Meu amo me usou com casamento dominante

Na segunda de manhã, meu dono me perguntou se podia me ligar. Estranho, porque sempre conversamos por mensagem. Ele me ligou às 8. Disse que queria que eu estivesse disponível na sexta à noite e que me liberava no sábado às 6. Perguntei o que a gente ia fazer, e ele falou que não era da minha conta e que não falava mais comigo até sexta, quando eu fosse buscá-lo às 21h na casa dele. Fiquei ansioso e com o pau duro a semana toda. Ontem fui buscá-lo, e ele disse que a gente ia pra um apartamento no centro. Que era de um casal amigo que veio de Buenos Aires, que os dois eram dominadores, que tinham escravos lá, que ele devia um favor pra eles porque quando ia pra Buenos Aires eles emprestavam algum escravo, e que hoje ele ia me emprestar. Falou que, infelizmente, eles eram mais sádicos que ele, mas que eu ia ter que satisfazer eles do mesmo jeito. Perguntei quão sádicos, e ele disse "muito". Fiquei com um pouco de medo, mas não tinha escolha. Tocaram a campainha, e desceu um homem. Eles se abraçaram e se beijaram na boca, nem me deram bola. Entraram, e eu fui atrás. No apartamento, a esposa esperava, vestida com uma minissaia de couro preta, sutiã preto e salto alto preto. Eu entrei por último, fiquei parado. Meu dono cumprimentou ela e disse: "Trouxe meu cachorro aqui pra vocês." "Você treinou ele bem? Já sabe do que a gente gosta." "Ele vai obedecer, deixo ele com vocês." "Não, fica, vamos usar juntos, faz tempo que a gente não se vê." Disse ela. "Traz ele." Meu dono veio, colocou uma coleira em mim e me fez ir de quatro. Eles me olharam, puxaram a coleira pra me levantar, me despiraram completamente. Meu pau tava duro. "Pau bonito", ela disse, se ajoelhou e me chupou. "Mas meus escravos não têm pau, a menos que eu precise, e agora não quero. Traz a gaiola", falou pro marido. Meu pau não baixava, então ela começou a castigar ele forte, primeiro com tapas e depois pisou. A dor fez eu chorar e a ereção cair, aí ela colocou a gaiola e me amarraram numa cadeira. "Antes de usar esse lixo, preciso que dois homens me dêem o pau", ela disse. Os três se despiraram e transaram por uma hora. E eu olhando. O marido gozou na bunda dela, e meu dono na boca. boca. Ela veio andando, abriu minha boca e cuspiu o cum dela na minha, me desamarrou, me jogou no chão, colocou a bunda dela na minha boca e, fazendo força, soltou a porra suja do marido. Eu tive ânsia e muito nojo. Me levou engatinhando até o sofá e eu limpei a pica dos dois. Me amarraram numa estrutura e eles tomaram cerveja. "Bom, vamos começar." Disse ela, que era a mais dominante. Chegou perto de mim com um chicote e me deu 20 bem fortes. Enquanto eu gritava, colocaram uma bola na minha boca. Ela colocou umas pinças nos meus mamilos e outras duas nos meus testículos, tudo ligado num aparelhinho. Ligou e começou a me dar choque elétrico, aumentando a intensidade. Me desamarraram e ela me penetrou primeiro com um plug e depois com um strap-on que ela vestiu. Os dois homens já estavam de pica dura, então ela saiu e me fez servir os dois pelo cu e pela boca, meu amo. Encheu minha bunda de porra e o marido encheu minha boca. Voltaram a tomar cerveja e ela disse: "Pobre cachorro, deve estar com sede." Me levaram ao banheiro, me deitei na banheira e, um por um, mijaram na minha boca. Tive que tomar tudo. Ela me fez tomar banho e me levou pra cama, tirou minha gaiola, mandou o marido fazer eu ficar duro. Começou a chupar meu pau. Quando ficou bem duro, ela saiu e apareceu com uma vara fina e redonda de aço. Pegou meu pau e começou a enfiar aquela barra pela uretra, deixando ela enfiada dentro da minha pica, que ardia pra caralho. Ela tirava e enfiava várias vezes. Deixou ela lá dentro e amarrou meus testículos bem forte, pensei que ia arrancar, e chupou meu pau. Com a vara dentro, me levaram pra sala, me jogaram no chão e ela ficou em cima do meu abdômen com os saltos, enquanto os homens seguravam minhas pernas e braços. Eu chorava de dor, não sabia o que doía mais: a pica penetrada, os ovos amarrados ou os saltos me machucando. Depois disso, ela sentou na minha cara e usou de consolo. Já pela janela dava pra ver que era noite. Eles estavam cansados, me desamarraram, tiraram a vara e me deixaram ir. Cheguei em casa há pouco tempo. Acho que vou ter que dormir o dia inteiro e me curar. Feridas que tenho... Meu dono ligou pra me parabenizar e disse que ia me usar essa semana.

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