No verão passado, a gente foi pra um lago grandão perto de uma floresta enorme. O lugar parecia irreal, dava uma paz e uma tranquilidade danada, perfeito pra se desconectar da correria da cidade e passar umas férias boas em família. Assim que amanheceu, depois de a gente se instalar num lugar legal e passar a primeira noite ao redor da fogueira, mamãe quis sair pra explorar a floresta e me pediu pra acompanhar ela. Todo mundo ainda tava dormindo, então resolvi ir com ela. A gente caminhou e caminhou, se embrenhando na mata, admirando com calma a natureza ao redor enquanto conversava sobre tudo um pouco. De repente, a gente parou no pé de uma colina, onde, a poucos metros de distância, vimos um casal de veados trepando. Por mais envergonhada que mamãe parecesse, ela falou abertamente, explicando o que a gente tava vendo, mas nem precisava, era muito óbvio o jeito que o macho tava montando na fêmea, embora ela tenha acrescentado que era um ato super normal e natural. Assim que notaram nossa presença, saíram correndo e sumiram no meio das árvores. Nisso, mamãe virou pra mim, toda corada, e disse: "Com certeza você já sabia, aliás, aposto que sabe bem como tudo funciona, digo, na sua idade é normal que já tenha experimentado com alguma garota da escola." Direto na minha insegurança, minha reação à afirmação dela foi na cara, e ela me perguntou se eu já tinha transado com uma garota. Meu fracasso foi evidente, e tive que contar a verdade: não. O rosto dela mostrou um pouco de empatia, depois ela sorriu e exclamou: "Então é o seu dia de sorte!" Ela me propôs um jogo, de ser o primeiro homem e a primeira mulher na Terra. No começo, eu não entendia nada, mas tava tão entediado e tocado por ver mamãe tentando me consolar que aceitei o jogo. De repente, ela começa a se despir e me pede pra fazer o mesmo.
¿¡QUE!? Exclamei surpreso, vamos amor, entra no personagem, faz parte do roleplay, no princípio de tudo não existia nada material, a gente era um com a natureza, respondeu mamãe. Ela tava certa, então eu me despi. Percebi como ela corou e apertou os peitos com as mãos enquanto mordia o lábio inferior ao ver que eu tava de pau duro. Ela largou a brincadeira e se aproximou, dizendo que era responsabilidade dela aliviar esse peso, e que era dever dela ser a primeira a me foder. Mas, mamãe... Tentei protestar. Shhh, é minha culpa que meu bebê ainda é virgem e eu tenho que corrigir isso, respondeu. Com uma mão, ela começou a massagear suavemente meu pau ereto, enquanto com a outra pegou minha mão pra acariciar cada parte do corpo nu dela. Eu tava como hipnotizado, apreciando cada detalhe: a pele fina e branca dela, tão delicada e macia quanto algodão. Ah, e os peitos dela, os peitos grandes e durões dela! E ainda assim, nada se comparava à maravilha que ela guardava entre as pernas: a buceta dela, quente e molhada, muito molhada! Dava pra sentir o quanto ela tava louca pra ser penetrada. Mamãe percebeu como eu tava nervoso, e não era pra menos, nunca tinha tido contato com mulher nenhuma. Ela entendeu na hora, me disse pra relaxar, que ela seria minha primeira mulher, que cuidaria de tudo e que eu só me deixasse levar. Seguindo o roleplay, disse que era nossa missão povoar a terra, e logo se ajoelhou na minha frente, levando meu pau à boca. Hummm, que suculento e grande! Exclamou. Eu tava com o pau prestes a estourar de tão duro, vendo a cara linda da mamãe chupando ele. Ela me deitou na grama rala que aparecia por ali e nas folhas secas; se ajoelhou sobre mim, segurou meu pau com a mão, se inclinou o suficiente pra esfregar a buceta nele. Aos poucos, meu pau foi deslizando pra dentro da buceta molhada dela, e a gente tava tão extasiado que mal percebeu. Ela começou a rebolgar suave e devagar, enquanto pegava minhas mãos e as deslizava pra Suas tetas generosas me convidando a acariciá-las, eram tantas sensações, todas juntas e de uma vez, que é impossível descrever todas. Fodemos sem limites em várias posições diferentes, até que, saciado de todas essas sensações gostosas, com excesso de suor misturado, uma sensação se destacou, fazendo minhas pernas ficarem tensas, seguida por um formigamento intenso percorrendo meu pau, que explodiu numa onda de prazer intenso, a cereja do bolo: meu pau tinha gozado dentro da buceta dela, e a mamãe não parecia se importar, só se agarrou a mim e gemeu bem alto. Depois desses últimos momentos de gemidos fortes e suor excessivo, me deitei de lado, enquanto ela se virava para me olhar, sussurrando com a voz ainda ofegante: "Isso foi incrível, querido. Pra ser sua primeira vez, você arrasou, bom garoto. Conseguiu me fazer gozar várias vezes. Você merecia que a mamãe deixasse você gozar dentro da buceta dela." Naquele momento, eu estava tão extasiado e satisfeito que só a beijei, sem dizer nada. Definitivamente, o jogo tinha cruzado a linha da fantasia para a realidade, e aquilo me pareceu incrível. Nos limpamos um pouco num riacho que passava por ali e nos preparamos pra voltar, mas não sem antes prometer silêncio absoluto e repetir a brincadeira. Voltando ao acampamento, completamente fora do personagem, encontramos uma macieira cheia de frutas. Como já estávamos satisfeitos por ter comido nosso fruto proibido, só pegamos algumas para os outros. Continua...
¿¡QUE!? Exclamei surpreso, vamos amor, entra no personagem, faz parte do roleplay, no princípio de tudo não existia nada material, a gente era um com a natureza, respondeu mamãe. Ela tava certa, então eu me despi. Percebi como ela corou e apertou os peitos com as mãos enquanto mordia o lábio inferior ao ver que eu tava de pau duro. Ela largou a brincadeira e se aproximou, dizendo que era responsabilidade dela aliviar esse peso, e que era dever dela ser a primeira a me foder. Mas, mamãe... Tentei protestar. Shhh, é minha culpa que meu bebê ainda é virgem e eu tenho que corrigir isso, respondeu. Com uma mão, ela começou a massagear suavemente meu pau ereto, enquanto com a outra pegou minha mão pra acariciar cada parte do corpo nu dela. Eu tava como hipnotizado, apreciando cada detalhe: a pele fina e branca dela, tão delicada e macia quanto algodão. Ah, e os peitos dela, os peitos grandes e durões dela! E ainda assim, nada se comparava à maravilha que ela guardava entre as pernas: a buceta dela, quente e molhada, muito molhada! Dava pra sentir o quanto ela tava louca pra ser penetrada. Mamãe percebeu como eu tava nervoso, e não era pra menos, nunca tinha tido contato com mulher nenhuma. Ela entendeu na hora, me disse pra relaxar, que ela seria minha primeira mulher, que cuidaria de tudo e que eu só me deixasse levar. Seguindo o roleplay, disse que era nossa missão povoar a terra, e logo se ajoelhou na minha frente, levando meu pau à boca. Hummm, que suculento e grande! Exclamou. Eu tava com o pau prestes a estourar de tão duro, vendo a cara linda da mamãe chupando ele. Ela me deitou na grama rala que aparecia por ali e nas folhas secas; se ajoelhou sobre mim, segurou meu pau com a mão, se inclinou o suficiente pra esfregar a buceta nele. Aos poucos, meu pau foi deslizando pra dentro da buceta molhada dela, e a gente tava tão extasiado que mal percebeu. Ela começou a rebolgar suave e devagar, enquanto pegava minhas mãos e as deslizava pra Suas tetas generosas me convidando a acariciá-las, eram tantas sensações, todas juntas e de uma vez, que é impossível descrever todas. Fodemos sem limites em várias posições diferentes, até que, saciado de todas essas sensações gostosas, com excesso de suor misturado, uma sensação se destacou, fazendo minhas pernas ficarem tensas, seguida por um formigamento intenso percorrendo meu pau, que explodiu numa onda de prazer intenso, a cereja do bolo: meu pau tinha gozado dentro da buceta dela, e a mamãe não parecia se importar, só se agarrou a mim e gemeu bem alto. Depois desses últimos momentos de gemidos fortes e suor excessivo, me deitei de lado, enquanto ela se virava para me olhar, sussurrando com a voz ainda ofegante: "Isso foi incrível, querido. Pra ser sua primeira vez, você arrasou, bom garoto. Conseguiu me fazer gozar várias vezes. Você merecia que a mamãe deixasse você gozar dentro da buceta dela." Naquele momento, eu estava tão extasiado e satisfeito que só a beijei, sem dizer nada. Definitivamente, o jogo tinha cruzado a linha da fantasia para a realidade, e aquilo me pareceu incrível. Nos limpamos um pouco num riacho que passava por ali e nos preparamos pra voltar, mas não sem antes prometer silêncio absoluto e repetir a brincadeira. Voltando ao acampamento, completamente fora do personagem, encontramos uma macieira cheia de frutas. Como já estávamos satisfeitos por ter comido nosso fruto proibido, só pegamos algumas para os outros. Continua...
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