Tudo começou com uma selfie, eu tava tomando umas cervejas com meus amigos quando, do nada, chegou no meu WhatsApp uma imagem com umas palavras que diziam:tô com saudade, amor
Sabendo quem era, olhei pra foto e sorri com o que tinha na minha frente, desviei o olhar quando um dos meus amigos me perguntou –Tá bem?Assentindo, olho mais uma vez pra imagem que tenho e, concluindo que a foto era pro meu pai, mando uma mensagem pra minha mãe dizendo:Mamãe, acho que essa imagem não é pra mim.Alejandra, minha mãe é uma mulher voluptuosa de 42 anos, que, apesar dos anos passarem, continua tão gostosa que qualquer um que olhasse pra ela não diria que tem a idade que tem.
Cabelos longos e pretos e um sorriso encantador, ela mantém a forma na base de muita academia. Mas não era só bonita de corpo, também tinha uma personalidade tão incrível que parecia a mulher quase perfeita.
Depois tem meu pai, que é alguns anos mais velho que ela. Ele não se mantém tão em forma quanto minha mãe, mas tem seus atrativos. Não que meu pai fosse um careca gordo que não se cuida nada.
É que a genética não foi tão generosa com ele quanto foi com minha mãe, mas sei que os dois se amam e se desejam. E isso ficou claro pra mim na foto que minha mãe, pelo visto, me mandou por engano.
Sem acreditar no que tinha acabado de receber, ampliei a foto mais uma vez sem tirar os olhos dela. Olhei com atenção a bunda gostosa que tinha na minha frente.
A bunda da minha mãe aparecia em todo seu esplendor, enfiada numa calcinha fio dental preta, que valorizava tanto os glúteos que pareciam imensos.
Enquanto eu não conseguia desgrudar os olhos daquela imagem, segundos depois chegou uma mensagem que dizia:Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Que vergonha, me desculpa, gostosaSorrindo com a resposta dela, espero mais uns segundos e, aumentando meu sorriso, vejo quando ela me escreve em seguida:Essa era pro teu pai, mas essa, essa é pra você.
Segundos depois, chega outra imagem pra mim, nela minha mãe tá no carro dela com os peitões enormes pra fora da roupa, enquanto eu vejo ela sorrindo, chega mais uma mensagem que diz:Que tal você ir pra casa e a gente aproveitar que seu pai chega mais tarde?Disfarçando minha felicidade, me despeço dos meus amigos e saio rápido pra minha casa. Maluco, só consigo pensar no caminho, na mulher gostosa que ia me comer em alguns minutos.
Não demorei muito pra chegar, mas assim que entrei em casa, me deparei com minha mãe que, me olhando com carinho, levantou a blusa preta que vestia e, me mostrando o sutiã, fez questão de deixar claro que aquilo só cobria parte dos peitos dela, já que meus olhos viam os bicos, que me deixavam completamente louco.
Sem me conter, deu pra perceber como meu pau reagia ao que eu tava vendo, sentindo a barraca se armando. Acabei deixando claro, porque sem vergonha nenhuma peguei meu pau duro e, tocando ele por cima da calça, comecei a esfregar devagar.
Ela só fez uma careta de aprovação ao me ver e, querendo continuar o jogo, tirou a blusa, deixando só o sutiã cobrindo os peitos. Babando, não parei de brincar com meu aríete, enquanto ela se virou e disse com um certo tom de safadeza –te espero no meu quarto.
Segundos depois, ela saiu rebolando o quadril e, enquanto eu sentia ela se afastando, fui largando minha mochila esportiva aos poucos. Consegui tirar depois a camisa de futebol que eu estava usando.
Eu estava suado, mas isso não importava naquele momento, então segui minha mãe e cheguei até o quarto que dividia com meu pai. Vi que ela, já sem o sutiã, me esperava sentada na beirada da cama de casal que dividia com meu pai, com os peitos de fora.
Não era a primeira vez que íamos fazer aquilo ali, mas devo admitir que sentia um certo tesão em saber que ia comer ela na cama que normalmente dividia com meu pai. Como se fazer de corno excitava tanto a gente, que a gente praticamente perdia a moral.
Mas ignorando isso, me aproximei dela e, sem parar de admirá-la, falei enquanto pegava na buceta dela mais uma vez.Que tal se você começar dessa vez?Rindo ao ver que ela sai da cama e se ajoelha na minha frente, pega na cintura da minha calça de moletom e abaixa junto com a cueca. Consegue fazer minha ereção aparecer, de um jeito que quase minha pica bate no queixo dela. Contente com o momento, ela aproxima a boca da ponta do meu pau e, enquanto sinto a respiração dela bater na cabeça da minha rola, escuto quando ela diz –Já te falei que você tem uma buceta maior que a do seu pai?Sabia que o comentário só ia aumentar meu ego, então concordei com a cabeça. Ela foi e enfiou metade da minha rola direto na boca dela.
Aproveita o momento, chego a acariciar a coroa da cabeça dela e, enquanto sinto como aos poucos ela começa a me fazer um boquete incrível, começo a ouvir os sons de sucção que saem da boca dela.
E eu, naquele momento, só pensava que estava no céu, mas me enganando, sinto que mais da minha pica entra na boca dela, e isso a tal ponto. Que, não conseguindo me acostumar, sinto como toda minha ereção se perde na boca dela, conseguindo fazer uma garganta profunda completa.
Excitado pela forma tão puta com que minha mãe se comportava, me agarro na cabeça dela e, me posicionando bem, começo a comê-la de um jeito que, às vezes, vejo como ela se engasga de tanta pica que tem presa na boca.
Fiquei metendo a pica sem piedade por vários minutos, até que, notando que estava prestes a gozar, paro e, tirando meu aríete da boca dela, deixo ela pegar um pouco de ar.
Ao vê-la, notei como a baba da boca dela caía direto nos peitos dela, então, sem perder o tesão, digo, ainda ofegante –que tal se eu terminar em cima dessas maravilhosas tetas que você tem.Se recuperando, ela só me sorri e, enquanto solta um pouco mais de seus fluidos bucais sobre os peitos, eu me livro completamente do meu short rapidinho. Isso me deixa só de tênis, que eu não pretendia tirar.
Com meu corpo quase nu, não paro de mexer na minha pica enquanto minha mãe, ao me ver, brinca com as tetas juntando elas enquanto termina de lubrificar bem as mesmas.
Pronto, vejo que não paro de sorrir em momento nenhum, e ela, sorrindo de volta, também aproxima minha pica dos peitos dela e coloca ela no meio dos melões grandes dela. Sinto ela me apertar até que meu martelo se perde completamente entre os peitos dela.
Pronto, começo a mexer a cintura devagar, sentindo o atrito me esquentar, vejo como a ponta do meu pau fica tão saliente. Minha mãe, sem perder tempo, dá lambidas generosas na cabeça do meu aríete.
Vendo que ela gostou, ganhei confiança e, me firmando melhor, agarro o corpo dela e movo a cintura com mais brutalidade. Meti tanto nas tetas dela que foi impossível não banhar esse par de melões com todo o leite que eu tinha guardado naquele momento.
Os dois primeiros jatos foram generosos, enquanto os dois últimos foram menores. Mesmo assim, foi grande o suficiente pra não só molhar as tetas dela, mas também parte do rosto, que ficou banhado com um pouco da minha porra.
Limpando a porra do rosto, ela se levantou e, se livrando da última peça que vestia, ficou só com uma minúscula tanga azul, que, deixem-me dizer, cobria pouco da sua bela intimidade.
Louco de tesão ao vê-la daquele jeito, meu pau foi reagindo aos poucos, mas antes que eu pudesse me aproximar dela, minha mãe me parou e disse de passagem –Lembra que sem proteção, não vai ter festa pra nenhum de nós dois.Lembrando de repente de tudo que aconteceu há quase três anos atrás, só acabei concordando. Então ela se virou, deu meia-volta e, enquanto eu não parava de olhar aquela bunda linda rebolando de um lado pro outro, minha mãe, sem nenhum pudor, acabou chegando até onde estava a poltrona dela. Ao vê-la se abaixar, não consegui me segurar e, pegando meu celular na hora, tirei uma foto que registrava perfeitamente aquele rabo enorme que ela tinha. Percebendo o que eu tinha feito, ela se virou e, rindo, não disse nada, enquanto eu, sem me calar, falei:é uma lembrança só minha.
Acreditando nas minhas palavras, ela sabia das incontáveis fotos que eu tinha dos nossos momentos privados, então, sem dar importância, voltou pra cama e, colocando a camisinha na mão, se aproximou de mim enquanto dizia com a voz entrecortada –Você coloca ou eu coloco?Assentindo com a ideia dela, só consegui me masturbar e fazer meu pau ficar duro de novo. Me ajoelhei na cama enquanto via ela rasgar o pacotinho que tinha na mão. Sem esperar, ela colocou na boca e, se aproximando, se abaixou na minha frente e, com uma maestria que eu já sabia que ela tinha, colocou a camisinha só com a boca.
Me surpreendendo com esse movimento, olhei quando ela terminou de colocar o preservativo e, uma vez que estava no lugar, ela fez uma careta de alegria, se deitou na cama e, se livrando da última peça que cobria o corpo dela, tirou a pequena tanga, deixando à minha vista a intimidade dela, que, para minha surpresa, já estava toda molhada.
Com minha ereção na mão, vi que ela se acomodou melhor e, abrindo as pernas, me disse antes que eu pudesse pegá-la –vem aqui, gostoso, que a mamãe precisa de vários carinhos.
Colocando-me entre as pernas dela, primeiro brinquei um pouco de roçar a ponta da minha rola nos grandes lábios da buceta dela. Isso provocou tanta excitação na minha mãe que, sem dizer nada, ela abriu muito mais as pernas, me fazendo um claro convite.
Amassando os peitos dela, notei que ela me esperava ansiosa, e não querendo decepcioná-la, me posicionei melhor e coloquei as mãos nas laterais do corpo dela. Movi minha pélvis até que meu pau fizesse contato com a xota dela.
Aos poucos, vi como a buceta dela foi engolindo meu pau, até que ele desapareceu completamente dentro daquele corpo maravilhoso e gostoso.
Já enfiado, minha pélvis bateu na xota dela e, começando a mexer devagar minha cintura, fui metendo nela aos poucos.
Os suspiros e gemidos apareceram na hora, enquanto minha mãe e fêmea, aos poucos, colocava as mãos no meu torso e me puxava para perto dela. Fez com que minhas estocadas fossem cada vez mais fundas.
Louco de tesão, não me segurei por muito mais tempo e, acelerando as metidas, comi ela de um jeito que, sem perceber, fiz ela gozar pela primeira vez.
Yaque, tremendo, me soltó e caiu na cama, fazendo uma careta de pura satisfação enquanto os olhos dela ficavam totalmente brancos. Sabendo que o primeiro orgasmo dela tinha sido o que ela esperava, lentamente comecei de novo com minhas estocadas e, sem perder o tesão, ataquei ela com muito mais vontade.
Ela, ao notar meus avanços, foi reagindo aos poucos e, enquanto sentia minhas investidas, sem vergonha nenhuma pegou nos próprios peitos e começou a brincar com eles de novo. Ela esticou os bicos dos peitos de um jeito que praticamente gritou de prazer.
Isso me deixou muito excitado e, querendo gozar logo, acelerei minha cintura de tal forma que, aos poucos, senti um arrepio atravessar meu corpo. Percebendo o leite viajando dos meus ovos pra fora, inevitavelmente acabei gozando tão forte que enchi inteiro a proteção que eu tava usando.
Buscando ar, me recuperei, mas sem parar de mexer minha cintura, olhei pra minha mãe e notei como ela tava gostosa naquele momento. Não consegui evitar aproximar meus lábios dos dela.
Baseado no calor que sentia, ele acabou invadindo meu corpo, enquanto minha mãe, me segurando pela cabeça, aprofundou o beijo de um jeito que praticamente ficamos sem ar.
Já mais calmo, saí de dentro dela e, enquanto o latex esticado brilhava no meu pau, minha mãe, vendo a camisinha cheia, pegou ela e, tirando de mim sem deixar cair uma gota, me perguntou bem putona:Quer que eu chupe?Sentindo que ela levou a camisinha até a boca e derramou o conteúdo na língua, foi engolindo aos poucos meu gozo. Depois que acabou, deu um nó na camisinha e deixou de lado, suada e relaxada, me perguntou como se nada tivesse acontecido –E aí, como foi no jogo?Sem querer que a tarde acabasse, comecei a brincar com um dos peitos dela enquanto dava beijos suaves na pele dela. Comentei de passagem –Ganhamos, mas não dá pra jogar a final.Mamãe, como prova de carinho, começa a acariciar com delicadeza meu pau mole, que ao sentir seus toques leves vai recuperando a força com o passar dos minutos. Uns segundos depois, minha mãe, sem cerimônia, me faz uma bela punheta, enquanto me olha e solta, em tom de consolo –é uma pena que vocês não tenham chegadoenquanto isso, sem parar de bater uma, ela comenta com safadeza –Não sou um torneio, mas se quiser, gostosa, posso te dar um prêmio, se você quiser, claro.Sabendo o que viria a seguir, olho enquanto ela se levanta de novo e, notando que vai outra vez até o móvel dela, não consigo deixar de desejar o corpo harmonioso dela. Essa tarde eu comi ela mais um par de vezes e fiz de um jeito que, quando terminei, só me restava força pra ir pro meu quarto.
Anoite, de tão cansado que tava, só consegui dormir e, sonhando, não parei de pensar no apaixonado que eu tava pela minha mãe.
Sabendo quem era, olhei pra foto e sorri com o que tinha na minha frente, desviei o olhar quando um dos meus amigos me perguntou –Tá bem?Assentindo, olho mais uma vez pra imagem que tenho e, concluindo que a foto era pro meu pai, mando uma mensagem pra minha mãe dizendo:Mamãe, acho que essa imagem não é pra mim.Alejandra, minha mãe é uma mulher voluptuosa de 42 anos, que, apesar dos anos passarem, continua tão gostosa que qualquer um que olhasse pra ela não diria que tem a idade que tem. Cabelos longos e pretos e um sorriso encantador, ela mantém a forma na base de muita academia. Mas não era só bonita de corpo, também tinha uma personalidade tão incrível que parecia a mulher quase perfeita.
Depois tem meu pai, que é alguns anos mais velho que ela. Ele não se mantém tão em forma quanto minha mãe, mas tem seus atrativos. Não que meu pai fosse um careca gordo que não se cuida nada.
É que a genética não foi tão generosa com ele quanto foi com minha mãe, mas sei que os dois se amam e se desejam. E isso ficou claro pra mim na foto que minha mãe, pelo visto, me mandou por engano.
Sem acreditar no que tinha acabado de receber, ampliei a foto mais uma vez sem tirar os olhos dela. Olhei com atenção a bunda gostosa que tinha na minha frente.
A bunda da minha mãe aparecia em todo seu esplendor, enfiada numa calcinha fio dental preta, que valorizava tanto os glúteos que pareciam imensos.
Enquanto eu não conseguia desgrudar os olhos daquela imagem, segundos depois chegou uma mensagem que dizia:Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Que vergonha, me desculpa, gostosaSorrindo com a resposta dela, espero mais uns segundos e, aumentando meu sorriso, vejo quando ela me escreve em seguida:Essa era pro teu pai, mas essa, essa é pra você.
Segundos depois, chega outra imagem pra mim, nela minha mãe tá no carro dela com os peitões enormes pra fora da roupa, enquanto eu vejo ela sorrindo, chega mais uma mensagem que diz:Que tal você ir pra casa e a gente aproveitar que seu pai chega mais tarde?Disfarçando minha felicidade, me despeço dos meus amigos e saio rápido pra minha casa. Maluco, só consigo pensar no caminho, na mulher gostosa que ia me comer em alguns minutos.Não demorei muito pra chegar, mas assim que entrei em casa, me deparei com minha mãe que, me olhando com carinho, levantou a blusa preta que vestia e, me mostrando o sutiã, fez questão de deixar claro que aquilo só cobria parte dos peitos dela, já que meus olhos viam os bicos, que me deixavam completamente louco.
Sem me conter, deu pra perceber como meu pau reagia ao que eu tava vendo, sentindo a barraca se armando. Acabei deixando claro, porque sem vergonha nenhuma peguei meu pau duro e, tocando ele por cima da calça, comecei a esfregar devagar.Ela só fez uma careta de aprovação ao me ver e, querendo continuar o jogo, tirou a blusa, deixando só o sutiã cobrindo os peitos. Babando, não parei de brincar com meu aríete, enquanto ela se virou e disse com um certo tom de safadeza –te espero no meu quarto.
Segundos depois, ela saiu rebolando o quadril e, enquanto eu sentia ela se afastando, fui largando minha mochila esportiva aos poucos. Consegui tirar depois a camisa de futebol que eu estava usando.Eu estava suado, mas isso não importava naquele momento, então segui minha mãe e cheguei até o quarto que dividia com meu pai. Vi que ela, já sem o sutiã, me esperava sentada na beirada da cama de casal que dividia com meu pai, com os peitos de fora.
Não era a primeira vez que íamos fazer aquilo ali, mas devo admitir que sentia um certo tesão em saber que ia comer ela na cama que normalmente dividia com meu pai. Como se fazer de corno excitava tanto a gente, que a gente praticamente perdia a moral.
Mas ignorando isso, me aproximei dela e, sem parar de admirá-la, falei enquanto pegava na buceta dela mais uma vez.Que tal se você começar dessa vez?Rindo ao ver que ela sai da cama e se ajoelha na minha frente, pega na cintura da minha calça de moletom e abaixa junto com a cueca. Consegue fazer minha ereção aparecer, de um jeito que quase minha pica bate no queixo dela. Contente com o momento, ela aproxima a boca da ponta do meu pau e, enquanto sinto a respiração dela bater na cabeça da minha rola, escuto quando ela diz –Já te falei que você tem uma buceta maior que a do seu pai?Sabia que o comentário só ia aumentar meu ego, então concordei com a cabeça. Ela foi e enfiou metade da minha rola direto na boca dela.
Aproveita o momento, chego a acariciar a coroa da cabeça dela e, enquanto sinto como aos poucos ela começa a me fazer um boquete incrível, começo a ouvir os sons de sucção que saem da boca dela. E eu, naquele momento, só pensava que estava no céu, mas me enganando, sinto que mais da minha pica entra na boca dela, e isso a tal ponto. Que, não conseguindo me acostumar, sinto como toda minha ereção se perde na boca dela, conseguindo fazer uma garganta profunda completa.
Excitado pela forma tão puta com que minha mãe se comportava, me agarro na cabeça dela e, me posicionando bem, começo a comê-la de um jeito que, às vezes, vejo como ela se engasga de tanta pica que tem presa na boca.
Fiquei metendo a pica sem piedade por vários minutos, até que, notando que estava prestes a gozar, paro e, tirando meu aríete da boca dela, deixo ela pegar um pouco de ar.
Ao vê-la, notei como a baba da boca dela caía direto nos peitos dela, então, sem perder o tesão, digo, ainda ofegante –que tal se eu terminar em cima dessas maravilhosas tetas que você tem.Se recuperando, ela só me sorri e, enquanto solta um pouco mais de seus fluidos bucais sobre os peitos, eu me livro completamente do meu short rapidinho. Isso me deixa só de tênis, que eu não pretendia tirar.
Com meu corpo quase nu, não paro de mexer na minha pica enquanto minha mãe, ao me ver, brinca com as tetas juntando elas enquanto termina de lubrificar bem as mesmas.
Pronto, vejo que não paro de sorrir em momento nenhum, e ela, sorrindo de volta, também aproxima minha pica dos peitos dela e coloca ela no meio dos melões grandes dela. Sinto ela me apertar até que meu martelo se perde completamente entre os peitos dela.
Pronto, começo a mexer a cintura devagar, sentindo o atrito me esquentar, vejo como a ponta do meu pau fica tão saliente. Minha mãe, sem perder tempo, dá lambidas generosas na cabeça do meu aríete. Vendo que ela gostou, ganhei confiança e, me firmando melhor, agarro o corpo dela e movo a cintura com mais brutalidade. Meti tanto nas tetas dela que foi impossível não banhar esse par de melões com todo o leite que eu tinha guardado naquele momento.
Os dois primeiros jatos foram generosos, enquanto os dois últimos foram menores. Mesmo assim, foi grande o suficiente pra não só molhar as tetas dela, mas também parte do rosto, que ficou banhado com um pouco da minha porra.
Limpando a porra do rosto, ela se levantou e, se livrando da última peça que vestia, ficou só com uma minúscula tanga azul, que, deixem-me dizer, cobria pouco da sua bela intimidade.
Louco de tesão ao vê-la daquele jeito, meu pau foi reagindo aos poucos, mas antes que eu pudesse me aproximar dela, minha mãe me parou e disse de passagem –Lembra que sem proteção, não vai ter festa pra nenhum de nós dois.Lembrando de repente de tudo que aconteceu há quase três anos atrás, só acabei concordando. Então ela se virou, deu meia-volta e, enquanto eu não parava de olhar aquela bunda linda rebolando de um lado pro outro, minha mãe, sem nenhum pudor, acabou chegando até onde estava a poltrona dela. Ao vê-la se abaixar, não consegui me segurar e, pegando meu celular na hora, tirei uma foto que registrava perfeitamente aquele rabo enorme que ela tinha. Percebendo o que eu tinha feito, ela se virou e, rindo, não disse nada, enquanto eu, sem me calar, falei:é uma lembrança só minha.
Acreditando nas minhas palavras, ela sabia das incontáveis fotos que eu tinha dos nossos momentos privados, então, sem dar importância, voltou pra cama e, colocando a camisinha na mão, se aproximou de mim enquanto dizia com a voz entrecortada –Você coloca ou eu coloco?Assentindo com a ideia dela, só consegui me masturbar e fazer meu pau ficar duro de novo. Me ajoelhei na cama enquanto via ela rasgar o pacotinho que tinha na mão. Sem esperar, ela colocou na boca e, se aproximando, se abaixou na minha frente e, com uma maestria que eu já sabia que ela tinha, colocou a camisinha só com a boca.Me surpreendendo com esse movimento, olhei quando ela terminou de colocar o preservativo e, uma vez que estava no lugar, ela fez uma careta de alegria, se deitou na cama e, se livrando da última peça que cobria o corpo dela, tirou a pequena tanga, deixando à minha vista a intimidade dela, que, para minha surpresa, já estava toda molhada.
Com minha ereção na mão, vi que ela se acomodou melhor e, abrindo as pernas, me disse antes que eu pudesse pegá-la –vem aqui, gostoso, que a mamãe precisa de vários carinhos.
Colocando-me entre as pernas dela, primeiro brinquei um pouco de roçar a ponta da minha rola nos grandes lábios da buceta dela. Isso provocou tanta excitação na minha mãe que, sem dizer nada, ela abriu muito mais as pernas, me fazendo um claro convite.Amassando os peitos dela, notei que ela me esperava ansiosa, e não querendo decepcioná-la, me posicionei melhor e coloquei as mãos nas laterais do corpo dela. Movi minha pélvis até que meu pau fizesse contato com a xota dela.
Aos poucos, vi como a buceta dela foi engolindo meu pau, até que ele desapareceu completamente dentro daquele corpo maravilhoso e gostoso.
Já enfiado, minha pélvis bateu na xota dela e, começando a mexer devagar minha cintura, fui metendo nela aos poucos.
Os suspiros e gemidos apareceram na hora, enquanto minha mãe e fêmea, aos poucos, colocava as mãos no meu torso e me puxava para perto dela. Fez com que minhas estocadas fossem cada vez mais fundas.
Louco de tesão, não me segurei por muito mais tempo e, acelerando as metidas, comi ela de um jeito que, sem perceber, fiz ela gozar pela primeira vez.
Yaque, tremendo, me soltó e caiu na cama, fazendo uma careta de pura satisfação enquanto os olhos dela ficavam totalmente brancos. Sabendo que o primeiro orgasmo dela tinha sido o que ela esperava, lentamente comecei de novo com minhas estocadas e, sem perder o tesão, ataquei ela com muito mais vontade.Ela, ao notar meus avanços, foi reagindo aos poucos e, enquanto sentia minhas investidas, sem vergonha nenhuma pegou nos próprios peitos e começou a brincar com eles de novo. Ela esticou os bicos dos peitos de um jeito que praticamente gritou de prazer.
Isso me deixou muito excitado e, querendo gozar logo, acelerei minha cintura de tal forma que, aos poucos, senti um arrepio atravessar meu corpo. Percebendo o leite viajando dos meus ovos pra fora, inevitavelmente acabei gozando tão forte que enchi inteiro a proteção que eu tava usando.
Buscando ar, me recuperei, mas sem parar de mexer minha cintura, olhei pra minha mãe e notei como ela tava gostosa naquele momento. Não consegui evitar aproximar meus lábios dos dela.
Baseado no calor que sentia, ele acabou invadindo meu corpo, enquanto minha mãe, me segurando pela cabeça, aprofundou o beijo de um jeito que praticamente ficamos sem ar.
Já mais calmo, saí de dentro dela e, enquanto o latex esticado brilhava no meu pau, minha mãe, vendo a camisinha cheia, pegou ela e, tirando de mim sem deixar cair uma gota, me perguntou bem putona:Quer que eu chupe?Sentindo que ela levou a camisinha até a boca e derramou o conteúdo na língua, foi engolindo aos poucos meu gozo. Depois que acabou, deu um nó na camisinha e deixou de lado, suada e relaxada, me perguntou como se nada tivesse acontecido –E aí, como foi no jogo?Sem querer que a tarde acabasse, comecei a brincar com um dos peitos dela enquanto dava beijos suaves na pele dela. Comentei de passagem –Ganhamos, mas não dá pra jogar a final.Mamãe, como prova de carinho, começa a acariciar com delicadeza meu pau mole, que ao sentir seus toques leves vai recuperando a força com o passar dos minutos. Uns segundos depois, minha mãe, sem cerimônia, me faz uma bela punheta, enquanto me olha e solta, em tom de consolo –é uma pena que vocês não tenham chegadoenquanto isso, sem parar de bater uma, ela comenta com safadeza –Não sou um torneio, mas se quiser, gostosa, posso te dar um prêmio, se você quiser, claro.Sabendo o que viria a seguir, olho enquanto ela se levanta de novo e, notando que vai outra vez até o móvel dela, não consigo deixar de desejar o corpo harmonioso dela. Essa tarde eu comi ela mais um par de vezes e fiz de um jeito que, quando terminei, só me restava força pra ir pro meu quarto.
Anoite, de tão cansado que tava, só consegui dormir e, sonhando, não parei de pensar no apaixonado que eu tava pela minha mãe.
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