Agora vou contar outra história com uma MILF, pra ser mais preciso, a mãe de uma ex. Pra preservar a privacidade, só vou mudar o nome dela. Bom, eu conhecia a dona Alicia quando era moleque, com meus 13 anos. Na real, ela era gente boa, mas eu me sentia meio desconfortável porque ela vivia falando que eu caía muito bem pra ser genro dela e que eu devia casar com a filha dela, hahaha. Verdade, essa piada me deixava sem graça, mas ela era muito brincalhona e toda vez que a gente se via, batia um papo. Ela me contava como conheceu o marido, sobre os filhos, que antigamente ela ia pro baile funk ou saía pra farrear, e até em segredo que fumava maconha. Na real, ela era bem gostosa, um pouco cheinha, não tinha muito peito, mas a bunda era pequena e bem desenhada, haha. Ela era baixinha, batia na altura do meu peito, e as coxas dela num jeans ficavam uma delícia. Bom, não vou mentir, eu não assediava ela porque era conhecida e também por ser mãe da minha ex. O tempo passou, a gente terminou, mas ainda nos falávamos, e ela continuava brincando que eu devia voltar com a filha dela e que eu seria um ótimo genro, hahaha. Como eu disse, ela adorava me contar as coisas. Mas ontem, quando encontrei ela no Teleférico de Iztapalapa, a gente subiu junto e começou a conversar sobre como estavam as coisas, e ela disse que ia buscar um remédio pra uma das filhas. Num certo ponto, ela se emocionou e me contou que o marido dela, um filho da puta que até me dava medo de ver — era policial —, tava metido com uma mulher do trabalho que morava perto e também era casada. Ela me mostrou uma foto da mulher: cabelo pintado e uma rabuda do caralho, com umas pernas grossas e uns peitões, uma delícia mesmo. Mas aí ela desabafou que já tava de saco cheio do marido e que, se fosse trair ele, seria com um cara jovem, solteiro e bonito. Sei que ela não falou especificamente de mim, mas, puta merda, me excitou na hora enquanto eu consolava ela. Passei a mão nas costas dela e falei umas coisinhas gostosas, mas quando esquento, fico nervoso e começo a gaguejar um pouco. Depois recupero a compostura e, quando ela se acalmou, com os olhos cheios d'água, começou a falar normal. Aí falei: "Vem, te pago umas quesadilhas". Ela topou, disse que dava pra pegar o remédio depois. Haha, ela começou a rir. Levei ela, a gente conversou mais um pouco. Isso vai soar cruel, mas toda vez que ela segurava a vontade de chorar, se encostava no meu ombro pra soluçar. E, pô, isso me deixava mais duro ainda, adorava quando ela fazia isso. Comemos e tal, e ela só me perguntava: "Dani, por que tão nervoso?" A verdade é que eu tava era com muito tesão e não conseguia olhar nos olhos dela, porque ela começava a rir. Quando terminamos, fui me despedir, e ela chegou perto do meu ouvido e perguntou: "Você gosta de coroas?" Fiquei nervoso pra caralho e falei: "Imagina, que isso!" Haha, ela riu e disse: "A gente se vê, Danielito." Só passou a mão na minha cintura e me deu um beijo no rosto, que me deixou todo arrepiado. Me despedi e fui pegar o metrô. Agora quero saber o que faço pra chamar ela de novo, se rola alguma coisa ou como chegar nela de boa, hahaha.

Algumas fotos que consegui tirar dela


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2 comentários - Uma milf carente?