Vizinha evangélica gostosa

Na época que morei com minha irmã, tinha uns vizinhos evangélicos, era uma família grande, mas lembro que sempre me zuavam, gritavam e até jogavam pedra no telhado. Eu era tímido, então não tinha coragem de ver quem era. Mas de tanto insistirem, um dia saí pra ver quem era e eram quatro irmãs: uma da minha idade, uma mais velha de 20, outra de 17 e uma de 16. A que tinha minha idade e a de 17, pelo que as outras falavam, estavam apaixonadas por mim. Não tinham vergonha, falavam na minha cara.Vizinha evangélica gostosa

amadorTodo dia eu saía pra conversar com elas, eram papos de adolescente, me contavam sobre a religião delas, eu era católico, supostamente, conhecia cristãos evangélicos, minhas vizinhas de sempre lá em casa, mas nunca me importei nem tive interesse em saber muito sobre as crenças ou costumes delas. Dá pra dizer que me criaram na fé delas, mas o que realmente rolava é que elas estavam afim de mim e, admito, conforme fui conhecendo elas, eu também fiquei. A da minha idade, Lidia, tinha uns peitões muito bons e uma bunda linda que marcava por baixo das saias ou vestidos. A mais nova, Naty, era mais magrinha, com um rabo maravilhoso, não tinha muito peito, mas as duas eram muito gostosas, embora a Naty tivesse aquela boquinha de quem sabe chupar bem que me deixava louco, os lábios bem desenhados e carnudos.boquete

diretor

muito gostosaTinha virado rotina depois de comer, a gente ficava jogando pedra no telhado. Minha irmã me zuava, "tão te chamando pra te evangelizar" kkk. Sempre joguei muito futebol, isso me mantinha ocupado, além disso gostava de sair pra correr e me exercitar. Era magro, com o abdômen todo trincado. Dava pra ver que isso agradava elas porque pediam "levanta a camiseta", já tinham me visto sem nada porque normalmente com o calor eu andava sem camisa no quintal ou quando ia comprar na frente da casa delas. Sem vergonha nenhuma eu levantava e elas falavam de tudo, "que forte você é, te como todinho, vem cá".

Primeiro foi a Lídia, uma noite ela tava sozinha, não sei como deu um jeito das irmãs deixarem ela só e quando me chamou. Pediu um beijo, isso era pelo muro, uma parede de uns 1,5 m de altura, eu já tava excitado e sem inibição, cheguei perto, peguei um balde, virei ele, subi e comi a boca dela. Só dava pra usar as mãos pra segurar a cabeça dela e apertar, foi com muita língua, óbvio, eu já com o pau durasso. Nisso chegam as irmãs dela, "ahhhh Lídia, viva!" elas falam, já com plateia eu me afastei, a Naty parecia com ciúme, brava, "teu pai tá chamando" ela fala. Ela me olha, "olha que eu beijo melhor" kkk e todas vão embora. Fiquei excitado e tive que ir dormir. Assim passaram os dias, as noites, semanas, sempre a mesma rotina, pedra, sair, pegar e ficar excitado kkk. Até que uma noite depois dos nossos beijos, interrupções, ir dormir, perto da 1h da manhã sinto uma pedrada e acordo, pensei que era sonho mas cai outra, abro a janela, meu quarto dava pro muro delas, era a Lídia: "shhhh shhh shhh vem". Visto um short, uma camiseta e saio. Não tinha ninguém já. De repente escuto de novo a Lídia: "shhh shhh aqui". Por uma das janelas da casa um dedo me chamava, pela excitação, curiosidade. Pulei o muro e fui até a janela, tinha uma grade, tava a Lídia: "shhh tão deitados, só eu e minhas irmãs estamos acordadas" e me beija, dava pra ouvir risadas mas não liguei. Era a janela do quarto dela. Foi um Janelão, com grades, mas isso não impedia de se divertir. Ela estava de camisola pra dormir, pra minha surpresa sem nada por baixo, nem calcinha fio dental, nem sutiã, meio tímida também. Como eu achava que eram muito santas, só beijava ela, muita língua, acariciava o cabelo dela, o rosto, mas ela foi pra tudo e meteu a mão direto na minha pika, começando a bater uma pra mim. Não podia acreditar, aí sim deslizei minhas mãos por baixo da camisola, levando o susto de que não tinha nada por baixo como eu disse antes, massageava a bunda dela, curtia muito apertar aquela bundinha durinha, firme, ela tinha 18 anos igual eu. Ela não parava o ritmo e batia uma com vontade enquanto enfiava a língua na minha boca, e gemia. Nem nos meus maiores sonhos eu teria imaginado, tão santas mas tão putas, lindo. Comecei a massagear a buceta dela, já estava toda molhada, deslizei o dedo angular pelos lábios da buceta uma vez e outra, até enfiar tudo, e aí ouvi um gemido gostoso da Lídia: - ahhhhh, mmmmm assim. Transformei meu dedo num gancho pra massagear aqueles corpos cavernosos, esticando o dedo até achar aquele botão chamado clitóris, sentindo a glande dela e os gemidos mais fortes, ela continuava batendo uma, eu cada vez mais solto, já com dois dedos pegava aquela buceta molhada, aproveitando minha mão livre apertava os peitos, massageava, e percorria os bicos com meus dedos. Lídia: - adoro isso ahhhh continua mais. Eu: - se eu te fizer gozar, você chupa minha pika agora. Lídia: - tá louco, se meus pais chegarem a gente morre. Eu: - se seus pais chegarem e nos verem assim, a gente morre do mesmo jeito haha. Lídia: - tem razão, mas ainda não tenho coragem. Enfiando os dois dedos bem fundo, tirei o peito esquerdo da camisola com minha mão e enfiei ele todo na boca, não sei por que sempre preferi o esquerdo. Chupei ele, cuspi e chupei de novo, lambi o bico. Lídia: - ahhhh não, por favor, não vou aguentar assim, você vai ganhar uma chupada do caralho ahhhhhhggh. Ouvindo isso, fiz com mais vontade, chupava, lambia, cuspia, ela tinha uns peitos lindos, grandes, então não me enfiava tudo na boca, mas mandava o que podia, mandava dedos pra caralho, comecei a meter nela com meus dedos, batia punheta nela com força, só parava pra massagear a buceta e os lábios. Ela gemia, mas tapava a boca com a mão enquanto a outra continuava me masturbando. Parava de chupar os peitos, pra beijar o pescoço e comer a boca dela, continuava batendo punheta nela, ela toda molhada. Lídia: - para, por favor, vou explodir. Essa era a deixa pra meter mais forte, de repente sinto que ela para de me masturbar, aperta meus dedos fechando as duas pernas, tapa a boca com as duas mãos e solta um gemido, um grito abafado pelas mãos, sinto ela tremer, parecia que ia cair. Tenta disfarçar, me diz Lídia: - o que você me fez, ahhh, tremo toda. Eu: - você gozou, olha minha mão. Mostro minha mão, toda molhada com o fluido dela. Lídia: - ahhh, não acredito, nunca me aconteceu isso, sinto que explodiu algo dentro de mim, uffff esses dedos. Olha pra eles e leva à boca pra chupar. Eu: - você me deve algo, aqui tenho algo pra você chupar. E mostro a pica. Fiz isso pensando que ela ia recusar, já que o não já tava garantido, mas ela se abaixou na hora. Notei que tava nervosa, peguei com a mão e levei à boca, não tinha muita experiência, percebi porque me arranhava com os dentes, dava pra ouvir murmúrios e risadas, mas não liguei, a única coisa na minha cabeça era encher a boca dela de porra. Eu: - abre mais a boca, finge que é um sorvete, que não se morde, haha. Ela obedeceu, não me arranhava mais, agora enchia minha pica de saliva, aproveitei, segurei a cabeça dela e comecei a meter na boca dela pela grade, parava um pouco pra ela respirar e pedia: - passa a linguinha, lambe ela toda, você gosta?. Ela sem dizer nada lambia, dava pra ver que tava gostando porque gemia enquanto fazia. Lídia: - adoro. De novo segurei a cabeça dela e comecei a meter com vontade, já começava a formigar tudo, sentia que a porra tava vindo. Eu: - aí vem, pra não sujar nada, engole tudo. Lídia: - você é louco. Eu: - você vai gostar. Lídia: - nãooo ahhgggggg. Não deixei ela terminei, agarrei a cabeça dela, meti a rola toda, uma vez e outra, bombeava a rola, agarrei ela com as duas mãos, mordi os lábios e enchi a boca dela de porra, ela engasgava mas nunca tirou a rola da boca, ouvi ela engolindo forte, como foi difícil ela tomar tudo, tudo. Admito que foi muita, olhei pra ela, os olhinhos estavam lacrimejando, mas não era de chorar, era de sufocada.
Eu: – dá beijinhos, pra não sobrar uma gota.
Ela chupou o resto, sugou, limpou tudo.
Eu: – bate uma mais um pouco pra sair tudo, sem tirar da boca.
Ela bateu, chupou, lambeu e sugou tudo.
Lídia: – pronto, não sai mais nada, gostou?
Eu: – uff, amei, você é demais.
Lídia: – sou toda sua, Sweetie.
Aí sim eu ouvi risada e murmúrios. Uma voz disse: – Lídia, você foi longe demais, já deu, olha se o pai vem.
Lídia: – shhh, cala a boca.
Eu: – bom, vou indo, adorei.
Lídia: – eu também.
E me comeu a boca.
Virei, pulei o muro e fui dormir bem aliviado e feliz.religiosa

vadia gostosa

vadia vizinha

Vizinha evangélica gostosa

2 comentários - Vizinha evangélica gostosa

Seré el primero en decirlo pero seguro lo que lean esto después van a repetirlo
Tenes que seguir contándonos
Manda parte dos tres cuatro las que quieras, si siguió la acción seguí los relatos que los vamos a leer
No tengo puntos pero decime que hubo fiestita!! Te sigo te prometo los puntos