Noé finalmente no hotel

Já não bastavam mais os beijos, os amassos, os boquetes rápidos. Decidimos ir com tudo: marcamos um sábado, ambos diríamos que estávamos trabalhando. Nos encontramos em Liniers no mesmo horário que entrávamos no trampo, 5:45. Assim que nos vimos, começamos a nos beijar. Esperamos o 343 que leva pra Liniers, não tinha ninguém, sentamos no fundo o caminho inteiro, nos beijando, mãos pra todo lado. Ela com uma legging que de longe parecia uma calça jeans, camiseta branca e jaqueta preta. Chegamos no Gran Oeste Hotel em Liniers, paramos na porta, ela me olha, me fala "me protege", me beija suave e entramos. Na cama, ela devora minha boca, tira a jaqueta, a camiseta, me dá outro beijo, eu acaricio os peitos dela por cima do sutiã vermelho, ela fala "para". Dá um passo pra trás, vira de costas, começa a tirar a legging devagar, descendo tudo com as mãos, pra eu poder apreciar aquela raba em todo seu esplendor, sabia que eu ficava louco naquele cú, fio dental vermelho, uma bunda impressionante.Noé finalmente no hotelNão aguento e dou uma mordida com chupão. — Não, não, espera aí quietinho, você é todo meu agora. Na mesma hora ela tira minha camiseta, desabotoa a calça jeans, tira, continua com a cueca. — Finalmente era isso que eu queria, que pica você tem, cara, quase me esqueci, ela fala. E vai pegar alguma coisa na bolsa dela, tira um halls de cereja, sorri e coloca na boca. — Sua filha da puta, você vai me enlouquecer. Só consegui falar isso, sentadinho com o pau durasso. Ela se ajoelha e começa a chupar, primeiro a língua, saboreia tudo, as bolas, lambia tudo desde as bolas até a cabeça do pau. Me joguei na cama sem acreditar no que tava rolando, abro os olhos e o espelho no teto me dava uma vista linda. Ela enfiava o pau até onde dava, chupava e chupava, só parando pra respirar. Não queria gozar assim, então falo pra ela — Agora é minha vez, vem cá. Levanto e deito ela na cama. — Cuida de mim. Ela fala de novo, com o tempo ela me confessaria que tinha medo de doer porque achava que meu pau era grande. Eu tenho um normal de 18 cm, mas ela era apertada e o médico tinha falado que pra ter um filho ela precisava fazer um tratamento pra alargar, pelo que ela me contou. Ficava meia hora ou mais, colocavam um espéculo ou algo assim, esticavam as paredes da buceta, foi isso que entendi, detalhe curioso kkk. Mais tarde eu faria esse tratamento nela sem saber, em outro relato vou contar sobre isso talvez. Ela deitada toda pra mim, parei pra olhar ela, não acreditava, tê-la ali pra mim, linda, tava totalmente extasiado. Começo beijando ela, desço pelo pescoço, sigo beijando o sutiã dela, enfio os peitos dela na boca com sutiã e tudo. Tiro ele, os bicos estavam duros, eu lambia, chupava, cuspia e chupava de novo, um, o outro, os dois juntos. Continuei descendo, percorrendo ela de beijos, o umbigo, a pélvis, finalmente a buceta ainda com a calcinha fio dental vermelha, lambia a buceta por cima da calcinha, sentia quente, molhada, chupava, mordia a calcinha. Tirei a calcinha, acariciei os lábios com os dedos, ela tinha me falado que não gostava quando chupavam ou tocavam nela porque o namorado fazia ela sentir dor. -você gosta- eu falo acariciando a pussy com os dedos. -se você fizer tudo certo- isso me deixava a mil, com certeza era pra me excitar mais, mas eu adorava que ela me dissesse essas coisas. Enfiei um dedo olhando nos olhos dela, ela gemia e me deixava fazer o que quisesse, percorro a pussy com a língua, os lábios, por fora, devagar, suave, sentia a respiração dela aumentar então continuei, lambia toda a pussy uma e outra vez. Abria a pussy com os dedos e enfiava a língua até onde dava, chupava toda a pussy, enfiava ela toda na boca, enquanto lambia meus lábios vibravam nos lábios dela. Ela se arqueava toda, então eu metia com mais intensidade, procurei o clitóris dela, massageei com a língua, enquanto enfiava o dedo na pussy, cada vez mais rápido, ela parecia endemoniada, toda arqueada, colocou as mãos na minha cabeça e começou a gemer até dar um grito que tentou abafar com as mãos, eu tinha a boca encharcada com os fluidos dela, que eu saboreava, lambia querendo deixar a pussy seca, chupava dos meus dedos. Ela tapando o rosto com as mãos -filho da puta, você gozou na minha boca, desculpa, nunca aconteceu assim comigo, que vergonha. - adorei o que você disse, enche minha boca toda de fluidos, é uma delícia. - cala a boca, que vergonha. E ela limpava minha boca com o lençol. Subo, beijo ela, me ajeito. Ela fala -devagar. Ela abre bem as pernas, brinco com a cock passando pela pussy de cima pra baixo. -me come- ela fala. Coloco a cabeça na pussy, começo a meter, como tá muito molhada entra sem problema, obedeci e só a cabeça devagar, aos poucos já tinha metade da cock dentro, ela só gemia, começava a perder o medo -assim me come toda, seu filho da puta- -quer ela toda dentro?- sussurro no ouvido dela surpresa -você não meteu toda? Você vai me matarrrrrrrr ahhh. Antes que ela terminasse de falar, enfiei tudo de uma vez, ela me segurou pelas mãos, esticamos elas Em cima das cabeças, comecei a bombar forte. Ela gemia e gritava, já esquecendo de tudo. - Filha da puta, me come, vai, me come toda, acabo com toda essa sua pica. Era tanto tesão que eu bombava e bombava, ela gritava, gemia, me xingava, gozou de novo. Eu não aguentei, tirei a pica e gozei tudo no corpo dela. Assim começamos o dia, tínhamos mais oito horas pra curtir e o tesão não baixava. Ela, multiorgásmica, eu alongava o máximo que dava. Lembro de sair do hotel tonto, foi inacreditável.

3 comentários - Noé finalmente no hotel