Boa noite, galera. Hoje vou contar um relato de como consegui comer a delícia da filha do açougueiro... Um dia fui comprar uma língua no açougue e o seu Alfio não estava, então quem tava atendendo era a filha. Parece que o pai tinha um trampo pra resolver naquele dia e não tinha com quem deixar o açougue, então deixou a Ludmilla no lugar. Ela é uma mina muito gostosa, pele morena, olhos castanhos claros, tem uma franjinha de menina, cinturinha fina... Tem um piercing na língua, cor de metal, e vive ouvindo Callejero Fino no celular. É bem sacana, bem dada. Conheço a Ludmi há um tempão porque quando ela ajuda no açougue do seu Alfio, ela sempre vai pra dar uma mão. Ela nunca atende, mas ajuda no caixa, mexe com o dinheiro... e faz uma coisa ou outra, tipo limpar, etc. Bom, nesse dia ela que me atendeu. Tava ouvindo Callejero Fino e dançando, aí me deu bom dia rindo... Eu cumprimentei e falei:
Eu — Que bom que virou a chefe, já tava na hora.
Ludmi — Hahaha, tomara!! Tô atendendo hoje porque meu velho tinha que resolver um trampo. Tô meio nervosa, por isso coloquei música.
Eu — Claro, melhor assim, você se solta com a música... E cê manja de carne, já que tá atendendo?
Ludmi — Sim, claro! Amo carne, mas não como qualquer uma, tem que ser bem durinha.
Eu — É mesmo?? Cê gosta de linguiça?
Ludmi — Amo, hummm, sou super fã de linguiça, como ela toda assim, sem pão.
Eu — Isso parece interessante... Eu adoro alcatra, esse corte me agrada muito. Aposto que você tem um alcatrão bonito.
Ludmi — Tenho sim, também tenho uma línguinha pra você...
Eu — Justo vim pedir língua, mas não uma comum, uma que tenha piercing.
Ludmi — Hahahaha, você é demais.
Eu — Mas se você gosta de linguiça e eu de língua, a gente pode se ver hoje e matar a vontade.
Ludmi — Melhor eu colocar a plaquinha de "volto já" na porta do açougue e a gente vir aqui pro banheiro.
Depois dessa conversa, ela já tava toda molhada. Colocou a plaquinha de "volto já" lá fora, fechou a porta, deu a volta na chave e me fez entrar num banheiro bem rústico. Ela tirou o avental e começamos a nos beijar, e eu falei: "Que buceta gostosa você tem, açougueira." Ela respondeu: "Viu, papai? É a língua mais gostosa de toda a Argentina, é de vaquinha leiteira." Eu respondi: "De vaca você não tem nada, você é gostosa pra caralho." Ela disse: "É, você tem razão, melhor a gente fazer de conta que você é meu vaquinho e eu vou ordenhar seu leite, mas primeiro quero te mostrar minha bunda, que tá em promoção."
De repente, ela abaixou a calça preta que tava usando e tava só de calcinha preta, a mina tinha uma bunda empinada. Eu falei: "Hmm, que bunda gostosa, vou comprar. Quanto custa?" Ela disse: "É de graça pra você, depois chupa meu ossobuco, papai." Comecei a chupar a bunda dela, dei uma chupada com muita vontade na puta da açougueira. Chupei a ppk dela e ela gemia: "Aiii, sim, quero sua linguiça."
Depois, me levantei e comecei a meter com força, com gosto. Dava pra ouvir uma velha batendo na porta do açougue, mas a gente nem ligou, continuamos transando. Ela gemia baixinho. Aí virei ela, levantei a perna dela, coloquei no meu ombro e fui metendo os dois em pé. Ficamos um tempão nessa posição, eu tava com um gozo enorme pra soltar, não aguentava mais. Então pedi pra ela se ajoelhar, e ela falou: "Me dá teu chouriço, quero chouriço, é maior que os que vendo aqui." Ela me chupou igual uma puta, sem frescura, era um tesão como ela mamava, enfiava até a garganta.
Falei que não aguentava mais, aí ela me bateu uma punheta, colocou a língua pra fora e disse: "Me dá seu leite, vaquinho, quero te ordenhar." Fez carinha de bebê, a putinha, e eu não resisti mais. Gozei tudo, jorrou um monte, ela engasgou um pouco mas engoliu tudo. Levantei a calça, ela se levantou e disse: "Quero transar de novo, me passa seu número e a gente vai pra um hotel." Essa história vai continuar... Espero que tenham gostado dessa primeira parte. Saudações, galera!
Eu — Que bom que virou a chefe, já tava na hora.
Ludmi — Hahaha, tomara!! Tô atendendo hoje porque meu velho tinha que resolver um trampo. Tô meio nervosa, por isso coloquei música.
Eu — Claro, melhor assim, você se solta com a música... E cê manja de carne, já que tá atendendo?
Ludmi — Sim, claro! Amo carne, mas não como qualquer uma, tem que ser bem durinha.
Eu — É mesmo?? Cê gosta de linguiça?
Ludmi — Amo, hummm, sou super fã de linguiça, como ela toda assim, sem pão.
Eu — Isso parece interessante... Eu adoro alcatra, esse corte me agrada muito. Aposto que você tem um alcatrão bonito.
Ludmi — Tenho sim, também tenho uma línguinha pra você...
Eu — Justo vim pedir língua, mas não uma comum, uma que tenha piercing.
Ludmi — Hahahaha, você é demais.
Eu — Mas se você gosta de linguiça e eu de língua, a gente pode se ver hoje e matar a vontade.
Ludmi — Melhor eu colocar a plaquinha de "volto já" na porta do açougue e a gente vir aqui pro banheiro.
Depois dessa conversa, ela já tava toda molhada. Colocou a plaquinha de "volto já" lá fora, fechou a porta, deu a volta na chave e me fez entrar num banheiro bem rústico. Ela tirou o avental e começamos a nos beijar, e eu falei: "Que buceta gostosa você tem, açougueira." Ela respondeu: "Viu, papai? É a língua mais gostosa de toda a Argentina, é de vaquinha leiteira." Eu respondi: "De vaca você não tem nada, você é gostosa pra caralho." Ela disse: "É, você tem razão, melhor a gente fazer de conta que você é meu vaquinho e eu vou ordenhar seu leite, mas primeiro quero te mostrar minha bunda, que tá em promoção."
De repente, ela abaixou a calça preta que tava usando e tava só de calcinha preta, a mina tinha uma bunda empinada. Eu falei: "Hmm, que bunda gostosa, vou comprar. Quanto custa?" Ela disse: "É de graça pra você, depois chupa meu ossobuco, papai." Comecei a chupar a bunda dela, dei uma chupada com muita vontade na puta da açougueira. Chupei a ppk dela e ela gemia: "Aiii, sim, quero sua linguiça."
Depois, me levantei e comecei a meter com força, com gosto. Dava pra ouvir uma velha batendo na porta do açougue, mas a gente nem ligou, continuamos transando. Ela gemia baixinho. Aí virei ela, levantei a perna dela, coloquei no meu ombro e fui metendo os dois em pé. Ficamos um tempão nessa posição, eu tava com um gozo enorme pra soltar, não aguentava mais. Então pedi pra ela se ajoelhar, e ela falou: "Me dá teu chouriço, quero chouriço, é maior que os que vendo aqui." Ela me chupou igual uma puta, sem frescura, era um tesão como ela mamava, enfiava até a garganta.
Falei que não aguentava mais, aí ela me bateu uma punheta, colocou a língua pra fora e disse: "Me dá seu leite, vaquinho, quero te ordenhar." Fez carinha de bebê, a putinha, e eu não resisti mais. Gozei tudo, jorrou um monte, ela engasgou um pouco mas engoliu tudo. Levantei a calça, ela se levantou e disse: "Quero transar de novo, me passa seu número e a gente vai pra um hotel." Essa história vai continuar... Espero que tenham gostado dessa primeira parte. Saudações, galera!
9 comentários - La hija del carnicero se enamoro de mi chorizo