa, horários, orgasmos e mais. Não espero que você me obedeça perfeitamente desde o início, na verdade eu gosto disso, assim posso te castigar. Você sempre deve se comportar como meu filho e se dirigir a mim como papai.
O fato de você ficar quase sempre em casa é ainda melhor, assim posso te educar e brincar com você todo esse tempo. Me diz o que você acha:
Eu: Humm... a ideia me deixa com tesão. Também tô um pouco nervoso, não tenho experiência em nada, mas a ideia de alguém cuidar de mim e assumir todo o controle me deixa excitado.
Dom: Te garanto que vou te fazer sentir e experimentar muitas coisas que vão te deixar louco.
Eu: Humm, acho que vou aceitar. Tô nervoso, mas a ideia me deixa com tesão.
Dom: Tem certeza? Uma vez que se mudar pra minha casa, não tem volta.
Eu: (Tomado pelo tesão) Sim, aceito. Ser seu filho submisso.
Dom: Perfeito. Se você concordar, pode se mudar amanhã de manhã pra minha casa.
Eu: Sim, hoje mesmo arrumei minhas coisas.
Dom: Espera, antes quero ter certeza de uma coisa. (Nesse momento, Dom se aproxima de mim, enfia a mão dentro da minha calça e agarra meu pau inteiro) Certo, o pau do meu filho... Deve ser pequeno, já vou cuidar de educá-lo. Aproveite sua última noite livre, porque a partir de amanhã cedo você será meu.
Depois disso, só conversamos sobre nossos gostos e passatempos enquanto esperávamos minha ereção baixar — que ele tinha provocado — e fomos embora. Dom disse que precisava comprar algumas coisas para minha mudança para a casa dele.
No dia seguinte, já tinha minhas malas prontas. Dom me escreveu perguntando se eu estava pronto. Respondi que sim. Ele mandou um carro me buscar e pediu que eu fosse sem roupa íntima de novo.
A casa dele tinha dois andares e, como ele tinha dito, ficava bem perto da universidade. Ele já estava na entrada me esperando e me ajudou a descer minhas coisas. Antes de entrarmos, me perguntou se eu tinha certeza, que uma vez que eu entrasse na casa dele, não teria volta. Eu disse que aceitava e entrei.
Assim que entrei, ele me pediu para esperar na sala enquanto ia pegar umas coisas. Voltou em poucos minutos com uma sacola que colocou na mesa da sala. De dentro, tirou uma venda e a colocou em mim. Eu não conseguia ver nada, estava nervoso e com tesão ao mesmo tempo — me lembrava daqueles pornôs de BDSM. Depois, ele amarrou minhas mãos na frente e colocou umas tornozeleiras, mas antes tirou minha calça. Eu estava muito excitado e, assim que ele tirou a calça, meu pau duro ficou à mostra. Então, ele colocou uma coleira de couro rosa em mim.
Daquele jeito, totalmente imobilizado, ele me puxou pela coleira e me fez levantar. Mandou eu segui-lo até o quarto dele, enquanto me dava umas palmadas para me fazer andar. Eu soltei um grito enquanto meu pau escorria pré-gozo ao sentir as mãos dele me batendo.
Dom: Tô vendo que meu filhinho tá com tesão, mas agora não pode gozar, não. Essa bucetinha sua escorre muito fácil, adoro.
Quando chegamos no quarto dele, ele me fez deitar de barriga para cima na cama. Amarrou minhas mãos no encosto da cama e minhas tornozeleiras numa espécie de barra que deixava minhas pernas completamente abertas. Ele pegou uma toalha que estava na mesa ao lado da cama e colocou debaixo de mim. Nádegas. Ele abriu uma gaveta da mesma mesinha e pegou uma espuma, me disse que era uma espuma depilatória. Pegou bastante espuma na mão e passou no meu pau, massageou todas as bolas e o tronco, garantindo que cobria cada pelo que eu tinha. Depois pegou o tubo e mandou eu virar para passar toda aquela espuma nas minhas nádegas, que também cobriu por completo. Enfiou a mão entre minhas nádegas, o que eu não esperava. Ao sentir o dedo dele passando na entrada do meu cu, escorreram umas gotas de pré-gozo de novo. Percebendo isso, ele se divertiu um tempinho me fazendo jorrar sem gozar, enquanto esperava a espuma fazer efeito.
Dom: Vejo que meu filhinho goza muito fácil, tá com vontade de gozar, né?
Eu: Sim, quero gozar, por favor faz uma punheta pra mim enquanto a gente espera.
Dom: Lembra que a partir de agora você tem que me chamar de papai. Se não me chamar assim, não vou te dar punheta nenhuma.
Eu: Desculpa, papai, por favor, quero gozar, faz uma punheta pra mim enquanto brinca com meu buraquinho.
Papai: Tá bom, vou te dar a punheta, mas você tem que me avisar quando for gozar.
Meu papai começou a me fazer uma punheta gostosa, devagarzinho, brincava com a borda do meu cu sem enfiar o dedo, e massageava minhas bolinhas. Não demorou muito pra eu estar quase gozando. Assim que eu falei que estava prestes a gozar, ele me soltou por completo. Fiquei frustrado. Ele me desamarrou e mandou eu segui-lo até o banheiro que ficava no quarto dele. Dessa vez, ele me levou puxando pelo meu pau, que cabia inteiro na mão dele. Dentro do banheiro, ele pegou um chuveirinho de mão e tirou toda a espuma de mim. Fiquei completamente depilado, sem nenhum vestígio de pelo. Com uma máquina de barbear, ele tirou o pouco que restava e os pelinhos das minhas pernas.
Totalmente depilado, ele pegou uma toalha e me secou. Me levou de volta pra cama dele e me amarrou de novo do mesmo jeito que antes. Na frente da cama tinha uma tela grande. Ele ligou e me perguntou que tipo de pornô eu queria ver. Pedi um de um garoto que é... Fodido de uniforme de empregada e gozando sem se tocar.
Daddy colocou o pornô e, da gaveta dele, tirou uma caixa e um pote de lubrificante. Eu tava com uma ereção daquelas e morrendo de vontade de gozar há um tempão.
Daddy: Meu filhinho, vou te dar seu orgasmo como presente de boas-vindas. Tenta aproveitar e não gozar rápido, hehehe.
Meu papi passou um monte de lubrificante no meu pau. Senti escorrendo até a entrada do meu cu. Eu tava tão louco pra gozar que não passaram nem 5 minutos e já tava quase lá. Pedi pro meu papi adiantar o vídeo pra hora em que eles gozavam. Ele fez isso e acelerou a punheta. Adorava sentir a mão dele envolvendo completamente o tronco do meu pau. Quando eu tava prestes a gozar, avisei meu papi. Ele acelerou o ritmo da punheta enquanto, com um dedo, brincava na entrada do meu cu. No meio dos gemidos da TV e dos meus, acabei gozando pra caralho. Me respinguei todo, tinha um monte de porra no meu peito e no meu rosto.
Tava curtindo ter gozado quando, de repente, senti meu papi secando rapidinho todo o meu pau com uma toalha e, da caixa, tirou uma gaiola de castidade transparente. Aproveitando que meu pau tinha acabado de gozar, ele colocou a gaiola.
Daddy: Te falei que ia controlar seus orgasmos. Não quero que meu filhinho goze sem minha permissão. Essa bucetinha sua precisa de muita disciplina.
Vi ele colocar um cadeado em formato de coração, deixando meu pauzinho completamente engaiolado. Depois, colocou uma chave no chaveiro dele e disse que ia esconder a outra pra emergências. Deixou o pornô continuar.
Daddy: Aproveita o resto enquanto preparo a próxima.
Eu não entendia o que mais ele ia fazer comigo. Ele abriu uma gaveta da outra mesa ao lado da cama e começou a tirar todo tipo de consolo, plug e dildo, de todas as formas e tamanhos. Uns com formato de tentáculos, também bolas anais e massageadores de próstata.
Daddy: Agora vamos treinar seu cuzinho, filho.
E pegou um plug pequeno e o pote de lubrificante. Continua...
Hoje me senti inspirado por ter meu primeiro orgasmo do ano. Essa é uma história que quero desenvolver por um bom tempo. Se vocês realmente gostarem, me ajudaria se escrevessem o que fariam comigo se me tivessem nessa posição, assim me inspiram pra continuar.
Feliz 2023, espero que gozem muito.
4 comentários - Fantasia de ter um Daddy (Parte 1)