Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/4868273/Historias-de-un-cornudo-3.html
Um ano depois de eu e minha esposa terminarmos a faculdade, decidimos casar, já que tínhamos empregos estáveis. Mudamos para uma casa de três quartos: um era meu e da minha esposa, um de hóspedes e o último eu usei como escritório, porque comecei a escrever e precisava daquele espaço como biblioteca e sala de trabalho. Decidimos comprar e compartilhar um carro só. Não era muito difícil dividir, porque geralmente eu conseguia levar e buscar minha esposa no trabalho.
Minha esposa continuava me traindo com quem aparecia, inclusive no dia do nosso casamento, o que foi excitante pra mim e fez a gente transar gostoso à noite. Mas ela sempre tomava cuidado pra não ser "descoberta".
Um dia, mandaram ela por uma semana para um escritório um pouco mais longe, então decidimos que ela levaria o carro naquela semana. A semana toda ela trabalhou dia e noite, e eu apoiava no que precisasse, até que um dia ela falou comigo.
— Amor — ela disse, me abraçando por trás. — No trabalho, me deram duas notícias. A primeira é que, por todo meu esforço, vão me deixar trabalhar em casa por uma semana inteira. Quase não vão me dar serviço, então vai ser tipo descansar.
— Que bom, agora você pode relaxar, e eu vou ficar com o carro a semana toda. Qual é a segunda notícia?
— Bom, vai chegar um colega novo no escritório. Ele é estrangeiro, não tem onde ficar, e me pediram pra ele se hospedar com a gente. Você se importa?
Pensei por um tempo, mas no final acabei aceitando. Na segunda-feira seguinte, o sujeito chegou. Minha esposa passou pra buscá-lo e depois veio me pegar. Fomos jantar e ali pude conhecê-lo bem. Ele se chamava Frank, era alto, de pele escura e muito magro. Enquanto comíamos e conversávamos, percebi que ele era gay pelo jeito que falava dos homens. Quando terminamos, fomos embora. Eu dirigi, minha esposa foi no banco do carona e Frank sentou atrás. No caminho, passamos num OXXO, uma loja de conveniência, pra comprar salgadinhos e algo pra beber. pegar. Fui o único que desceu, fui e 5 minutos depois voltei pro carro. Tudo parecia normal, mas o banco da minha esposa tava um pouco mais pra trás, ela tava com as mãos escondidas e, perto do Frank, consegui ver um papel amassado.
—Sua esposa é muito engraçada, com certeza nós três vamos nos dar bem — Frank falou, minha esposa e ele riram um pouco, eu não achei tanta graça, mas ri junto com eles.
Chegamos em casa, minha mina foi direto lavar as mãos. A gente ficou mais um tempo conversando e depois fomos pros nossos quartos, eu e minha mina tomamos banho, deitamos e dormimos. De madrugada, um barulho me acordou, era minha esposa que entrou no chuveiro de novo. Achei muito suspeito, mas fingi que não acordei. Ela saiu do banheiro, deitou e deu um suspiro, bem baixinho eu ouvi —Não tinha que ter descido do carro—
Ela achou que eu tava dormindo, mas não tava. No dia seguinte, cheio de dúvida, resolvi descobrir por que ela falou aquilo. Quando compramos o carro, a gente colocou um sistema de segurança que gravava vídeo, gravava pela frente e por trás, mas o que minha esposa não sabia é que dentro também gravava e ainda gravava áudio. Procurei a gravação daquela noite e vi o que aconteceu.
—Então não dá pra fazer nada a semana toda — Frank falava pra minha esposa.
—Já te falei que não, meu marido pode nos ver.
—Mas ele sai durante o dia e a gente podia fazer algo.
—Não, algum vizinho pode ouvir e ele vai começar a desconfiar.
—Que pena desperdiçar esse corpinho gostoso — Frank começou a pegar num peito da minha mina e foi descendo a mão até tocar a buceta dela.
Naquela hora, minha esposa se entregou, jogou o banco pra trás e se inclinou pra parte de trás do carro, baixou a calça do Frank e começou a masturbar ele —Fica de olho se meu marido vem — ela falava pro Frank, —Aperta mais forte, faz mais rápido — Frank falava pra minha esposa. Ele avisou quando tava gozando, ela se apressou e conseguiu fazer o Frank gozar. Quando ele gozou, a mão dele ficou suja de porra, ela rapidinho passou um lenço do porta-luvas pro Frank, ele se limpou, subiu a calça e jogou o papel fora, ela não teve tempo de se limpar e escondeu as mãos.
No dia seguinte, fui trabalhar como se nada tivesse acontecido. Saí uma hora mais cedo, deixei o carro estacionado umas quadras antes e fui pra casa. Entrei sem fazer barulho, não encontrei ninguém lá embaixo, subi as escadas e ouvi uns gemidos. A porta estava entreaberta, vi o Frank metendo de quatro na minha esposa, obviamente fiquei de pau duro. Fiquei uns 20 minutos vendo eles trepando até o Frank gozar. Ele tirou a camisinha e jogou no monte, tinha pelo menos umas 10 camisinhas, todas cheias de porra. Tava quase indo embora quando ouvi eles conversando.
— Que delícia ter você aqui a semana toda — minha esposa falou pro Frank enquanto os dois estavam deitados.
— Queria que de noite também a gente pudesse fazer.
— É, mas não dá, meu marido pode ouvir. Me arrisquei demais ontem à noite.
— Tenho a solução — Frank tirou um pote da gaveta e mostrou pra minha mina, eram comprimidos pra dormir — Um desses no café e ele dorme a noite inteira.
— Valeu, gostei, mas hoje não, porque amanhã a gente tem que ir pro escritório. Agora vamos nos apressar, meu marido já deve estar chegando.
Depois disso, minha esposa chupou ele por mais um tempo até ele gozar na boca dela. Eu fui embora super excitado. Voltei pro carro e esperei pra chegar em casa na hora certa. Naquela noite não rolou nada. No dia seguinte, ele e minha esposa foram pro escritório. Eu voltei do trabalho à tarde, aproveitei que não tinha ninguém, peguei umas câmeras espiãs que tinha guardado esperando uma oportunidade assim. Coloquei em todos os cômodos, conectei com o computador do meu escritório e com meu celular.
À noite, os dois chegaram. Jantamos, conversamos e às 9:30 minha esposa me deu um café, que obviamente tinha o comprimido. Falei que ia pro meu quarto. oficina pra tomar isso e eles ficaram na sala. Subi, joguei o café no banheiro e sentei na minha mesa. Pelo computador comecei a ver eles.
— Em 20 minutos vai tá todo mundo dormindo. — Frank falou pra minha namorada.
Os dois subiram pros quartos, minha esposa foi tirar a roupa e vestir só um roupão. Frank já foi pelado. Depois de 30 minutos, minha esposa sai do quarto dela, vai pro meu escritório, eu desligo o monitor e finjo que tô dormindo. Ela abriu a porta e conferiu se eu tava dormindo.
— Amor, chiu chiu — Chegou perto em silêncio e me deu um empurrãozinho — Descansa, bebê — me deu um beijo na testa e foi embora. Isso fez eu ficar duro na hora.
Liguei o PC de novo, baixei a calça e curti o show. Ela foi pro quarto do Frank. Abriu a porta, ele já tava pelado e com o pau duro e esticado, media uns 22 cm e, igual o corpo dele, era todo escuro. Minha esposa tirou o roupão e deu um beijo nele, ajoelhou e começou a chupar, não sei se já tinha chupado algo tão comprido. Cada tentativa ela enfiava um pouco mais, glu glu glu, dava pra ouvir cada vez que entrava na boca dela, ela engasgava. Depois ela parou, ficou de quatro na beirada da cama, ele se posicionou atrás dela, começou a meter devagar, ela mexia a bunda de um lado pro outro pra ele ir entrando. Quando enfiou tudo, ele puxou ela pelo cabelo, tirou deixando só a ponta dentro e, tomando impulso, meteu inteiro de novo PLOC! Deu pra ouvir até do meu escritório, minha namorada só gritou — Ai! — Frank fez de novo, cada vez mais rápido e com a mesma força PLOC PLOC PLOC, dava pra ouvir a bunda da minha esposa batendo na virilha do Frank, eu adorava ver o contraste das peles deles e como aquela coisa grande e preta penetrava minha esposa. Minha esposa gritava, gemia e se sacudia na cama, não precisava de microfone pra ouvir ela, com certeza todos os vizinhos ficaram sabendo. Ela gozou umas duas vezes enquanto continuavam assim, ele terminou bem violento, gozou Deu uma palmada na bunda dela e tirou. Minha esposa se deitou na cama, ele tirou a camisinha e colocou outra, continuava duro igual antes. Assim começou uma noite de sexo, ele subiu nela, ela não aguentava tanta pica, então abraçou ele com as pernas. Ela gozou várias vezes de novo, depois montou nele e a cada pulo a pica entrava toda. Ele beliscava e apertava os peitos dela, ela continuava gemendo. Depois se levantaram e ele comeu ela de quatro em pé na frente da janela, qualquer vizinho podia ter visto. Na mesma janela ele carregou ela, em todas as posições que conseguiu. Assim continuaram a noite toda, descansavam de vez em quando e às vezes ela acordava eles com um boquete até ele gozar na cara e na boca dela. Outras vezes ele começava a foder ela enquanto dormia e, bem antes de gozar, tirava a camisinha e gozava nas nádegas e nos peitos dela. O chão estava cheio de camisinhas usadas, ela estava exausta de tanto gozar e ele de tanto gozar também. Terminaram às 6 da manhã, caíram no sono, e eu dormi mais um pouco na minha escrivaninha. Às 9 me levantei, eles já tinham acordado, tomei banho e desci pra ir trabalhar.
— Bom dia, amor, ontem você dormiu na sua escrivaninha, desculpa, mas não quis te acordar — disse minha esposa.
— Sim, hehe, dormi bem pesado, mas sonhei que uma mulher gritava porque um touro estava perseguindo ela. O que vocês vão fazer hoje? — falei, fingindo ter dormido super bem. Eles se olharam e sorriram.
— Vou levar o Frank pra conhecer a região e procurar um apê, e também vamos passar pra comprar comida.
— É — disse Frank — quero comprar fruta, tô com vontade de um suco de abacaxi. — Minha esposa olhou pra ele com um olhar cúmplice.
— Beleza, querem que eu deixe o carro?
Eles disseram que sim e eu fui trabalhar. Na hora do almoço fui ao banheiro e revisei as gravações das câmeras. Quando fui embora, eles voltaram pra limpar o quarto do Frank, se arrumaram e, bem antes de sair, minha namorada deu um boquete no Frank, chupou as bolas dele, lambeu o tronco, brincou com a cabeça. com a língua e até fazia contrações com a garganta quando enfiava inteira.
— Oh! Sim! Que gostoso, mulher, tu sabe mexer essa boca, não se sente mal pelo teu namorado? — dizia Frank pra minha esposa enquanto todo o esperma escorria pela pica dele e ela limpava com lambidas.
— Um pouco — respondeu minha esposa — Eu traio ele desde que somos namorados, me dá muito tesão, mas tento que ele não descubra pra não magoá-lo, ainda amo ele.
Depois disso foram de carro, eu vigiei com a câmera do carro, e realmente passearam pela cidade toda, compraram comida e por último foram num sexshop, voltaram com brinquedos, lubrificante e várias caixas de camisinha pra semana toda. Ficaram tão excitados que decidiram transar no carro num beco escuro.
Voltaram pra casa, Frank subiu todas as coisas pro quarto dele. Eu voltei pro trabalho e de tarde fui pra casa. Quando cheguei, tudo parecia normal. Jantamos tranquilos, embora eu estivesse ansioso pra ir "dormir".
— Quer um copo de suco de abacaxi? — me ofereceu Frank, era uma provocação pra mim.
Eu aceitei, mas parecia que ele tinha bebido aquilo o dia todo. De noite, minha esposa me ofereceu café e fui pro meu escritório de novo. Joguei o café fora, me preparei e, igual na noite passada, quando viram que eu tava dormindo, começaram a transar. Dessa vez animaram a usar a casa toda, fizeram na sala, na sala de jantar, nos dois quartos e até na porta do meu escritório. Ele comeu ela em todos os buracos, gozaram várias vezes, dormiram pela casa toda e acordavam com mais sexo, usaram os brinquedos pra fazer dupla penetração na minha esposa e pra Frank durar mais do que já durava, os corpos deles estavam cheios de lubrificante e tiravam camisinha atrás de camisinha da caixa e em toda oportunidade Frank gozava no corpo da minha esposa, num ponto ela tava toda coberta de esperma. No final, não aguentei, gozei uma última vez e dormi enquanto ouvia os gritos da minha esposa. Quando me Levantei, tava tudo limpo, com certeza nem dormiram. Os dois tavam tomando café na cozinha, na bancada tinha uma gota de porra, fingi que não vi, mas vi minha esposa limpar com o dedo e lamber.
A semana toda foi a mesma coisa, eu ia dormir e eles transavam e transavam, em todas as posições, lugares e brinquedos. Eu tava seco, já não saía mais nada de mim, só tinha orgasmos secos, com certeza o suco de abacaxi do Frank fazia eu gozar mais. Na quinta, num intervalo, Frank falou pra minha mina:
— Já que amanhã eu vou embora, que tal a gente fazer algo especial? — começou Frank
— Tipo o quê?
— A gente transar bem na cara do teu namorado
— Como assim, e se ele acordar?
— Não vai, se não acordou quando a gente tava na porta dele, muito menos na cara dele.
Minha mina topou, afinaram os planos e continuaram. Eu queria fazer parte daquilo, então tive uma ideia. De noite, quando subi com meu café pro escritório, joguei o café pela janela. Vi pelas câmeras minha esposa e o Frank se prepararem. Minha esposa vestiu uma lingerie preta, com ligas, uma calcinha tão fina que quase era fio dental e umas meias pretas que iam até as coxas. Quando vi que vinham pro meu escritório, coloquei pornô no computador, abaixei a calça e me posicionei como se tivesse me masturbando, já tava meio excitado, então já tava meio dura.
Eles entraram e quando me viram naquela pose, riram — que punheteiro que é teu marido — disse Frank. Giraram minha cadeira na direção deles e colocaram uns óculos swingers em mim, imagino que pra zuar. Isso foi bom, porque eram opacos e eu podia abrir os olhos sem ser visto. Minha esposa se apoiou com as mãos nos braços da minha cadeira, se inclinou, Frank ficou atrás dela e eu só vi minha mina levar uma enfiada e gritar — Ah! — Esperaram uns segundos pra ver se eu acordava, eu não me mexi. Fizeram de novo, cada vez com mais confiança, até pegar o ritmo. Naquela distância, eu não só ouvia o ploc ploc da bunda dela ou os gemidos, Também dava pra ouvir a respiração dela e ver como a cara dela se contorcia de prazer. Em um momento, ela pegou meu pau e começou a masturbar, eu não me mexi, continuei parado, e ela começou a chupar. Enquanto o Frank metia na buceta dela, ela me chupava, meu pau ficou duro na hora.
—Você é muito puta — dizia o Frank.
—Sim, sim, muito puta — respondia minha esposa.
—Você gosta de transar na frente do seu marido, fazer ele de corno? — o Frank metia bem forte.
—Sim, papai, sim, meu marido é um corno, me dá mais pau — minha esposa falava entre gemidos.
Eles continuaram, minha esposa seguia chupando enquanto olhava pro meu rosto, minha cadeira balançava com as metidas do Frank. 30 minutos depois, ela e eu gozamos. Eu soltei um suspiro quando gozei, minha esposa se assustou, pensou que eu tinha acordado. Tiraram a venda de mim, mas eu fechei os olhos. O Frank bateu na mesa bem forte, assustou minha esposa, mas eu consegui não me mexer.
—Esses comprimidos são bons — disse minha esposa.
Colocaram a venda de novo em mim. Eu vi eles transarem a noite toda, na minha escrivaninha, na minha estante, minha esposa até chupou ele sentada no meu colo. Eles saíram pros outros cômodos, transavam como animais, a meia-calça da minha esposa tava toda rasgada. Em um momento, foram pro quintal dos fundos e lá transaram por 1 hora, minha esposa gozava tanto que vinha a cada metida. Os dois se prepararam pra terminar a caixa de camisinhas, e foi o que fizeram. Terminaram com a última na minha cama, o Frank tirou a camisinha e gozou na garganta da minha esposa.
Minha esposa voltou, toda manchada de porra, me ajeitou, tirou a venda de mim e foi embora.
No dia seguinte, fingi acordar mais tarde, tomamos café da manhã e o Frank se despediu.
—Valeu por deixar eu ficar aqui — ele disse.
—Tamo aí quando precisar — respondi.
—Fica tranquilo com sua esposa, eu cuido dela no trabalho — Com certeza ele ia comer ela.
O Frank foi embora e de vez em quando voltava. Nunca tirei as câmeras, então consegui ver que minha mina chupava ele quando eu não tava olhando e ele passava a mão nela toda.
Um ano depois de eu e minha esposa terminarmos a faculdade, decidimos casar, já que tínhamos empregos estáveis. Mudamos para uma casa de três quartos: um era meu e da minha esposa, um de hóspedes e o último eu usei como escritório, porque comecei a escrever e precisava daquele espaço como biblioteca e sala de trabalho. Decidimos comprar e compartilhar um carro só. Não era muito difícil dividir, porque geralmente eu conseguia levar e buscar minha esposa no trabalho.
Minha esposa continuava me traindo com quem aparecia, inclusive no dia do nosso casamento, o que foi excitante pra mim e fez a gente transar gostoso à noite. Mas ela sempre tomava cuidado pra não ser "descoberta".
Um dia, mandaram ela por uma semana para um escritório um pouco mais longe, então decidimos que ela levaria o carro naquela semana. A semana toda ela trabalhou dia e noite, e eu apoiava no que precisasse, até que um dia ela falou comigo.
— Amor — ela disse, me abraçando por trás. — No trabalho, me deram duas notícias. A primeira é que, por todo meu esforço, vão me deixar trabalhar em casa por uma semana inteira. Quase não vão me dar serviço, então vai ser tipo descansar.
— Que bom, agora você pode relaxar, e eu vou ficar com o carro a semana toda. Qual é a segunda notícia?
— Bom, vai chegar um colega novo no escritório. Ele é estrangeiro, não tem onde ficar, e me pediram pra ele se hospedar com a gente. Você se importa?
Pensei por um tempo, mas no final acabei aceitando. Na segunda-feira seguinte, o sujeito chegou. Minha esposa passou pra buscá-lo e depois veio me pegar. Fomos jantar e ali pude conhecê-lo bem. Ele se chamava Frank, era alto, de pele escura e muito magro. Enquanto comíamos e conversávamos, percebi que ele era gay pelo jeito que falava dos homens. Quando terminamos, fomos embora. Eu dirigi, minha esposa foi no banco do carona e Frank sentou atrás. No caminho, passamos num OXXO, uma loja de conveniência, pra comprar salgadinhos e algo pra beber. pegar. Fui o único que desceu, fui e 5 minutos depois voltei pro carro. Tudo parecia normal, mas o banco da minha esposa tava um pouco mais pra trás, ela tava com as mãos escondidas e, perto do Frank, consegui ver um papel amassado.
—Sua esposa é muito engraçada, com certeza nós três vamos nos dar bem — Frank falou, minha esposa e ele riram um pouco, eu não achei tanta graça, mas ri junto com eles.
Chegamos em casa, minha mina foi direto lavar as mãos. A gente ficou mais um tempo conversando e depois fomos pros nossos quartos, eu e minha mina tomamos banho, deitamos e dormimos. De madrugada, um barulho me acordou, era minha esposa que entrou no chuveiro de novo. Achei muito suspeito, mas fingi que não acordei. Ela saiu do banheiro, deitou e deu um suspiro, bem baixinho eu ouvi —Não tinha que ter descido do carro—
Ela achou que eu tava dormindo, mas não tava. No dia seguinte, cheio de dúvida, resolvi descobrir por que ela falou aquilo. Quando compramos o carro, a gente colocou um sistema de segurança que gravava vídeo, gravava pela frente e por trás, mas o que minha esposa não sabia é que dentro também gravava e ainda gravava áudio. Procurei a gravação daquela noite e vi o que aconteceu.
—Então não dá pra fazer nada a semana toda — Frank falava pra minha esposa.
—Já te falei que não, meu marido pode nos ver.
—Mas ele sai durante o dia e a gente podia fazer algo.
—Não, algum vizinho pode ouvir e ele vai começar a desconfiar.
—Que pena desperdiçar esse corpinho gostoso — Frank começou a pegar num peito da minha mina e foi descendo a mão até tocar a buceta dela.
Naquela hora, minha esposa se entregou, jogou o banco pra trás e se inclinou pra parte de trás do carro, baixou a calça do Frank e começou a masturbar ele —Fica de olho se meu marido vem — ela falava pro Frank, —Aperta mais forte, faz mais rápido — Frank falava pra minha esposa. Ele avisou quando tava gozando, ela se apressou e conseguiu fazer o Frank gozar. Quando ele gozou, a mão dele ficou suja de porra, ela rapidinho passou um lenço do porta-luvas pro Frank, ele se limpou, subiu a calça e jogou o papel fora, ela não teve tempo de se limpar e escondeu as mãos.
No dia seguinte, fui trabalhar como se nada tivesse acontecido. Saí uma hora mais cedo, deixei o carro estacionado umas quadras antes e fui pra casa. Entrei sem fazer barulho, não encontrei ninguém lá embaixo, subi as escadas e ouvi uns gemidos. A porta estava entreaberta, vi o Frank metendo de quatro na minha esposa, obviamente fiquei de pau duro. Fiquei uns 20 minutos vendo eles trepando até o Frank gozar. Ele tirou a camisinha e jogou no monte, tinha pelo menos umas 10 camisinhas, todas cheias de porra. Tava quase indo embora quando ouvi eles conversando.
— Que delícia ter você aqui a semana toda — minha esposa falou pro Frank enquanto os dois estavam deitados.
— Queria que de noite também a gente pudesse fazer.
— É, mas não dá, meu marido pode ouvir. Me arrisquei demais ontem à noite.
— Tenho a solução — Frank tirou um pote da gaveta e mostrou pra minha mina, eram comprimidos pra dormir — Um desses no café e ele dorme a noite inteira.
— Valeu, gostei, mas hoje não, porque amanhã a gente tem que ir pro escritório. Agora vamos nos apressar, meu marido já deve estar chegando.
Depois disso, minha esposa chupou ele por mais um tempo até ele gozar na boca dela. Eu fui embora super excitado. Voltei pro carro e esperei pra chegar em casa na hora certa. Naquela noite não rolou nada. No dia seguinte, ele e minha esposa foram pro escritório. Eu voltei do trabalho à tarde, aproveitei que não tinha ninguém, peguei umas câmeras espiãs que tinha guardado esperando uma oportunidade assim. Coloquei em todos os cômodos, conectei com o computador do meu escritório e com meu celular.
À noite, os dois chegaram. Jantamos, conversamos e às 9:30 minha esposa me deu um café, que obviamente tinha o comprimido. Falei que ia pro meu quarto. oficina pra tomar isso e eles ficaram na sala. Subi, joguei o café no banheiro e sentei na minha mesa. Pelo computador comecei a ver eles.
— Em 20 minutos vai tá todo mundo dormindo. — Frank falou pra minha namorada.
Os dois subiram pros quartos, minha esposa foi tirar a roupa e vestir só um roupão. Frank já foi pelado. Depois de 30 minutos, minha esposa sai do quarto dela, vai pro meu escritório, eu desligo o monitor e finjo que tô dormindo. Ela abriu a porta e conferiu se eu tava dormindo.
— Amor, chiu chiu — Chegou perto em silêncio e me deu um empurrãozinho — Descansa, bebê — me deu um beijo na testa e foi embora. Isso fez eu ficar duro na hora.
Liguei o PC de novo, baixei a calça e curti o show. Ela foi pro quarto do Frank. Abriu a porta, ele já tava pelado e com o pau duro e esticado, media uns 22 cm e, igual o corpo dele, era todo escuro. Minha esposa tirou o roupão e deu um beijo nele, ajoelhou e começou a chupar, não sei se já tinha chupado algo tão comprido. Cada tentativa ela enfiava um pouco mais, glu glu glu, dava pra ouvir cada vez que entrava na boca dela, ela engasgava. Depois ela parou, ficou de quatro na beirada da cama, ele se posicionou atrás dela, começou a meter devagar, ela mexia a bunda de um lado pro outro pra ele ir entrando. Quando enfiou tudo, ele puxou ela pelo cabelo, tirou deixando só a ponta dentro e, tomando impulso, meteu inteiro de novo PLOC! Deu pra ouvir até do meu escritório, minha namorada só gritou — Ai! — Frank fez de novo, cada vez mais rápido e com a mesma força PLOC PLOC PLOC, dava pra ouvir a bunda da minha esposa batendo na virilha do Frank, eu adorava ver o contraste das peles deles e como aquela coisa grande e preta penetrava minha esposa. Minha esposa gritava, gemia e se sacudia na cama, não precisava de microfone pra ouvir ela, com certeza todos os vizinhos ficaram sabendo. Ela gozou umas duas vezes enquanto continuavam assim, ele terminou bem violento, gozou Deu uma palmada na bunda dela e tirou. Minha esposa se deitou na cama, ele tirou a camisinha e colocou outra, continuava duro igual antes. Assim começou uma noite de sexo, ele subiu nela, ela não aguentava tanta pica, então abraçou ele com as pernas. Ela gozou várias vezes de novo, depois montou nele e a cada pulo a pica entrava toda. Ele beliscava e apertava os peitos dela, ela continuava gemendo. Depois se levantaram e ele comeu ela de quatro em pé na frente da janela, qualquer vizinho podia ter visto. Na mesma janela ele carregou ela, em todas as posições que conseguiu. Assim continuaram a noite toda, descansavam de vez em quando e às vezes ela acordava eles com um boquete até ele gozar na cara e na boca dela. Outras vezes ele começava a foder ela enquanto dormia e, bem antes de gozar, tirava a camisinha e gozava nas nádegas e nos peitos dela. O chão estava cheio de camisinhas usadas, ela estava exausta de tanto gozar e ele de tanto gozar também. Terminaram às 6 da manhã, caíram no sono, e eu dormi mais um pouco na minha escrivaninha. Às 9 me levantei, eles já tinham acordado, tomei banho e desci pra ir trabalhar.
— Bom dia, amor, ontem você dormiu na sua escrivaninha, desculpa, mas não quis te acordar — disse minha esposa.
— Sim, hehe, dormi bem pesado, mas sonhei que uma mulher gritava porque um touro estava perseguindo ela. O que vocês vão fazer hoje? — falei, fingindo ter dormido super bem. Eles se olharam e sorriram.
— Vou levar o Frank pra conhecer a região e procurar um apê, e também vamos passar pra comprar comida.
— É — disse Frank — quero comprar fruta, tô com vontade de um suco de abacaxi. — Minha esposa olhou pra ele com um olhar cúmplice.
— Beleza, querem que eu deixe o carro?
Eles disseram que sim e eu fui trabalhar. Na hora do almoço fui ao banheiro e revisei as gravações das câmeras. Quando fui embora, eles voltaram pra limpar o quarto do Frank, se arrumaram e, bem antes de sair, minha namorada deu um boquete no Frank, chupou as bolas dele, lambeu o tronco, brincou com a cabeça. com a língua e até fazia contrações com a garganta quando enfiava inteira.
— Oh! Sim! Que gostoso, mulher, tu sabe mexer essa boca, não se sente mal pelo teu namorado? — dizia Frank pra minha esposa enquanto todo o esperma escorria pela pica dele e ela limpava com lambidas.
— Um pouco — respondeu minha esposa — Eu traio ele desde que somos namorados, me dá muito tesão, mas tento que ele não descubra pra não magoá-lo, ainda amo ele.
Depois disso foram de carro, eu vigiei com a câmera do carro, e realmente passearam pela cidade toda, compraram comida e por último foram num sexshop, voltaram com brinquedos, lubrificante e várias caixas de camisinha pra semana toda. Ficaram tão excitados que decidiram transar no carro num beco escuro.
Voltaram pra casa, Frank subiu todas as coisas pro quarto dele. Eu voltei pro trabalho e de tarde fui pra casa. Quando cheguei, tudo parecia normal. Jantamos tranquilos, embora eu estivesse ansioso pra ir "dormir".
— Quer um copo de suco de abacaxi? — me ofereceu Frank, era uma provocação pra mim.
Eu aceitei, mas parecia que ele tinha bebido aquilo o dia todo. De noite, minha esposa me ofereceu café e fui pro meu escritório de novo. Joguei o café fora, me preparei e, igual na noite passada, quando viram que eu tava dormindo, começaram a transar. Dessa vez animaram a usar a casa toda, fizeram na sala, na sala de jantar, nos dois quartos e até na porta do meu escritório. Ele comeu ela em todos os buracos, gozaram várias vezes, dormiram pela casa toda e acordavam com mais sexo, usaram os brinquedos pra fazer dupla penetração na minha esposa e pra Frank durar mais do que já durava, os corpos deles estavam cheios de lubrificante e tiravam camisinha atrás de camisinha da caixa e em toda oportunidade Frank gozava no corpo da minha esposa, num ponto ela tava toda coberta de esperma. No final, não aguentei, gozei uma última vez e dormi enquanto ouvia os gritos da minha esposa. Quando me Levantei, tava tudo limpo, com certeza nem dormiram. Os dois tavam tomando café na cozinha, na bancada tinha uma gota de porra, fingi que não vi, mas vi minha esposa limpar com o dedo e lamber.
A semana toda foi a mesma coisa, eu ia dormir e eles transavam e transavam, em todas as posições, lugares e brinquedos. Eu tava seco, já não saía mais nada de mim, só tinha orgasmos secos, com certeza o suco de abacaxi do Frank fazia eu gozar mais. Na quinta, num intervalo, Frank falou pra minha mina:
— Já que amanhã eu vou embora, que tal a gente fazer algo especial? — começou Frank
— Tipo o quê?
— A gente transar bem na cara do teu namorado
— Como assim, e se ele acordar?
— Não vai, se não acordou quando a gente tava na porta dele, muito menos na cara dele.
Minha mina topou, afinaram os planos e continuaram. Eu queria fazer parte daquilo, então tive uma ideia. De noite, quando subi com meu café pro escritório, joguei o café pela janela. Vi pelas câmeras minha esposa e o Frank se prepararem. Minha esposa vestiu uma lingerie preta, com ligas, uma calcinha tão fina que quase era fio dental e umas meias pretas que iam até as coxas. Quando vi que vinham pro meu escritório, coloquei pornô no computador, abaixei a calça e me posicionei como se tivesse me masturbando, já tava meio excitado, então já tava meio dura.
Eles entraram e quando me viram naquela pose, riram — que punheteiro que é teu marido — disse Frank. Giraram minha cadeira na direção deles e colocaram uns óculos swingers em mim, imagino que pra zuar. Isso foi bom, porque eram opacos e eu podia abrir os olhos sem ser visto. Minha esposa se apoiou com as mãos nos braços da minha cadeira, se inclinou, Frank ficou atrás dela e eu só vi minha mina levar uma enfiada e gritar — Ah! — Esperaram uns segundos pra ver se eu acordava, eu não me mexi. Fizeram de novo, cada vez com mais confiança, até pegar o ritmo. Naquela distância, eu não só ouvia o ploc ploc da bunda dela ou os gemidos, Também dava pra ouvir a respiração dela e ver como a cara dela se contorcia de prazer. Em um momento, ela pegou meu pau e começou a masturbar, eu não me mexi, continuei parado, e ela começou a chupar. Enquanto o Frank metia na buceta dela, ela me chupava, meu pau ficou duro na hora.
—Você é muito puta — dizia o Frank.
—Sim, sim, muito puta — respondia minha esposa.
—Você gosta de transar na frente do seu marido, fazer ele de corno? — o Frank metia bem forte.
—Sim, papai, sim, meu marido é um corno, me dá mais pau — minha esposa falava entre gemidos.
Eles continuaram, minha esposa seguia chupando enquanto olhava pro meu rosto, minha cadeira balançava com as metidas do Frank. 30 minutos depois, ela e eu gozamos. Eu soltei um suspiro quando gozei, minha esposa se assustou, pensou que eu tinha acordado. Tiraram a venda de mim, mas eu fechei os olhos. O Frank bateu na mesa bem forte, assustou minha esposa, mas eu consegui não me mexer.
—Esses comprimidos são bons — disse minha esposa.
Colocaram a venda de novo em mim. Eu vi eles transarem a noite toda, na minha escrivaninha, na minha estante, minha esposa até chupou ele sentada no meu colo. Eles saíram pros outros cômodos, transavam como animais, a meia-calça da minha esposa tava toda rasgada. Em um momento, foram pro quintal dos fundos e lá transaram por 1 hora, minha esposa gozava tanto que vinha a cada metida. Os dois se prepararam pra terminar a caixa de camisinhas, e foi o que fizeram. Terminaram com a última na minha cama, o Frank tirou a camisinha e gozou na garganta da minha esposa.
Minha esposa voltou, toda manchada de porra, me ajeitou, tirou a venda de mim e foi embora.
No dia seguinte, fingi acordar mais tarde, tomamos café da manhã e o Frank se despediu.
—Valeu por deixar eu ficar aqui — ele disse.
—Tamo aí quando precisar — respondi.
—Fica tranquilo com sua esposa, eu cuido dela no trabalho — Com certeza ele ia comer ela.
O Frank foi embora e de vez em quando voltava. Nunca tirei as câmeras, então consegui ver que minha mina chupava ele quando eu não tava olhando e ele passava a mão nela toda.
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