Quinta-feira, 2 de abrilQuinta-feira de manhã. Eu sempre acordava primeiro. Lá pelas 9 horas, a Sonia apareceu e eu fiquei duro na hora que vi ela. Ela estava de calcinha e sutiã, mas o sutiã era super transparente e dava pra ver os bicos dos peitos completamente.
- O que foi? Ela me disse com um sorriso
- Nada, nada, falei olhando pras tetas dela
- Você já viu e já apalpou, um sutiã meio transparente te afeta? A Sonia falou
- Não é que... eu disse tentando me recompor da situação. Minha irmã tinha razão, mas eu não conseguia evitar
- Tá muito calor, ela disse
- Tá de boa, não me incomoda, falei
- Não, imagino, haha. Por mim, você também pode andar de cueca, que não me afeta, minha irmã falou
- Bom, vou pensar, respondi
- Vamos tomar café que tô com fome, ela disse simpática
- E a noite? Perguntei
- O que você quer saber? Ela me provocou
- O que você quiser contar, cutuquei
- Foi muito bom, gozei pra caralho, duas vezes, minha irmã soltou como se fosse nada
- Ah, que bom que serviu, falei. Minha irmã tava soltinha
- Na primeira vez quase gozei na hora, ela disse na maior naturalidade
- E na segunda? Perguntei curioso
- Quando terminei a primeira vez, pausei o vídeo e não vi mais nada. Depois de um tempo, coloquei de novo e quando ela e você gozaram, eu gozei também.
- Olha só, muito bom, falei
- E você? Ela me perguntou
- Eu igual você na primeira vez, rápido e furioso, hehe, falei
- Tava muito excitado?
- Tava, sim, falei. Mas o que tava acontecendo com minha irmã pra fazer essas perguntas?
- Por me apalpar as tetas? Minha irmã disse, totalmente solta
- Sim, respondi com a voz fraca
- Eu gostei... ela disse e levantou pra ver a neném que tava chorando
Eu, por minha vez, bem perturbado com as palavras da minha irmã, levantei e fui pro meu quarto pra começar a trabalhar. Foi um dia de bastante trabalho de novo, então, exceto pra almoçar, não saí do meu quarto.
No fim da tarde, minha irmã me pediu de novo pra tirar o leite dela. O mesmo ritual do dia anterior. A Sonia parada de peitos de fora e eu acariciando os peitos dela. Porque aquilo já não era mais massagem, era sexo escancarado. Ela e eu sabíamos disso e, enquanto não passássemos de certos limites, tava tudo bem. Ia ser difícil manter a compostura com ela na minha frente e com aqueles peitos enormes e pesados que eu tinha diante de mim, mas eu ia tentar. Com bastante creme, como sempre, passei as mãos de um lado pro outro e terminei, dessa vez sem perguntar e olhando nos olhos dela, acariciando os dois peitos ao mesmo tempo e me demorando um bom tempo nos bicos dela. No último momento, apertei de leve o bico e ela gemeu. Saiu um jatinho de leite e eu peguei de novo com o dedo e bebi. Não tive coragem de passar a língua no bico.
— Como você gosta! — ela disse.
— Do leite? — perguntei.
— De tudo, de me tocar também — completou.
— Só eu? — falei.
— Não, claro, eu também, você faz muito bem — respondeu.
— Fico feliz que você esteja se acostumando e gostando — soltei.
— Isso vai ser um problema, tô me acostumando a gostar — disse minha irmã, cúmplice.
— Melhor — falei.
— Aliás, vi no vídeo que saiu uma quantidade grande de..., isso tudo não tá te perturbando muito? — completou minha irmã.
— Sim, e eu gosto, não esquenta.
— Bom, se você consegue se controlar...
— Consigo, a gente consegue se controlar — completei.
— É, você tem razão — disse minha irmã.
— Vi que você prestou atenção em como eu gozava — falei.
— Sim, e mesmo que dava pra ver pouco, a quantidade deu pra notar — reconheceu ela.
— É que depois de tocar esses peitos lindos todos os dias, eu tava muito carregado — falei solto.
— Obrigada, você também... — e ela se calou.
— Eu também o quê? — falei, encorajando ela.
— Você também tem uma... Boa pica", disse minha irmã sem filtro.
— Gostou? — perguntei.
— Sim, mesmo que tenha aparecido pouco — ela admitiu.
— É, outro dia te mostro um vídeo melhor — falei.
— Bom, é, ainda bem que baixamos ontem à noite — disse minha irmã, encerrando um pouco a conversa que tinha ficado muito quente e já me deixou de pau duro.Sexta-feira, 3 de abrilDe manhã, depois de tomar café da manhã e ver minha irmã dando de mamar pra Jazmín, pedi pra ela, por favor, apagar o vídeo, que a Paula não sabia que ela tinha gravado e, se viralizasse, eu ia me sentir muito mal. Ela disse que tinha guardado com a intenção de rever. Pedi pra ela tomar cuidado, por favor, e não mandar pra ninguém.
De tarde, depois do trabalho, fiz uma extração de porra que me deixou particularmente muito excitada, e se repetiu tudo dos dias anteriores, mas dessa vez foi quando ela saía do banho, então ela fez de peitos de fora e de calcinha. Fiquei um tempão brincando com os bicos dos peitos dela e quase coloquei o bico na minha boca. Foi muito excitante.
Depois disso, escrevi pra Paula.Eu: Oi
Paula: Oi
Eu: como você tá?
Paula: Bom, que estranho você escrevendo a essa hora
Eu: sim, queria saber como você tava, o que cê tá fazendo?
Paula: Tava vendo uma série na Netflix.
Eu: tô aqui no meu quarto
Paula: você ainda tá na casa da sua irmã?
Eu: SIM
Paula: Você vai ficar? A gente vai poder fazer outras videochamadas?
Eu: sim, fica tranquila
Paula: Bom, já que não vamos poder nos ver, vai ser a única coisa.
Eu: Sim, sabe que a gente vai se ver, mesmo que seja por câmera, todas as vezes que você quiser.
Paula: Todas?
Eu: SIM, tô muito tarada ultimamente
Paula: O que que cê tem?
Eu: Quer que eu te fale a verdade?
Paula: claro, a gente sempre conta tudo uma pra outra.
Eu: tô ajudando minha irmã a tirar a porra das tetas dela.
Paula: Ah, olha só você
Eu: No começo, era algo meramente técnico, mas foi ficando complicado.
Paula: Como? Me conta.
Eu: É meio pesado
Paula: Eu gosto mais assim.
Paula: me conta
Eu: no começo era só com o aparelho, mas com o tempo fui massageando com as mãos e, bom, isso me excita.
Paula: Mas… como é que são as massagens?
Eu: como eu te comeria…
Paula: Ah, beleza… tô ficando com tesão.
Eu: e eu
Paula: Me conta sobre as massagens na sua irmã
Eu: bom, escuta aí — e mandei um áudio pra ela com o seguinte:
Tudo começou porque doíam os peitos dela. Ela começou a se massagear na minha frente uma vez, antes de dar de mamar pra minha sobrinha. Depois, comprou uma bomba tira-leite e eu ajudei ela a usar. No fim, ela acabou pedindo pra eu massagear os peitos dela. No começo, tudo com muito cuidado e, aos poucos, eu fui me soltando mais. Comecei a tocar os bicos junto com os peitos, e aí ela pediu pra eu passar creme, e minhas mãos deslizavam melhor. Já comecei a percorrer o corpo dela com muito mais vontade a cada vez. Ontem, eu acariciei os bicos dela e ela gemeu, e depois admitiu que gostava. Hoje, de novo, fiquei apertando eles pra caralho.
Paula: Aiii, me deixou toda molhada com o que você falou, tô quase gozando
Eu: Só de lembrar, parece que tô vivendo tudo de novo.
Paula: Você gostaria de chupar os peitos da sua irmã?
Eu: sinceramente, sim. Tô morrendo de vontade.
Paula: Tô gozando, te imaginei chupando as tetas dela.
Eu: Eu tô quase gozando.
Paula: Imagina que tu tá chupando as tetas da sua irmã e eu tô chupando teu pau
Eu: gozei e tu não faz ideia como
Paula: Eu adoraria ver você apalpando os peitos da sua irmã, podia se gravar escondido.
Eu: Não seria ruim. Ela já te viu, cara.
Paula: O queeeee? Para! Como assim?
Eu: mostrei pra ela o vídeo de quando a gente se tocou na outra noite
Paula: Por que você gravou isso? Não gosto que faça isso sem meu consentimento.
Eu: É, tu tem razão, mas fiz isso pra me tocar depois se visse ela de novo.
Paula: E isso tem o que a ver com a sua irmã ter me visto?
Eu: Ela perguntou por você, mostrei umas fotos e ela quis mais.
Paula: Vou te matar.
Eu: Desculpa, é que eu tava muito tarada.
Paula: Imagino, mas não pode me mostrar pelada, ainda mais me masturbando.
Eu: Pros dois, porque no vídeo pequeno também tava eu batendo uma.
Paula: E a sua irmã, o que ela disse?
Eu: Me promete que isso fica entre a gente.
Eu: Por favor, me promete
Paula: SIM
Eu: Ela se masturbou olhando pra ele.
Paula: Tá me zoando? Sua irmã é uma puta que nem eu, adoro isso.
Eu: Sim, hoje a gente fala sobre isso.
Paula: Agora quero ver ela, a gostosa.
Eu: Isso vai ser mais difícil
Paula: Mesmo que seja gravando escondido, quero ver essas tetas que te deixam tão doido.
Eu: vamos ver
Sábado, 4 de abrilEra incrível como os dias estavam lindos. Parecia até de propósito. O país inteiro e o mundo trancados, e um sol brilhando lá fora com uma temperatura super agradável. Acordei com vontade de fazer um churrasco, subi na churrasqueira pra confirmar se alguma das duas estava livre e, pra minha decepção, as duas estavam ocupadas pra aquele dia, mas não pro dia seguinte. Então reservei pro domingo ao meio-dia e desci rapidinho.
A Sonia ainda tava dormindo e eu tava preparando o café da manhã. Quando me viro pra arrumar a mesa da cozinha, vejo minha irmã chegando. Ela tava com o cabelo bagunçado e vinha só de calcinha e sutiã. Eu olhava pra ela e não conseguia acreditar como ela era gostosa. Fiquei olhando besta pra ela, tanto que ela me tirou do devaneio:
- Ei! Que foi que você tá me olhando assim?
- É que eu tava pensando em outra coisa
- Em quê?
- No que eu tava falando ontem com a Paula, falei
- E o que vocês tavam falando?
- Me promete que não vai ficar brava, falei
- Ué, o que você fez? A Sonia me disse
- Nada, mas me promete
- Sei não, depende
- É uma besteira, falei
- Então me conta, ela disse seca
- Viu o vídeo que te mostrei? Perguntei
- Vi, e daí? Minha irmã tava ansiosa
- Bom, você deve ter visto que saiu muita porra
- Vi, e? A Sonia não queria esperar
- Bom, nada, que a Paula me perguntou o que tava rolando que eu tava tão tarado e eu contei, soltei
- Dá pra saber o que você contou pra ela? Minha irmã me olhava horrorizada
- Isso, que você tá me ajudando com massagens nos peitos e isso me deixou excitado
- Como você vai contar uma coisa dessas? Você é louco? Minha irmã tava soltando fogo pelos olhos
- Calma calma! Deixa eu te contar, falei tentando acalmá-la
- O que você vai me dizer? A Sonia tava puta
- Que ela não levou a mal, pelo contrário, falei sorrindo
- Como assim? — "Ao contrário?" — disse minha irmã
— Quero dizer que o que eu contei deixou ela com tesão, soltei
— Como assim deixou com tesão? Eu deixei ela com tesão? Sonia não entendia
— Não, bom, sei lá, a situação de eu apalpar seus peitos deixou ela com tesão e tanto que… parei
— Tanto que, o quê? Minha irmã queria saber tudo
— Tanto que acabamos nos masturbando de novo ontem, falei
— Como? Agora me conta, ela disse
— Melhor eu te mostrar e mostrei o chat e fiz ela ouvir o áudio
— Que tesão, isso me deixou com muito tesão. Mas você exagerou, acho, não devia ter contado pra ela
— Isso não é tudo. Falei com cara de envergonhado
— O que aconteceu? O que mais você fez?
— Contei que você viu nosso vídeo nos masturbando, e que você se tocou, falei pra minha irmã
— Você é louco?! Como vai contar isso pra ela? Minha irmã tinha se irritado de novo
— Mas Sonia, você percebe que a Paula levou numa boa eu ter mostrado um vídeo dela se masturbando?
— Sim, sim, reconheceu minha irmã, isso é verdade
— Bom, pensa que ela se mostrou nua, se masturbando e eu gravei sem o consentimento dela e mesmo assim não ficou tão brava e ficou excitada com tudo que a gente fez
— É verdade, diz minha irmã, eu teria ficado puta da vida
— Viu! Não era pra tanto, falei
— O problema é que seja de confiança e não fique falando besteira, minha irmã me diz
— Pode esquecer com a Paula, ela não vai falar nada
— Bom, melhor
À tarde, de novo as massagens. Quando estava fazendo, falei: A Paula adoraria ver seus peitos
— Por quê?
— Porque falei muito bem deles, falei enquanto continuava com a massagem
— Ah, é? E o que você disse? Minha irmã estava ficando com tesão
— Falei como eles são perfeitos e como eu gosto de apalpar eles
— Siiiim? Minha irmã sussurrava
— Falei que Massageio elas com creme, igual agora, e ela adorou, falei pra minha irmã
- Ah, é? Minha irmã tava adorando
- Sim, e contei com todos os detalhes como eu faço, e ela ficou toda excitada, soltei
- Ah, olha, e o que você contou exatamente? Minha irmã tava jogando um jogo perigoso
- Que eu adorava te tocar assim pelos lados, mas o que mais gosto é te tocar… deixei o silêncio
- Me tocar onde? Perguntou minha irmã excitada
- Te tocar os biquinhos assim, falei e comecei a acariciar forte o mamilo
- Aghhh, mmmmm, minha irmã pegou minha mão e apertou junto ao peito dela, enquanto com a outra se roçava por cima da calcinha
- E aí a Paula gozou, falei com a voz fraca
- AGhhh, vou pro banheiro, disse minha irmã e me deixou sentado ali com o pau bem duro
Fui pro banheiro de serviço e, parado na frente da pia, dei três sacudidas e gozei como um condenado. Voltei pra cena do crime e sentei
Um minuto depois, minha irmã saiu do banheiro como se nada
- Puta merda, como fiquei excitada, ainda bem que consegui me controlar, ela disse
- Sim, sim, falei também, tive que ir no banheiro
- Beleza, vai tirar meu leite? Ela disse rindo
- Agora pouco quase que você tira o meu, falei
- Haha, não se passa, ela avisou
- É que tive que correr pro banheiro também, confessei
- Foi tão na cara que entrei no banheiro pra me tocar?, minha irmã se perguntava
- Sim, Sônia, foi tão na cara, falei
- Vamos ter que nos controlar mais, ela disse
- Tá bom, vai ser difícil, mas vou tentar
- Continua, vai, minha irmã me instigava a terminar a extração do leite
- Sabe de uma coisa? Joguei pra minha irmã
- O quê? Ela diz
- A Paula quer ver seus peitos, joguei
- Manda uma foto sem aparecer o rosto, ela disse bem solta, até tenho várias de antes, não de agora
- Ela me pediu pra filmar quando eu te massajo, eu confessei
- Isso é demais, sei lá, ela falou
- Pensa só, você viu ela batendo uma, e ela pede algo em troca
- Bom, sei lá, a gente vê, minha irmã disse
- Além disso, como eu te falei, é de total confiança, eu disse
- Pode ser, amanhã a gente vê
- Sim, sim, não precisa ser agora, parecia que eu tinha convencido minha irmãDomingo, 5 de abrilApesar de tudo que vivi com a Sonia até aquele momento, naquela manhã acordei pensando no churrasco que ia fazer e no vinho que ia tomar. Porque se tem uma coisa que sou é de boa comida e boa bebida. Acordei tarde, umas 9 da manhã. Geralmente acordo às 7 ou 8. Na noite anterior, tinha tomado um pouco de uísque e ficado nas redes sociais antes de dormir, depois de conversar com minha irmã.
Durante o café da manhã com a Sonia, lembrei ela que hoje a gente ia comer churrasco, que já tinha reservado a churrasqueira do terraço.
Ao meio-dia, ela me ajudou de vez em quando na churrasqueira, subindo e descendo pra controlar uma salada de batata, cebola, ovo cozido e maionese que tava fazendo. Ela sabia que era minha salada preferida pra acompanhar um churrasco. Quando terminou a salada, colocou na geladeira e subiu pra ficar comigo junto com a Jazmín. Dessa vez, minha irmã subiu com uma camiseta sem sutiã, e a churrasqueira do lado tava ocupada por um casal do 4º andar. Vi como o cara não tirava os olhos das tetas da Sonia. A mulher tava mais preocupada com a Jazmín do que com outra coisa. Num momento, falei pra Sonia que o vizinho tava de olho nas tetas dela, e longe de ficar irritada, ela pareceu ter ficado feliz.
— Olha o que vou fazer, ela me diz.
— O que você vai fazer? Pergunto.
— Vejo ela pegar a Jazmín e colocar em outro lugar.
— Não entendi, falo.
— Já vai ver, ela diz.
— Continuo sem entender, falo, enquanto vejo a vizinha do 4º descer e ir pro apartamento dela, com certeza pegar umas coisas.
— Oi, gordinha, a Sonia diz se abaixando pra falar com a filha.
— Que puta que você é, falo, porque percebo que, se abaixando desse jeito, o vizinho tem uma visão completa das tetas da minha irmã.
— Mmmm, ela diz e vira a cabeça me olhando e rindo.
— Que vista boa ele deve ter tido, falo.
— Você não pode reclamar, não só pode ver, como também... Tocar, me diz minha irmã, divertida.
— Você gosta de se exibir assim? Te excita? — pergunto.
— Nunca tinha feito isso, mas sei lá, agora tô gostando, sim — admitiu minha irmã.
— Se você gosta de se mostrar, te proponho a gente gravar hoje pra mandar o vídeo pra Paula, ela vai agradecer — falo.
— Pode contar com isso — me diz minha irmã, cúmplice.
Pouco depois, a garota do 4º andar voltou, e minha irmã não quis levantar mais suspeitas, então não se exibiu mais daquele jeito. Comemos em paz, de vez em quando comentávamos algo dos últimos dias e das coisas que estávamos vivendo juntos. Guardamos tudo, apaguei o fogo e descemos pro apartamento. Sônia começou a lavar a louça e eu fiquei olhando pra ela de onde estava sentado. Tava tão bitolado nas tetas da Sônia que tinha esquecido completamente da bunda dela. Era linda. Redonda e perfeita que nem uma maçã.
— Sônia, falei tanto das suas tetas e da sua bunda não falei nada — joguei.
— Por quê? — ela perguntou sem se virar.
— Porque é perfeita também.
— Ah, beleza, valeu — ela disse e puxou a parte de trás da cintura, levantando o short, deixando metade das nádegas de fora.
— Agora gostei mais ainda — falei.
— É? — disse e mostrou mais raba.
— Tá exibicionista hoje! — falei.
— Pois é, viu! — disse, divertida, e continuou rebolando a raba.
De tarde, tomamos uns mates e ela ficou falando com o marido; parecia que iam conseguir uma passagem com escala em São Paulo pra ele voltar pra Argentina.
Durante o jantar, conversamos muito e combinamos que faríamos a extração de porra depois de colocar a Jazmín pra dormir, pra ficar mais tranquilos. Eu tava muito ansioso e excitado com a extração dessa noite. Será que ia conseguir que minha irmã deixasse eu filmar pra mandar o vídeo pra Paula? O tempo que minha irmã levou dando um pouco de peito e um pouco de mamadeira pra minha sobrinha parecia eterno. E ainda por cima, a Jazmín parecia Acordei e ela demorou mais de meia hora pra pegar no sono.
Finalmente chegou a hora das massagens e da extração. Não quis propor de cara se ela queria que a gente se filmasse pra mandar pra Paula. Deixei que ela tomasse a iniciativa primeiro. Fui no banheiro buscar tudo e voltei. Eu tava sentado numa cadeira só de shorts, sem camisa por causa do calor. Quando vi minha irmã vindo, quase tive um troço. Ela vinha andando de um jeito sensual, com o aparelho numa mão e o creme na outra, mas só tava usando uma calcinha minúscula e nada mais. Os peitos balançavam de um lado pro outro. Do meu lado, a ereção foi na hora, como se tivesse uma mola. Minha irmã parou na minha frente e me ofereceu o pote de creme.
Olhei ela parada ali, se oferecendo pelada pra eu tocar, e me senti realizado. Era uma mulherão. Passei creme nas duas mãos e comecei a esfregar, depois fui pro peito direito dela. Dessa vez, a Sonia não demorou pra começar a acariciar meu cabelo.
— Gosto quando você acaricia meu cabelo — falei.
— Ah, sim, e eu gosto quando você me acaricia desse jeito — ela respondeu.
— E isso é só o começo — falei.
— Pode demorar o quanto quiser — minha irmã me incentivou.
— Claro — falei, enquanto esfregava o peito dela pela lateral, chegando até a borda do mamilo, mas sem tocar, deixando no tesão.
— Hummm, tô gostando — minha irmã dizia.
— Não quer que a gente se filme pra mostrar pra Paula? — perguntei.
— Tá bom — ela respondeu.
— Espera, vou colocar o celular aqui — falei, e posicionei o aparelho de um jeito que dava pra ver os peitos dela perfeitamente.
— Vai, continua — ela ordenou.
— Claro — voltei pro peito que tava tocando, mas dessa vez mais devagar, com a ponta dos dedos percorrendo até chegar no mamilo e acariciar de leve.
— Hummm — minha irmã não aguentou, jogou a cabeça pra trás e com uma mão começou a tocar o próprio peito.
— Tá gostando? — perguntei. - Adoro isso, não para, por favor, me falou
- Não quero parar, respondi com sinceridade
- Toca a outra também, sussurrava pra mim
- Claro, eu dizia e começava a fazer o mesmo com a outra
- Aghhh, como eu gosto, falava e olhava de vez em quando pro celular
- Adoro que você goste tanto, falei
- Continua, me toca bem, do jeito que você quiser, me autorizou a Sonia
- Aghhh, peguei os dois peitos com as mãos e comecei a acariciar, terminando brincando com os bicos, que estavam durinhos como pedra
- Mmmm, adoro, ela dizia e acariciava minha cabeça de novo
- Siiim, eu falava enquanto brincava com os bicos dela, com minha boca a 5 cm deles
- Aghhh, ela gemeu
- Aughh, soltei um gemido enquanto saía um jatinho de porra e usava pra lubrificar mais os bicos com meus dedos, que depois levei à boca
- Aghh, vai, ela disse e empurrou minha cabeça pra frente com a mão, fazendo minha boca bater no bico dela
- Tem certeza? Perguntei e olhei pra ela
- Mmmm, ela fez um gesto afirmativo com a cabeça
- Aughh, foi tudo que precisei. Peguei o bico com os lábios primeiro, depois abri a boca e passei a língua nele
- Mmm, ela suspirava e com uma das mãos descia até a buceta
- Aghhh, adoro chupar seus peitos, agora eu juntava eles com as mãos e passava de um bico pro outro com a língua
- Já deu. Corta o vídeo, ela falou. Deixa eu ir ao banheiro
- Ok, falei e cortei o vídeo
- Valeu, ela disse e foi pro banheiro
- Valeu você, falei e entrei no meu quarto, depois de passar na cozinha pra pegar um copo d'água e um pacote de lenços
Me masturbei assim que cruzei a porta e gozei quase na hora. A quantidade de porra que saiu foi enorme, como se não tivesse batido uma por semanas, coisa que nunca me aconteceu. Depois me deitei na cama e fiquei vendo o vídeo pra ver como tinha ficado. Tinha ficado muito gostoso.
Continua…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comChama no Telegram: @reybaco2005
- O que foi? Ela me disse com um sorriso
- Nada, nada, falei olhando pras tetas dela
- Você já viu e já apalpou, um sutiã meio transparente te afeta? A Sonia falou
- Não é que... eu disse tentando me recompor da situação. Minha irmã tinha razão, mas eu não conseguia evitar
- Tá muito calor, ela disse
- Tá de boa, não me incomoda, falei
- Não, imagino, haha. Por mim, você também pode andar de cueca, que não me afeta, minha irmã falou
- Bom, vou pensar, respondi
- Vamos tomar café que tô com fome, ela disse simpática
- E a noite? Perguntei
- O que você quer saber? Ela me provocou
- O que você quiser contar, cutuquei
- Foi muito bom, gozei pra caralho, duas vezes, minha irmã soltou como se fosse nada
- Ah, que bom que serviu, falei. Minha irmã tava soltinha
- Na primeira vez quase gozei na hora, ela disse na maior naturalidade
- E na segunda? Perguntei curioso
- Quando terminei a primeira vez, pausei o vídeo e não vi mais nada. Depois de um tempo, coloquei de novo e quando ela e você gozaram, eu gozei também.
- Olha só, muito bom, falei
- E você? Ela me perguntou
- Eu igual você na primeira vez, rápido e furioso, hehe, falei
- Tava muito excitado?
- Tava, sim, falei. Mas o que tava acontecendo com minha irmã pra fazer essas perguntas?
- Por me apalpar as tetas? Minha irmã disse, totalmente solta
- Sim, respondi com a voz fraca
- Eu gostei... ela disse e levantou pra ver a neném que tava chorando
Eu, por minha vez, bem perturbado com as palavras da minha irmã, levantei e fui pro meu quarto pra começar a trabalhar. Foi um dia de bastante trabalho de novo, então, exceto pra almoçar, não saí do meu quarto.
No fim da tarde, minha irmã me pediu de novo pra tirar o leite dela. O mesmo ritual do dia anterior. A Sonia parada de peitos de fora e eu acariciando os peitos dela. Porque aquilo já não era mais massagem, era sexo escancarado. Ela e eu sabíamos disso e, enquanto não passássemos de certos limites, tava tudo bem. Ia ser difícil manter a compostura com ela na minha frente e com aqueles peitos enormes e pesados que eu tinha diante de mim, mas eu ia tentar. Com bastante creme, como sempre, passei as mãos de um lado pro outro e terminei, dessa vez sem perguntar e olhando nos olhos dela, acariciando os dois peitos ao mesmo tempo e me demorando um bom tempo nos bicos dela. No último momento, apertei de leve o bico e ela gemeu. Saiu um jatinho de leite e eu peguei de novo com o dedo e bebi. Não tive coragem de passar a língua no bico.
— Como você gosta! — ela disse.
— Do leite? — perguntei.
— De tudo, de me tocar também — completou.
— Só eu? — falei.
— Não, claro, eu também, você faz muito bem — respondeu.
— Fico feliz que você esteja se acostumando e gostando — soltei.
— Isso vai ser um problema, tô me acostumando a gostar — disse minha irmã, cúmplice.
— Melhor — falei.
— Aliás, vi no vídeo que saiu uma quantidade grande de..., isso tudo não tá te perturbando muito? — completou minha irmã.
— Sim, e eu gosto, não esquenta.
— Bom, se você consegue se controlar...
— Consigo, a gente consegue se controlar — completei.
— É, você tem razão — disse minha irmã.
— Vi que você prestou atenção em como eu gozava — falei.
— Sim, e mesmo que dava pra ver pouco, a quantidade deu pra notar — reconheceu ela.
— É que depois de tocar esses peitos lindos todos os dias, eu tava muito carregado — falei solto.
— Obrigada, você também... — e ela se calou.
— Eu também o quê? — falei, encorajando ela.
— Você também tem uma... Boa pica", disse minha irmã sem filtro.
— Gostou? — perguntei.
— Sim, mesmo que tenha aparecido pouco — ela admitiu.
— É, outro dia te mostro um vídeo melhor — falei.
— Bom, é, ainda bem que baixamos ontem à noite — disse minha irmã, encerrando um pouco a conversa que tinha ficado muito quente e já me deixou de pau duro.Sexta-feira, 3 de abrilDe manhã, depois de tomar café da manhã e ver minha irmã dando de mamar pra Jazmín, pedi pra ela, por favor, apagar o vídeo, que a Paula não sabia que ela tinha gravado e, se viralizasse, eu ia me sentir muito mal. Ela disse que tinha guardado com a intenção de rever. Pedi pra ela tomar cuidado, por favor, e não mandar pra ninguém.
De tarde, depois do trabalho, fiz uma extração de porra que me deixou particularmente muito excitada, e se repetiu tudo dos dias anteriores, mas dessa vez foi quando ela saía do banho, então ela fez de peitos de fora e de calcinha. Fiquei um tempão brincando com os bicos dos peitos dela e quase coloquei o bico na minha boca. Foi muito excitante.
Depois disso, escrevi pra Paula.Eu: Oi
Paula: Oi
Eu: como você tá?
Paula: Bom, que estranho você escrevendo a essa hora
Eu: sim, queria saber como você tava, o que cê tá fazendo?
Paula: Tava vendo uma série na Netflix.
Eu: tô aqui no meu quarto
Paula: você ainda tá na casa da sua irmã?
Eu: SIM
Paula: Você vai ficar? A gente vai poder fazer outras videochamadas?
Eu: sim, fica tranquila
Paula: Bom, já que não vamos poder nos ver, vai ser a única coisa.
Eu: Sim, sabe que a gente vai se ver, mesmo que seja por câmera, todas as vezes que você quiser.
Paula: Todas?
Eu: SIM, tô muito tarada ultimamente
Paula: O que que cê tem?
Eu: Quer que eu te fale a verdade?
Paula: claro, a gente sempre conta tudo uma pra outra.
Eu: tô ajudando minha irmã a tirar a porra das tetas dela.
Paula: Ah, olha só você
Eu: No começo, era algo meramente técnico, mas foi ficando complicado.
Paula: Como? Me conta.
Eu: É meio pesado
Paula: Eu gosto mais assim.
Paula: me conta
Eu: no começo era só com o aparelho, mas com o tempo fui massageando com as mãos e, bom, isso me excita.
Paula: Mas… como é que são as massagens?
Eu: como eu te comeria…
Paula: Ah, beleza… tô ficando com tesão.
Eu: e eu
Paula: Me conta sobre as massagens na sua irmã
Eu: bom, escuta aí — e mandei um áudio pra ela com o seguinte:
Tudo começou porque doíam os peitos dela. Ela começou a se massagear na minha frente uma vez, antes de dar de mamar pra minha sobrinha. Depois, comprou uma bomba tira-leite e eu ajudei ela a usar. No fim, ela acabou pedindo pra eu massagear os peitos dela. No começo, tudo com muito cuidado e, aos poucos, eu fui me soltando mais. Comecei a tocar os bicos junto com os peitos, e aí ela pediu pra eu passar creme, e minhas mãos deslizavam melhor. Já comecei a percorrer o corpo dela com muito mais vontade a cada vez. Ontem, eu acariciei os bicos dela e ela gemeu, e depois admitiu que gostava. Hoje, de novo, fiquei apertando eles pra caralho.
Paula: Aiii, me deixou toda molhada com o que você falou, tô quase gozando
Eu: Só de lembrar, parece que tô vivendo tudo de novo.
Paula: Você gostaria de chupar os peitos da sua irmã?
Eu: sinceramente, sim. Tô morrendo de vontade.
Paula: Tô gozando, te imaginei chupando as tetas dela.
Eu: Eu tô quase gozando.
Paula: Imagina que tu tá chupando as tetas da sua irmã e eu tô chupando teu pau
Eu: gozei e tu não faz ideia como
Paula: Eu adoraria ver você apalpando os peitos da sua irmã, podia se gravar escondido.
Eu: Não seria ruim. Ela já te viu, cara.
Paula: O queeeee? Para! Como assim?
Eu: mostrei pra ela o vídeo de quando a gente se tocou na outra noite
Paula: Por que você gravou isso? Não gosto que faça isso sem meu consentimento.
Eu: É, tu tem razão, mas fiz isso pra me tocar depois se visse ela de novo.
Paula: E isso tem o que a ver com a sua irmã ter me visto?
Eu: Ela perguntou por você, mostrei umas fotos e ela quis mais.
Paula: Vou te matar.
Eu: Desculpa, é que eu tava muito tarada.
Paula: Imagino, mas não pode me mostrar pelada, ainda mais me masturbando.
Eu: Pros dois, porque no vídeo pequeno também tava eu batendo uma.
Paula: E a sua irmã, o que ela disse?
Eu: Me promete que isso fica entre a gente.
Eu: Por favor, me promete
Paula: SIM
Eu: Ela se masturbou olhando pra ele.
Paula: Tá me zoando? Sua irmã é uma puta que nem eu, adoro isso.
Eu: Sim, hoje a gente fala sobre isso.
Paula: Agora quero ver ela, a gostosa.
Eu: Isso vai ser mais difícil
Paula: Mesmo que seja gravando escondido, quero ver essas tetas que te deixam tão doido.
Eu: vamos ver
Sábado, 4 de abrilEra incrível como os dias estavam lindos. Parecia até de propósito. O país inteiro e o mundo trancados, e um sol brilhando lá fora com uma temperatura super agradável. Acordei com vontade de fazer um churrasco, subi na churrasqueira pra confirmar se alguma das duas estava livre e, pra minha decepção, as duas estavam ocupadas pra aquele dia, mas não pro dia seguinte. Então reservei pro domingo ao meio-dia e desci rapidinho.
A Sonia ainda tava dormindo e eu tava preparando o café da manhã. Quando me viro pra arrumar a mesa da cozinha, vejo minha irmã chegando. Ela tava com o cabelo bagunçado e vinha só de calcinha e sutiã. Eu olhava pra ela e não conseguia acreditar como ela era gostosa. Fiquei olhando besta pra ela, tanto que ela me tirou do devaneio:
- Ei! Que foi que você tá me olhando assim?
- É que eu tava pensando em outra coisa
- Em quê?
- No que eu tava falando ontem com a Paula, falei
- E o que vocês tavam falando?
- Me promete que não vai ficar brava, falei
- Ué, o que você fez? A Sonia me disse
- Nada, mas me promete
- Sei não, depende
- É uma besteira, falei
- Então me conta, ela disse seca
- Viu o vídeo que te mostrei? Perguntei
- Vi, e daí? Minha irmã tava ansiosa
- Bom, você deve ter visto que saiu muita porra
- Vi, e? A Sonia não queria esperar
- Bom, nada, que a Paula me perguntou o que tava rolando que eu tava tão tarado e eu contei, soltei
- Dá pra saber o que você contou pra ela? Minha irmã me olhava horrorizada
- Isso, que você tá me ajudando com massagens nos peitos e isso me deixou excitado
- Como você vai contar uma coisa dessas? Você é louco? Minha irmã tava soltando fogo pelos olhos
- Calma calma! Deixa eu te contar, falei tentando acalmá-la
- O que você vai me dizer? A Sonia tava puta
- Que ela não levou a mal, pelo contrário, falei sorrindo
- Como assim? — "Ao contrário?" — disse minha irmã
— Quero dizer que o que eu contei deixou ela com tesão, soltei
— Como assim deixou com tesão? Eu deixei ela com tesão? Sonia não entendia
— Não, bom, sei lá, a situação de eu apalpar seus peitos deixou ela com tesão e tanto que… parei
— Tanto que, o quê? Minha irmã queria saber tudo
— Tanto que acabamos nos masturbando de novo ontem, falei
— Como? Agora me conta, ela disse
— Melhor eu te mostrar e mostrei o chat e fiz ela ouvir o áudio
— Que tesão, isso me deixou com muito tesão. Mas você exagerou, acho, não devia ter contado pra ela
— Isso não é tudo. Falei com cara de envergonhado
— O que aconteceu? O que mais você fez?
— Contei que você viu nosso vídeo nos masturbando, e que você se tocou, falei pra minha irmã
— Você é louco?! Como vai contar isso pra ela? Minha irmã tinha se irritado de novo
— Mas Sonia, você percebe que a Paula levou numa boa eu ter mostrado um vídeo dela se masturbando?
— Sim, sim, reconheceu minha irmã, isso é verdade
— Bom, pensa que ela se mostrou nua, se masturbando e eu gravei sem o consentimento dela e mesmo assim não ficou tão brava e ficou excitada com tudo que a gente fez
— É verdade, diz minha irmã, eu teria ficado puta da vida
— Viu! Não era pra tanto, falei
— O problema é que seja de confiança e não fique falando besteira, minha irmã me diz
— Pode esquecer com a Paula, ela não vai falar nada
— Bom, melhor
À tarde, de novo as massagens. Quando estava fazendo, falei: A Paula adoraria ver seus peitos
— Por quê?
— Porque falei muito bem deles, falei enquanto continuava com a massagem
— Ah, é? E o que você disse? Minha irmã estava ficando com tesão
— Falei como eles são perfeitos e como eu gosto de apalpar eles
— Siiiim? Minha irmã sussurrava
— Falei que Massageio elas com creme, igual agora, e ela adorou, falei pra minha irmã
- Ah, é? Minha irmã tava adorando
- Sim, e contei com todos os detalhes como eu faço, e ela ficou toda excitada, soltei
- Ah, olha, e o que você contou exatamente? Minha irmã tava jogando um jogo perigoso
- Que eu adorava te tocar assim pelos lados, mas o que mais gosto é te tocar… deixei o silêncio
- Me tocar onde? Perguntou minha irmã excitada
- Te tocar os biquinhos assim, falei e comecei a acariciar forte o mamilo
- Aghhh, mmmmm, minha irmã pegou minha mão e apertou junto ao peito dela, enquanto com a outra se roçava por cima da calcinha
- E aí a Paula gozou, falei com a voz fraca
- AGhhh, vou pro banheiro, disse minha irmã e me deixou sentado ali com o pau bem duro
Fui pro banheiro de serviço e, parado na frente da pia, dei três sacudidas e gozei como um condenado. Voltei pra cena do crime e sentei
Um minuto depois, minha irmã saiu do banheiro como se nada
- Puta merda, como fiquei excitada, ainda bem que consegui me controlar, ela disse
- Sim, sim, falei também, tive que ir no banheiro
- Beleza, vai tirar meu leite? Ela disse rindo
- Agora pouco quase que você tira o meu, falei
- Haha, não se passa, ela avisou
- É que tive que correr pro banheiro também, confessei
- Foi tão na cara que entrei no banheiro pra me tocar?, minha irmã se perguntava
- Sim, Sônia, foi tão na cara, falei
- Vamos ter que nos controlar mais, ela disse
- Tá bom, vai ser difícil, mas vou tentar
- Continua, vai, minha irmã me instigava a terminar a extração do leite
- Sabe de uma coisa? Joguei pra minha irmã
- O quê? Ela diz
- A Paula quer ver seus peitos, joguei
- Manda uma foto sem aparecer o rosto, ela disse bem solta, até tenho várias de antes, não de agora
- Ela me pediu pra filmar quando eu te massajo, eu confessei
- Isso é demais, sei lá, ela falou
- Pensa só, você viu ela batendo uma, e ela pede algo em troca
- Bom, sei lá, a gente vê, minha irmã disse
- Além disso, como eu te falei, é de total confiança, eu disse
- Pode ser, amanhã a gente vê
- Sim, sim, não precisa ser agora, parecia que eu tinha convencido minha irmãDomingo, 5 de abrilApesar de tudo que vivi com a Sonia até aquele momento, naquela manhã acordei pensando no churrasco que ia fazer e no vinho que ia tomar. Porque se tem uma coisa que sou é de boa comida e boa bebida. Acordei tarde, umas 9 da manhã. Geralmente acordo às 7 ou 8. Na noite anterior, tinha tomado um pouco de uísque e ficado nas redes sociais antes de dormir, depois de conversar com minha irmã.
Durante o café da manhã com a Sonia, lembrei ela que hoje a gente ia comer churrasco, que já tinha reservado a churrasqueira do terraço.
Ao meio-dia, ela me ajudou de vez em quando na churrasqueira, subindo e descendo pra controlar uma salada de batata, cebola, ovo cozido e maionese que tava fazendo. Ela sabia que era minha salada preferida pra acompanhar um churrasco. Quando terminou a salada, colocou na geladeira e subiu pra ficar comigo junto com a Jazmín. Dessa vez, minha irmã subiu com uma camiseta sem sutiã, e a churrasqueira do lado tava ocupada por um casal do 4º andar. Vi como o cara não tirava os olhos das tetas da Sonia. A mulher tava mais preocupada com a Jazmín do que com outra coisa. Num momento, falei pra Sonia que o vizinho tava de olho nas tetas dela, e longe de ficar irritada, ela pareceu ter ficado feliz.
— Olha o que vou fazer, ela me diz.
— O que você vai fazer? Pergunto.
— Vejo ela pegar a Jazmín e colocar em outro lugar.
— Não entendi, falo.
— Já vai ver, ela diz.
— Continuo sem entender, falo, enquanto vejo a vizinha do 4º descer e ir pro apartamento dela, com certeza pegar umas coisas.
— Oi, gordinha, a Sonia diz se abaixando pra falar com a filha.
— Que puta que você é, falo, porque percebo que, se abaixando desse jeito, o vizinho tem uma visão completa das tetas da minha irmã.
— Mmmm, ela diz e vira a cabeça me olhando e rindo.
— Que vista boa ele deve ter tido, falo.
— Você não pode reclamar, não só pode ver, como também... Tocar, me diz minha irmã, divertida.
— Você gosta de se exibir assim? Te excita? — pergunto.
— Nunca tinha feito isso, mas sei lá, agora tô gostando, sim — admitiu minha irmã.
— Se você gosta de se mostrar, te proponho a gente gravar hoje pra mandar o vídeo pra Paula, ela vai agradecer — falo.
— Pode contar com isso — me diz minha irmã, cúmplice.
Pouco depois, a garota do 4º andar voltou, e minha irmã não quis levantar mais suspeitas, então não se exibiu mais daquele jeito. Comemos em paz, de vez em quando comentávamos algo dos últimos dias e das coisas que estávamos vivendo juntos. Guardamos tudo, apaguei o fogo e descemos pro apartamento. Sônia começou a lavar a louça e eu fiquei olhando pra ela de onde estava sentado. Tava tão bitolado nas tetas da Sônia que tinha esquecido completamente da bunda dela. Era linda. Redonda e perfeita que nem uma maçã.
— Sônia, falei tanto das suas tetas e da sua bunda não falei nada — joguei.
— Por quê? — ela perguntou sem se virar.
— Porque é perfeita também.
— Ah, beleza, valeu — ela disse e puxou a parte de trás da cintura, levantando o short, deixando metade das nádegas de fora.
— Agora gostei mais ainda — falei.
— É? — disse e mostrou mais raba.
— Tá exibicionista hoje! — falei.
— Pois é, viu! — disse, divertida, e continuou rebolando a raba.
De tarde, tomamos uns mates e ela ficou falando com o marido; parecia que iam conseguir uma passagem com escala em São Paulo pra ele voltar pra Argentina.
Durante o jantar, conversamos muito e combinamos que faríamos a extração de porra depois de colocar a Jazmín pra dormir, pra ficar mais tranquilos. Eu tava muito ansioso e excitado com a extração dessa noite. Será que ia conseguir que minha irmã deixasse eu filmar pra mandar o vídeo pra Paula? O tempo que minha irmã levou dando um pouco de peito e um pouco de mamadeira pra minha sobrinha parecia eterno. E ainda por cima, a Jazmín parecia Acordei e ela demorou mais de meia hora pra pegar no sono.
Finalmente chegou a hora das massagens e da extração. Não quis propor de cara se ela queria que a gente se filmasse pra mandar pra Paula. Deixei que ela tomasse a iniciativa primeiro. Fui no banheiro buscar tudo e voltei. Eu tava sentado numa cadeira só de shorts, sem camisa por causa do calor. Quando vi minha irmã vindo, quase tive um troço. Ela vinha andando de um jeito sensual, com o aparelho numa mão e o creme na outra, mas só tava usando uma calcinha minúscula e nada mais. Os peitos balançavam de um lado pro outro. Do meu lado, a ereção foi na hora, como se tivesse uma mola. Minha irmã parou na minha frente e me ofereceu o pote de creme.
Olhei ela parada ali, se oferecendo pelada pra eu tocar, e me senti realizado. Era uma mulherão. Passei creme nas duas mãos e comecei a esfregar, depois fui pro peito direito dela. Dessa vez, a Sonia não demorou pra começar a acariciar meu cabelo.
— Gosto quando você acaricia meu cabelo — falei.
— Ah, sim, e eu gosto quando você me acaricia desse jeito — ela respondeu.
— E isso é só o começo — falei.
— Pode demorar o quanto quiser — minha irmã me incentivou.
— Claro — falei, enquanto esfregava o peito dela pela lateral, chegando até a borda do mamilo, mas sem tocar, deixando no tesão.
— Hummm, tô gostando — minha irmã dizia.
— Não quer que a gente se filme pra mostrar pra Paula? — perguntei.
— Tá bom — ela respondeu.
— Espera, vou colocar o celular aqui — falei, e posicionei o aparelho de um jeito que dava pra ver os peitos dela perfeitamente.
— Vai, continua — ela ordenou.
— Claro — voltei pro peito que tava tocando, mas dessa vez mais devagar, com a ponta dos dedos percorrendo até chegar no mamilo e acariciar de leve.
— Hummm — minha irmã não aguentou, jogou a cabeça pra trás e com uma mão começou a tocar o próprio peito.
— Tá gostando? — perguntei. - Adoro isso, não para, por favor, me falou
- Não quero parar, respondi com sinceridade
- Toca a outra também, sussurrava pra mim
- Claro, eu dizia e começava a fazer o mesmo com a outra
- Aghhh, como eu gosto, falava e olhava de vez em quando pro celular
- Adoro que você goste tanto, falei
- Continua, me toca bem, do jeito que você quiser, me autorizou a Sonia
- Aghhh, peguei os dois peitos com as mãos e comecei a acariciar, terminando brincando com os bicos, que estavam durinhos como pedra
- Mmmm, adoro, ela dizia e acariciava minha cabeça de novo
- Siiim, eu falava enquanto brincava com os bicos dela, com minha boca a 5 cm deles
- Aghhh, ela gemeu
- Aughh, soltei um gemido enquanto saía um jatinho de porra e usava pra lubrificar mais os bicos com meus dedos, que depois levei à boca
- Aghh, vai, ela disse e empurrou minha cabeça pra frente com a mão, fazendo minha boca bater no bico dela
- Tem certeza? Perguntei e olhei pra ela
- Mmmm, ela fez um gesto afirmativo com a cabeça
- Aughh, foi tudo que precisei. Peguei o bico com os lábios primeiro, depois abri a boca e passei a língua nele
- Mmm, ela suspirava e com uma das mãos descia até a buceta
- Aghhh, adoro chupar seus peitos, agora eu juntava eles com as mãos e passava de um bico pro outro com a língua
- Já deu. Corta o vídeo, ela falou. Deixa eu ir ao banheiro
- Ok, falei e cortei o vídeo
- Valeu, ela disse e foi pro banheiro
- Valeu você, falei e entrei no meu quarto, depois de passar na cozinha pra pegar um copo d'água e um pacote de lenços
Me masturbei assim que cruzei a porta e gozei quase na hora. A quantidade de porra que saiu foi enorme, como se não tivesse batido uma por semanas, coisa que nunca me aconteceu. Depois me deitei na cama e fiquei vendo o vídeo pra ver como tinha ficado. Tinha ficado muito gostoso.
Continua…
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36 comentários - Quarentena com minha irmã (5) incesto
Gracias
te mando un abrazo
Se hace lo que se puede en la redacción
pronto subo la parte 6 y espero que te gute tanto como esta
Gracias
Abrazo
Abrazo a mi fiel lector
Abrazo
Besos
Si alguien lo hizo es porque me lo robó
Gracias
Pronto la parte 6
te felicito y dedicate a esto