O verdureiro larga a mulher, sou sua (Seguidor nº 300)

Escrevi pra ele e ele disse que não tava interessado. Geralmente eu aceito e parto pra próxima, mas... nesse caso, senti que tinha que insistir. Escrevi de novo e perguntei por que ele não queria ficar comigo, se em algumas publicações no meu perfil e no Telegram ele tinha parecido bem empolgado com a possibilidade de me ter um dia. Ele me disse que, quando eu escrevi, se sentiu sobrecarregado e incapaz, que era um homem casado, velho pra mim e que, além disso, era só um verdureiro. Respondi que isso não me importava e que um prêmio era um prêmio, que não gostava de ficar com dívidas e que, se ele me recusasse de novo, eu ia sortear o lugar pra outro. Ele disse que, dessa vez, e aí veio com outra desculpa: segundo ele, morava longe, embora não soubesse onde eu moro. Falei pra ele não se preocupar, que eu viajava até onde ele morava. Na real, não era tão longe, só umas horas de ônibus e pronto.

Ele me passou o endereço da casa dele, mas disse que, quando eu chegasse, mandasse uma mensagem e esperasse num parque que ficava a uma quadra. Quando cheguei no lugar, depois de me hidratar e descansar umas horas, mandei a mensagem. Ele disse pra eu esperar onde estava. Nessa parte, atrás de umas árvores frondosas que eram afastadas, mas deixavam ver quase a porta da verdureira. Quando ele saiu pela porta e cumprimentou alguém que imaginei ser a esposa, claramente tava trabalhando, porque saiu com uma roupa super confortável e ao mesmo tempo muito suja. Quando chegou perto de mim, ficou sem palavras. Eu tinha ido com uma regata branca que deixava o umbigo de fora e um short jeans, porque claramente fazia dias de muito calor por aqui. Ele tava com cheiro de verduras, frutas, suor e sujeira. A primeira coisa que fez, depois de me cumprimentar com um beijo no rosto, foi dizer que não podia acreditar que fosse acontecer, que achava que era tudo mentira. Eu sorri e falei que agora ele ia ver que era tudo verdade. perguntei se ele se importava se a gente fizesse ali mesmo ou se preferia ir pra um hotel, eu falei que não tava nem aí pra onde, desde que ele se sentisse confortável e seguro, claramente aquele lugar era arriscado.

Ele chegou perto de mim e me beijou na boca, tinha um gosto estranho, mas não era totalmente ruim, ele beijava muito bem, a ponto de me excitar na hora e eu comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça de algodão que ele tava usando. Se eu não quebrasse o gelo, ele também não ia, então rapidamente encostei ele na árvore mais próxima, onde a gente ficava escondido, mas dava pra ouvir as pessoas passando e conversando ao longe, e comecei a abaixar a calça dele sem parar de beijar, aos poucos fui colocando mais a mão até quase acariciar a bunda dele, que tava toda suada, já eram quase três da tarde, então fazia sentido, ele não se atrevia a me despir ou botar a mão em mim, mas se deixava seduzir por inteiro. Abaixei a calça dele de uma vez, tava meio desesperado, pra ser sincero, ele já começava a falar umas coisinhas mais pesadas, mas ainda bem na dele, o senhorzinho. Quando enfiei o pau dele na minha boca, senti um gosto forte, mistura de tudo que já falei, comecei com força, só lambi com a língua antes de enfiar até o fundo da garganta pra ele crescer inteiro dentro de mim, claramente ele gostou, porque aos poucos segurou minha cabeça pra ditar o ritmo do oral que eu tava dando.

"puta promíscua"
"como você gosta de pau"
"vou te comer toda"
"que menininha gostosa"

Essas foram as frases que começaram a sair da boca dele cada vez com mais naturalidade, eu levantei do chão e ele não se animou a me beijar porque um fio de saliva não tinha se soltado a tempo da minha boca e ainda ligava no pau ereto dele, que já tinha começado a vazar uns fluidos.

Ele me virou de costas contra a árvore e meu short, que já tava desabotoado, começou a descer. Pra baixo com a ajuda das mãos, a tanga salmão de renda que eu tinha vestido claramente deixou ele louco, porque na hora ele puxou ela pro lado e me comeu de uma vez, minhas costas arquearam quase instintivamente e eu comecei a gemer enquanto ele me penetrava, ele me ajudou a tirar a camiseta e logo fiquei completamente nua com as mãos dele nas minhas costas me acariciando enquanto não parava de me foder.

"Você me come melhor que minha mulher"

O pau dele saiu da minha bunda pequena fazendo aquele barulho da umidade em contato com a minha, ele sentou na grama do lugar e mandou eu chupar as pernas dele, limpar com a língua a junção delas e depois beijar o membro dele, lamber, provar de novo antes de me deitar no chão e, por cima de mim, foder minha boca como se fosse uma buceta, várias vezes eu me engasgava com os fluidos dele, mas ele não parava e eu também não queria que parasse.

"Senta na pica, puta"

Ele falou com convicção e eu obedeci, uma posição meio desconfortável mas que fez o pau dele entrar mais fundo em mim, quando ele gozou dentro de mim depois de um tempo a escuridão já tava vencendo a luz naquele parque, ele ficou de pé na minha frente e eu, cansada, meio deitada no chão, e ele mandou eu chupar o cu dele, eu fiz e ele gozou de novo nessa brincadeira, mas agora na minha boca, pedindo pra eu engolir no final, o que é claro que eu fiz.O verdureiro larga a mulher, sou sua (Seguidor nº 300)Me limpei, a gente se vestiu e ele me beijou, me perguntou quando eu cobrava pra gente se ver de vez em quando e eu falei o preço, ele disse que com certeza ia me ligar de novo e que foi maravilhoso. Depois disso, voltei pra minha casa e ele pra dele, quando cheguei ele mandou uma mensagem pra ver se eu tinha chegado bem, um amor o senhor, e eu fiquei feliz porque deixei um cliente, um seguidor, melhor dizendo, bem satisfeito com meu trabalho. Custou a sair o fedor do suor dele do meu corpo, mesmo depois de tomar banho, mas definitivamente isso pouco me importou o tempo todo. Fui dele, sua amante, sua mulher, sua puta e isso é o mais importante.Sexo anal

1 comentários - O verdureiro larga a mulher, sou sua (Seguidor nº 300)

👏👏👏👏👏🐷 como toda una putita
Me encanta ser putita, me debo a las pijas, me pueden.