Não sei como funciona isso, mas um amigo me chamou pra essa página depois que contei uma história pra ele, e ele disse que eu deveria contar tudo que tenho, porque se for pra viver, eu já vivi demais.
Me apresento: sou Iker, um homem de 37 anos, tenho 1,82m, compleição robusta por causa dos anos de exercício que fiz quando era jovem, sou divorciado, tenho filhos e trabalho como professor.
A história aconteceu há alguns anos com uma jovem aluna (Abril) que, pra ser sincero, era muito gostosa. Lembro das pernas grossas dela, dos peitos pequenos e firmes, da carinha de inocente, um quadril fenomenal e uma bunda grande que me deixava louco.
Desde o primeiro dia notei o corpo dela e ela nunca passou despercebida por mim, embora eu tivesse que cumprir meu trabalho como profissional e me comportar da forma mais respeitosa possível. Lembro que ela começou a ter aulas comigo logo depois do meu divórcio e, pra ser sincero, já tava há muito tempo sem ação. Então, no primeiro dia de aula, escolhi ela como representante da turma e pedi que me mandasse uma mensagem no Facebook pra eu manter contato com eles caso acontecesse algum imprevisto (na real, fiz isso só pra ter as redes dela e poder ficar de olho).
Sempre que tinha oportunidade, mandava ela ir ao quadro pra admirar o corpo dela, principalmente quando usava saia ou vestido, e como a garota é meio "revolucionária", tinha dias que ela não usava sutiã. Passei os dias olhando pra ela e imaginando até que tive minha chance nos exames finais.
Ela era uma ótima aluna, ao contrário do que eu pensava — vocês sabem como é, "se é gostosa, não é inteligente". Enquanto eles faziam a prova, saí por um momento pra tomar um ar, além de ser uma ótima técnica pra pegar os coladores: você sai, entra quando eles menos esperam e vê todo mundo que tá copiando. E dessa vez foi o caso. O problema é que nunca passou pela minha cabeça que ela estaria passando as respostas. Assim que entrei, mandei ela sair e disse que não podia fazer a prova, além de de que eu poderia mandar ela pro jurídico pra avaliar a situação dela e as consequências que poderia ter. Ela saiu toda desconsolada e ainda dedurou as pessoas que tavam pedindo as respostas, e parecia que era a última vez que eu ia ver ela.
Logicamente, pensei que ela ia fazer os exames extraordinários e, sendo tão inteligente, passaria fácil. Mas tive uma surpresa gostosa quando vi a mensagem seguinte.
Fiquei pensando por que ela tava tão desesperada pra evitar os extraordinários, sendo que podia passar fácil, e aí percebi: como era aluna exemplar, tinha uma bolsa de mérito, e isso podia foder o histórico dela e fazer ela perder a bolsa.
Me perdoem, mas aproveitei essa chance pra realizar minha fantasia.
A primeira coisa que fiz foi postar uma foto saindo do banho nos meus stories pra ela ver meu corpo, e talvez isso ajudasse a facilitar meu plano.
Dito e feito: ela viu meu story, mas não falou nada. No mesmo dia, postou essa foto, e como dizem, nada é coincidência.
Guardi ela pelo gostoso que ela tava.
Depois contei que ela teria que ir na faculdade pra fazer a prova de novo. Ela aceitou e me agradeceu pra caralho pela chance.
No dia marcado, como já era fim de semestre, muitos alunos não apareciam, então a escola tava quase vazia. Meus alunos eu já tinha liberado uma semana antes, então era minha chance de ficar a sós com ela.
Ela chegou com um vestido delicioso que mostrava um pouco mais que só as pernas, umas botas com salto, os óculos e um casaco que não escondia nada.
A gente conversou um pouco e ela pediu desculpas de novo pelo que rolou. Pedi pra ela sentar e começamos a avaliação.
Eu olhava fixo pras pernas dela e depois pros olhos concentrados no trabalho, até que num momento a gente se olhou e ela só sorriu pra mim.
Depois de uns 10 minutos, me aproximei, tirei a prova dela, dei uma olhada e falei:
— "Sabe, acho que é uma má ideia fazer a prova aqui. Não leva a mal, mas se alguém da direção passar e nos ver sozinhos, pode pensar besteira. Que tal a gente ir pra uma cafeteria? Enquanto você termina a prova, eu como alguma coisa."
No final da minha proposta, ela pensou demais na resposta e por um momento me senti um merda, achei que ia dar merda. Tava quase voltando atrás.
— "Tá bom, professor."
Sorri por dentro.
— "Perfeito. Então sai e anda duas quadras pra direita, vou te buscar lá pra gente ir."
Ela saiu e enquanto eu pegava minhas coisas, sabia que aquela buceta que eu tanto queria, finalmente ia provar.
Não contei que a primeira prova que eu tinha dado era super fácil pra ela ficar confiante, mas assim que ela saiu, joguei aquelas folhas fora e peguei uma que eu tinha feito noites antes pra alcançar meu objetivo. Tava certo que nem ela daria conta.
Subi no carro e comecei a dirigir. Enquanto chegava perto dela, fantasiava que era uma puta com o Vestidinho e que estava prestes a realizar todas as minhas fantasias. Me levantei e, quando ela estava subindo, consegui ver uma calcinha fio-dental fininha aparecendo quando ela abriu as pernas. Isso foi o suficiente para me deixar a mil. Já não estava mais concentrado, só pensava em comer ela, mas sabia que, se quisesse fazer algo com ela, precisava ser inteligente para que ela me oferecesse.
Escolhi uma cafeteria que não era tão longe, mas tínhamos que passar por uma avenida muito movimentada, e isso transformava a viagem de 10 minutos em uma de 30. Por isso, comecei a puxar assunto. Perguntei sobre a família dela, como era a relação com os pais, o que ela queria fazer da vida. Tudo isso era para criar confiança e, felizmente, consegui arrancar alguns sorrisos dela.
I- "Vamos demorar um pouco pra chegar. Quer começar a prova pra não perder muito tempo?"
Ela disse que sim. Entreguei a prova e ela gritou:
A- "Professor! A prova é outra. Isso não estava no combinado que a gente fez."
Respondi que, ao sair da sala, ela poderia procurar as respostas e eu não conseguiria avaliá-la direito. Irritada, ela começou a responder, mas dava pra ver que estava com dificuldade.
Estávamos a poucas quadras de chegar na cafeteria quando um maluco que vinha em alta velocidade bateu na traseira do carro. Felizmente, foi mais o susto do que o estrago, e conseguimos fazer um acordo pra ele me pagar sem precisar chamar o seguro, porque eu tava precisando seguir com meu plano. Ela estava muito assustada, e aproveitei pra abraçar ela.
I- "Vai ficar tudo bem, gata."
Sussurrei enquanto segurava ela pela cintura, até um pouco mais. Subimos de novo no carro e estacionei, porque tinha tido uma ideia genial.
I- "Ei, te notei muito tensa. Que tal trocar o café por uma sessão de massagem? E olha, não se preocupa, sei que você é muito inteligente, vou te passar com 10. Vê isso como um gesto de foda-se pelo constrangimento que tô sentindo por causa do acidente."
Não sei se foi porque ela ainda estava assustada, mas ela aceitou sem pensar duas vezes. Depois de 15 Minutos depois, chegamos a um sauna que eu conhecia na região, onde você pode alugar quartos com hidromassagem, com sauna e hidromassagem, ou só com um chuveiro pra tomar banho. Só que o que eu não esperava é que lá não faziam massagem, então eu só ia enganar ela até conseguir comer ela.
Peguei um quarto com sauna e hidromassagem enquanto ela me esperava na sala de espera. Fui buscar ela e subimos pro nosso quarto. Lá dentro, ela começou a chorar pelo susto que tinha levado. De novo, aproveitei e puxei ela pra um abraço bem longo.
Eu — "Calma, olha, entra no sauna enquanto as massagistas não chegam. A única coisa que pedem quando eu venho é que eu fique de cueca ou pelado, e me emprestam toalhas pra me cobrir enquanto fazem a massagem. Então você decide."
Nesse momento, ela percebeu a decisão que tinha tomado sem pensar e disse:
Ela — "Moço, mas eu tenho namorado. Isso é uma péssima ideia."
Eu — "Calma, não vai acontecer nada de ruim, só queria te dar um gesto depois do que te fiz passar. Se te deixar mais tranquila, pedi pra serem mulheres, e enquanto elas te massageiam na maca, eu também vou tomar uma, então não vai rolar nada."
Ela se sentiu mais segura e entrou no sauna. Tirou o vestido e eu consegui ver um pouco do corpo dela antes de fechar a porta. Ouvi ela abrir o sauna e me relaxei, me sentindo vitorioso e sabendo que tava a minutos de provar ela.
Passaram uns 3 minutos e ela já não aguentava mais o sauna, então me pediu pra passar uma toalha pra ela sair. Sem pensar duas vezes, passei a toalha mais pequena que tinha e escondi as outras debaixo do colchão, deixando só 4 toalhas pequenas.
Ela — "Mestre, isso é muito pequeno, mal me cobre", gritou de dentro.
Eu — "Não se preocupa, as massagistas não devem demorar. Se quiser, pode sair e enquanto isso eu vou pro sauna pra você não se sentir insegura."
Ela aceitou meu plano. Quando saiu, eu me certifiquei de estar só com uma toalha. Ela me olhou toda envergonhada, e eu vi aquelas pernas deliciosas. Fumegantes que estava prestes a provar.
Trocamos de lugar, não sem antes dar uma pequena esbarrada enquanto ela saía e eu entrava.
Fiquei alguns minutos e, com tudo o que tinha visto, comecei a me masturbar. Antes de jogar minha porra no chão, lembrei que tinha um corpo jovem e gostoso esperando minha carga, então gritei:
I— "Ei, já demoraram essas massagistas. Me passa uma toalha pra eu sair e ligar pra recepção."
Ela me passou a toalha e eu me certifiquei de que meu pau ficasse bem marcado (tenho que admitir que são só 16 cm, mas bem cumpridos). Ao sair, notei que ela me olhou várias vezes de forma discreta, todo meu corpo suado do sauna, principalmente o que minha toalha escondia. Do mesmo jeito, comecei a olhar tudo o que ela carregava, e isso me deixava ainda mais duro. Até percebi como ela levantava um pouco mais a toalha dela pra eu ver tudo o que queria.
Finja a ligação e disse:
I— "Sabe, me desculpa. Acabaram de me informar que as massagistas estão cheias de trabalho e vão demorar umas 1 ou 2 horas pra vir. Mas não fica mal, ainda temos 40 minutos, então que tal a gente usar a jacuzzi agora?"
A— "Mestre, eu falei que nada disso."
Já não consegui controlar meus impulsos e peguei ela pela cintura, colando ela em mim:
I— "Vamos ser sinceros, se você fosse tão boa namorada assim, não estaria semi-nua na frente do seu professor. Eu sei que você quer isso tanto quanto eu."
Ela me deu um tapa e, na luta, comecei a apalpar a bunda dela até chegar na buceta dela e comecei a masturbar ela enquanto ela esperneava pra se soltar. Levantei ela pela cintura com o outro braço e joguei ela na cama. Nesse momento, ela gritou:
A— "Você sabe mesmo tratar uma mulher."
Me aproximei dela e ela começou a me beijar enquanto eu continuava masturbando ela:
A— "Queria ver o quão doente você é, e é exatamente meu tipo."
Ela me deu outro tapa enquanto gemia gostoso.
Sentia a buceta dela docemente molhada e apertada. Dava pra ver que era a típica menina inteligente que não deixavam fazer nada em casa e só Estava esperando por alguém que desse a ela o que tanto queria.
Tirei a yummy thong que não cobria nada e que estava toda manchada com os fluidos dela. Chupei um pouco e depois joguei no chão. Desci devagar, lambendo as pernas enormes dela e garantindo que provava cada parte do corpo. Comecei a chupar os pés dela, e ela ficou ainda mais excitada. Foi quando, sem hesitar, enfiei meu pau que estava prestes a explodir, e ela soltou um grito tão alto que me surpreenderia se não tivessem ouvido nos quartos ao lado.
Meu pau entrava e saía com cada vez mais fluidos, o que me deixava ainda mais tesudo. Parei e fiz um oral nela enquanto ela deixava os peitos doces à mostra.
Não aguentei mais e virei ela de costas, comecei a lamber o cuzinho apertado dela. Não é brincadeira quando digo que a bunda dela me esmagava.
Coloquei ela de quatro e enfiei tudo de novo, também meti dois dedos no cu dela, e ela parecia estar aproveitando como nunca. Tirei os dedos e dei tantas palmadas que ela ficou vermelha, mas não podia perder minha chance.
Depois, me deitei e mandei ela virar e me dar o melhor boquete da vida dela. Foi o paraíso ver aquela bunda gorda quicando em cima de mim e ouvir os gemidos tão doces dela...
Acho que já escrevi demais e ainda falta mais, além disso, não sei qual vai ser a resposta da sua parte. Se alguém ler e eu notar interesse, provavelmente faço uma Parte 2.
Saudações pro meu amigo Javi. Você é um doente do caralho, haja, mas já cumpri a aposta.
Me apresento: sou Iker, um homem de 37 anos, tenho 1,82m, compleição robusta por causa dos anos de exercício que fiz quando era jovem, sou divorciado, tenho filhos e trabalho como professor.
A história aconteceu há alguns anos com uma jovem aluna (Abril) que, pra ser sincero, era muito gostosa. Lembro das pernas grossas dela, dos peitos pequenos e firmes, da carinha de inocente, um quadril fenomenal e uma bunda grande que me deixava louco.
Desde o primeiro dia notei o corpo dela e ela nunca passou despercebida por mim, embora eu tivesse que cumprir meu trabalho como profissional e me comportar da forma mais respeitosa possível. Lembro que ela começou a ter aulas comigo logo depois do meu divórcio e, pra ser sincero, já tava há muito tempo sem ação. Então, no primeiro dia de aula, escolhi ela como representante da turma e pedi que me mandasse uma mensagem no Facebook pra eu manter contato com eles caso acontecesse algum imprevisto (na real, fiz isso só pra ter as redes dela e poder ficar de olho).
Sempre que tinha oportunidade, mandava ela ir ao quadro pra admirar o corpo dela, principalmente quando usava saia ou vestido, e como a garota é meio "revolucionária", tinha dias que ela não usava sutiã. Passei os dias olhando pra ela e imaginando até que tive minha chance nos exames finais.
Ela era uma ótima aluna, ao contrário do que eu pensava — vocês sabem como é, "se é gostosa, não é inteligente". Enquanto eles faziam a prova, saí por um momento pra tomar um ar, além de ser uma ótima técnica pra pegar os coladores: você sai, entra quando eles menos esperam e vê todo mundo que tá copiando. E dessa vez foi o caso. O problema é que nunca passou pela minha cabeça que ela estaria passando as respostas. Assim que entrei, mandei ela sair e disse que não podia fazer a prova, além de de que eu poderia mandar ela pro jurídico pra avaliar a situação dela e as consequências que poderia ter. Ela saiu toda desconsolada e ainda dedurou as pessoas que tavam pedindo as respostas, e parecia que era a última vez que eu ia ver ela.
Logicamente, pensei que ela ia fazer os exames extraordinários e, sendo tão inteligente, passaria fácil. Mas tive uma surpresa gostosa quando vi a mensagem seguinte.
Fiquei pensando por que ela tava tão desesperada pra evitar os extraordinários, sendo que podia passar fácil, e aí percebi: como era aluna exemplar, tinha uma bolsa de mérito, e isso podia foder o histórico dela e fazer ela perder a bolsa. Me perdoem, mas aproveitei essa chance pra realizar minha fantasia.
A primeira coisa que fiz foi postar uma foto saindo do banho nos meus stories pra ela ver meu corpo, e talvez isso ajudasse a facilitar meu plano.
Dito e feito: ela viu meu story, mas não falou nada. No mesmo dia, postou essa foto, e como dizem, nada é coincidência.
Guardi ela pelo gostoso que ela tava. Depois contei que ela teria que ir na faculdade pra fazer a prova de novo. Ela aceitou e me agradeceu pra caralho pela chance.
No dia marcado, como já era fim de semestre, muitos alunos não apareciam, então a escola tava quase vazia. Meus alunos eu já tinha liberado uma semana antes, então era minha chance de ficar a sós com ela.
Ela chegou com um vestido delicioso que mostrava um pouco mais que só as pernas, umas botas com salto, os óculos e um casaco que não escondia nada.
A gente conversou um pouco e ela pediu desculpas de novo pelo que rolou. Pedi pra ela sentar e começamos a avaliação.
Eu olhava fixo pras pernas dela e depois pros olhos concentrados no trabalho, até que num momento a gente se olhou e ela só sorriu pra mim.
Depois de uns 10 minutos, me aproximei, tirei a prova dela, dei uma olhada e falei:
— "Sabe, acho que é uma má ideia fazer a prova aqui. Não leva a mal, mas se alguém da direção passar e nos ver sozinhos, pode pensar besteira. Que tal a gente ir pra uma cafeteria? Enquanto você termina a prova, eu como alguma coisa."
No final da minha proposta, ela pensou demais na resposta e por um momento me senti um merda, achei que ia dar merda. Tava quase voltando atrás.
— "Tá bom, professor."
Sorri por dentro.
— "Perfeito. Então sai e anda duas quadras pra direita, vou te buscar lá pra gente ir."
Ela saiu e enquanto eu pegava minhas coisas, sabia que aquela buceta que eu tanto queria, finalmente ia provar.
Não contei que a primeira prova que eu tinha dado era super fácil pra ela ficar confiante, mas assim que ela saiu, joguei aquelas folhas fora e peguei uma que eu tinha feito noites antes pra alcançar meu objetivo. Tava certo que nem ela daria conta.
Subi no carro e comecei a dirigir. Enquanto chegava perto dela, fantasiava que era uma puta com o Vestidinho e que estava prestes a realizar todas as minhas fantasias. Me levantei e, quando ela estava subindo, consegui ver uma calcinha fio-dental fininha aparecendo quando ela abriu as pernas. Isso foi o suficiente para me deixar a mil. Já não estava mais concentrado, só pensava em comer ela, mas sabia que, se quisesse fazer algo com ela, precisava ser inteligente para que ela me oferecesse.
Escolhi uma cafeteria que não era tão longe, mas tínhamos que passar por uma avenida muito movimentada, e isso transformava a viagem de 10 minutos em uma de 30. Por isso, comecei a puxar assunto. Perguntei sobre a família dela, como era a relação com os pais, o que ela queria fazer da vida. Tudo isso era para criar confiança e, felizmente, consegui arrancar alguns sorrisos dela.
I- "Vamos demorar um pouco pra chegar. Quer começar a prova pra não perder muito tempo?"
Ela disse que sim. Entreguei a prova e ela gritou:
A- "Professor! A prova é outra. Isso não estava no combinado que a gente fez."
Respondi que, ao sair da sala, ela poderia procurar as respostas e eu não conseguiria avaliá-la direito. Irritada, ela começou a responder, mas dava pra ver que estava com dificuldade.
Estávamos a poucas quadras de chegar na cafeteria quando um maluco que vinha em alta velocidade bateu na traseira do carro. Felizmente, foi mais o susto do que o estrago, e conseguimos fazer um acordo pra ele me pagar sem precisar chamar o seguro, porque eu tava precisando seguir com meu plano. Ela estava muito assustada, e aproveitei pra abraçar ela.
I- "Vai ficar tudo bem, gata."
Sussurrei enquanto segurava ela pela cintura, até um pouco mais. Subimos de novo no carro e estacionei, porque tinha tido uma ideia genial.
I- "Ei, te notei muito tensa. Que tal trocar o café por uma sessão de massagem? E olha, não se preocupa, sei que você é muito inteligente, vou te passar com 10. Vê isso como um gesto de foda-se pelo constrangimento que tô sentindo por causa do acidente."
Não sei se foi porque ela ainda estava assustada, mas ela aceitou sem pensar duas vezes. Depois de 15 Minutos depois, chegamos a um sauna que eu conhecia na região, onde você pode alugar quartos com hidromassagem, com sauna e hidromassagem, ou só com um chuveiro pra tomar banho. Só que o que eu não esperava é que lá não faziam massagem, então eu só ia enganar ela até conseguir comer ela.
Peguei um quarto com sauna e hidromassagem enquanto ela me esperava na sala de espera. Fui buscar ela e subimos pro nosso quarto. Lá dentro, ela começou a chorar pelo susto que tinha levado. De novo, aproveitei e puxei ela pra um abraço bem longo.
Eu — "Calma, olha, entra no sauna enquanto as massagistas não chegam. A única coisa que pedem quando eu venho é que eu fique de cueca ou pelado, e me emprestam toalhas pra me cobrir enquanto fazem a massagem. Então você decide."
Nesse momento, ela percebeu a decisão que tinha tomado sem pensar e disse:
Ela — "Moço, mas eu tenho namorado. Isso é uma péssima ideia."
Eu — "Calma, não vai acontecer nada de ruim, só queria te dar um gesto depois do que te fiz passar. Se te deixar mais tranquila, pedi pra serem mulheres, e enquanto elas te massageiam na maca, eu também vou tomar uma, então não vai rolar nada."
Ela se sentiu mais segura e entrou no sauna. Tirou o vestido e eu consegui ver um pouco do corpo dela antes de fechar a porta. Ouvi ela abrir o sauna e me relaxei, me sentindo vitorioso e sabendo que tava a minutos de provar ela.
Passaram uns 3 minutos e ela já não aguentava mais o sauna, então me pediu pra passar uma toalha pra ela sair. Sem pensar duas vezes, passei a toalha mais pequena que tinha e escondi as outras debaixo do colchão, deixando só 4 toalhas pequenas.
Ela — "Mestre, isso é muito pequeno, mal me cobre", gritou de dentro.
Eu — "Não se preocupa, as massagistas não devem demorar. Se quiser, pode sair e enquanto isso eu vou pro sauna pra você não se sentir insegura."
Ela aceitou meu plano. Quando saiu, eu me certifiquei de estar só com uma toalha. Ela me olhou toda envergonhada, e eu vi aquelas pernas deliciosas. Fumegantes que estava prestes a provar.
Trocamos de lugar, não sem antes dar uma pequena esbarrada enquanto ela saía e eu entrava.
Fiquei alguns minutos e, com tudo o que tinha visto, comecei a me masturbar. Antes de jogar minha porra no chão, lembrei que tinha um corpo jovem e gostoso esperando minha carga, então gritei:
I— "Ei, já demoraram essas massagistas. Me passa uma toalha pra eu sair e ligar pra recepção."
Ela me passou a toalha e eu me certifiquei de que meu pau ficasse bem marcado (tenho que admitir que são só 16 cm, mas bem cumpridos). Ao sair, notei que ela me olhou várias vezes de forma discreta, todo meu corpo suado do sauna, principalmente o que minha toalha escondia. Do mesmo jeito, comecei a olhar tudo o que ela carregava, e isso me deixava ainda mais duro. Até percebi como ela levantava um pouco mais a toalha dela pra eu ver tudo o que queria.
Finja a ligação e disse:
I— "Sabe, me desculpa. Acabaram de me informar que as massagistas estão cheias de trabalho e vão demorar umas 1 ou 2 horas pra vir. Mas não fica mal, ainda temos 40 minutos, então que tal a gente usar a jacuzzi agora?"
A— "Mestre, eu falei que nada disso."
Já não consegui controlar meus impulsos e peguei ela pela cintura, colando ela em mim:
I— "Vamos ser sinceros, se você fosse tão boa namorada assim, não estaria semi-nua na frente do seu professor. Eu sei que você quer isso tanto quanto eu."
Ela me deu um tapa e, na luta, comecei a apalpar a bunda dela até chegar na buceta dela e comecei a masturbar ela enquanto ela esperneava pra se soltar. Levantei ela pela cintura com o outro braço e joguei ela na cama. Nesse momento, ela gritou:
A— "Você sabe mesmo tratar uma mulher."
Me aproximei dela e ela começou a me beijar enquanto eu continuava masturbando ela:
A— "Queria ver o quão doente você é, e é exatamente meu tipo."
Ela me deu outro tapa enquanto gemia gostoso.
Sentia a buceta dela docemente molhada e apertada. Dava pra ver que era a típica menina inteligente que não deixavam fazer nada em casa e só Estava esperando por alguém que desse a ela o que tanto queria.
Tirei a yummy thong que não cobria nada e que estava toda manchada com os fluidos dela. Chupei um pouco e depois joguei no chão. Desci devagar, lambendo as pernas enormes dela e garantindo que provava cada parte do corpo. Comecei a chupar os pés dela, e ela ficou ainda mais excitada. Foi quando, sem hesitar, enfiei meu pau que estava prestes a explodir, e ela soltou um grito tão alto que me surpreenderia se não tivessem ouvido nos quartos ao lado.
Meu pau entrava e saía com cada vez mais fluidos, o que me deixava ainda mais tesudo. Parei e fiz um oral nela enquanto ela deixava os peitos doces à mostra.
Não aguentei mais e virei ela de costas, comecei a lamber o cuzinho apertado dela. Não é brincadeira quando digo que a bunda dela me esmagava.
Coloquei ela de quatro e enfiei tudo de novo, também meti dois dedos no cu dela, e ela parecia estar aproveitando como nunca. Tirei os dedos e dei tantas palmadas que ela ficou vermelha, mas não podia perder minha chance.
Depois, me deitei e mandei ela virar e me dar o melhor boquete da vida dela. Foi o paraíso ver aquela bunda gorda quicando em cima de mim e ouvir os gemidos tão doces dela...
Acho que já escrevi demais e ainda falta mais, além disso, não sei qual vai ser a resposta da sua parte. Se alguém ler e eu notar interesse, provavelmente faço uma Parte 2.
Saudações pro meu amigo Javi. Você é um doente do caralho, haja, mas já cumpri a aposta.
4 comentários - Minha Aluna Gostosa de Rabão. Parte 1