A mãe da Beca 2

Nesta segunda-feira, minha tia Lizzi veio limpar de novo. Minha prima Beca não tava bem, então ela veio no lugar. Mesmo eu morando sozinho, a bagunça tava grande. Ela começou a limpar um pouco, chegou às 8 da manhã e não parou até meio-dia. Eu tava fazendo home office no meu quarto. Ao meio-dia, ela me chamou pra saber se eu já ia fazer comida. Falei que sim e agradeci pelo gesto. Também não é como se eu comesse comida caseira todo dia. A gente conversou sobre coisas bestas, até que ela me fez uma pergunta: por que tanto a filha dela quanto a Abi tinham dificuldade pra andar, e ela não? Eu achei meio engraçado, mas ela queria saber. Falei que era porque eu tinha transado anal com elas, por isso não conseguiam andar direito. Ela comentou que nunca tinha feito pelo cu, os receios, essas coisas. Disse que tanto a Beca quanto a Abi ficaram três dias sem conseguir andar direito. Perguntei se ela queria experimentar. Ela parecia na dúvida, com um pouco de medo, mas falou que também tinha vindo pela dose de pica, que se a gente transasse e ela ficasse mais tesuda, aí via se animava. Falei pra gente ir pro meu quarto. Lá tenho um pote de vaselina, ela podia me ajudar. A gente começou a se beijar, eu passava a mão na bunda dela, ela só tinha as mãos no meu peito, até que uma desceu pro meu pau e tocou por cima da calça. Beijei o pescoço dela (algo que tanto a filha quanto a mãe adoram). Ela pediu pra chupar meu pau. Começou se ajoelhando e puxando meu pau pra fora. Deu uns beijos enquanto batia uma, colocou um pouco na boca e começou a chupar. Tirava e colocava minhas bolas na boca, enquanto continuava batendo uma. Agora era minha vez. Falei pra ela parar e deitar na cama. Tirei a saia e a calcinha dela e comecei a fazer um oral. Chupei e coloquei dois dedos. Ouvir ela gemer é a coisa mais gostosa. Até que vi que era hora. Levantei e enfiei de pouquinho na buceta dela, algo que ela adorou. Ia até o fundo e tirava de novo. Fiquei assim por uns dois minutos, até que decidi que era hora de começar mais forte. Eu metia com força e ela gemia mais, soltando gritos de prazer. Coloquei ela de quatro e meti de novo, mas agora não devagar, forte e de uma vez só, tava muito excitado. Peguei o pote de vaselina, passei um dedo e comecei a brincar com o cu dela. Essa atenção dupla fez ela gozar. Continuei metendo e adicionei outro dedo. Era a bunda de uma milf, mas era virgem, então tinha que trabalhar ela. Quando vi que tava aberta, tirei da buceta dela e decidi colocar uma camisinha. Encostei a cabeça no cu dela, e ela virou pra me olhar e falou pra eu ter cuidado. Fiz um pouco de pressão, mas tava doendo nela. Enfiei os dedos na buceta dela e fui empurrando mais um pouco, até que a cabeça entrou. Tava doendo muito, ela pedia pra parar, dizendo que tava se rasgando, que sentia que ia partir ao meio. Não liguei e fiz pressão de novo, até meter metade da minha pica. Ela pedia pra não continuar, que não aguentava mais, que tava doendo. Falei pra ela relaxar, senão ia doer mais, porque eu não ia parar. Continuei brincando com o clitóris dela até enfiar a pica toda no cu dela. Deixei lá dentro sem me mexer. Dava pra ver na cara dela: lágrimas e um pouco de meleca. Tava doendo pra caralho mesmo. Comecei a meter bem devagar, e os gritos de dor foram se transformando aos poucos em gemidos de prazer. Acelerei um pouco, e ela gozou de novo. Eu já sentia que não ia aguentar mais, me esvaziei completamente, e tudo ficou na camisinha. Quando tirei a pica, a camisinha tinha vestígios de merda e um pouco de sangue. Ela disse que ia ficar assim um tempo. Me vesti e deixei ela deitada. Quase uma hora depois, ela saiu do quarto já trocada e me perguntou se eu podia levar ela pra casa, porque não conseguia andar e tava com vergonha de ser vista daquele jeito. Antes de descer do carro e entrar na casa dela, perguntei o que ela ia dizer quando vissem como ela tava andando. Ela só respondeu: "Vou falar que caí, igual minha filha.

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