Os meses foram passando e minha tia sempre me evitava. Da última vez que meti a buceta nela na piscina, não consegui mais comer ela. Já tinham passado 4 meses e a única coisa que ela me disse foi que não queria continuar, que o negócio da piscina tinha sido muito arriscado e com isso me cortou de vez. Um dia, minha mãe me conta que minha tia estava com uma crise de ciática, com dor na cintura, e que a enfermeira de confiança que geralmente dava as injeções estava com covid e não podia ir. Como eu tinha feito um curso de aplicação, minha mãe sugeriu pra minha tia que eu fosse, assim ela também não gastava dinheiro, mas me disse que minha tia falou pra ela não se preocupar, que não precisava. Minha velha, teimosa como é, me disse: "vai lá, que agora que ela tá melhorando, se parar com as injeções vai ficar dura de novo." No outro dia, segunda-feira, mandei uma mensagem pra minha tia e falei que tava saindo pra casa dela. No fim de semana, conversando com um amigo que trabalha numa farmácia, ele me falou de uma droga mágica que tinha lido na internet e que tinha testado numa balada com a namorada dele. Perguntei se ele tinha certeza que funcionava, e ele disse que sim. Então pedi pra ele arrumar uma injetável pra mim. Na segunda de manhã, passei na farmácia pra pegar o que meu amigo tinha prometido, e à tarde fui na casa da minha tia, mandando uma mensagem avisando que tava saindo de casa. Cheguei no prédio, toquei o interfone e ela me deixou entrar. Subi pelo elevador e quando cheguei na porta, toquei a campainha e ouvi a voz dela dizendo "já vou abrir". Quando ela abriu, tava vestida com uma camiseta preta que ficava acima do umbigo e uma saia branca até os joelhos, não era justa, mas ainda assim destacava a bunda gostosa dela, e o melhor, era que, por ser de um tecido fino, dava pra ver a calcinha branca que ela tava usando, que, sem ser fio dental, dava pra ver que entrava um pouco na bunda dela. Já tava salivando só de ver aquela imagem e ao mesmo tempo me dava uma ansiedade, com medo de não conseguir convencer ela a deixar aplicar a injeção. Passamos e ela estava tomando uns mates, sentei e começamos a conversar, embora tivesse uma certa tensão no ar. Comentei que, se ela quisesse, podia dar a injeção para a dor na cintura que minha mãe tinha falado. Ela respondeu: "Falei pra sua mãe que não, por que você veio?" Tentava me convencer de que não precisava ter ido por causa disso, já que estava um pouco melhor, afirmando de forma categórica: "Fica tranquilo que você não vai me dar, já estou melhor." E eu tentava convencê-la de que minha mãe insistiu muito, que não tinha problema, que ela não precisava ter vergonha. "É uma pena que, se você está melhor, vai pegar forte de novo por um capricho." "Sim, mas nem louca eu fico de calcinha na sua frente de novo." Eu disse: "Qual é, tia, não enche, não vou me assustar. Quantas vezes te vejo de maiô? Além disso, tia, pelo amor, depois que a gente trepou, vai me dizer que tem vergonha de eu te ver de calcinha?" "Um pouco sim, me deixa desconfortável, mas não podia falar isso pra sua mãe, que você me fez a Booty. E não é certo você me ver de calcinha de novo." "Mas, tia, não é te ver de calcinha, além de serem só cinco minutos pra aplicar, e é diferente, é por um motivo. Não posso te dar por cima da roupa." Ela foi aos poucos amolecendo, e eu comecei a bolar como fazer pra trocar a injeção e conseguir meu objetivo sem que ela desconfiasse. Ela foi buscar a ampola com o analgésico, momento que aproveitei para carregar a seringa com a droga que meu amigo tinha me dado, e falei: "Beleza, se prepara." Peguei uma seringa vazia e carreguei a ampola que ela trouxe, e disse: "Fica em pé, apoiada na mesa." Quando ela ia se posicionar, falei: "Mas falta o algodão e o álcool pra desinfetar." Enquanto ela foi ao banheiro pegar as coisas, tirei a outra seringa da bolsa e troquei pela seringa com a droga sem que ela me visse. Quando ela voltou com as coisas pra desinfetar, falei: "Beleza, tia, pronta?" "Sim, tá bom", respondeu com um pouco de resignação, não estava convencida de tudo. Fiz ela ficar em pé contra a mesa. a mesa de novo e deixei uma cadeira bem perto da gente. Levantei a saia dela e puxei um pouco a calcinha pra ela entrar mais entre as bundas e deixar a nádega descoberta. Depois de desinfetar com o algodão, falei: "Agora relaxa pra não doer". Dei a picada e comecei a aplicar a droga. Quando terminei de descarregar tudo, falei: "Bom, pronto, viu que não foi grave? Doeu?" Ela respondeu: "Não, verdade, você tem mão boa." Não passaram 5 minutos, eu tava guardando as coisas na mochila, quando notei que ela se segurava na mesa e disse que tava vendo tudo nublado. Falei: "Fica tranquila, deve ter baixado a pressão." Segurei ela pela cintura e levei até o sofá que tava perto. Já tava difícil pra ela manter os olhos abertos e notei que começava a suar. Deitei ela no sofá, ela já tava meio fora de si. Quando deitou, a saia subiu, deixando ver inteira a calcinha branca que ela tava usando. Ela mesma virou um pouco de lado, e eu aproveitei pra acariciar a bunda dela. Enquanto acariciava a bunda, enfiei o resto da calcinha entre as nádegas dela e puxei pra cima, fazendo a calcinha enterrar mais e marcar bem os lábios da deliciosa pussy dela. Depois, levei dois dedos até a área da buceta e comecei a massagear por cima da calcinha, brincando com o corpo dela. Pra minha surpresa, comecei a sentir que a calcinha, enquanto massageava, ficava mais escorregadia — era que a mina tava se molhando. Puxei a calcinha de lado e vi um fiozinho de fluido saindo da pussy dela, então decidi começar a meter um dedo devagar na pussy. A droga já tava fazendo efeito 100%, a mina começou a gemer enquanto eu concentrava meu trabalho na pussy dela. Decidi me ajoelhar no chão, arrumar ela melhor pra que a pussy dela ficasse à disposição pra começar meu trabalho oral. Não queria desperdiçar a oportunidade. ocasião e comecei suavemente a massagear o clitóris dela com a ponta da língua, ela só mexia o quadril pra cima, desviando minha língua pro centro da buceta dela, onde eu aproveitava pra enfiar a língua. Fiquei nessa por mais de 15 minutos até sentir que ela tava tensa e senti o orgasmo dela e o fluxo na minha boca. Ela ficou meio desmaiada depois do orgasmo, então aproveitei pra trocar ela de posição e puxar a calcinha pra deixar a raba dela descoberta, separei as bandas daquele rabo majestoso e comecei a lamber ela com a língua, não queria perder a chance de realizar minha vontade de fazer tudo que queria com ela. Lambi o cu dela com a língua umas quantas vezes, no começo ela não se mexia, continuava em transe por causa da droga e do orgasmo intenso que tinha acabado de ter. Depois ela começou a levantar a raba, então quando percebi isso, peguei minha pica, apoiei na porta do cu dela e me deixei cair com todo o meu peso. Ela tava deitada de barriga pra baixo, a pica entrou até o fundo, mais ainda, senti o esfíncter se abrir, que tava rígido fazendo força pra não me deixar entrar. Fiquei totalmente deitado em cima dela com minha boca na orelha dela, sentia ela, ouvi ela dizer "ahhh" com a voz suave e fraca. Fiquei nessa posição esperando ela se acostumar e depois comecei a me mexer, sentia aquele cu apertando minha pica a ponto de eu me mover com dificuldade de tanto que apertava, e ela continuava reclamando, vi que o sofá tava molhando porque dos olhos dela caíam algumas lágrimas, parecia que tava doendo. Eu não me importei e continuei me mexendo, tirando quase toda a pica até a cabeça e me deixando cair com todo o peso, queria arrebentar a raba dela toda, pra falar a verdade, e não me importava se ela sofresse. Depois de ficar uns 10 minutos assim e ver que o esfíncter já tinha dilatado um pouco, decidi mudar ela de posição. Quando tirei do cu, tinha umas manchas de sangue na pica, tinha arrebentado o cu dela de verdade, essa era a prova. Virei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela no modo de ter acesso à buceta dela e àquele cu divino, e enfiei de novo no rabo dela. Ela, que tava com o rosto virado de lado, virou a cabeça pra frente, me olhando com os olhos meio fechados como se tivesse bêbada, efeito da droga, e abriu a boca segurando a respiração. Eu deixei tudo enfiado no cu dela e, enquanto com uma mão segurava as pernas dela, com a outra comecei a estimular o clitóris. A área tava muito molhada, isso me excitava mais. Decidi comer ela com mais força e fiquei entrando e saindo daquela bunda linda por meia hora. Nem eu acreditava que não conseguia gozar, acho que era por causa do medo e da excitação. Comi ela tão forte que num momento senti que a pica tava molhada. A baba da minha tia tinha deixado a buceta toda brilhosa, ela tinha gozado e tremia igual uma folha. Tirei a pica do cu dela de novo e me masturbei pra ver se conseguia descarregar, até gozar na barriga dela. Juntei com dois dedos minha porra grossa e levei até a boca dela, ela engoliu tudo que deixei lá. Deixei ela uns minutos sozinha, o tempo de ir na cozinha pegar papel pra limpar ela. Voltei, limpei bem e fui jogar o papel na minha mochila pra não deixar rastros. Virei ela no sofá de novo pra deixar de bruços e levantei a saia dela, que tava bem amassada. Peguei o algodão com álcool, a seringa com o relaxante muscular e apliquei na bunda dela, pelo menos ela ia acordar sem dor na cintura, do resto não ia lembrar de nada. Aproveitei pra dar uma última olhada naquele rabo lindo enquanto tirava a seringa vazia e vi que a bunda dela tava muito irritada, com restos de sangue ainda do tanto que eu tinha metido forte. Limpei um pouco, arrumei a calcinha e a saia dela do melhor jeito possível e fui embora. Fui pra casa, cheguei, tomei banho, joguei as coisas fora e decidi sair pra dar uma volta. Quando voltei de noite, minha mãe perguntou pela minha tia, se tinha passado. Falei que sim, que tava tudo bem, e perguntei se ela tinha falado algo. Ela disse que não. que tinha estado ocupada. Passaram uns dias e quando entrei em casa, ouvi minha mãe falando com minha tia. Fiquei rondando pela cozinha enquanto ela falava, pra ver o que elas diziam, e parecia que tudo tinha dado certo. Ouvi minha mãe dizer que não tinha problema, que ia me avisar pra passar. Quando a ligação terminou, eu tava tomando um copo d'água e minha mãe falou: "A tia disse se você pode ir na segunda aplicar a outra injeção, ela falou que a enfermeira dela continua doente." Respondi que não tinha problema, pensei: "deu tudo certo." O fim de semana passou tranquilo e na segunda recebi uma mensagem da minha tia perguntando se eu podia ir a tal hora. Respondi que tava livre e sem problema. Às 14h preparei a mochila com tudo que precisava e, claro, uma dose da droga que me fez aproveitar tanto o bum da minha tia. Na hora marcada, tava tocando o interfone do prédio dela. Quando cheguei, ela me recebeu com umas leggings pretas. Quando fechou a porta e começou a andar, pude ver que com certeza tava de fio dental, porque a legging grudava toda na bunda dela. Ela sentou e me olhou fixo, eu notei que ela tava estranha. Ela disse: "Trouxe tudo pra me dar a injeção?" "Sim, tia, tranquila", respondi. Ela se aproximou e, sem dizer nada, me deu um tapa que virou minha cara. Eu não entendi nada e perguntei: "O que cê tá fazendo?" Ela disse: "Você sabe muito bem por quê. Acha que sou burra, que eu não sei o que você me deu da outra vez?" "Nada, não sei do que cê tá falando." "Não se faz de idiota, porque além de eu ter acordado depois de 3 horas sem lembrar de nada, eu sei muito bem que você me violentou. Porque quando fui tomar banho, além de sentir um desconforto na bunda, quando toquei, ela tava toda arrombada, igual da outra vez que você fez. Então sei que você se satisfez da outra vez, só você deixou minha bunda tão aberta assim." Depois ela se virou e disse: "Agora me dá a injeção." Se apoiou no encosto do sofá e me fez carregar a seringa na frente dela. Eu fiquei cagado de medo e, sem hesitar, peguei as coisas e... carreguei a seringa. "Me mostra", ela disse. Mostrei que tinha carregado o que tinha que dar de verdade dessa vez, sem fazer nada estranho. "Bom, agora abaixa minha legging devagar e não passa da conta, ouviu?" Dei a seringa pra ela segurar com o algodão e álcool e comecei a abaixar a legging. Ela me olhava enquanto eu começava a descobrir aquela bunda linda. Vi que ela tava usando uma calcinha fio dental vermelha de cetim na parte da pussy, que marcava demais os lábios vaginais. Obviamente, o fio enterrava na bunda e saía quase no final com uma renda decorada transparente. Pensei comigo: "Não pode ser tão filha da puta de estar brava e vestir essa calcinha de propósito pra me provocar." Não sei que cara eu fiz enquanto pensava nisso, porque ela perguntou: "O que foi, tá me olhando assim?" Não falei nada. Peguei o algodão e deixei cair um jato de álcool frio na pele, sequei com o algodão. Notei que ela ficou com a pele arrepiada. A safada tava se excitando com a situação. Apliquei a injeção, passei o algodão de novo e tirei a seringa. "Bom", ela disse, "agora massageia pra não ficar o líquido concentrado aí, minha enfermeira sempre faz isso." Comecei a massagear a bunda dela em silêncio por uns minutos, e de vez em quando, me fazendo de besta, passava um dedo na racha. Ela me olhava, mas não falava nada. Até que me decidi e pensei: "Essa quer pica. Se tivesse brava de verdade, já tinha me mandado parar." Então apoiei o dedão no cu dela e comecei a massagear por cima da tira da calcinha. Ela não falou nada quando apoiei o dedo no cu, só fechou os olhos. Minha massagem era lenta pra sensibilizar a área, e a cada dois ou três movimentos, eu fazia uma leve pressão pra dentro. Vendo que ela tava de olhos fechados e não falava nada, abaixei a boca e chupei os lábios carnudos dela, que marcavam cada vez mais na calcinha. Aí, ela abriu os olhos, me olhou e disse: "Você é um filho da puta e egoísta, porque além de ter me fodido a bunda... Você se divertiu sozinho, porque eu não lembro de nada, então agora você vai ter que trabalhar o dobro. Eu puxei a tirinha da calcinha dela e comecei a chupar toda a buceta dela, e de vez em quando eu esticava minha língua até o cu dela. Fiquei assim até fazer ela gozar, senti os sucos dela inundarem minha boca e engoli tudo. Ela ficou se recuperando por uns minutos até que se virou, baixou minha calça e começou a chupar minha pica como uma desesperada... parecia que queria comer ela toda. Nas outras vezes que a gente tinha ficado, ela nunca tinha me chupado daquele jeito, a ponto de eu não aguentar muito e, depois de não mais que 10 minutos, falei pra ela parar porque ia me fazer gozar, e ela respondeu: "é isso que eu quero"... Nesse ponto, ela continuou no ritmo dela e, quando senti que ia gozar, segurei a cabeça dela e empurrei a pica até o fundo da garganta, deixando ela lá e descarregando toda a porra que eu tinha. Ela começou a engolir, era tanta porra saindo que ela começou a tossir e se engasgou. Aí tirei a mão da nuca dela, ela tirou a pica da boca pra respirar e colocou de novo, engolindo tudo que ainda estava saindo e limpando minha pica toda. Ela me olhou e disse: "aaaah, que vontade que eu tava de tomar ela toda, hoje me sinto uma puta". Ela se levantou, sempre com a tanga vestida, foi pro banheiro enxaguar a boca, demorou uns 5 minutos e voltou. Passou na cozinha, trouxe dois copos d'água, um pra mim e um pra ela. A gente bebeu e, sem dizer nada, ela começou a acariciar minha pica, tirou minha camisa e disse: "agora vamos deixar ela dura de novo, assim, já que você tá mais descarregado, vai durar mais e me foder bem fodida. Não sei o que tá acontecendo comigo, mas me sinto muito tesuda", ela disse. Ela começou a chupar minha pica de novo, mas de um jeito mais delicado, e massageava minhas bolas, intercalava uns beijos também nos testículos, passava a língua e voltava com a língua na cabeça da minha pica, assim até que, com esse tratamento, não demorou muito pra eu ficar duro de novo. Obviamente, ela também sentia na buceta dela. boca. Então ela subiu em cima de mim e sozinha enfiou a pica na buceta, puxando a tirinha da calcinha. Começou a cavalgar devagar, subindo e descendo lentamente, até que ficou com a pica toda enfiada e começou a rebolando com a pica dentro, pra frente e pra trás. Alternava sentadas com esse movimento até que senti o corpo dela tenso e ouvi um gemido longo, a gostosa tinha se dado um orgasmo, sempre levando o ritmo sozinha. Eu, claro, continuava duro porque já tinha gozado na primeira vez, então levantei ela, coloquei de joelhos no sofá com os cotovelos apoiados no encosto e enfiei na buceta entrando devagar. Assim comecei a me mover lento, às vezes comendo ela com força e às vezes devagar, ela estava bem lubrificada e minha pica deslizava dentro da buceta dela, depois do segundo orgasmo. A buceta dela tinha ficado sensível, ela pediu pra eu deixar descansar, mas minha resposta foi: você não disse pra eu te deixar bem comida, tia? Então agora é isso que vou fazer. Continuei assim uns minutos pra ela se recuperar um pouco e depois comecei a alternar a comida forte com movimentos lentos enquanto com o dedão massageava o cu dela até começar a enfiar e tirar, acompanhando a comida. Quando senti que estava chegando no orgasmo, tirei a pica toda da buceta dela, apoiei na raba e com um empurrão enfiei tudo até o fundo do cu, fazendo ela dar um grito. Fiquei com a pica enfiada até o fundo por um minuto e comecei a serrar a bunda dela, ela era tão apertada que o esfínter abraçava minha pica e saía pra fora toda vez que eu tirava a pica até mais da metade. Ela reclamava, me dizendo pra ir mais devagar, eu entrava até a metade devagar e a outra metade enfiava de uma estocada até o fundo, fazendo ela sentir tudo dentro da bunda cada vez que eu enfiava até o fundo, ela dava um suspiro e gritava ahhhh. Tirei a pica. Inteira na buceta, ela se virou e me disse: "filho da puta, você tá me matando." Falei: "Calma, ainda falta pra eu arrebentar direito." Cuspi no cu dela e meti de novo até a metade. Perguntei: "Agora tá sentindo melhor?" "Um pouco, sim. Continua, se doer muito eu falo pra parar." "Valeu, tia." Comecei a comer ela de novo pelo cu, sentia que tava um pouco mais dilatado, então comecei a serrar bem, mas só enfiando a metade da pica. Ficamos assim um tempo, depois virei ela e, com as pernas levantadas, enquanto comia o cu dela, massageava o clitóris, que tava bem inchado. Mas não consegui comer muito assim, porque ela disse que não tava confortável naquela posição. Eu já tava com vontade de gozar, no total já tinha quase meia hora que tava metendo no cu dela. Então mandei ela parar e levei até a mesa. Falei: "Agora apoia os braços na mesa." Enfiei no cu dela de uma vez naquela posição e, como sou um pouco mais alto, empurrava a pica bem até o fundo. Depois de uns 10 minutos comendo ela num ritmo bom naquela posição, senti que ia gozar. Então comecei a dar caderadas, fazendo ela ficar no ar e cravando a pica no fundo do cu. Ela, de olhos fechados, dizia: "Ahhh, mais devagar, você tá me machucando." Continuei assim e dei a última estocada fundo, levantando ela no ar com a pica dentro. Deixei ela uns segundos no ar, empalada, descarregando toda a porra. Quando baixei ela pra apoiar os pés no chão e tirei a pica devagar do cu, vi que tava manchada de sangue e ela tava com o cu bem aberto e vermelho. Ela me olhou e foi se lavar no banheiro, a porra já começava a escorrer do cu dela. Quando voltou, eu já tava me trocando. Ela só chegou perto e disse: "Você me matou, mas eu gostei." Me deu um beijo e fui embora sem saber como vamos continuar a relação, mas com certeza a tia precisava de pica. RELATO escrito por jcntop
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