Desde que me separei, minha vida mudou muito. Me chamo Gra, tenho 48 anos e sou mãe solteira de um adolescente. Desde a separação, meu filho, que mora comigo, se distanciou bastante, o que como mãe me deixou muito angustiada.
Por outro lado, também sou uma mulher solteira e tenho minhas necessidades, então desde que me separei comecei a procurar homens pra ficar.
Voltar ao jogo depois de tantos anos é difícil, meu corpo é outro, já não está tudo firme. Tenho 1,60m, peso 65kg, tenho muito quadril e peitos bons, mas já não está tudo tão firme como antes, então comecei a abusar mais da lingerie.
Troquei todo meu guarda-roupa, comecei a usar tangas, fio-dental e calcinhas rendadas, junto com os sutiãs combinando pra começar, e conforme os encontros foram rolando, adicionei camisolas e meias de rede.
Sempre tive encontros casuais, nunca nada sério que durasse mais de dois encontros, mas a história não é por esse lado.
Um dia, quando cheguei em casa do trabalho, tirei a roupa pra tomar banho e, ao abrir minha gaveta de calcinhas, encontrei uma calcinha preta que ainda estava na embalagem porque eu não tinha usado, meio solta.
Isso me deixou com muitas dúvidas, já que sou muito organizada, mas não dei muita importância, embora tenha guardado uma foto mental de como tudo estava arrumado.
Naquela noite, saí com um homem que conheci num site de encontros. Me preparei com um conjunto de tanga e sutiã rosa, meias, minissaia e top, cumprimentei meu filho e saí.
O encontro foi normal, fomos jantar e, quando terminamos, subimos no carro dele e fomos pra um motel. Chupei ele um pouco no carro pra esquentar as coisas e, já no motel, terminei de me trocar com uma camisola preta nova que tinha comprado.
Voltei de madrugada, meu filho já estava dormindo, e quando fui me trocar, ao abrir a gaveta das calcinhas, minhas tangas estavam em lugares diferentes. Eram duas, uma vinho e outra branca, de renda, que tinha comprado fazia pouco.
Minha suspeita estava cada vez mais clara, alguém (meu filho) estava fuçando na minha gaveta de calcinhas.
Fiquei chocada, por um lado enojada, mas por outro curiosa, o que meu filho queria com minhas calcinhas, há quanto tempo ele mexia nessa gaveta e pra quê.
Um pouco de tesão me venceu e eu vesti uma daquelas tangas que meu filho tinha pegado.
No dia seguinte de manhã, de propósito, fui pra cozinha com uma camiseta larga mas que deixava ver a tanga, esperando ver a reação dele, até me abaixei umas vezes com a desculpa de procurar alguma coisa pra ele ver bem a raba nua, mas não notei nada, sinceramente.
Mas naquela noite, na hora do banho, estava me despindo quando fui no cesto de roupa suja e vi a tanga que tinha usado ontem manchada, era impossível ser da noite anterior porque eu tinha tirado antes dele me penetrar.
Algo estava rolando e eu precisava saber o que era.
Uma tarde quando meu filho saiu com os amigos, entrei no quarto dele e comecei a revirar as coisas dele, no começo não achei nada, então decidi ligar o computador dele, olhei todas as pastas e nada, como último recurso entrei na internet e no histórico, e lá encontrei coisas que me surpreenderam.
No histórico tinha um site onde ele tinha um usuário, e nele havia fotos dele com minhas calcinhas vestidas, não acreditava no que via.
Não só de calcinha, mas também com um baby doll e com as meias, nelas ele posava se mostrando como se fosse uma menina, exibindo a raba, de quatro, puxando a tanga e enfiando um dedinho na bunda.
Mas não era só isso, nas mesmas ele deixava claro que eram minhas e o quanto isso o excitava, até escrevendo "com essa ela foi comida ontem" e outros comentários como "a puta da minha mãe".
Não sabia o que pensar, se meu filho era gay, ou se eu o excitava, ou os dois.
Continuei vendo as postagens dele e lendo tudo o que ele falava de mim, contava que enquanto eu provavelmente estava sendo comida ele estava com minhas tangas vestidas e um vídeo se masturbando.
Apertei play e lá estava ele, de tanga com umas meias de rede e um sutiã na frente da câmera, começando a se tocar por cima da calcinha enquanto ia ficando dura, pra depois tirar ela e bater uma.
Terminei de ver e coloquei de novo, uma e outra vez, a pica do meu filho com uma calcinha minha se masturbando. Sem perceber, comecei a levar minha mão até minha buceta e a me tocar, quando me dei conta, tava me masturbando vendo a pica do meu filho enquanto ele batia uma com minha calcinha vestida.
Depois do orgasmo, senti culpa, mas queria mais. Não sabia como fazer, mas precisava que meu filho me confessasse o que tava rolando com ele.
Os dias passaram e, como primeira medida, comecei a deixar calcinhas no chuveiro, só pra ele poder usar à vontade, e comecei a tomar banho sempre depois dele pra poder sentir a calcinha usada pelo meu filho.
Mas mesmo assim, não conseguia descobrir como fazer, então decidi conversar com uma amiga minha. Ela me disse pra começar a dar em cima dele e ver pra onde a coisa ia, e foi o que fiz.
Uma tarde, cheguei de comprar roupas em geral e também na Cocot, e quando tava no meu quarto, chamei ele:
G: Valen, pode vir?
V: Sim, mãe, o que foi?
G: Posso te pedir um favor? Comprei roupa pra hoje, pra despedida do trabalho, e não sei como tá, pode me dizer o que acha?
V: Beleza, mãe, o que você comprou?
Essa foi minha chance. Tirei a calça e o top, deixando à mostra meu conjunto de sutiã e calcinha preta, enquanto via a cara dele que não desgrudava da minha calcinha, e coloquei uma minissaia e uma camisa curta.
G: E aí? O que acha? Ficou bom em mim?
V: Sim, mãe, ficou bonito.
G: É muito informal?
V: Não. Suas pernas aparecem muito, mas pra mim tá de boa.
E aí ele caiu na minha armadilha.
G: Comprei umas meias pra isso, e uma coisa pra não caírem, espera.
Levantei a saia e tirei da bolsa da Cocot umas ligas e umas meias pretas, coloquei as ligas e depois, abrindo bem as pernas de propósito pra deixar ele ver toda a minha buceta, as meias, prendi elas e abaixei a saia. G: E aí? Ficou bom?
V: Perfeito, mãe, adorei esse conjunto.
G: Que conjunto? A calcinha? Com as meias?
V: É! Não, desculpa. Tô falando no geral.
G: Ah! Porque se você tivesse gostado do conjunto, eu também ia adorar.
V: Sim, gostei, não vou negar.
G: Olha, mesmo assim eu tinha comprado essa calcinha pra usar.
Levantei um pouco a saia pra não aparecer a buceta e tirei a calcinha, jogando perto de onde ele estava. Da bolsa, peguei uma tanga vermelha de renda, que coloquei levantando só um pouco a saia, deixando entrever um pedaço da minha buceta.
G: Assim não fica tão marcado com a saia, né? Dando uma volta e mostrando minha raba.
V: Não, mãe, não aparece nada.
Enquanto falava, vi que ele continuava olhando pra calcinha que tinha tirado e perguntei:
G: Gostou da calcinha?
V: Do quê? É bonita, fica bem em você também, mãe.
G: Mas você gostou, tipo pra vestir você mesmo?
Ele ficou paralisado, me olhando enquanto segurava a calcinha com mais força.
V: Por que você tá dizendo isso, mãe?
G: Porque percebi que você usa minhas roupas, amor. Não leva a mal, só quero saber por quê.
Meu filho levantou e foi pro quarto dele. Eu não sabia o que fazer na hora, mas fui até lá e bati na porta pra entrar.
G: Amor, não me incomoda que você use, só quero saber o motivo. Você gosta de usar roupa de mulher? Te excita?
Sem me olhar e de cabeça baixa, ele disse que sim.
G: E você gosta de homens? Ou de mulheres?
V: Ainda não sei. Gosto de mulheres, mas sinto muita atração por lingerie.
G: Só isso?
V: Comecei vendo elas, me tocando. Aí um dia fui na sua gaveta, comecei a olhar e acabei vestindo uma. Gostei, sinceramente não sei.
Sentei do lado dele e acariciei ele.
G: Não tem nada de errado nisso, amor. Pode usar as que quiser, quantas vezes quiser, se te faz feliz.
G: Já ficou com algum menino ou menina?
V: Meninos não me atraem, mas às vezes sinto vontade de experimentar fazer oral num homem. Acontece quando vejo vídeos de calcinha vestida.
V: Não sei, mãe. que te digo, também não tenho coragem de tentar com um cara, pra ser sincero.
G: Não se preocupa, amor, mamãe vai dar um jeito. Enquanto isso, saiba que pode usar o que quiser das minhas roupas e pode me pedir pra comprar também.
Os dias passaram e eu, pelo meu celular, entrava na página do meu filho e via como ele continuava postando com minhas calcinhas. A última que ele tinha postado era com o cinta-liga vestido, com o título "Foi assim que a mamãe foi pra despedida do trabalho dela".
Pra minha surpresa, ainda me excitava muito ler aquilo e eu sempre acabava me masturbando.
Me virei nos trinta pra satisfazer as necessidades do meu filho e foi o que fiz.
Comecei a conversar com um cara de uns 30 anos num aplicativo. Ele era bem tarado e queria me comer a todo custo. Começamos a trocar fotos e pude ver o tamanho e a grossura que ele tinha, ideal pra ser a primeira vez do meu filho.
Então chegou o dia. Contei pra ele que, antes de transar, ele teria que deixar meu filho chupar o pau dele, com a condição de que depois ele poderia me fazer de booty (coisa que eu não gostava, mas tudo bem, o que for pelo meu filho).
Naquela tarde, cheguei do trabalho e me vesti sexy: sutiã e calcinha brancos, meia arrastão, e preparei pro Valen um conjunto de culote e sutiã pretos, com cinta-liga e meias da mesma cor, e pra finalizar um baby doll preto.
Quando a campainha tocou, abri a porta pro cara e fiz ele entrar. Falei pra ele esperar no quarto que eu ia daqui a pouco.
Fui pro quarto do meu filho e perguntei se ele tava ocupado. Ele disse que não, que tava estudando. Aí me aproximei e falei que tinha uma surpresa pra ele.
Peguei a roupa e mandei ele se vestir. Ele disse que não, mas eu insisti. Me virei e falei que esperava ali. Quando finalmente me virei, ele tava vestido feito uma menininha. Abracei ele, peguei na mão e mandei ele me seguir.
Entramos no meu quarto e lá estava o cara parado, esperando. Valen quis sair do quarto, mas eu estendi a mão e sentei ele na cama.
G: Filho, essa é minha surpresa pra você. Viu que você Você me disse que queria experimentar sexo oral? Pois bem, hoje é o dia.
Sentei ele na cama e trouxe o garoto pra perto da gente, me sentei do lado, tirei o roupão deixando meu conjunto à mostra e comecei a acariciar o garoto.
Rapidamente percebi que um volume estava se formando nele, peguei a calça dele e puxei pra baixo junto com a cueca.
Ali estava meu filho, vestido com minhas roupas, pra experimentar o primeiro pau dele. Ele estava nervoso, não se mexia, então comecei a masturbar o garoto até que ele ficou completamente duro.
Aproximei ele do Valen, dava pra ver como ele olhava com desejo e vergonha ao mesmo tempo, aos poucos os lábios dele foram se posicionando na cabeça do pau, enquanto eu continuava masturbando ele começou a chupar um pouco mais a cabeça até que eu o deixei sozinho.
Ele começou a engolir tudo, movendo a cabeça e com a mão pegou o pau e começou a masturbar, enquanto o garoto começou um movimento de penetrar a boca dele.
Ficaram assim por um tempo, eu via como meu filho engolia aquele pau com muito tesão, estava com muita vontade de me masturbar mas me segurei. Pra minha surpresa, meu filho pegou minha mão que estava agarrada na dele e levou até o pau dele, fazendo eu segurar.
Comecei a masturbar meu filho suavemente enquanto ele pegava o pau do garoto com as duas mãos e continuava engolindo, ele estava alucinado naquele pau.
O garoto segurou a cabeça dele e, tirando o pau da boca enquanto se masturbava, começou a soltar um pouco de porra que foi no rosto do meu filho, pra depois colocar de volta na boca dele até o fundo.
Enquanto isso, a porra começou a sair do pau do meu filho, escorrendo toda pelas minhas mãos.
Quando terminou, falei pro meu filho que agora ele tinha que ir pro quarto dele, ele concordou com a cabeça e saiu.
Quando ele fechou a porta, eu fiquei com o garoto pra cumprir minha parte do acordo, feliz por ter ajudado meu filho.
Por outro lado, também sou uma mulher solteira e tenho minhas necessidades, então desde que me separei comecei a procurar homens pra ficar.
Voltar ao jogo depois de tantos anos é difícil, meu corpo é outro, já não está tudo firme. Tenho 1,60m, peso 65kg, tenho muito quadril e peitos bons, mas já não está tudo tão firme como antes, então comecei a abusar mais da lingerie.
Troquei todo meu guarda-roupa, comecei a usar tangas, fio-dental e calcinhas rendadas, junto com os sutiãs combinando pra começar, e conforme os encontros foram rolando, adicionei camisolas e meias de rede.
Sempre tive encontros casuais, nunca nada sério que durasse mais de dois encontros, mas a história não é por esse lado.
Um dia, quando cheguei em casa do trabalho, tirei a roupa pra tomar banho e, ao abrir minha gaveta de calcinhas, encontrei uma calcinha preta que ainda estava na embalagem porque eu não tinha usado, meio solta.
Isso me deixou com muitas dúvidas, já que sou muito organizada, mas não dei muita importância, embora tenha guardado uma foto mental de como tudo estava arrumado.
Naquela noite, saí com um homem que conheci num site de encontros. Me preparei com um conjunto de tanga e sutiã rosa, meias, minissaia e top, cumprimentei meu filho e saí.
O encontro foi normal, fomos jantar e, quando terminamos, subimos no carro dele e fomos pra um motel. Chupei ele um pouco no carro pra esquentar as coisas e, já no motel, terminei de me trocar com uma camisola preta nova que tinha comprado.
Voltei de madrugada, meu filho já estava dormindo, e quando fui me trocar, ao abrir a gaveta das calcinhas, minhas tangas estavam em lugares diferentes. Eram duas, uma vinho e outra branca, de renda, que tinha comprado fazia pouco.
Minha suspeita estava cada vez mais clara, alguém (meu filho) estava fuçando na minha gaveta de calcinhas.
Fiquei chocada, por um lado enojada, mas por outro curiosa, o que meu filho queria com minhas calcinhas, há quanto tempo ele mexia nessa gaveta e pra quê.
Um pouco de tesão me venceu e eu vesti uma daquelas tangas que meu filho tinha pegado.
No dia seguinte de manhã, de propósito, fui pra cozinha com uma camiseta larga mas que deixava ver a tanga, esperando ver a reação dele, até me abaixei umas vezes com a desculpa de procurar alguma coisa pra ele ver bem a raba nua, mas não notei nada, sinceramente.
Mas naquela noite, na hora do banho, estava me despindo quando fui no cesto de roupa suja e vi a tanga que tinha usado ontem manchada, era impossível ser da noite anterior porque eu tinha tirado antes dele me penetrar.
Algo estava rolando e eu precisava saber o que era.
Uma tarde quando meu filho saiu com os amigos, entrei no quarto dele e comecei a revirar as coisas dele, no começo não achei nada, então decidi ligar o computador dele, olhei todas as pastas e nada, como último recurso entrei na internet e no histórico, e lá encontrei coisas que me surpreenderam.
No histórico tinha um site onde ele tinha um usuário, e nele havia fotos dele com minhas calcinhas vestidas, não acreditava no que via.
Não só de calcinha, mas também com um baby doll e com as meias, nelas ele posava se mostrando como se fosse uma menina, exibindo a raba, de quatro, puxando a tanga e enfiando um dedinho na bunda.
Mas não era só isso, nas mesmas ele deixava claro que eram minhas e o quanto isso o excitava, até escrevendo "com essa ela foi comida ontem" e outros comentários como "a puta da minha mãe".
Não sabia o que pensar, se meu filho era gay, ou se eu o excitava, ou os dois.
Continuei vendo as postagens dele e lendo tudo o que ele falava de mim, contava que enquanto eu provavelmente estava sendo comida ele estava com minhas tangas vestidas e um vídeo se masturbando.
Apertei play e lá estava ele, de tanga com umas meias de rede e um sutiã na frente da câmera, começando a se tocar por cima da calcinha enquanto ia ficando dura, pra depois tirar ela e bater uma.
Terminei de ver e coloquei de novo, uma e outra vez, a pica do meu filho com uma calcinha minha se masturbando. Sem perceber, comecei a levar minha mão até minha buceta e a me tocar, quando me dei conta, tava me masturbando vendo a pica do meu filho enquanto ele batia uma com minha calcinha vestida.
Depois do orgasmo, senti culpa, mas queria mais. Não sabia como fazer, mas precisava que meu filho me confessasse o que tava rolando com ele.
Os dias passaram e, como primeira medida, comecei a deixar calcinhas no chuveiro, só pra ele poder usar à vontade, e comecei a tomar banho sempre depois dele pra poder sentir a calcinha usada pelo meu filho.
Mas mesmo assim, não conseguia descobrir como fazer, então decidi conversar com uma amiga minha. Ela me disse pra começar a dar em cima dele e ver pra onde a coisa ia, e foi o que fiz.
Uma tarde, cheguei de comprar roupas em geral e também na Cocot, e quando tava no meu quarto, chamei ele:
G: Valen, pode vir?
V: Sim, mãe, o que foi?
G: Posso te pedir um favor? Comprei roupa pra hoje, pra despedida do trabalho, e não sei como tá, pode me dizer o que acha?
V: Beleza, mãe, o que você comprou?
Essa foi minha chance. Tirei a calça e o top, deixando à mostra meu conjunto de sutiã e calcinha preta, enquanto via a cara dele que não desgrudava da minha calcinha, e coloquei uma minissaia e uma camisa curta.
G: E aí? O que acha? Ficou bom em mim?
V: Sim, mãe, ficou bonito.
G: É muito informal?
V: Não. Suas pernas aparecem muito, mas pra mim tá de boa.
E aí ele caiu na minha armadilha.
G: Comprei umas meias pra isso, e uma coisa pra não caírem, espera.
Levantei a saia e tirei da bolsa da Cocot umas ligas e umas meias pretas, coloquei as ligas e depois, abrindo bem as pernas de propósito pra deixar ele ver toda a minha buceta, as meias, prendi elas e abaixei a saia. G: E aí? Ficou bom?
V: Perfeito, mãe, adorei esse conjunto.
G: Que conjunto? A calcinha? Com as meias?
V: É! Não, desculpa. Tô falando no geral.
G: Ah! Porque se você tivesse gostado do conjunto, eu também ia adorar.
V: Sim, gostei, não vou negar.
G: Olha, mesmo assim eu tinha comprado essa calcinha pra usar.
Levantei um pouco a saia pra não aparecer a buceta e tirei a calcinha, jogando perto de onde ele estava. Da bolsa, peguei uma tanga vermelha de renda, que coloquei levantando só um pouco a saia, deixando entrever um pedaço da minha buceta.
G: Assim não fica tão marcado com a saia, né? Dando uma volta e mostrando minha raba.
V: Não, mãe, não aparece nada.
Enquanto falava, vi que ele continuava olhando pra calcinha que tinha tirado e perguntei:
G: Gostou da calcinha?
V: Do quê? É bonita, fica bem em você também, mãe.
G: Mas você gostou, tipo pra vestir você mesmo?
Ele ficou paralisado, me olhando enquanto segurava a calcinha com mais força.
V: Por que você tá dizendo isso, mãe?
G: Porque percebi que você usa minhas roupas, amor. Não leva a mal, só quero saber por quê.
Meu filho levantou e foi pro quarto dele. Eu não sabia o que fazer na hora, mas fui até lá e bati na porta pra entrar.
G: Amor, não me incomoda que você use, só quero saber o motivo. Você gosta de usar roupa de mulher? Te excita?
Sem me olhar e de cabeça baixa, ele disse que sim.
G: E você gosta de homens? Ou de mulheres?
V: Ainda não sei. Gosto de mulheres, mas sinto muita atração por lingerie.
G: Só isso?
V: Comecei vendo elas, me tocando. Aí um dia fui na sua gaveta, comecei a olhar e acabei vestindo uma. Gostei, sinceramente não sei.
Sentei do lado dele e acariciei ele.
G: Não tem nada de errado nisso, amor. Pode usar as que quiser, quantas vezes quiser, se te faz feliz.
G: Já ficou com algum menino ou menina?
V: Meninos não me atraem, mas às vezes sinto vontade de experimentar fazer oral num homem. Acontece quando vejo vídeos de calcinha vestida.
V: Não sei, mãe. que te digo, também não tenho coragem de tentar com um cara, pra ser sincero.
G: Não se preocupa, amor, mamãe vai dar um jeito. Enquanto isso, saiba que pode usar o que quiser das minhas roupas e pode me pedir pra comprar também.
Os dias passaram e eu, pelo meu celular, entrava na página do meu filho e via como ele continuava postando com minhas calcinhas. A última que ele tinha postado era com o cinta-liga vestido, com o título "Foi assim que a mamãe foi pra despedida do trabalho dela".
Pra minha surpresa, ainda me excitava muito ler aquilo e eu sempre acabava me masturbando.
Me virei nos trinta pra satisfazer as necessidades do meu filho e foi o que fiz.
Comecei a conversar com um cara de uns 30 anos num aplicativo. Ele era bem tarado e queria me comer a todo custo. Começamos a trocar fotos e pude ver o tamanho e a grossura que ele tinha, ideal pra ser a primeira vez do meu filho.
Então chegou o dia. Contei pra ele que, antes de transar, ele teria que deixar meu filho chupar o pau dele, com a condição de que depois ele poderia me fazer de booty (coisa que eu não gostava, mas tudo bem, o que for pelo meu filho).
Naquela tarde, cheguei do trabalho e me vesti sexy: sutiã e calcinha brancos, meia arrastão, e preparei pro Valen um conjunto de culote e sutiã pretos, com cinta-liga e meias da mesma cor, e pra finalizar um baby doll preto.
Quando a campainha tocou, abri a porta pro cara e fiz ele entrar. Falei pra ele esperar no quarto que eu ia daqui a pouco.
Fui pro quarto do meu filho e perguntei se ele tava ocupado. Ele disse que não, que tava estudando. Aí me aproximei e falei que tinha uma surpresa pra ele.
Peguei a roupa e mandei ele se vestir. Ele disse que não, mas eu insisti. Me virei e falei que esperava ali. Quando finalmente me virei, ele tava vestido feito uma menininha. Abracei ele, peguei na mão e mandei ele me seguir.
Entramos no meu quarto e lá estava o cara parado, esperando. Valen quis sair do quarto, mas eu estendi a mão e sentei ele na cama.
G: Filho, essa é minha surpresa pra você. Viu que você Você me disse que queria experimentar sexo oral? Pois bem, hoje é o dia.
Sentei ele na cama e trouxe o garoto pra perto da gente, me sentei do lado, tirei o roupão deixando meu conjunto à mostra e comecei a acariciar o garoto.
Rapidamente percebi que um volume estava se formando nele, peguei a calça dele e puxei pra baixo junto com a cueca.
Ali estava meu filho, vestido com minhas roupas, pra experimentar o primeiro pau dele. Ele estava nervoso, não se mexia, então comecei a masturbar o garoto até que ele ficou completamente duro.
Aproximei ele do Valen, dava pra ver como ele olhava com desejo e vergonha ao mesmo tempo, aos poucos os lábios dele foram se posicionando na cabeça do pau, enquanto eu continuava masturbando ele começou a chupar um pouco mais a cabeça até que eu o deixei sozinho.
Ele começou a engolir tudo, movendo a cabeça e com a mão pegou o pau e começou a masturbar, enquanto o garoto começou um movimento de penetrar a boca dele.
Ficaram assim por um tempo, eu via como meu filho engolia aquele pau com muito tesão, estava com muita vontade de me masturbar mas me segurei. Pra minha surpresa, meu filho pegou minha mão que estava agarrada na dele e levou até o pau dele, fazendo eu segurar.
Comecei a masturbar meu filho suavemente enquanto ele pegava o pau do garoto com as duas mãos e continuava engolindo, ele estava alucinado naquele pau.
O garoto segurou a cabeça dele e, tirando o pau da boca enquanto se masturbava, começou a soltar um pouco de porra que foi no rosto do meu filho, pra depois colocar de volta na boca dele até o fundo.
Enquanto isso, a porra começou a sair do pau do meu filho, escorrendo toda pelas minhas mãos.
Quando terminou, falei pro meu filho que agora ele tinha que ir pro quarto dele, ele concordou com a cabeça e saiu.
Quando ele fechou a porta, eu fiquei com o garoto pra cumprir minha parte do acordo, feliz por ter ajudado meu filho.
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