Como prometi pra comemorar as interações, os pontos e a chegada do décimo post dessa saga, esse post vai ser mais longo pra vocês aproveitarem ainda mais.
Assim que ouvimos barulho na entrada do quarto, decidimos, como eu disse, nos trancar no banheiro com a Cata.
Quando estávamos lá em silêncio, ouvimos minha sogra murmurar alguma coisa.
Sogra: vem, entra, dá logo, não tem ninguém. Minha filha deve estar por aí com meu genro, mas não demora pra chegar.
Senhor X: mas e se ela voltar rápido?
Sogra: se voltar, eu resolvo.
Dá pra ouvir eles entrando e fechando a porta.
Na hora, minha sogra abaixa a calça do homem, tirando o cinto rapidinho.
Sogra: e agora? Vai aguentar, seu bunda mole? Ficou me olhando muito no jantar e depois me chamou pra beber algo pra me comer, né?
Nesse momento, o Senhor X, que tava com uma cara de prazer e surpresa ao mesmo tempo, pega o rosto da minha sogra e leva ela até o pau dele, ainda meio mole, pra ela chupar.
Sogra: que foi? Haha não sobe? Precisa disso pra subir?
Aí minha sogra cuspiu no pau dele e agarrou ele pela cintura, chupando fundo, fazendo uma garganta profunda que nenhuma das filhas dela tinha feito até então.
Cata: cê tá ouvindo isso? Mamãe tá chupando aquele senhor que nos viu!
Eu: sim, incrível como sua velha se comporta. O que cê tá fazendo? — falei baixinho.
A Catalina tinha pegado no meu pau e batia uma muito rápido enquanto tentava espiar pela porta que tinha ficado entreaberta do banheiro.
Eu: garota... Ahhhhg, que mão você tem.
Cata: tô muito tesuda, cunhado, desculpa, minha mãe é uma puta.
Nesse momento, não tinham passado nem 5 minutos desde que entraram no quarto e de repente se ouviu um gemido e uma respiração muito ofegante.
Sogra: que foi? Já vai gozar? Não aguentou nada, papai.
Senhor X: não consigo... Ahhhg, realmente é um dos melhores boquetes que já recebi.
Sogra: e se eu fizer isso? — nessa hora ela olhava ele nos olhos e pedia pra ele gozar pro Senhor X se Acabou tudo
Sogra: porra, quero porra, manda logo papiii, me dá, vai
Senhor X: ahhhhhhhhhggg — um gemido incrível do veterano —
Dava pra ver que a carinha da minha sogra tinha ficado toda melada de porra e cheia de tesão ao ver que aquele homem que ela tinha seduzido tava completamente derrotado pela língua dela.
O Senhor X saiu do quarto e minha sogra foi com ele, porque ele ia buscar água na recepção, mas não sem antes limpar um pouco aquela porra toda que tinha na cara.
Cata: já foram, tô muito excitada Tomi, me come
Eu: não, vou embora, sua mãe já vem, não dá tempo.
Além disso, sua irmã deve estar me esperando ou algo assim
Cata: e o que eu faço então?? Pqp Tomasss
Fui pro meu quarto, cheguei e a Sofia tava dormindo. Deitei do lado dela e depois de um tempo levantei, não conseguia dormir. Saí do quarto pra dar uma volta e encontro, num canto, num dos corredores, a Florencia fazendo um boquete num cara que eu nem fazia ideia de quem era nem como chegou naquilo.
Fui me aproximando sem ser visto, a noite tava tranquila e naquele horário ninguém andava pelos corredores, então consegui escutar uns diálogos.
Cara: tava com tanta vontade de chupar uma rola, mocinha? Nem sabe meu nome
Flor: cala a boca e continua fodendo minha boca
Literalmente o cara tinha ela ajoelhada com a mão na nuca dela e fodendo a boca da minha cunhada, que tinha tirado os peitos pra fora do moletom pra deixar a parada mais gostosa pro cara quando ele visse.
Cara: e seu namorado? Por que não acorda ele em vez de ficar perguntando pelos corredores?
Flor: porque meu namorado é um broxa e já me deu tudo essa noite.
Nessa hora comecei a falar alto no corredor pra eles verem que vinha gente, e de repente o cara saiu, arrumando a calça, enquanto a Flor começava a andar pro quarto dela.
Interceptei ela e ela disse
Flor: oi Tomi, o que faz a essa hora?
Eu: vejo que não posso perguntar a mesma coisa porque já sei..
Flor: sabe o quê?
Eu: vi como você deixava ele bem à vontade Cara, o mano que tava saindo do corredor
Flor: shiu, fica quieto e não viu nada, ok?
Eu: tranquilo, vou dormir
Flor: espera... — ela me intercepta e pega no meu volume — não pode ir assim.. você interrompeu algo e eu preciso terminar, senão até amanhã não aguento
Eu: o que cê quer? Não enche, Florencia, acho que não.. — e nesse momento, antes que eu terminasse de falar — ela já tava chupando minha pica de boca cheia como se fosse uma desesperada profissional.
Eu: ok, para, para, a gente tá no meio do corredor.
Flor: então vem
Ela pega na minha mão e me leva pro quarto dela, onde o namorado dela tava dormindo!
Flor: vem, esse corno dorme pesado.
Eu: por que cê fala assim dele? Kkk
Flor: porque eu amo ele, mas ele não me satisfaz completamente, mas ele sabe e gosta de ser corno.
Nesse momento, Flor fica de quatro, olhando pro lado da cama e de costas pro namorado.
Flor: me dá sua pica, vem — ela pega, cuspi e começa a bater uma com velocidade.
Eu: Deus, Florencia, como você chupa, por favor, ahhhgg.
Flor: desde a primeira vez que vi sua pica no banheiro da casa da mamãe e vi o depravado que você era, que tava esperando esse momento de novo.
O som do boquete era tremendo, inacreditável que o namorado dela não acordasse. Ela chupava com muita vontade, quase como se quisesse devorar minha pica.
Flor: Tomi, vem, quero que me coma toda.
Ela se virou, agora olhava pro namorado dela. Enquanto de quatro, puxava a calcinha fio dental pra eu meter tudo.
Eu: quer que eu te arrebente toda? Do lado do teu namorado, putinha?
Flor: Siiim, mete logo
Começo a encostar minha pica na buceta dela e, sem aguentar muito, comecei a comer ela com muita força.
Ela começou a gemer, gritar e se mexer muito, a ponto de pegar a pica do namorado pra bater uma pra ele enquanto eu comia ela.
Flor: siiiim assim, gostoso, me come forte, muito mais forte do que você come minhas irmãs.
Eu: gostou, putinha? Quer que eu bata nessa raba? Assim que cê gosta? — nesse momento, não liguei pra nada e dei vários tapas até deixar a bunda bem vermelha-
Flor: ai que violento você fica, cunhadão, com essa piroca grossa que você tem, tá me destruindo, ahhhg
Continuava batendo uma pro namorado dela, que naquela altura já não sabia se tava fingindo de dormido ou se tava mesmo, e virava de vez em quando a cabeça pra ver minha cara de tesão.
Flor: meuuu esse cuck já acabou com a minha mão, agora falta você, Tomás. Vai me dar a porra?
Eu: sim, quer tudo?
Flor: sim, por favor, na bunda pequenininha, tudo em cima da bunda pequenininha, vaiii
Eu: ahhhhg, vou gozar, meuuu.
Flor: sim, siiiiiim me dá, me dá o leiteeee
Naquele momento gozei tudo em cima da bunda da Florencia, levantei a calça e fui sem falar nada pro meu quarto dormir, já que era tarde.
No dia seguinte, todo mundo foi tomar café, mas faltava uma: a Cata não tava. Perguntei por ela e minha sogra falou que tava dormindo porque tinha ido numa festa à noite.
Claro, a festa do Bruno, pensei, cheio de ciúme. Pedi licença, me desculpando que ia no banheiro, e fui procurar ela.
Entrei sem bater, vi ela deitada, meio destapada, com uma fio dental preta que realçava a bundinha dela, e me aproximei.
Eu: gata, levanta, tão tomando café – toquei no rostinho dela –
Cata: oi, desculpa, tô meio tonta ainda kkkk
Ela ainda tava meio bêbada, e isso me dava uma impotência, mais ciúme ainda.
Eu: o que você andou bebendo? Foi na festa daquele otário?
Cata: kkk sim, andei bebendo e chupando também – falou sorrindo, mas com os olhinhos fechados –
Eu: ah, tá de brincadeira? Vai, levanta – falei enquanto dava uns tapas na bunda dela –
Cata: ai, cunhadão, como você vai me bater na bunda? Quer saber como eu me comportei ontem? – tava muito sem vergonha e atrevida por causa do álcool que ainda tinha no sangue –
Eu: não, não me interessa, sua família tá te esperando lá embaixo pra tomar café, se veste e vai.
Cata: bom, vou te contar mesmo assim, tomei tudo, Bruno me levou pro quarto dele e quando comecei a chupar ele, adivinha o que aconteceu? Dois amigos dele entraram no quarto e terminei chupando três picas kkkkkk
Não aguentei o que ele tava me falando, tava muito ciumento e puto, bati a porta e vazei.
Saí pra dar uma volta pra clarear a mente e minha mina me liga falando que todo mundo tava na piscina, pra eu ir.
Troquei de roupa e fui pra lá, quando cheguei tava todo mundo na piscina de costas ou com a raba virada pra porta: minha sogra e as três filhas dela.
Fiquei admirando um tempo e a primeira que chegou perto foi a Flor.
Flor: oi Tomi, o que cê tá fazendo? — ela falou enquanto saía da água pra pegar uma toalha —
Eu: tudo bem, Flor?
Flor: bem, já vou indo, a gente se vê daqui a pouco.
A Sofia chegou perto de onde eu tava
Sofia: love, tudo bem?
Eu: sim, por quê?
Sofia: sei lá, te achei estranho, meio apagado
Eu: não, tô de boa sim. E você, como tá passando?
Sofi: bem, divertido, mas queria que hoje a noite a gente se divertisse mais.
Eu: fico feliz, love, curti a ideia sim, o que cê tem em mente?
Sofi: tô com MUITA vontade de tomar aquela gozada
Eu: ahh, pesado, na lata kkk, então beleza, pode contar com isso
Sofi: kkk okay, vou sair porque vou com a mamãe e a Cata comprar umas coisas
Eu: sim, vai nessa, vou dar um mergulho e depois vou pro quarto.
Fiquei um tempo na água, aí saí e fui pro meu quarto descansar um pouco.
Tomei banho, deitei um pouco, mas como não consegui dormir, resolvi descer pra dar uma volta pelo hotel.
O hotel era grande, tinha sala de jogos, e do lado dela tinha uma porta de correr que eu não sabia o que era.
Entrei e vi que tinha uma mesa de pingue-pongue e um monte de cadeiras empilhadas num canto, então deduzi que era a sala de reuniões. Quando virei a cabeça, vi uma cena que me encheu de inveja e ciúme: a Catalina tava com o Bruno e outro cara, mamando os dois.
Eu: O que cê tá fazendo, girl? — os caras viraram a cabeça na hora e puxaram a calça pra cima.
Cata: Tomas! O que cê tá fazendo aqui? Kkk — ela sorria enquanto limpava a baba no rosto —
Sem falar nada, subi pro quarto e liguei pro ramal do quarto. de Florencia e falei pra ela vir.
Flor: O que foi?
Eu: Vem aqui, passa.
Naquele momento, joguei ela na cama, levantei a saia que ela tava usando e comecei a chupar ela toda.
Flor: O que foi? Por que essa vontade tão repentina? Ahhhg — ela gemia com a chupada de buceta que eu tava dando.
Eu: Nada, tava com vontade de chupar uma buceta e sua irmã não tava? Cadê o corno do seu namorado? Ele não chupa assim, né — eu falava e voltava a meter a língua no clitóris dela.
Flor: Ele tá no quarto, quando você me chamou eu tava tentando chupar a pica dele, e digo tentando porque não tava subindo.
Eu: Aqui você tem uma pica bem dura, olha.
Soltei ela e mostrei como minha pica tava dura, apesar da raiva de ver a pequena com dois caras, tenho que admitir que a situação me excitou.
Flor: Aiiii sim, isso é uma boa pica, me dá.
Eu fico de pé na cama, ela se ajoelha de costas pra porta e começa um boquete frenético como ela faz, com muita saliva, cuspia na minha pica e segurava com as duas mãos.
Eu segurava a cabeça dela, dava uns tapas na bunda dela e de repente algo inesperado acontecia, a porta do quarto abria e a Catalina entrava na flagra.
Cat: E isso?? O que você tá fazendo, Tomás?
Naquele momento, a Flor se vira pra ver o que era e vê a irmã.
Cata: Florenciaaaaa que porra é essa? Kkk
Flor olha pra ela, vira e continua chupando minha pica como se fosse a última do mundo.
Cata passa, vem até a cama e senta num canto.
Cata: E o corno do seu namorado, mocinha??
Flor: Tá no quarto, deve estar me esperando kkk
Eu: Mas o que você disse pra ele?
Flor: Que você me chamou, depois invento alguma coisa.
Eu: Bom, Cata, cê nos deixa? Por que não vai com seu amigo Bruno e os amiguinhos dele continuar se divertindo?
Flor: Quem é esse Bruno? O que houve?
Eu: Ah, não sabe? Sua irmã anda chupando mais de uma pica por aí.
Flor: Catalinaaa, o que cê tá fazendo?
Cata: Kkk que dedo-duro você é, hein? Você só porque morre de ciúmes.
Flor parou de chupar, me olhou. na cama e sobe pra cavalgar em mim.
Começa a mexer bem devagar a bunda dela e de repente vejo que a cara de prazer dela começa a ficar mais evidente e ela estica a mão pra trás e é aí que percebo que a Cata, que eu não sentia há alguns segundos, tava com a cara enfiada no cu da irmã dela, chupando ele.
Flor: aí não para não, gata, e você deixa que eu me mexo.
Ela continuou se mexendo, se penetrando bem devagar até que decido sair, ficando a Flor de quatro e a Cata metendo a língua no cu da irmã, enquanto eu batia uma vendo aquela cena.
Cata: que cu gostoso você tem, irmã
Flor: cê gostou? Então come ele, vai
Cata agarrou as nádegas dela e afundou cada vez mais a cara pra dar o máximo de prazer.
Flor: Tomi, vem me dar seu pau.
Eu me aproximo, me levantando e me apoiando na cabeceira da cama pra ela saborear meu pau todo de pé.
Flor: Cata, vem, quer chupar o pau do teu cunhado?
Cata: quero chupar sim
Ela se aproxima e as duas começam a me chupar o pau até que não aguentei mais e gozei nas bocas delas, o primeiro jato caiu na bochecha da mais nova e o segundo na língua da Florencia.
Flor: bom, vou indo que devem estar me procurando, vou aproveitar e fazer o corno me chupar o cu pra ver se me faz gozar toda. Fico de boa.
Florencia vai embora e ficamos sozinhos, eu tava me vestindo e a gata me parou.
Cata: não quer que eu chupe ele sozinha?
Eu: não, deixa, vai falar isso pro "brunito"
Cata: não fica com ciúme, vai resistir a isso?
Nessa hora ela se joga e come ele todo, chupa muito forte, cuspi, mexe com uma mão bem rápido como se quisesse me fazer gozar na hora.
Eu: quer me fazer gozar, putinha? Olha que eu não sou igual esses moleques que com certeza te deram tudo
Cata: haha que curioso você hein, igual esses caras não entrego isso, por exemplo.
Ela apontou pro cu dela e afirmou
Cata: quer me comer o cu, Tomi? Quer fazer um cu pequeno na sua cunhadinha mais nova?
Eu: você não aguenta essa porra no teu cu, mina, não se agita.
Solta o boquete, vai pra um sofazinho que tinha no quarto e fica de quatro, bem aberta de pernas. Molha um dedinho e começa a enfiar na bunda dela.
Cata: vem, já tá pronto isso – me olhava com cara de pidona, cheia de vontade –
Chego perto, arrombo a buceta dela e empurro devagar até entrar tudo.
Cata: ahhhhhgg deusss, devagaaaar
Eu: não era que você aguentava? – acelero e começo a meter mais fundo.
Cata: ai pelo amor, meu cuuu, você tá comendo ele todinho ahhhhhg
Eu: isso é por você ser putinha, por ser vagabunda
Cata: siiiiim siiiiim assim mesmo me come, me faz gozar inteiraaa
Eu: quer leite? Goza toda, putinha, vai
Cata: ai sim sim não aguento, tô gozando ahhhhhg ahhhhhg – chega num orgasmo do caralho, a carinha dela era única e eu não parava de bombar, mesmo que mais devagar.
Ela se vira como pode, a cara de prazer era total, e senta no banco pra me masturbar inteiro, com uma mão na pica e a outra no cabelo dela, puxando, e me diz:
Cata: Agora sim, dá tudo rápido no meu peito
Sem hesitar, ajudei na punheta e gozei tudo no peito dela, os peitos dela ficaram todos respingados de leite. Me visto e saio do quarto, mas nunca ia perceber que minha sogra me veria saindo pra depois se encontrar com a filha mais nova no quarto, tomando um banho...
Continua
Assim que ouvimos barulho na entrada do quarto, decidimos, como eu disse, nos trancar no banheiro com a Cata.
Quando estávamos lá em silêncio, ouvimos minha sogra murmurar alguma coisa.
Sogra: vem, entra, dá logo, não tem ninguém. Minha filha deve estar por aí com meu genro, mas não demora pra chegar.
Senhor X: mas e se ela voltar rápido?
Sogra: se voltar, eu resolvo.
Dá pra ouvir eles entrando e fechando a porta.
Na hora, minha sogra abaixa a calça do homem, tirando o cinto rapidinho.
Sogra: e agora? Vai aguentar, seu bunda mole? Ficou me olhando muito no jantar e depois me chamou pra beber algo pra me comer, né?
Nesse momento, o Senhor X, que tava com uma cara de prazer e surpresa ao mesmo tempo, pega o rosto da minha sogra e leva ela até o pau dele, ainda meio mole, pra ela chupar.
Sogra: que foi? Haha não sobe? Precisa disso pra subir?
Aí minha sogra cuspiu no pau dele e agarrou ele pela cintura, chupando fundo, fazendo uma garganta profunda que nenhuma das filhas dela tinha feito até então.
Cata: cê tá ouvindo isso? Mamãe tá chupando aquele senhor que nos viu!
Eu: sim, incrível como sua velha se comporta. O que cê tá fazendo? — falei baixinho.
A Catalina tinha pegado no meu pau e batia uma muito rápido enquanto tentava espiar pela porta que tinha ficado entreaberta do banheiro.
Eu: garota... Ahhhhg, que mão você tem.
Cata: tô muito tesuda, cunhado, desculpa, minha mãe é uma puta.
Nesse momento, não tinham passado nem 5 minutos desde que entraram no quarto e de repente se ouviu um gemido e uma respiração muito ofegante.
Sogra: que foi? Já vai gozar? Não aguentou nada, papai.
Senhor X: não consigo... Ahhhg, realmente é um dos melhores boquetes que já recebi.
Sogra: e se eu fizer isso? — nessa hora ela olhava ele nos olhos e pedia pra ele gozar pro Senhor X se Acabou tudo
Sogra: porra, quero porra, manda logo papiii, me dá, vai
Senhor X: ahhhhhhhhhggg — um gemido incrível do veterano —
Dava pra ver que a carinha da minha sogra tinha ficado toda melada de porra e cheia de tesão ao ver que aquele homem que ela tinha seduzido tava completamente derrotado pela língua dela.
O Senhor X saiu do quarto e minha sogra foi com ele, porque ele ia buscar água na recepção, mas não sem antes limpar um pouco aquela porra toda que tinha na cara.
Cata: já foram, tô muito excitada Tomi, me come
Eu: não, vou embora, sua mãe já vem, não dá tempo.
Além disso, sua irmã deve estar me esperando ou algo assim
Cata: e o que eu faço então?? Pqp Tomasss
Fui pro meu quarto, cheguei e a Sofia tava dormindo. Deitei do lado dela e depois de um tempo levantei, não conseguia dormir. Saí do quarto pra dar uma volta e encontro, num canto, num dos corredores, a Florencia fazendo um boquete num cara que eu nem fazia ideia de quem era nem como chegou naquilo.
Fui me aproximando sem ser visto, a noite tava tranquila e naquele horário ninguém andava pelos corredores, então consegui escutar uns diálogos.
Cara: tava com tanta vontade de chupar uma rola, mocinha? Nem sabe meu nome
Flor: cala a boca e continua fodendo minha boca
Literalmente o cara tinha ela ajoelhada com a mão na nuca dela e fodendo a boca da minha cunhada, que tinha tirado os peitos pra fora do moletom pra deixar a parada mais gostosa pro cara quando ele visse.
Cara: e seu namorado? Por que não acorda ele em vez de ficar perguntando pelos corredores?
Flor: porque meu namorado é um broxa e já me deu tudo essa noite.
Nessa hora comecei a falar alto no corredor pra eles verem que vinha gente, e de repente o cara saiu, arrumando a calça, enquanto a Flor começava a andar pro quarto dela.
Interceptei ela e ela disse
Flor: oi Tomi, o que faz a essa hora?
Eu: vejo que não posso perguntar a mesma coisa porque já sei..
Flor: sabe o quê?
Eu: vi como você deixava ele bem à vontade Cara, o mano que tava saindo do corredor
Flor: shiu, fica quieto e não viu nada, ok?
Eu: tranquilo, vou dormir
Flor: espera... — ela me intercepta e pega no meu volume — não pode ir assim.. você interrompeu algo e eu preciso terminar, senão até amanhã não aguento
Eu: o que cê quer? Não enche, Florencia, acho que não.. — e nesse momento, antes que eu terminasse de falar — ela já tava chupando minha pica de boca cheia como se fosse uma desesperada profissional.
Eu: ok, para, para, a gente tá no meio do corredor.
Flor: então vem
Ela pega na minha mão e me leva pro quarto dela, onde o namorado dela tava dormindo!
Flor: vem, esse corno dorme pesado.
Eu: por que cê fala assim dele? Kkk
Flor: porque eu amo ele, mas ele não me satisfaz completamente, mas ele sabe e gosta de ser corno.
Nesse momento, Flor fica de quatro, olhando pro lado da cama e de costas pro namorado.
Flor: me dá sua pica, vem — ela pega, cuspi e começa a bater uma com velocidade.
Eu: Deus, Florencia, como você chupa, por favor, ahhhgg.
Flor: desde a primeira vez que vi sua pica no banheiro da casa da mamãe e vi o depravado que você era, que tava esperando esse momento de novo.
O som do boquete era tremendo, inacreditável que o namorado dela não acordasse. Ela chupava com muita vontade, quase como se quisesse devorar minha pica.
Flor: Tomi, vem, quero que me coma toda.
Ela se virou, agora olhava pro namorado dela. Enquanto de quatro, puxava a calcinha fio dental pra eu meter tudo.
Eu: quer que eu te arrebente toda? Do lado do teu namorado, putinha?
Flor: Siiim, mete logo
Começo a encostar minha pica na buceta dela e, sem aguentar muito, comecei a comer ela com muita força.
Ela começou a gemer, gritar e se mexer muito, a ponto de pegar a pica do namorado pra bater uma pra ele enquanto eu comia ela.
Flor: siiiim assim, gostoso, me come forte, muito mais forte do que você come minhas irmãs.
Eu: gostou, putinha? Quer que eu bata nessa raba? Assim que cê gosta? — nesse momento, não liguei pra nada e dei vários tapas até deixar a bunda bem vermelha-
Flor: ai que violento você fica, cunhadão, com essa piroca grossa que você tem, tá me destruindo, ahhhg
Continuava batendo uma pro namorado dela, que naquela altura já não sabia se tava fingindo de dormido ou se tava mesmo, e virava de vez em quando a cabeça pra ver minha cara de tesão.
Flor: meuuu esse cuck já acabou com a minha mão, agora falta você, Tomás. Vai me dar a porra?
Eu: sim, quer tudo?
Flor: sim, por favor, na bunda pequenininha, tudo em cima da bunda pequenininha, vaiii
Eu: ahhhhg, vou gozar, meuuu.
Flor: sim, siiiiiim me dá, me dá o leiteeee
Naquele momento gozei tudo em cima da bunda da Florencia, levantei a calça e fui sem falar nada pro meu quarto dormir, já que era tarde.
No dia seguinte, todo mundo foi tomar café, mas faltava uma: a Cata não tava. Perguntei por ela e minha sogra falou que tava dormindo porque tinha ido numa festa à noite.
Claro, a festa do Bruno, pensei, cheio de ciúme. Pedi licença, me desculpando que ia no banheiro, e fui procurar ela.
Entrei sem bater, vi ela deitada, meio destapada, com uma fio dental preta que realçava a bundinha dela, e me aproximei.
Eu: gata, levanta, tão tomando café – toquei no rostinho dela –
Cata: oi, desculpa, tô meio tonta ainda kkkk
Ela ainda tava meio bêbada, e isso me dava uma impotência, mais ciúme ainda.
Eu: o que você andou bebendo? Foi na festa daquele otário?
Cata: kkk sim, andei bebendo e chupando também – falou sorrindo, mas com os olhinhos fechados –
Eu: ah, tá de brincadeira? Vai, levanta – falei enquanto dava uns tapas na bunda dela –
Cata: ai, cunhadão, como você vai me bater na bunda? Quer saber como eu me comportei ontem? – tava muito sem vergonha e atrevida por causa do álcool que ainda tinha no sangue –
Eu: não, não me interessa, sua família tá te esperando lá embaixo pra tomar café, se veste e vai.
Cata: bom, vou te contar mesmo assim, tomei tudo, Bruno me levou pro quarto dele e quando comecei a chupar ele, adivinha o que aconteceu? Dois amigos dele entraram no quarto e terminei chupando três picas kkkkkk
Não aguentei o que ele tava me falando, tava muito ciumento e puto, bati a porta e vazei.
Saí pra dar uma volta pra clarear a mente e minha mina me liga falando que todo mundo tava na piscina, pra eu ir.
Troquei de roupa e fui pra lá, quando cheguei tava todo mundo na piscina de costas ou com a raba virada pra porta: minha sogra e as três filhas dela.
Fiquei admirando um tempo e a primeira que chegou perto foi a Flor.
Flor: oi Tomi, o que cê tá fazendo? — ela falou enquanto saía da água pra pegar uma toalha —
Eu: tudo bem, Flor?
Flor: bem, já vou indo, a gente se vê daqui a pouco.
A Sofia chegou perto de onde eu tava
Sofia: love, tudo bem?
Eu: sim, por quê?
Sofia: sei lá, te achei estranho, meio apagado
Eu: não, tô de boa sim. E você, como tá passando?
Sofi: bem, divertido, mas queria que hoje a noite a gente se divertisse mais.
Eu: fico feliz, love, curti a ideia sim, o que cê tem em mente?
Sofi: tô com MUITA vontade de tomar aquela gozada
Eu: ahh, pesado, na lata kkk, então beleza, pode contar com isso
Sofi: kkk okay, vou sair porque vou com a mamãe e a Cata comprar umas coisas
Eu: sim, vai nessa, vou dar um mergulho e depois vou pro quarto.
Fiquei um tempo na água, aí saí e fui pro meu quarto descansar um pouco.
Tomei banho, deitei um pouco, mas como não consegui dormir, resolvi descer pra dar uma volta pelo hotel.
O hotel era grande, tinha sala de jogos, e do lado dela tinha uma porta de correr que eu não sabia o que era.
Entrei e vi que tinha uma mesa de pingue-pongue e um monte de cadeiras empilhadas num canto, então deduzi que era a sala de reuniões. Quando virei a cabeça, vi uma cena que me encheu de inveja e ciúme: a Catalina tava com o Bruno e outro cara, mamando os dois.
Eu: O que cê tá fazendo, girl? — os caras viraram a cabeça na hora e puxaram a calça pra cima.
Cata: Tomas! O que cê tá fazendo aqui? Kkk — ela sorria enquanto limpava a baba no rosto —
Sem falar nada, subi pro quarto e liguei pro ramal do quarto. de Florencia e falei pra ela vir.
Flor: O que foi?
Eu: Vem aqui, passa.
Naquele momento, joguei ela na cama, levantei a saia que ela tava usando e comecei a chupar ela toda.
Flor: O que foi? Por que essa vontade tão repentina? Ahhhg — ela gemia com a chupada de buceta que eu tava dando.
Eu: Nada, tava com vontade de chupar uma buceta e sua irmã não tava? Cadê o corno do seu namorado? Ele não chupa assim, né — eu falava e voltava a meter a língua no clitóris dela.
Flor: Ele tá no quarto, quando você me chamou eu tava tentando chupar a pica dele, e digo tentando porque não tava subindo.
Eu: Aqui você tem uma pica bem dura, olha.
Soltei ela e mostrei como minha pica tava dura, apesar da raiva de ver a pequena com dois caras, tenho que admitir que a situação me excitou.
Flor: Aiiii sim, isso é uma boa pica, me dá.
Eu fico de pé na cama, ela se ajoelha de costas pra porta e começa um boquete frenético como ela faz, com muita saliva, cuspia na minha pica e segurava com as duas mãos.
Eu segurava a cabeça dela, dava uns tapas na bunda dela e de repente algo inesperado acontecia, a porta do quarto abria e a Catalina entrava na flagra.
Cat: E isso?? O que você tá fazendo, Tomás?
Naquele momento, a Flor se vira pra ver o que era e vê a irmã.
Cata: Florenciaaaaa que porra é essa? Kkk
Flor olha pra ela, vira e continua chupando minha pica como se fosse a última do mundo.
Cata passa, vem até a cama e senta num canto.
Cata: E o corno do seu namorado, mocinha??
Flor: Tá no quarto, deve estar me esperando kkk
Eu: Mas o que você disse pra ele?
Flor: Que você me chamou, depois invento alguma coisa.
Eu: Bom, Cata, cê nos deixa? Por que não vai com seu amigo Bruno e os amiguinhos dele continuar se divertindo?
Flor: Quem é esse Bruno? O que houve?
Eu: Ah, não sabe? Sua irmã anda chupando mais de uma pica por aí.
Flor: Catalinaaa, o que cê tá fazendo?
Cata: Kkk que dedo-duro você é, hein? Você só porque morre de ciúmes.
Flor parou de chupar, me olhou. na cama e sobe pra cavalgar em mim.
Começa a mexer bem devagar a bunda dela e de repente vejo que a cara de prazer dela começa a ficar mais evidente e ela estica a mão pra trás e é aí que percebo que a Cata, que eu não sentia há alguns segundos, tava com a cara enfiada no cu da irmã dela, chupando ele.
Flor: aí não para não, gata, e você deixa que eu me mexo.
Ela continuou se mexendo, se penetrando bem devagar até que decido sair, ficando a Flor de quatro e a Cata metendo a língua no cu da irmã, enquanto eu batia uma vendo aquela cena.
Cata: que cu gostoso você tem, irmã
Flor: cê gostou? Então come ele, vai
Cata agarrou as nádegas dela e afundou cada vez mais a cara pra dar o máximo de prazer.
Flor: Tomi, vem me dar seu pau.
Eu me aproximo, me levantando e me apoiando na cabeceira da cama pra ela saborear meu pau todo de pé.
Flor: Cata, vem, quer chupar o pau do teu cunhado?
Cata: quero chupar sim
Ela se aproxima e as duas começam a me chupar o pau até que não aguentei mais e gozei nas bocas delas, o primeiro jato caiu na bochecha da mais nova e o segundo na língua da Florencia.
Flor: bom, vou indo que devem estar me procurando, vou aproveitar e fazer o corno me chupar o cu pra ver se me faz gozar toda. Fico de boa.
Florencia vai embora e ficamos sozinhos, eu tava me vestindo e a gata me parou.
Cata: não quer que eu chupe ele sozinha?
Eu: não, deixa, vai falar isso pro "brunito"
Cata: não fica com ciúme, vai resistir a isso?
Nessa hora ela se joga e come ele todo, chupa muito forte, cuspi, mexe com uma mão bem rápido como se quisesse me fazer gozar na hora.
Eu: quer me fazer gozar, putinha? Olha que eu não sou igual esses moleques que com certeza te deram tudo
Cata: haha que curioso você hein, igual esses caras não entrego isso, por exemplo.
Ela apontou pro cu dela e afirmou
Cata: quer me comer o cu, Tomi? Quer fazer um cu pequeno na sua cunhadinha mais nova?
Eu: você não aguenta essa porra no teu cu, mina, não se agita.
Solta o boquete, vai pra um sofazinho que tinha no quarto e fica de quatro, bem aberta de pernas. Molha um dedinho e começa a enfiar na bunda dela.
Cata: vem, já tá pronto isso – me olhava com cara de pidona, cheia de vontade –
Chego perto, arrombo a buceta dela e empurro devagar até entrar tudo.
Cata: ahhhhhgg deusss, devagaaaar
Eu: não era que você aguentava? – acelero e começo a meter mais fundo.
Cata: ai pelo amor, meu cuuu, você tá comendo ele todinho ahhhhhg
Eu: isso é por você ser putinha, por ser vagabunda
Cata: siiiiim siiiiim assim mesmo me come, me faz gozar inteiraaa
Eu: quer leite? Goza toda, putinha, vai
Cata: ai sim sim não aguento, tô gozando ahhhhhg ahhhhhg – chega num orgasmo do caralho, a carinha dela era única e eu não parava de bombar, mesmo que mais devagar.
Ela se vira como pode, a cara de prazer era total, e senta no banco pra me masturbar inteiro, com uma mão na pica e a outra no cabelo dela, puxando, e me diz:
Cata: Agora sim, dá tudo rápido no meu peito
Sem hesitar, ajudei na punheta e gozei tudo no peito dela, os peitos dela ficaram todos respingados de leite. Me visto e saio do quarto, mas nunca ia perceber que minha sogra me veria saindo pra depois se encontrar com a filha mais nova no quarto, tomando um banho...
Continua
4 comentários - A Irmã da Minha Namorada X - Postzão