E aí, galera, como cês tão? Faz um tempão que não publico nada, é muito trampo. Mas enfim, quem sempre lê minhas histórias sabe que são meio curtas porque não sei contar muito bem. Mas vamos lá.
Isso aconteceu há alguns anos, quando eu tava começando minha vida sexual. Desde muito nova, decidi ir morar sozinha, porque na casa dos meus pais não dava pra fazer nada, já que eles eram extremamente rígidos. Sempre gostei de lugares afastados da cidade, sítios, pra ser mais específica.
Meus pais, como tinham uma situação financeira bem boa, me deram a chance de comprar minha primeira casa, longe de tudo, à beira de uma estrada. A casa era pequena, mas com uma entrada grande. Nas primeiras noites, sentia muito medo de ficar sozinha ali, mas com o passar dos dias fui me acostumando. Era tão bom estar sozinha, poder fazer o que quisesse, andar o dia inteiro pelada, me masturbar e gritar à vontade, já que ninguém ia me ver ou ouvir.
Mas, com o passar da semana, comecei a achar meio perigoso ficar sozinha naquela casa, porque às vezes uns caminhões paravam na minha entrada pra descansar um pouco. Por isso, decidi contratar três funcionários pra ficarem de vigia durante a noite.
Uma noite, choveu pra caralho, típica noite de verão na Argentina. Óbvio que não ia deixar meus seguranças do lado de fora com aquela chuva terrível. Eles chegaram e ficaram na sala da minha casa. A noite tava tão gostosa que dava vontade de brincar um pouco, eu tava com muita vontade de sexo anal.
Fui tomar banho, como de costume, e saí pelada. Nunca lembrei dos funcionários que estavam na sala. Só um deles, acho que me viu. As horas passaram e eu comecei a me tocar e a dilatar meu cu pra poder brincar com mais prazer. Comecei a enfiar meus dildos um por um, com muita força, e me segurava pra não gritar de tesão. Mas eu queria um pau de verdade, e em casa eu tinha três. Só não sabia como trazê-los pro meu quarto.
Mas aí lembrei do primeiro que me viu quando saí do banho e do olhar de desejo dele. Era bem na cara.
Criei coragem e, com toda autoridade, chamei ele pro meu quarto. Ele entrou perguntando do que eu precisava, e eu simplesmente respondi: um homem.
Falei pra ele: "Eu vi como você me olhava quando saí do banheiro. Sei que quer ficar comigo e, se fizer tudo o que eu pedir, vai poder."
Ele só respondeu que sim.
Começou a me beijar, me tocar bem devagar e, aos poucos, foi descendo até minha buceta. Começou a chupar, fazia tão gostoso, metia os dedos na minha buceta até que percebeu que eu tinha um dildo no meu cu. Começou a tirar e meter ele de um jeito que eu queria gritar. Pedi pra ele tirar e continuar com o pau dele. Ele começou a me foder devagar, e eu pedi pra ele meter com toda força. E ele fez isso. Eu não aguentei mais, comecei a gritar, e com meus gritos, os dois empregados entraram, pensando que o primeiro tava me fazendo mal. Abriram a porta e nos viram, mas eu falei pra ele não parar, que continuasse, que não importava. Os outros dois ficaram olhando enquanto eu era comida. Eu tava de quatro na cama e pude ver como, aos poucos, os paus deles foram endurecendo. Naquela hora, também quis dar um pouco de amor pra eles. Chamei eles e, enquanto o outro me comia, eu chupava os outros dois. Um deles não aguentou e gozou na minha boca, óbvio que engoli. O que tava me comendo, vendo aquilo, tirou o pau e meteu na minha boca também pra gozar nela. E um dos outros passou a me foder. E assim a gente passou a noite inteira transando sem parar. Foi uma das minhas primeiras experiências com três caras ao mesmo tempo, e eu amei. Depois daquela noite, pelo menos três vezes por semana a gente fazia grupal, e no resto dos dias era um por dia.
Isso aconteceu há alguns anos, quando eu tava começando minha vida sexual. Desde muito nova, decidi ir morar sozinha, porque na casa dos meus pais não dava pra fazer nada, já que eles eram extremamente rígidos. Sempre gostei de lugares afastados da cidade, sítios, pra ser mais específica.
Meus pais, como tinham uma situação financeira bem boa, me deram a chance de comprar minha primeira casa, longe de tudo, à beira de uma estrada. A casa era pequena, mas com uma entrada grande. Nas primeiras noites, sentia muito medo de ficar sozinha ali, mas com o passar dos dias fui me acostumando. Era tão bom estar sozinha, poder fazer o que quisesse, andar o dia inteiro pelada, me masturbar e gritar à vontade, já que ninguém ia me ver ou ouvir.
Mas, com o passar da semana, comecei a achar meio perigoso ficar sozinha naquela casa, porque às vezes uns caminhões paravam na minha entrada pra descansar um pouco. Por isso, decidi contratar três funcionários pra ficarem de vigia durante a noite.
Uma noite, choveu pra caralho, típica noite de verão na Argentina. Óbvio que não ia deixar meus seguranças do lado de fora com aquela chuva terrível. Eles chegaram e ficaram na sala da minha casa. A noite tava tão gostosa que dava vontade de brincar um pouco, eu tava com muita vontade de sexo anal.
Fui tomar banho, como de costume, e saí pelada. Nunca lembrei dos funcionários que estavam na sala. Só um deles, acho que me viu. As horas passaram e eu comecei a me tocar e a dilatar meu cu pra poder brincar com mais prazer. Comecei a enfiar meus dildos um por um, com muita força, e me segurava pra não gritar de tesão. Mas eu queria um pau de verdade, e em casa eu tinha três. Só não sabia como trazê-los pro meu quarto.
Mas aí lembrei do primeiro que me viu quando saí do banho e do olhar de desejo dele. Era bem na cara.
Criei coragem e, com toda autoridade, chamei ele pro meu quarto. Ele entrou perguntando do que eu precisava, e eu simplesmente respondi: um homem.
Falei pra ele: "Eu vi como você me olhava quando saí do banheiro. Sei que quer ficar comigo e, se fizer tudo o que eu pedir, vai poder."
Ele só respondeu que sim.
Começou a me beijar, me tocar bem devagar e, aos poucos, foi descendo até minha buceta. Começou a chupar, fazia tão gostoso, metia os dedos na minha buceta até que percebeu que eu tinha um dildo no meu cu. Começou a tirar e meter ele de um jeito que eu queria gritar. Pedi pra ele tirar e continuar com o pau dele. Ele começou a me foder devagar, e eu pedi pra ele meter com toda força. E ele fez isso. Eu não aguentei mais, comecei a gritar, e com meus gritos, os dois empregados entraram, pensando que o primeiro tava me fazendo mal. Abriram a porta e nos viram, mas eu falei pra ele não parar, que continuasse, que não importava. Os outros dois ficaram olhando enquanto eu era comida. Eu tava de quatro na cama e pude ver como, aos poucos, os paus deles foram endurecendo. Naquela hora, também quis dar um pouco de amor pra eles. Chamei eles e, enquanto o outro me comia, eu chupava os outros dois. Um deles não aguentou e gozou na minha boca, óbvio que engoli. O que tava me comendo, vendo aquilo, tirou o pau e meteu na minha boca também pra gozar nela. E um dos outros passou a me foder. E assim a gente passou a noite inteira transando sem parar. Foi uma das minhas primeiras experiências com três caras ao mesmo tempo, e eu amei. Depois daquela noite, pelo menos três vezes por semana a gente fazia grupal, e no resto dos dias era um por dia.
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