Deixo mais uns contos pra vocês antes de começarEu grávida e o amigo do meu marido (fotos)
A professora e muito mais que ela é (fotos)
Comi um negão num torneio (fotos)
Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
Minha obrigação com o jovem preto
Meu sobrinho e eu, a tia peituda.
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Desde pequena, tive problemas de autoestima. Sempre fui muito magra e sem peito. Enquanto via minhas amigas se desenvolvendo cada vez mais, eu me sentia inferior. Como todo mundo, ou quase todo mundo, com esses problemas, tentei compensar com outra coisa e acabei me tornando mais passiva, submissa, complacente. E muitos homens abusaram emocionalmente de mim.
Era o meu caso: quando chegava alguém gostosa, eu não me sentia à altura dessa pessoa.
Até que chegou o Carlos. Um homem compreensivo que sempre tentou me ajudar, e fui melhorando minha autoestima. Infelizmente, não era o suficiente. Eu continuava me sentindo mal com as outras pessoas, como se devesse algo a elas. Mas foi assim que vivi. Casei com o Carlos, somos muito felizes. Só que ele tinha uma espécie de defeito — eu não considerava assim, mas como todo mundo, ele também tinha seus problemas — e é que o pinto dele é muito pequeno. Não chega nem a sair da minha mão quando eu seguro ele ereto.
Temos prazer, sim, temos e curtimos de várias formas, mas ele sempre sentia que não me satisfazia. Como vocês veem, a gente tinha uma espécie de simbiose ou nossos problemas. Mas foi isso que nos levou a dar um passo além.
Depois de passar por muitos momentos ruins de nos sentirmos insatisfeitos, começamos a brincar com brinquedos.
Ele comprou uma extensão de pau que colocava e me comia como um louco. Eu falava pra ele o quanto o pau dele era grande e um monte de putaria que na vida real eu nem teria coragem. Foi aí que a gente percebeu que éramos outras pessoas na intimidade por causa das nossas insatisfações na vida real, digamos assim.
Com o tempo, a gente não conseguia mais segurar. E aí passamos pra outro nível. Ele me pediu pra ficar com outro cara. Algo que era impensável. Depois de pensar muito, eu me animei. Claro, podia parecer fácil, mas não foi. A gente pensou nisso por meses e tentou umas paradas, tipo exibicionismo. Até entrávamos em chats e escrevíamos putaria com outras pessoas que me possuíam.
Depois de tudo isso e de sabermos que tínhamos confiança suficiente de que seria só prazer, decidimos fazer alguma sessão. Até pra isso demoramos coisa de um mês. Tudo foi muito longo, na real. Só foi quando um colega de trabalho do Carlos, por uma coisa e outra com meu marido, foi o escolhido.
Mas não pensem que foi tudo na primeira vez. O Carlos me contou que gostaria que fosse o Marco. Então a gente se conheceu por "acidente" e foi assim que descobri que ele me encantou, uma conversa normal curta, um café. Outra vez saímos mais pra dançar, fingindo que a amiga que a gente tinha convidado não tinha chegado, e aí pude observá-lo melhor. Dava pra ver uma pica grande enquanto a gente dançava. Ele me elogiava e dizia como eu era gostosa, tudo isso me preenchia e eu começava a ter sentimentos confusos por causa da minha autoestima. Mesmo que o Carlos me dissesse isso o tempo todo, eu me sentia fascinada.
Na real, depois daquele encontro, eu e o Carlos conversamos sobre o que a gente sentiu e, aos poucos, fomos clareando as ideias e deixando rolar que era tudo prazer. Num outro encontro, foi lá em casa e a gente contou tudo pro Marco.
Ela ficou meio surpresa, mas disse que já desconfiava um pouco e que, por ele, seria bem discreta.
Tomamos um pouco de vinho e tudo começou. Meu marido começou com as fotos. Estávamos todos nervosos, mas aos poucos tudo foi se ajeitando.

Comecei a mostrar um pouco pra ele, já tava toda molhada e com tesão. Ele levantou e começou a dar voltas ao meu redor. Eu continuei me tocando enquanto ele tirava a roupa. Quando ficou atrás de mim, tirou a calça e o Carlos fez uma cara de surpresa. O Marco colocou um pé no sofá, eu me virei e pude ver uma pica realmente grande e preta, igual nos filmes. Só consegui olhar pra ela com desejo, ou sorrindo, nem sei.

Assim de lado comecei a chupar ela. A verdade é que nem sabia como fazer. Carlos tinha sido o único homem que eu tinha tido. E talvez por isso essa era tipo minha primeira vez e me deu o mesmo prazer ou até mais.
Atrapado, tentava comer ela e tava nervosa. Marco desceu do sofá e ajoelhou. Falava pra eu ficar tranquila, que tocasse e comesse devagar, que sentisse ela. Mas eu nem sabia o que fazer com as minhas mãos, tava perdida.

Fui sentindo cada veia, a pele dela, a dureza. Nem abri a boca toda de medo ou nervosa que eu tava. Mas tava muito excitada, isso sim. E aos poucos, com a calma e umas brincadeiras pra aliviar o estresse, o Marco foi fazendo eu me soltar.
E pudesse aproveitar pra chupar essa buceta deliciosa. Já nem percebia mais o Carlos, só olhava pro Marco ou praquela buceta venosa gostosa.

Então ouvi o Carlos dizer pra eu meter logo, e eu não podia concordar mais, mesmo com medo ao mesmo tempo. Olhei pro Carlos e por um momento quis sair correndo dali, mas também tava tão excitada que o Marco só pegou os preservativos que o Carlos trouxe e, enquanto me fez sinal pra me despir, o Marco falou: "vai, putinha, coloca". Fiquei toda ardendo, mas obedeci. Abri a embalagem com a boca, tirei a camisinha e coloquei naquela piroca deliciosa.
Marco se deitou no chão e eu quis montar nele de frente, mas ele disse que não. Que queria ver minha bunda e que o Carlos olhasse pra puta da mulher dele sentando numa boa rola. Foi o que eu fiz, fui me sentando, mas minha buceta não estava preparada e eu sentia uma dor. Uma ardência por dentro e minha buceta ficando molhada e se abrindo muito, muito, e um prazer tomou conta da minha buceta, do meu útero, dos meus quadris, do meu corpo inteiro, e eu só consegui começar a gemer numa mistura de castigo e prazer.

Não dava, de verdade, com muita dificuldade eu subia e descia, mas tava molhadíssima e comecei a ter um orgasmo quando ele soltou umas palmadas na minha bunda. Ali me senti completa de gozo, de prazer, me sentia uma puta com aquela pica me preenchendo. Nunca na minha vida me senti tão bem e desejada como naquele momento, pulando à vontade no meu controle, recebendo ordens sim, mas eu marcando o ritmo de uma pica completamente dura por minha causa.
Paro por aqui porque acho que já foi longo e não sei se vocês vão gostar. Carlos tirou mais fotos e posso continuar a história se vocês quiserem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esta foi uma colaboração com uma conhecida de um clube que frequento e que leu o resto dos contos. Deixo mais pra vocês.
Lembrem-se, seus comentários e pontos me fazem saber que vocês estão gostando do material!!
Eu grávida e o amigo do meu marido (fotos)
A professora e muito mais que ela é (fotos)
Comi um negão num torneio (fotos)
Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
Minha obrigação com o jovem preto
Meu sobrinho e eu, a tia peituda
A professora e muito mais que ela é (fotos)
Comi um negão num torneio (fotos)
Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
Minha obrigação com o jovem preto
Meu sobrinho e eu, a tia peituda.
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Desde pequena, tive problemas de autoestima. Sempre fui muito magra e sem peito. Enquanto via minhas amigas se desenvolvendo cada vez mais, eu me sentia inferior. Como todo mundo, ou quase todo mundo, com esses problemas, tentei compensar com outra coisa e acabei me tornando mais passiva, submissa, complacente. E muitos homens abusaram emocionalmente de mim.
Era o meu caso: quando chegava alguém gostosa, eu não me sentia à altura dessa pessoa.
Até que chegou o Carlos. Um homem compreensivo que sempre tentou me ajudar, e fui melhorando minha autoestima. Infelizmente, não era o suficiente. Eu continuava me sentindo mal com as outras pessoas, como se devesse algo a elas. Mas foi assim que vivi. Casei com o Carlos, somos muito felizes. Só que ele tinha uma espécie de defeito — eu não considerava assim, mas como todo mundo, ele também tinha seus problemas — e é que o pinto dele é muito pequeno. Não chega nem a sair da minha mão quando eu seguro ele ereto.
Temos prazer, sim, temos e curtimos de várias formas, mas ele sempre sentia que não me satisfazia. Como vocês veem, a gente tinha uma espécie de simbiose ou nossos problemas. Mas foi isso que nos levou a dar um passo além.
Depois de passar por muitos momentos ruins de nos sentirmos insatisfeitos, começamos a brincar com brinquedos.
Ele comprou uma extensão de pau que colocava e me comia como um louco. Eu falava pra ele o quanto o pau dele era grande e um monte de putaria que na vida real eu nem teria coragem. Foi aí que a gente percebeu que éramos outras pessoas na intimidade por causa das nossas insatisfações na vida real, digamos assim.
Com o tempo, a gente não conseguia mais segurar. E aí passamos pra outro nível. Ele me pediu pra ficar com outro cara. Algo que era impensável. Depois de pensar muito, eu me animei. Claro, podia parecer fácil, mas não foi. A gente pensou nisso por meses e tentou umas paradas, tipo exibicionismo. Até entrávamos em chats e escrevíamos putaria com outras pessoas que me possuíam.
Depois de tudo isso e de sabermos que tínhamos confiança suficiente de que seria só prazer, decidimos fazer alguma sessão. Até pra isso demoramos coisa de um mês. Tudo foi muito longo, na real. Só foi quando um colega de trabalho do Carlos, por uma coisa e outra com meu marido, foi o escolhido.
Mas não pensem que foi tudo na primeira vez. O Carlos me contou que gostaria que fosse o Marco. Então a gente se conheceu por "acidente" e foi assim que descobri que ele me encantou, uma conversa normal curta, um café. Outra vez saímos mais pra dançar, fingindo que a amiga que a gente tinha convidado não tinha chegado, e aí pude observá-lo melhor. Dava pra ver uma pica grande enquanto a gente dançava. Ele me elogiava e dizia como eu era gostosa, tudo isso me preenchia e eu começava a ter sentimentos confusos por causa da minha autoestima. Mesmo que o Carlos me dissesse isso o tempo todo, eu me sentia fascinada.
Na real, depois daquele encontro, eu e o Carlos conversamos sobre o que a gente sentiu e, aos poucos, fomos clareando as ideias e deixando rolar que era tudo prazer. Num outro encontro, foi lá em casa e a gente contou tudo pro Marco.
Ela ficou meio surpresa, mas disse que já desconfiava um pouco e que, por ele, seria bem discreta.
Tomamos um pouco de vinho e tudo começou. Meu marido começou com as fotos. Estávamos todos nervosos, mas aos poucos tudo foi se ajeitando.

Comecei a mostrar um pouco pra ele, já tava toda molhada e com tesão. Ele levantou e começou a dar voltas ao meu redor. Eu continuei me tocando enquanto ele tirava a roupa. Quando ficou atrás de mim, tirou a calça e o Carlos fez uma cara de surpresa. O Marco colocou um pé no sofá, eu me virei e pude ver uma pica realmente grande e preta, igual nos filmes. Só consegui olhar pra ela com desejo, ou sorrindo, nem sei.

Assim de lado comecei a chupar ela. A verdade é que nem sabia como fazer. Carlos tinha sido o único homem que eu tinha tido. E talvez por isso essa era tipo minha primeira vez e me deu o mesmo prazer ou até mais.
Atrapado, tentava comer ela e tava nervosa. Marco desceu do sofá e ajoelhou. Falava pra eu ficar tranquila, que tocasse e comesse devagar, que sentisse ela. Mas eu nem sabia o que fazer com as minhas mãos, tava perdida.

Fui sentindo cada veia, a pele dela, a dureza. Nem abri a boca toda de medo ou nervosa que eu tava. Mas tava muito excitada, isso sim. E aos poucos, com a calma e umas brincadeiras pra aliviar o estresse, o Marco foi fazendo eu me soltar.
E pudesse aproveitar pra chupar essa buceta deliciosa. Já nem percebia mais o Carlos, só olhava pro Marco ou praquela buceta venosa gostosa.

Então ouvi o Carlos dizer pra eu meter logo, e eu não podia concordar mais, mesmo com medo ao mesmo tempo. Olhei pro Carlos e por um momento quis sair correndo dali, mas também tava tão excitada que o Marco só pegou os preservativos que o Carlos trouxe e, enquanto me fez sinal pra me despir, o Marco falou: "vai, putinha, coloca". Fiquei toda ardendo, mas obedeci. Abri a embalagem com a boca, tirei a camisinha e coloquei naquela piroca deliciosa.
Marco se deitou no chão e eu quis montar nele de frente, mas ele disse que não. Que queria ver minha bunda e que o Carlos olhasse pra puta da mulher dele sentando numa boa rola. Foi o que eu fiz, fui me sentando, mas minha buceta não estava preparada e eu sentia uma dor. Uma ardência por dentro e minha buceta ficando molhada e se abrindo muito, muito, e um prazer tomou conta da minha buceta, do meu útero, dos meus quadris, do meu corpo inteiro, e eu só consegui começar a gemer numa mistura de castigo e prazer.

Não dava, de verdade, com muita dificuldade eu subia e descia, mas tava molhadíssima e comecei a ter um orgasmo quando ele soltou umas palmadas na minha bunda. Ali me senti completa de gozo, de prazer, me sentia uma puta com aquela pica me preenchendo. Nunca na minha vida me senti tão bem e desejada como naquele momento, pulando à vontade no meu controle, recebendo ordens sim, mas eu marcando o ritmo de uma pica completamente dura por minha causa.
Paro por aqui porque acho que já foi longo e não sei se vocês vão gostar. Carlos tirou mais fotos e posso continuar a história se vocês quiserem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esta foi uma colaboração com uma conhecida de um clube que frequento e que leu o resto dos contos. Deixo mais pra vocês.
Lembrem-se, seus comentários e pontos me fazem saber que vocês estão gostando do material!!
Eu grávida e o amigo do meu marido (fotos)
A professora e muito mais que ela é (fotos)
Comi um negão num torneio (fotos)
Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
Minha obrigação com o jovem preto
Meu sobrinho e eu, a tia peituda
3 comentários - Só tarde entendi que era puta (fotos)