Entregue.De repente, ele vê. Parado na entrada do salão principal está Ranko, encarando ela. O corpo dela treme, ela sabe que a morte está por trás daquela máscara que esconde a identidade dele. Sem conseguir desviar o olhar, ela recua, mas sabe que atrás dela não tem saída. Ela está ferrada.
Ranko caminha lentamente até ela, curtindo o terror que causa na presa encurralada. Ele tem a calcinha fio dental na mão direita, enquanto anda, leva até o rosto e cheira de novo.
Você cheira bem, sua putinha... agora quero provar o gosto dessa buceta loira... você vai me dar agora, sabia?
Não chega mais perto, chega! Já chega!
Ha, ha!... com quem você tá falando assim, puta? Hein?...
Já chega, chega!! Não!!
Olha, gatinha, você sabe como isso vai terminar, sabe, né?... então... você vai fazer tudo que eu mandar, entendeu?... tudo, porque agora você me pertence... sou seu dono, esse corpinho de puta é meu agora, sabia?
Ale está quase paralisada de medo, ele já está quase do lado dela... ela não consegue pensar, só treme, mal consegue ficar de pé na frente dele.
Ajoelha!, agora, puta!!
Ele a sacode e Ale cai de joelhos na frente dele. A pica enorme do Ranko está na cara dela. Sem dar tempo pra nada, ele empurra a cara dela contra a pica, esfregando nos lábios apertados dela.
O que foi, puta?? O que foi?? Ele dá um tapa violento nela e aperta a cara dela de novo contra a pica.
Agora você vai abrir essa boquinha e vai chupar bem a pica!!! Vai, puta!!
Outro tapa é o suficiente pra Ale abrir a boca e, na hora, o tronco inteiro enterra até o fundo. Ela engasga na mesma hora, mas Ranko aperta a cabeça dela sem deixar sair. Ela não consegue respirar, violentada pelo tronco enorme que fica cada vez mais duro. Quase quando ela vai vomitar, ele tira pra esfregar a cabeça já bem dura na cara dela, e de novo enterra bem fundo.
Mas Ranko ainda não quer gozar, então empurra ela pro chão...
Fica de quatro, puta!! Vou arrebentar essa sua bunda Apertado até você pedir pra eu gozar bem dentro de você!!. ... vai, putinha, de quatro que eu falei!!
Sabe que tá perdida e que o sofrimento dela só tá começando





Ranko caminha lentamente até ela, curtindo o terror que causa na presa encurralada. Ele tem a calcinha fio dental na mão direita, enquanto anda, leva até o rosto e cheira de novo.
Você cheira bem, sua putinha... agora quero provar o gosto dessa buceta loira... você vai me dar agora, sabia?
Não chega mais perto, chega! Já chega!
Ha, ha!... com quem você tá falando assim, puta? Hein?...
Já chega, chega!! Não!!
Olha, gatinha, você sabe como isso vai terminar, sabe, né?... então... você vai fazer tudo que eu mandar, entendeu?... tudo, porque agora você me pertence... sou seu dono, esse corpinho de puta é meu agora, sabia?
Ale está quase paralisada de medo, ele já está quase do lado dela... ela não consegue pensar, só treme, mal consegue ficar de pé na frente dele.
Ajoelha!, agora, puta!!
Ele a sacode e Ale cai de joelhos na frente dele. A pica enorme do Ranko está na cara dela. Sem dar tempo pra nada, ele empurra a cara dela contra a pica, esfregando nos lábios apertados dela.
O que foi, puta?? O que foi?? Ele dá um tapa violento nela e aperta a cara dela de novo contra a pica.
Agora você vai abrir essa boquinha e vai chupar bem a pica!!! Vai, puta!!
Outro tapa é o suficiente pra Ale abrir a boca e, na hora, o tronco inteiro enterra até o fundo. Ela engasga na mesma hora, mas Ranko aperta a cabeça dela sem deixar sair. Ela não consegue respirar, violentada pelo tronco enorme que fica cada vez mais duro. Quase quando ela vai vomitar, ele tira pra esfregar a cabeça já bem dura na cara dela, e de novo enterra bem fundo.
Mas Ranko ainda não quer gozar, então empurra ela pro chão...
Fica de quatro, puta!! Vou arrebentar essa sua bunda Apertado até você pedir pra eu gozar bem dentro de você!!. ... vai, putinha, de quatro que eu falei!!
Sabe que tá perdida e que o sofrimento dela só tá começando






2 comentários - Caça às coelhinhas / Alejandra M. na Caça ao Coelho (Part
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