Olá, pessoal. Li essa história há muito tempo, não é minha, mas adorei como o cara narra o jeito que tratam a puta da esposa dele. Felizmente, consegui copiar na época por causa do tesão que me deu. Vou postar todas as partes, igual o corno que postou originalmente.
Olá, meu nome é Felipe, tenho 23 anos, meço 1,70m e meu pau tem 14cm, sou magro com um pouco de músculo. Minha namorada Ana tem 23, mede 1,56m, é magra, pele clara, cabelo preto, olhos castanhos claros, e apesar de ser magra e ter peitos pequenos, tem uma bunda muito boa e bem desenhada, além de dar pra ver um pouco os gominhos da barriga porque ela malha. Vou contar como foi nosso primeiro encontro quando a gente tinha acabado de fazer 18 anos, espero que gostem.
Em 2013, Ana e eu já estávamos juntos há 3 anos quando fizemos 18. Quando a gente tinha uns 16 anos, começou a me dar uma vontade de vê-la com outros caras, não de forma sexual no começo. Me dava um tesão a ideia de que, quando éramos convidados pra festas de amigos, tipo quinze anos ou matinês, alguém a tirasse pra dançar e eles dançassem colados, quase se roçando. No início, eu não entendia por quê, me sentia confuso, principalmente porque naquela época o termo cuckold ainda não era muito conhecido e a mentalidade era outra, digamos assim. Mas tudo mudou de repente quando, numa festa de aniversário de um amigo em comum, quando a gente já tinha 17 anos, um cara de uns 30 anos (não saberia dizer a idade exata só de olhar) a tirou pra dançar. Era uma bachata. No começo, tudo normal, até que a bachata ficou sensual e o cara começou a encostar muito o pau na bunda da Ana. Senti uma mistura de sensações, mas tudo despertou em mim quando, no meio da dança, mesmo estando tudo escuro e a pouca luz sendo de um refletor tipo discoteca que soltava lasers fracos, consegui ver o cara com uma ereção enorme. E, de repente, o DJ trocou a bachata por um funk, e aí... Ana não parava de dançar, todo mundo tava rebolando no perreo, e o cara com aquela pica dura aproveitou pra começar a se esfregar com mais vontade na bunda da minha namorada, e ela deixava o cara se esfregar cada vez mais forte e mais rápido. Eu só fiquei olhando, sentindo a maior ereção que já tinha tido naquela idade; antes da música acabar, fui pro banheiro e me masturbei com tanta desesperação que gozei uma porrada de porra. Quando voltei, a Ana já tava sentada de novo e o cara tinha ido pro banheiro do andar de cima.
Desde então, comecei a imaginar minha mina com ainda mais tesão, mas já em situações sexuais com outras pessoas. Cheguei até a sugerir a ideia de fazer um ménage. Passaram uns 3 meses em que ela me enrolando, nunca dizia não, mas falava que não achava bom pra mim por eu ser o namorado dela, que a gente era menor de idade e tava se expondo e tal. Ficamos nessa até que, depois dos 3 meses, ela começou a ceder, com a única condição de que fosse depois que ela fizesse 18 anos. E foi assim.
Quando ela fez 18 (ela é um mês mais velha que eu), comecei a procurar em fóruns pessoas que tivessem o mesmo fetiche que eu, só que eu procurava caras que quisessem comer a namorada de alguém enquanto o cara olhava e se masturbava. Foi assim que conheci um moreno chamado Raul, que me disse ter 24 anos, 1,88m de altura e um pau de 23cm, além de um físico atlético. No começo, achei que era demais, já que o meu só tem 14cm, mas me dava um tesão danado imaginar aquele cara grandão entrando na minha namorada pequena e putinha. Então, conversamos por um mês até eu fazer 18, e marcamos uma data umas duas semanas depois do meu aniversário. Tudo rolou assim:
Chegamos num hotel e pedimos um quarto pra três, dizendo que tínhamos chegado de viagem. Pra não levantar suspeitas, fomos com mochilas e avisamos. que um amigo que veio de viagem conosco chegaria em uma hora, também avisamos o Raul pra vir com uma mochila pra não levantar suspeitas, éramos 2 moleques de 18 anos que estavam super nervosos porque ia ser nossa primeira experiência cuckold. Pra evitar os nervos da Ana, comprei uma venda pra ela não ver e só sentir. Quando o Raul chegou, abri a porta e era um moreno enorme mesmo, me passava umas duas cabeças e meia, e ainda por cima tinha músculo pra todo lado, tava de short que dava pra ver que mesmo mole o pau dele marcava e aparecia muito. Mandei ele entrar, a Ana tava sentada num sofá do quarto e começamos a conversar com ele uns minutos antes pra criar intimidade. Ele cochichou no meu ouvido que tinha mentido e que o pau dele não media 23cm, mas sim 28cm, isso me deu uma ereção, aí ele completou que pelo visto a mentira dele não me incomodava, e eu sussurrei de volta:
"a gente também mentiu pra você, não temos 23, temos 18"
o que começou a dar uma ereção nele e eu completei:
"pelo visto sua mentira também não te incomodou"
então fomos pro que interessava, eu sentei na beirada da cama enquanto ele pegou a Ana pela cintura e começou a despir ela, parecia um cara enorme tirando a roupa de uma boneca. Colocou ela de quatro no sofá e começou a lamber toda a pussy dela, ela não conseguia evitar se remexer um pouco de tesão, até que ele enfiou dois dos dedos enormes e grossos dentro dela, e ela soltou um gemidinho leve. Nisso eu percebi que o pau dele tinha ficado duro de vez, era abissalmente enorme e diferente do meu. Ele encostou o pau na barriga da Ana e só o pau dele cobria da pussy dela até quase o peito da minha mina, pensei que não ia conseguir entrar. Pegou a Ana como se fosse um brinquedo e foi descendo ela devagar, colocando a pussy dela na ponta do pau ereto dele. Como minha mina tava muito molhada, a cabeça entrou, e só com a cabeça eu consegui fazer ela gozar. No começo, pensei que minha namorada tinha mijado em si mesma. Raul começou a meter o pau cada vez mais fundo, e minha namorada continuava gozando enquanto ele entrava mais e mais. Ela não conseguia formar uma palavra completa, só conseguia gemer, até que aquela posição acabou. Ele a colocou de quatro na cama, me pedindo para me ajoelhar e ver de perto como ele entrava. Com as mãos, ele abriu um pouco a buceta dela e introduziu de novo a cabeça do pau enorme, enquanto minha namorada dizia coisas tipo "ai, meu Deus", "mais fundo, por favor", "porra, quero mais". Comecei a ver em primeira mão, a centímetros de distância, como a buceta da minha namorada era esticada igual chiclete. As bordas e os lábios da buceta dela grudavam no pau do Raul de um jeito que parecia que, a qualquer momento que ele tirasse o pau, a buceta dela sairia junto. Era algo que eu só tinha visto em pornô interracial com minas pequenas. Minha namorada, apesar de só ter transado comigo antes, o corpo e o nível de excitação dela pareciam os de uma puta veterana. Ela pedia mais e mais. Raul, enquanto metia, dizia coisas tipo "porra, que delícia que é a pussy de uma puta recém-estreada", "caralho, sua pussy de puta não vai mais querer paus pequenos", "vou soltar todo meu gozo dentro para te engravidar e você ser só minha". Só quando ele falou a última parte é que me toquei que a gente tinha esquecido de pedir para o Raul colocar camisinha. Ele continuava enfiando cada vez com mais força na pussy da minha namorada, ficando cada vez mais bruto e agressivo. Começou a dar tapas muito fortes na bunda dela, a ponto de deixar as nádegas entre vermelhas e roxas, enquanto puxava o cabelo dela para todos os lados, como se quisesse arrancar. Era como ver uma fera fodendo uma garota inocente, mas minha namorada, em vez de soltar... Ela só gemia e pedia mais. Naquele instante, lembrei que minha namorada gostava que eu fosse bruto com ela, mas eu me segurava com medo de machucá-la. Só que aquela situação me fez perceber que ela era uma puta masoquista. Raul parou de meter de quatro, com um braço só e muita força virou ela, enfiou de uma vez só, e ela soltou um grito de surpresa. Ele começou a meter de novo, mas dessa vez começou a dar tapas na cara dela, deixando o rosto vermelho e quase arrancando a máscara que cobria os olhos dela. Mandou ela abrir a boca e cuspiu dentro. Enquanto eles faziam tudo aquilo, eu notei que, inconscientemente, tinha tirado a calça e começado a me mastigar desesperado. Teve uma hora que ele tirou o pau, pegou minha namorada pelo cabelo, arrastou ela pelo quarto, colocou ela de joelhos e fez ela começar a limpar o cu dele com a língua. Era algo que eu achava nojento, mas ao mesmo tempo excitante, tanto que gozei pra caralho. Raul percebeu isso e mandou eu beijar minha namorada de língua. Não recusei, beijei minha namorada mesmo sabendo que a língua dela, segundos antes, tinha limpado o cu do Raul. Aquilo me deu outra ereção na hora, mas meio dolorosa, porque eu tinha o costume de gozar e não ficar duro de novo até umas horas depois. Depois de beijar minha namorada, Raul fez ela continuar lambendo o cu dele todo, subindo até as bolas, enquanto falava pra ela: "Você adora, né, puta? Sabe que não tomei banho porque sabia que ia pegar uma foxy slut e uma porca que nem você". Depois de tudo isso, ele pegou minha namorada, jogou ela na cama, colocou ela de bruços e enfiou o pau nela de novo. Dessa vez já parecia frenético, porque começou a meter muito rápido, até que falou: "Agora sim, pequena foxy, vou te engravidar pra você ser só minha". E soltou uma porrada de leite. Quando tentou tirar o pau, não conseguia porque a cabeça tinha ficado presa, então puxou um pouco e saiu com um estalo. De tanto entupir ao abrir um vinho, pude ver a quantidade enorme de esperma que saía da buceta da minha namorada, ela só gemia enquanto gozava de um jeito que parecia que tava mijando na cama. Pensei que tinha acabado ali, porque ela demorou uns minutos pra ir no banheiro se lavar, minha namorada tentava se recuperar me falando coisas tipo "love obrigada" "love pra próxima alguém um pouco menor", me deu tesão que minha namorada mesmo depois de ter sido tratada como um pano ainda queria uma próxima vez. Depois de uns minutos Raul sai do banheiro, vai até a mochila dele e tira uma camisinha e um creme, colocou minha namorada de barriga pra cima, pensamos que ia meter nela de novo pela vagina, mas passou rapidinho o creme no pau enorme dele e no cu da minha namorada, e na hora enfiou o pau sem muita dificuldade no cu dela, ela virou os olhos e soltou um gemido enorme, vale dizer que era o primeiro anal dela, ele começou a meter de novo enquanto batia na barriga da minha namorada, Ana continuava de olho virado enquanto gemia sem parar, eu comecei a gozar sem parar ao ver que o primeiro homem a estrear o cu da minha namorada era um cara com um pau que era o dobro do meu, ainda batia nela e fodía de um jeito que parecia abusivo mas minha namorada recebia tudo com prazer e tesão enquanto eu continuava gozando, quando tudo acabou Raul pegou o celular dele e começou a gravar o cu da minha namorada que parecia um buraco enorme, ao mesmo tempo que fez ela limpar o pau dele com a língua enquanto ele continuava gravando. Quando acabou tudo ele chegou perto de mim e mostrou a identidade dele, percebi que na verdade tinha 36 anos, me pediu desculpas por ter exagerado e tal, falou que fez só aquilo porque era a primeira vez que comia uma mina tão gostosa e pequena e ao mesmo tempo muito jovem, que espera que se repita, e que caso Ana engravidasse ele não assumiria mas que com prazer continuaria fodendo ela, se Ele se despediu e foi embora. Quando fechou a porta, me joguei na minha namorada pra foder ela desesperadamente, mas a buceta dela estava tão apertada que parecia que meu pau era anão. Gozei dentro com tudo que tinha, mesmo já com os testículos doendo de tanto gozar.
Outra hora vou contar quando fizeram uma dupla penetração na minha namorada, quando ela ficou com um velho, e principalmente quando fizeram uma dupla vaginal nela.
O relato, como comentei, não é meu e tem várias partes. Me deu muito tesão como o cara contou, gostaria de ilustrar e fazer um quadrinho de cada parte. Vou ver se faço. Em breve vou postar as outras partes. Espero que tenham gostado dessa repostagem, já que nunca mais encontrei o perfil de quem postou.
Olá, meu nome é Felipe, tenho 23 anos, meço 1,70m e meu pau tem 14cm, sou magro com um pouco de músculo. Minha namorada Ana tem 23, mede 1,56m, é magra, pele clara, cabelo preto, olhos castanhos claros, e apesar de ser magra e ter peitos pequenos, tem uma bunda muito boa e bem desenhada, além de dar pra ver um pouco os gominhos da barriga porque ela malha. Vou contar como foi nosso primeiro encontro quando a gente tinha acabado de fazer 18 anos, espero que gostem.
Em 2013, Ana e eu já estávamos juntos há 3 anos quando fizemos 18. Quando a gente tinha uns 16 anos, começou a me dar uma vontade de vê-la com outros caras, não de forma sexual no começo. Me dava um tesão a ideia de que, quando éramos convidados pra festas de amigos, tipo quinze anos ou matinês, alguém a tirasse pra dançar e eles dançassem colados, quase se roçando. No início, eu não entendia por quê, me sentia confuso, principalmente porque naquela época o termo cuckold ainda não era muito conhecido e a mentalidade era outra, digamos assim. Mas tudo mudou de repente quando, numa festa de aniversário de um amigo em comum, quando a gente já tinha 17 anos, um cara de uns 30 anos (não saberia dizer a idade exata só de olhar) a tirou pra dançar. Era uma bachata. No começo, tudo normal, até que a bachata ficou sensual e o cara começou a encostar muito o pau na bunda da Ana. Senti uma mistura de sensações, mas tudo despertou em mim quando, no meio da dança, mesmo estando tudo escuro e a pouca luz sendo de um refletor tipo discoteca que soltava lasers fracos, consegui ver o cara com uma ereção enorme. E, de repente, o DJ trocou a bachata por um funk, e aí... Ana não parava de dançar, todo mundo tava rebolando no perreo, e o cara com aquela pica dura aproveitou pra começar a se esfregar com mais vontade na bunda da minha namorada, e ela deixava o cara se esfregar cada vez mais forte e mais rápido. Eu só fiquei olhando, sentindo a maior ereção que já tinha tido naquela idade; antes da música acabar, fui pro banheiro e me masturbei com tanta desesperação que gozei uma porrada de porra. Quando voltei, a Ana já tava sentada de novo e o cara tinha ido pro banheiro do andar de cima.
Desde então, comecei a imaginar minha mina com ainda mais tesão, mas já em situações sexuais com outras pessoas. Cheguei até a sugerir a ideia de fazer um ménage. Passaram uns 3 meses em que ela me enrolando, nunca dizia não, mas falava que não achava bom pra mim por eu ser o namorado dela, que a gente era menor de idade e tava se expondo e tal. Ficamos nessa até que, depois dos 3 meses, ela começou a ceder, com a única condição de que fosse depois que ela fizesse 18 anos. E foi assim.
Quando ela fez 18 (ela é um mês mais velha que eu), comecei a procurar em fóruns pessoas que tivessem o mesmo fetiche que eu, só que eu procurava caras que quisessem comer a namorada de alguém enquanto o cara olhava e se masturbava. Foi assim que conheci um moreno chamado Raul, que me disse ter 24 anos, 1,88m de altura e um pau de 23cm, além de um físico atlético. No começo, achei que era demais, já que o meu só tem 14cm, mas me dava um tesão danado imaginar aquele cara grandão entrando na minha namorada pequena e putinha. Então, conversamos por um mês até eu fazer 18, e marcamos uma data umas duas semanas depois do meu aniversário. Tudo rolou assim:
Chegamos num hotel e pedimos um quarto pra três, dizendo que tínhamos chegado de viagem. Pra não levantar suspeitas, fomos com mochilas e avisamos. que um amigo que veio de viagem conosco chegaria em uma hora, também avisamos o Raul pra vir com uma mochila pra não levantar suspeitas, éramos 2 moleques de 18 anos que estavam super nervosos porque ia ser nossa primeira experiência cuckold. Pra evitar os nervos da Ana, comprei uma venda pra ela não ver e só sentir. Quando o Raul chegou, abri a porta e era um moreno enorme mesmo, me passava umas duas cabeças e meia, e ainda por cima tinha músculo pra todo lado, tava de short que dava pra ver que mesmo mole o pau dele marcava e aparecia muito. Mandei ele entrar, a Ana tava sentada num sofá do quarto e começamos a conversar com ele uns minutos antes pra criar intimidade. Ele cochichou no meu ouvido que tinha mentido e que o pau dele não media 23cm, mas sim 28cm, isso me deu uma ereção, aí ele completou que pelo visto a mentira dele não me incomodava, e eu sussurrei de volta:
"a gente também mentiu pra você, não temos 23, temos 18"
o que começou a dar uma ereção nele e eu completei:
"pelo visto sua mentira também não te incomodou"
então fomos pro que interessava, eu sentei na beirada da cama enquanto ele pegou a Ana pela cintura e começou a despir ela, parecia um cara enorme tirando a roupa de uma boneca. Colocou ela de quatro no sofá e começou a lamber toda a pussy dela, ela não conseguia evitar se remexer um pouco de tesão, até que ele enfiou dois dos dedos enormes e grossos dentro dela, e ela soltou um gemidinho leve. Nisso eu percebi que o pau dele tinha ficado duro de vez, era abissalmente enorme e diferente do meu. Ele encostou o pau na barriga da Ana e só o pau dele cobria da pussy dela até quase o peito da minha mina, pensei que não ia conseguir entrar. Pegou a Ana como se fosse um brinquedo e foi descendo ela devagar, colocando a pussy dela na ponta do pau ereto dele. Como minha mina tava muito molhada, a cabeça entrou, e só com a cabeça eu consegui fazer ela gozar. No começo, pensei que minha namorada tinha mijado em si mesma. Raul começou a meter o pau cada vez mais fundo, e minha namorada continuava gozando enquanto ele entrava mais e mais. Ela não conseguia formar uma palavra completa, só conseguia gemer, até que aquela posição acabou. Ele a colocou de quatro na cama, me pedindo para me ajoelhar e ver de perto como ele entrava. Com as mãos, ele abriu um pouco a buceta dela e introduziu de novo a cabeça do pau enorme, enquanto minha namorada dizia coisas tipo "ai, meu Deus", "mais fundo, por favor", "porra, quero mais". Comecei a ver em primeira mão, a centímetros de distância, como a buceta da minha namorada era esticada igual chiclete. As bordas e os lábios da buceta dela grudavam no pau do Raul de um jeito que parecia que, a qualquer momento que ele tirasse o pau, a buceta dela sairia junto. Era algo que eu só tinha visto em pornô interracial com minas pequenas. Minha namorada, apesar de só ter transado comigo antes, o corpo e o nível de excitação dela pareciam os de uma puta veterana. Ela pedia mais e mais. Raul, enquanto metia, dizia coisas tipo "porra, que delícia que é a pussy de uma puta recém-estreada", "caralho, sua pussy de puta não vai mais querer paus pequenos", "vou soltar todo meu gozo dentro para te engravidar e você ser só minha". Só quando ele falou a última parte é que me toquei que a gente tinha esquecido de pedir para o Raul colocar camisinha. Ele continuava enfiando cada vez com mais força na pussy da minha namorada, ficando cada vez mais bruto e agressivo. Começou a dar tapas muito fortes na bunda dela, a ponto de deixar as nádegas entre vermelhas e roxas, enquanto puxava o cabelo dela para todos os lados, como se quisesse arrancar. Era como ver uma fera fodendo uma garota inocente, mas minha namorada, em vez de soltar... Ela só gemia e pedia mais. Naquele instante, lembrei que minha namorada gostava que eu fosse bruto com ela, mas eu me segurava com medo de machucá-la. Só que aquela situação me fez perceber que ela era uma puta masoquista. Raul parou de meter de quatro, com um braço só e muita força virou ela, enfiou de uma vez só, e ela soltou um grito de surpresa. Ele começou a meter de novo, mas dessa vez começou a dar tapas na cara dela, deixando o rosto vermelho e quase arrancando a máscara que cobria os olhos dela. Mandou ela abrir a boca e cuspiu dentro. Enquanto eles faziam tudo aquilo, eu notei que, inconscientemente, tinha tirado a calça e começado a me mastigar desesperado. Teve uma hora que ele tirou o pau, pegou minha namorada pelo cabelo, arrastou ela pelo quarto, colocou ela de joelhos e fez ela começar a limpar o cu dele com a língua. Era algo que eu achava nojento, mas ao mesmo tempo excitante, tanto que gozei pra caralho. Raul percebeu isso e mandou eu beijar minha namorada de língua. Não recusei, beijei minha namorada mesmo sabendo que a língua dela, segundos antes, tinha limpado o cu do Raul. Aquilo me deu outra ereção na hora, mas meio dolorosa, porque eu tinha o costume de gozar e não ficar duro de novo até umas horas depois. Depois de beijar minha namorada, Raul fez ela continuar lambendo o cu dele todo, subindo até as bolas, enquanto falava pra ela: "Você adora, né, puta? Sabe que não tomei banho porque sabia que ia pegar uma foxy slut e uma porca que nem você". Depois de tudo isso, ele pegou minha namorada, jogou ela na cama, colocou ela de bruços e enfiou o pau nela de novo. Dessa vez já parecia frenético, porque começou a meter muito rápido, até que falou: "Agora sim, pequena foxy, vou te engravidar pra você ser só minha". E soltou uma porrada de leite. Quando tentou tirar o pau, não conseguia porque a cabeça tinha ficado presa, então puxou um pouco e saiu com um estalo. De tanto entupir ao abrir um vinho, pude ver a quantidade enorme de esperma que saía da buceta da minha namorada, ela só gemia enquanto gozava de um jeito que parecia que tava mijando na cama. Pensei que tinha acabado ali, porque ela demorou uns minutos pra ir no banheiro se lavar, minha namorada tentava se recuperar me falando coisas tipo "love obrigada" "love pra próxima alguém um pouco menor", me deu tesão que minha namorada mesmo depois de ter sido tratada como um pano ainda queria uma próxima vez. Depois de uns minutos Raul sai do banheiro, vai até a mochila dele e tira uma camisinha e um creme, colocou minha namorada de barriga pra cima, pensamos que ia meter nela de novo pela vagina, mas passou rapidinho o creme no pau enorme dele e no cu da minha namorada, e na hora enfiou o pau sem muita dificuldade no cu dela, ela virou os olhos e soltou um gemido enorme, vale dizer que era o primeiro anal dela, ele começou a meter de novo enquanto batia na barriga da minha namorada, Ana continuava de olho virado enquanto gemia sem parar, eu comecei a gozar sem parar ao ver que o primeiro homem a estrear o cu da minha namorada era um cara com um pau que era o dobro do meu, ainda batia nela e fodía de um jeito que parecia abusivo mas minha namorada recebia tudo com prazer e tesão enquanto eu continuava gozando, quando tudo acabou Raul pegou o celular dele e começou a gravar o cu da minha namorada que parecia um buraco enorme, ao mesmo tempo que fez ela limpar o pau dele com a língua enquanto ele continuava gravando. Quando acabou tudo ele chegou perto de mim e mostrou a identidade dele, percebi que na verdade tinha 36 anos, me pediu desculpas por ter exagerado e tal, falou que fez só aquilo porque era a primeira vez que comia uma mina tão gostosa e pequena e ao mesmo tempo muito jovem, que espera que se repita, e que caso Ana engravidasse ele não assumiria mas que com prazer continuaria fodendo ela, se Ele se despediu e foi embora. Quando fechou a porta, me joguei na minha namorada pra foder ela desesperadamente, mas a buceta dela estava tão apertada que parecia que meu pau era anão. Gozei dentro com tudo que tinha, mesmo já com os testículos doendo de tanto gozar.
Outra hora vou contar quando fizeram uma dupla penetração na minha namorada, quando ela ficou com um velho, e principalmente quando fizeram uma dupla vaginal nela.
O relato, como comentei, não é meu e tem várias partes. Me deu muito tesão como o cara contou, gostaria de ilustrar e fazer um quadrinho de cada parte. Vou ver se faço. Em breve vou postar as outras partes. Espero que tenham gostado dessa repostagem, já que nunca mais encontrei o perfil de quem postou.
3 comentários - Início de um Corno - Parte 1
Estoy con mi esposa desde sus 15 y siempre desee verla con otro... lamentablemente muchos años después aún no lo consigo. La idea la excita pero no logro que pase de una fantasía!
Felicitaciones por esos cuernos a quien lo haya vivido!