Chifrudo

Por causa do meu trabalho, tive que me mudar, sou militar, e minha namorada de 21 anos decidiu me acompanhar. Fomos para uma cidade no sul e procuramos um aluguel. O melhor que vimos era nos fundos de uma casa, com um portão enorme e um pátio pequeno, com umas janelas onde só dava pra ver sucata.

Com a Ana, já fazia um tempo que a gente falava em incluir um terceiro na nossa cama, mas nunca rolava. A inexperiência nesse tipo de procura deixa tudo muito difícil. Mas esse novo destino nos reservava dias de luxúria.

Chegando o verão, eu insistia pra ela usar roupas mais sexy, e ela às vezes me seguia a onda. À noite, eu notava que ela tava bem quente, adorava como os caras olhavam pra ela quando ia fazer compras.

Numa terça-feira, cheguei ao meio-dia e ela tava tão gostosa que a gente começou a transar assim que se viu. A buceta dela tava tão gostosa que gozei muito rápido. Ela não disse nada, mas eu sabia que ficou com tesão. Quando fui embora, ela pegou a espreguiçadeira e foi pro pátio. Enquanto curtia o sol, um pouco de leite foi escorrendo, o que deixou ela excitada. Sabendo que ninguém podia ver, ela se pelou.

Minha namorada tava se tocando na buceta, espalhando o leite que saía, quando percebeu que alguém tava espiando por uma janela velha. Longe de ficar irritada, ela fechou os olhos e continuou se dando prazer. Quando gozou, ficou deitada na espreguiçadeira e conseguiu distinguir a figura do tarado: era o filho do vizinho. "Que bom", pensou, "vou pregar uma peça nele quando o vir."

A situação que viveu deixou ela com muito tesão, e ela passou a ir pro pátio com pouca roupa ou pelada, sempre alegre. Eu não falava nada, porque supostamente ninguém podia nos ver.

Os dias passaram, e ela voltava de umas compras quando viu o menino tarado. Se aproximou e pediu que ele ajudasse com as sacolas, e ele ajudou. Chegaram, e ela ofereceu algo gelado. O menino tava visivelmente nervoso. Ela começou a arrumar as coisas enquanto conversavam e pedia ajuda pro Matías pra pegar os objetos. Foi aí que descobriu que o menino ainda tava estudando.

Quando ele ficou mais calmo, ela ficou séria e disse: disse, queria falar contigo sobre uma coisa importante, sei que me viu no pátio outro dia. O garoto ficou vermelho e muito nervoso. Desculpa, Ana, não vai acontecer de novo.
Tá bom, mas você precisa saber que não é certo ficar espiando os outros.
Ele continua se desculpando e diz: o que acontece é que nunca vou pro fundo porque tá tudo sujo, mas naquele dia o Leandro veio e falou pra eu dar uma olhada, e a gente te viu saindo no pátio. Ficamos olhando, não achamos que você ia perceber.
Minha senhora não aguentava mais de tesão na buceta, precisava se tocar. Se fazendo de brava, disse: já vai buscar seu amiguinho e voltem logo, quero dar uma bronca em vocês por serem atrevidos.
Quando Matías fechou a porta, ela baixou a tanga e se tocou na buceta, tava molhadíssima, quente. Os dedos brincavam enquanto ela olhou no relógio vendo que já tinham passado 20 minutos e Matías e o amigo podiam chegar.
Ela tomou um banho rápido pra baixar o tesão, mas era tarde, já não pensava direito.
Vestiu o vestido e atendeu os garotos, os dois vieram com cara de assustados. Ela colocou duas cadeiras uma do lado da outra pra tê-los na frente e começou a dizer que não tava certo o que fizeram e que podia contar pros pais e blá-blá-blá. Eles pareciam envergonhados e pediam desculpas de cabeça baixa, até que ela diz que já tá tudo bem, mas não podem contar pra ninguém o que viram. Eles concordaram e começaram a falar mais tranquilos, e Ana ofereceu um tereré por causa do calor e foram pro pátio onde conversavam amigavelmente até que, olhando pra janela, ela pergunta: foi daí? Sim, respondem ao mesmo tempo. Mas dá pra ver alguma coisa? Dá sim, haha. Ficaram assim até os garotos irem embora, e ela disse pra passarem quando quisessem.
Minha mulher ainda tava com tesão, quando cheguei ela deixou claro com um boquete foda na porta de casa que fez jorrar toda minha porra mesmo com a porta entreaberta, e eu via aquela cara de puta que me deixava louco.
A gente se acomodou e eu toquei na buceta dela, tava encharcada. nos beijamos e fomos pra cama, me acomodei meio sentado esperando ela subir, mas ela me chupou de novo e me deixou duro, então ela sobe e começa a cavalgar de um jeito tão gostoso e sensual, com os olhos fechados e mordendo o lábio, que tesão, vi que algo tava rolando e pra saber fomos conversando enquanto aproveitávamos.
Que buceta gostosa você tem, amor, ela respirava forte.
Sim, tô muito excitada.
O que aconteceu?
Ahhhh, nada, só fantasias, daquelas que a gente conversou, ahhhh, é o que você quer que eu faça.
A pica ficou ainda mais dura enquanto ela se derretia de tesão.
Você já sabe que pode fazer o que quiser, amor. Conheceu alguém?
Não, são fantasias. Ahhh, que gostoso deve ser.
Ela gemia tão gostoso e se mexia procurando o prazer dela enquanto eu dizia que ia trazer meus colegas pra ela conhecer e ela escolher um.
Ahh amor, você quer que um dos seus colegas entre na cama comigo?
Sim, amor. E os dois acabamos dormindo.
Quando você é jovem e acabou de se mudar, o sexo é maravilhoso, muito sexo, quase todo dia, é normal ficar com tesão assim, eu pensava.
No outro dia, Ana saiu pra fazer compras e quando voltou viu os caras e eles se cumprimentaram com um sorriso. Na hora se ofereceram pra ajudar e chegaram em casa.
Tava muito calor e ela ofereceu algo gelado, mas eles não queriam suco, queriam uma cerveja, mas ela deu uma bronca e disse que ainda não podiam. Começaram a rir e um foi no mercadinho e trouxe duas garrafas, então a gente serviu e foi pra fora sentar na pouca sombra que tinha.
Depois de terminar a cerveja, minha mina começou a se sentir estranha, tonta e excitada, os caras se refrescavam com a mangueira e chamavam ela pra fazer o mesmo, mas ela sabia que o tesão não ia passar com aquilo. Então foi no banheiro e quando voltou disse que precisava sair e quando eles estavam indo embora, ela falou: "e nada de ficar espiando a vizinha, hein?" Hahaha e eles foram. Minha mina se pelou toda e não demorou pra ir pra espreguiçadeira e se masturbar ao ar livre com a ilusão de que aqueles caras ficaram espiando ela. E foi assim, ela estava se tocando quando percebeu que tinha duas cabecinhas na janela, não falou nada, mas dessa vez olhava fixamente pra eles e dava pra notar que eles estavam se tocando, ouviu quando eles gozaram marcando a velha janela de porra. Ao perceber, ela gozou também.
Outra noite de luxúria com minha mulher enquanto eu dizia que tinha muitos colegas solteiros pra convidar e ela gozava feito uma puta. Depois do sexo a gente não voltava a tocar no assunto, mas já estava combinado.
No outro dia minha mulher faz a mesma coisa e sai direto atrás dos caras, encontra eles e fala pra passarem um tempo lá em casa pra tomar alguma coisa. Ela foi comprar e trouxe 4 cervejas pra oferecer.
Chegaram e fizeram a mesma coisa, ninguém falava nada sobre o dia anterior, até que quando não tinha mais nada e estavam tontos, Ana chama eles pra dentro e guia até o quarto, senta na cama, eles em pé, e fala: "Sei que me viram de novo ontem, me disseram que não iam espiar."
"Desculpa, Ana, mas não sei o que deu em nós, você é muito gostosa e a gente nunca ficou com uma mulher."
"Além disso, foi um showzinho gostoso, hehe."
Minha senhora olhava pra eles, tinha que disfarçar o tesão. "Bom, vocês já me viram, agora é hora de eu ver vocês."
Os caras se olharam e com a ousadia que tinham, baixaram as calças, deixando as picas na frente dela.
"Se toquem, quero ver."
E começaram devagar até ficarem duras. Leandro olha pra ela e fala: "Mostra tudo igual ontem."
Minha mulher ficou como hipnotizada pelas palavras e na hora tirou os peitos do vestido e ficava se tocando olhando pros caras, apertava o bico e passava a língua.
Os caras se punhetavam na frente dos peitos da minha esposa e queriam tocar, mas ela falou que não, só olhar, igual eles faziam, e então Leandro esporrou o leite nos peitos e na sequência Matias fez o mesmo. Os três se olhavam extasiados enquanto minha mulher massageava os peitos cheios de porra. Quando viu a hora, percebeu que não faltava muito pra eu voltar e se despediu dos Caras dizendo "amanhã a gente fala".
Cheguei quando ela saía do banho e depois de um tempo vi as garrafas de cerveja e achei estranho, mas como ela não falou nada, continuei alimentando a tara.
À noite, a gente transou de novo, mas ela pedia pra eu chupar os peitos dela enquanto me montava, estavam uma delícia, eu apertava com força até ela gozar. Virei ela de lado e continuei metendo, dizendo que ela tava mais puta e que se continuasse assim ia ter que trazer uns parceiros. Com cara de puta, ela pergunta: "você quer que me comam?" Sim, amor, quero que te comam e ver como fazem com você. Ela só gemia enquanto eu comia ela com força até encher de leite.
Tudo era uma loucura pra mim porque eu passava o dia todo com tesão, pensando em qual parceiro podia chamar pra um menage. Mas ela tinha outros planos.
O despertador tocou e enquanto eu tava na preguiça e me descobria, senti a mão da Ana pegando na minha rola e levando à boca dela. Ela chupou minha pica até encher de porra e vi ela começando a saborear enquanto engolia até a última gota.
Outro dia quente, fui trabalhar e quando voltei ao meio-dia, minha mulher tava com um vestido bem curto. A gente se cumprimentou e quando passei a mão, senti que ela tava com uma fio dental que mal cobria a buceta. Virei ela e enfiei de uma vez com as mãos apoiadas na mesa. Comia ela e perguntava por que ela tava assim. Ela gemia e abria a boca grande, mas não falava nada até que ouvi: "amor, a comida". Me virei e apaguei o fogão. Ela continuava apoiada, então me agachei e chupei a raba dela enquanto me masturbava até gozar no chão. A gente se arrumou e almoçou. Logo depois eu tinha que ir de novo, e foi o que fiz.
Quando ela ficou sozinha, a cabecinha dela e a buceta não combinavam. Tinha que comprar umas coisas e na volta quis evitar os caras que estavam lá fora, mas alguma coisa fez ela caminhar na direção deles como hipnotizada. Eles se cumprimentaram e ela continuou andando, parou e disse: "espero vocês em casa", e foi embora.
Não passaram nem 15 minutos quando bateram na porta. A mulher abriu a porta e lá estavam aqueles dois que ontem gozaram nos peitos dela. Ela fez eles entrarem e levou os dois pela mão direto pro quarto, se posicionaram no mesmo lugar de ontem, ela sentou e logo mostrou os peitos, os dois agarraram com força as picas e baixaram o short, lá estava minha esposa de novo, na frente de dois adolescentes que batiam punheta na frente dos peitos dela. Eles queriam ver mais e deixaram claro, então ela se levantou e deixou o vestido cair, ficando completamente nua, não tinha nem a micro fio dental, se reclinou um pouco e se tocava pra eles enquanto olhava com cara de puta. As picas deles tinham crescido um pouco mais e ela senta, pede pra eles chegarem perto e começa a chupar o Leandro enquanto segura a pica do Matias e vai alternando, se deita e pede pro Lea chupar a buceta dela enquanto o Mati chupa os peitos, os jovens eram inexperientes mas ela tava decidida a ensinar, a pica do Matias voltou pra boca da Ana que tava perdida de prazer, quando sentiu que tava sendo penetrada, tirou a pica da boca e se abraçou no novo amante abrindo mais a buceta e enrolando as pernas nele enquanto se beijavam. Leandro falou que tava perto de gozar e gozou nos peitos e depois limpou com a boca, Leandro disse que tinha que ir e foi embora, o outro garoto ainda tava lá e minha esposa deita ele e começa a chupar a pica dele, já eram 6 horas e eu volto às 7, quando toca o telefone, era eu pra falar que hoje trabalharíamos até as 9 porque vem uma inspeção. Ela falou pro garoto chupar ela enquanto me respondia e assim que desligou o telefone falou pra ele meter, Matias tava no céu, ela olha pra ele e se beijam como se fossem namorados, continua dando mais um pouco e fala que tá perto de gozar, ela se levanta e toma todo o gozo, ficam deitados se acariciando e ainda sobra tempo, então ela come a pica dele de novo até ficar dura e sobe, transam mais um tempo até que ele goza fora e ela espalha o gozo pelo corpo. pussy, tava muito gostosa, ela não gozou, se limparam um pouco e quando ele tava indo embora, começaram a se beijar com tesão, ela puxou o short dele pra baixo, sentou ele na cadeira e montou no cara até ele esvaziar os ovos de novo, só que dessa vez, dentro da minha esposa.
Quando cheguei em casa, ela tava saindo do banho, tava linda com o cabelo molhado preso num coque, o corpo dela me deixa louco, cumprimentei ela com um beijo e já quis meter a mão, mas ela me segurou, ainda não tô pronta. A gente se beijou e fui tomar banho, depois de me refrescar bem, saí e ela tava de mini biquíni que não escondia nada, linda, fui direto na boca dela e direto pra cama, a gente se beijou com desespero, minhas mãos no corpo todo dela, minha língua nos peitos dela e ela começou a gemer que nem uma louca, olhei pra ela enquanto chupava e a cara dela era de cadela no cio, continuei chupando e meus dedos foram na pussy molhada e depilada, Ana não parava de gemer e a gente se beijou de novo, mas como desesperada, ela foi direto no meu pau e começou a chupar que nem uma puta, me deixava louco ver minha esposa tão solta, tão gostosa, ela sentou no meu pau e começou a rebolar muito gostoso, aí perguntei por que ela tava tão quente. Ela gemia mais forte e muito ofegante, mas não respondia, você se comportou mal? E ela explodiu num orgasmo do caralho. Ficou deitada no meu peito e descansou um pouco, a gente se beijou de novo e agora era minha vez de me saciar com aquela pussy que me deixava louco. Ela se virou de lado e fui penetrando gostoso até perguntar de novo como ela tinha se comportado e entre gemidos e suspiros fortes, ela foi contando tudo. A gente gozou que nem loucos, nunca pensei que ia me dar tanto tesão, a gente tinha conversado sobre isso, mas não é igual à realidade. Aquela noite eu comi ela até dormir de tão gostosa que tava, quando acordei pra ir trabalhar, vi ela lá dormindo, toda comida e meu tesão subiu de novo, puta que pariu, que gostosa que eu tenho em casa, lembrava de tudo que ela tinha contado e meu pau ficou duro na minha mão e em vez de comer ela, só me Bati uma punheta e gozei nela, que ao sentir o esperma na perna se vira, me olha, pega um pouco de porra com a mão e levando à boca me diz, porquinho, e saboreia o sêmen, o dos meninos é mais doce, já quero que sejam 3 horas.

Ao meio-dia tudo correu normal e às 3 tenho que voltar ao trabalho, nos beijamos gostoso e saí.

15 minutos depois ela saiu na rua pra ver os meninos, deu uma volta mas não encontrou nenhum, o tesão dela só aumentava. Mal chegou, se despiu e foi pro quintal se masturbar gostoso. Nisso, achou ter visto uma silhueta, animada continuou a punheta enquanto olhava até não ver mais nada. 5 minutos depois batem na porta com força, minha namorada se assusta e vai vestir o vestido enquanto ouve baterem de novo. Abre devagar e é um senhor de uns 50 anos, com um macacão, as mãos cheias de graxa, e acaba que é o vizinho dono do antigo mecânico, o pai do Matías. "Sou Mario", se apresentou e ela fez ele entrar. "No que posso ajudar?"

"Olha, gatinha, acabei de te ver te tocando aí fora no quintal. Eu tenho um filho de 17, imagina se ele te vê, posso te denunciar, ou ele conta praquele amigo com quem você anda, pode dar uma puta confusão."

Ana tentava acalmá-lo e pensava por dentro: "se ele soubesse o que fiz com o filho, já tava presa, hehe."

"Moço, por favor, não faz nada, isso pode ficar entre nós", enquanto fazia carinha.

"Tá bom, mas você tem que fazer alguma coisa, não pode se mostrar assim e depois não se responsabilizar. Olha como me deixou", e mostra uma bela pica de uns 20cm, bem maior que a minha.

Ela olha, pega um travesseiro e se ajoelha pra chupar a pica do vizinho, tá quente. Ontem teve a pica do filho e hoje a do pai. Chupou bem, lambia as bolas e voltava a percorrer a pica com a língua e os lábios. Se levantou e foram pra cama, aí ele deu uma palmada nela e a colocou de quatro, devagar foi enfiando até ter tudo dentro e começar uma foda brutal na minha esposa, a qual gritava de prazer com aquele novo macho que tinha ela enfiada. Uns dois minutos depois, gozou dentro da minha mulher. Sentou na cama e a Ana, em forma de agradecimento, começou a limpar a pica dele com a boca. Seu Mário se vestiu e falou de novo pra ela não fazer mais aquilo, porque o filho às vezes vai na oficina. Ele e a esposa são separados, então o Matías passa uns dias com cada um, mas hoje à tarde ia visitar ele de novo. Valeu por tudo, seu Mário, e se o seu filho tiver um tempinho livre, o senhor manda ele aqui pra uns serviços? Claro, Anita, fica tranquila.

3 comentários - Chifrudo