María José
Queria escrever sobre como conheci a primeira mulher que me deixou louco de tesão. Hoje em dia a gente tem idas e vindas, se ama, se odeia, mas continua. É uma relação intensa e ao mesmo tempo estranha. María José é a irmã mais nova do Pablo, meu melhor amigo.
Eu e Pablo viramos amigos desde os 10 ou 11 anos. Vim do interior com minha mãe, éramos só nós dois, e ela veio atrás de trabalho. Nossa amizade começou no bairro, a gente ia pra mesma escola, mesma série, saía pra jogar futebol ou andar de bike, e daí ficamos muito amigos.
Com a família do Pablo tive uma boa relação desde o começo. O pai dele, Daniel, era caixa de banco, a mãe, Mirtha, trabalhava na administração pública – gente muito boa mesmo. A relação era tão foda que até pediam permissão pra minha mãe e me levavam junto nas férias. Conheci Mar del Plata graças a eles.
Naquela época, María José era uma sweet girl insuportável, a filhinha do papai, a mimada, sempre entregava a gente quando fazíamos alguma merda. Mas a menina foi se desenvolvendo com o tempo. A Majo tinha uma carinha linda, cabelo liso natural castanho escuro e comprido, pele super branca, os peitos eram meio fraquinhos, mas o que se destacava nela era a cinturinha, umas pernudas e, melhor ainda, uma bunda gostosa.
Tudo isso já quando ela fez 15 anos. Foi aí que comecei a olhar pra ela com outros olhos, além de que ela mudou a atitude, já tinha personalidade. Aos 16, se desenvolveu ainda mais. Acontece que um cara do nosso grupo de amigos, da mesma idade que eu e o Pablo, comeu ela em todos os buracos, e eu confirmo porque ele me contou, e eu me acabava na punheta imaginando a María José toda soltinha.
Eu praticamente morava na casa deles, e depois do que me contaram, aumentou meu tesão pela irmã do meu amigo. Ela me chamava de "guy" e eu chamava ela de Castor por causa do tamanho dos dentes dela. A Castor desfilava na minha frente de calcinha curta ou shortinho de tecido, e o mais impressionante foi quando uma vez eu vi ela com uma bermudinha jeans que deixava uma bunda do caralho. Ela tava se arrumando pra sair com o "namoradinho" dela que nessa altura já não era querido por nenhum de nós, a gente era super protetor com ela. O cara passou pra buscá-la na moto Honda XR 650 dele, deu uns berros de buzina pra avisar que tava esperando lá fora, eu morria de ciúmes e espiei pela cortina, vi os dois se encontrando, ele deu um beijo nela e uma mão na bunda, ela subiu na moto e foram embora. O que fizeram depois, deixo pra sua imaginação.
Naquela vez não aguentei e bati uma no banheiro da família da Majo, a menina da casa me deixava excitado pra caralho, o Omar, namorado dela, levava ela pra tirar aquela bermuda justa e fazer de tudo. Inevitável que eu acabasse comendo ela. Mas o melhor veio no último ano do ensino médio, ela tava melhor do que nunca, uma Mulher com M maiúsculo, mistura de modelo com curvas de vedete. Voltava da escola e desfilava com a camisetinha branca, a saia escocesa curta pra caralho que destacava aquelas pernas, e de trás era um inferno, com aquela bunda redonda, como aquele uniforme vermelho marcava, era impressionante!!! Nos pés, os sapatos náuticos e meias azul-marinho. Eu não conseguia parar de olhar, ela ainda era uma menina, mas não podia ter uma bunda daquelas, tinha cara de novinha mas corpo de mulher de 25. A carinha e o corpão dela eram uma combinação explosiva, super excitante.
A Mirtha, mãe dela, tava ali com a gente, me perguntando como iam as coisas na faculdade e tal, e eu tava de pau duro só de olhar pra filha dela. Levantei, fiz um movimento de onde eu tava sentado pra onde a Mirtha tava, pra ajudar em alguma coisa, e aí a Maria José se virou e me viu de pau armado. Ela fingiu que não viu, mas sacou que eu tava a fim dela. E assim os dias iam passando, a rotina de vir na casa dessa família amiga e trombar com a Majo, ela já brincava de provocação, era perversa comigo, e a gente tava muito grudado, o Pablo já tinha virado passado. Agora meu foco era Maria José. Por respeito, tentava evitá-la em certas ocasiões, mesmo que ficasse louco quando ela me mostrava as roupas que comprava pra sair com as amigas. Ela tava no último ano do colégio, então antes do fim de semana saía sim ou sim à noite. Mas uma manhã, eu na casa deles preparando uns apontamentos e mexendo no computador, era uma sexta-feira, lembro. A menina em questão chegou da escola, tentei evitá-la o máximo que pude até que o telefone tocou (naquela época era telefone fixo, quase não tinha celular). Como tava perto do PC, tive que atender, era uma amiga querendo falar com ela. — Castor, é a Silvana — gritei, e ela veio correndo. Ela se colocou do meu lado e tentei não olhar, mas meus olhos iam direto praquela zona de desejo. Ela tava com a camisetinha branca, a saia xadrez vermelha que levantava toda por trás. Falaram um monte de besteiras de adolescente por uns dez minutos, e entre outras coisas, ela contou que tinha brigado com o namorado Omar, porque ele não queria que ela fosse pra viagem de formatura em Bariloche, então decidiu terminar porque ele tava muito ciumento. Eu tava sentado na cadeira na frente do computador, colado na mesa do telefone. O negócio é que ela cansou de ficar em pé e fez sinal pra eu me afastar um pouco pra trás. Mais otário impossível, eu não entendi, mas obedeci. Me afastei com cadeira e tudo pra trás, e a safada sentou no meu colo. De estar firme em pé, ela se curvou sem olhar e aterrissou aquele bundão gordo na minha perna direita... Não sabia o que fazer... A menina sentou em mim... Sentia o calor daquela raba e a pica ficou mais dura que aço. Continuaram falando por uns 15 minutos sobre que roupas iam usar à noite e outras merdas do tipo. O diabo tomou conta de mim, senti um tesão incontrolável, a pica queria sair da calça jeans. Se a Majo virasse, ia ver ela durona assim, mas já não ligava mais. Pra tentar disfarçar, apoiei minha mão direita Na cintura dela, desci um pouquinho mais até o começo da coxa, ela, como se nada, num instante girou em cima da minha perna pra me perguntar o endereço de uma balada onde iam se encontrar com as minas do colégio à noite. A questão é que, com esse movimento, minha mão que tava na coxa dela, por causa do giro, foi parar na bunda direita dela. Ela, com a mão no meu pau, me olhou enquanto eu gaguejava pra responder, me notou nervoso e percebeu minha ereção. _Repete pra mim, otário_ ela pediu, mas o rosto dela já tinha mudado. Embora continuasse conversando com a Silvana, não parou mais de me olhar nos olhos. Fiquei tão excitado que esqueci do respeito, de que ela era a irmã do meu melhor amigo e que eu tava de olho na casa enquanto o Daniel e a Mirtha trabalhavam. Passei a mão na rabeta dela como nunca pensei que faria, ela sentadinha em mim continuava a conversa, mas a voz começou a acelerar, a mina já tava com um olhar de tesão, morrendo de vontade de continuar. Com a mão esquerda, desabotoei a calça, abaixei o zíper e tirei a piroca pra fora, ela observava a situação. Algo tinha que rolar, tava claro, a Maria José me fez perder a cabeça, meu pau durasso e cabeçudo, meio molhado de líquido pré-seminal. Ela se calou por um momento e eu apalpava a bunda dela já mais à vontade. Tipo, com a direita eu apalpava a raba e com a esquerda comecei a me masturbar devagar. Minha mão direita já percorria ela toda, pernas, bunda e até usei a palavra: buceta, não sei como ela fez, mas segurou a vontade de gemer. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau duro, ela já não olhava mais pra minha cara porque tinha virado toda a atenção pro que tava fazendo com a mão. A cena era essa: a melhor bunda que já vi na vida tava sentada na minha perna, eu com a piroca de fora e ela me masturbando, se empolgou e fez mais rápido, era expert no assunto, hein... Me excitou tanto que senti que a explosão ia vir, apalpei com tesão aquela rabuda e joguei jatos de esperma grosso que sujaram ela inteira. Essa mão. Ela desligou o telefone e, sem dizer uma palavra, se apoiou com as mãos na mesa do PC, fervia de tesão aquela mulher, e eu vendo ela assim tão entregue com aquela bunda divina à minha mercê, levei meu rosto até aquele centro de gravidade onde tudo terminava enfiado, aspirei por cima do vestido e tinha um certo cheirinho (não confundir com algo escatológico, não era isso), era um cheiro de mulher que te drogava. Ela tirou a saia e ficou só de leggings preta bem curtinha. Enfiei o rosto de novo e, mais que tudo, o nariz na bunda dela, com a calcinha aproveitei melhor o cheiro, fiquei um bom tempo ali e ela estava entretida. Em seguida, ela abaixou devagar, como se fizesse um show erótico, era toda entendida no assunto, puxou aquela tanga que me enlouqueceu ainda mais ao vê-la, e apareceu uma bucetinha pequena meio molhada. Maria José estava com os hormônios a mil. Peguei ela pela cintura e puxei pra mim, coloquei meu rosto na altura da buceta dela e comecei a chupar, salgadinha e com um cheiro forte que me drogava, ela abria as nádegas e enfiava a vulva na minha boca, eu devorava com lambidas e, num ponto, gemeu como uma louca. Por sorte estávamos sozinhos na casa dela. Ela empurrou minha cabeça bem pra dentro da buceta dela, apertando sem me deixar respirar... Maria José teve um orgasmo tremendo, mas apesar de ter gozado, queria mais... "Castor" se agachou e colocou aquela carinha tão linda no meu pau recuperado e ereto, que estava pronto para inseminá-la, pegou ele com as mãos, bateu uma um pouco e levou à boca. Eu segurava o rosto dela e marcava o ritmo das chupadas, ela fazia incrível, chupava, parava, olhava pra mim e engolia de novo, e assim aguentei o máximo que pude quando senti que vinha a avalanche, segurei a cabeça dela fazendo pressão, mas me contive, pensei em outra coisa e evitei gozar. Virei ela de novo, arqueei sobre a mesa e bati uma entre aquelas nádegas enormes, Majo pedia pra eu meter logo!!! Explodia de tesão, mas não... Eu queria chupar. usa a palavra: buceta e aquele cu de novo. Assim como estava naquela posição, eu fiz, chupei a buceta dela e depois fui pro asterisco dela e fiquei nessa, Majo se contorcia de prazer, gostava pra caralho. Com toda aquela umidade nela, me levantei e pensei: agora sim... apoiei a pica na buceta dela e ela gemeu mais desesperada. Primeiro entrei devagar, tipo tântrico, ela curtia, acelerei por causa do jeito que via e sentia ela, e comi mais forte. Aquele rabo parecia impecável naquela posição, tateei com um dedo e ela não resistiu, tirei a pica da buceta molhada dela e tentei enfiar no cu... Senti ela com medo e ela me contou que o Omar era meio bruto quando fazia por ali... E que ultimamente todas as relações sexuais dela eram anais, o Omar só comia ela pelo rabo nas últimas vezes que transaram. _Omar tá estranho comigo, tá muito violento e ciumento e não é mais romântico comigo, quando a gente fica sozinho ele quer que eu chupe ele e sempre, mas sempre, ele acaba metendo só pelo cu e eu não quero mais isso!!! Uiiiiiiii pelo amor de Deusssss... Me explodiu a cabeça!!!! E continuou o desabafo dela: _ele diz que eu dou pra outros machos e fica bravo e mete só pelo rabo como castigo, me chama de putinha e fala que em Bariloche vão fazer fila pra me comer_. Fiquei louco com essa confissão e falei que o Omar era um lixo, que a gente (especialmente eu) nunca gostou dele, mas ela tava tão apaixonada que não ligava pros nossos avisos. Então consolei ela um pouco e voltamos a nos pegar, fiz um trabalho longo pra relaxar ela e aos poucos, com carícias e beijos por todo lado, ela esquentou de novo, confessei que gostava dela há anos e ela ficou meio surpresa... _Você também me atrai_ ela confessou com timidez e aí a gente se enroscou de beijos. Coloquei ela na mesma posição de antes da confissão, abri as nádegas dela e chupei com vontade, pedi pra ela confiar em mim, que eu ia cuidar dela de agora em diante e ela aceitou, só que eu implorou pra eu fazer devagar porque, depois do bruto do ex-namorado dela, ficou traumatizada. Chupei mais um pouco e encostei a glande, a cabeça entrou de pouquinho e ela gemeu assustada. Dedilhei ela, molhando a buceta dela aos poucos, aí ela relaxou e começou a curtir. Segurei ela pela cinturinha e, devagar, o ritmo das estocadas foi acelerando. Plaf plaf plaf era o som, e a Majo já balançava o cabelo solto pra todo lado, e assim enlouqueci bem dentro da María José, masturbei ela mais forte com uma mão e a outra apoiei na bunda dela, dei as últimas bombadas e não consegui segurar meu gozo... Gozei bem fundo no intestino dela e fomos desacelerando aos poucos. Meu pau, tendo cumprido sua missão de tirar toda a vontade de estar no mais íntimo da Majo, saiu já mole, e os jatos de porra misturados com um pouco de sangue saíram timidamente. Foi única aquela primeira vez com a María José, depois disso ficamos mais que juntos, ela mudou muito, eu a via mais madura e segura de si. Por um tempo nos escondemos, mas depois ficou impossível, oficializamos a relação e vivíamos transando. Era um magnetismo único, ela continuou na faculdade, se formou em odontologia e hoje é uma excelente profissional. Quanto ao nosso relacionamento, diria que vamos e voltamos, estamos assim há tantos e tantos anos juntos. Conheci recentemente a Marcela e, como já devem imaginar, é minha loucura e estamos vivendo algo muito intenso. A Majo agora, com 36 anos bem vividos, é uma milf completa. E continua com o cabelo liso, carinha de menina e uma bunda impressionante. E como disse antes, vamos e voltamos, somos assim, intermitentes. Fim.
Queria escrever sobre como conheci a primeira mulher que me deixou louco de tesão. Hoje em dia a gente tem idas e vindas, se ama, se odeia, mas continua. É uma relação intensa e ao mesmo tempo estranha. María José é a irmã mais nova do Pablo, meu melhor amigo.
Eu e Pablo viramos amigos desde os 10 ou 11 anos. Vim do interior com minha mãe, éramos só nós dois, e ela veio atrás de trabalho. Nossa amizade começou no bairro, a gente ia pra mesma escola, mesma série, saía pra jogar futebol ou andar de bike, e daí ficamos muito amigos.
Com a família do Pablo tive uma boa relação desde o começo. O pai dele, Daniel, era caixa de banco, a mãe, Mirtha, trabalhava na administração pública – gente muito boa mesmo. A relação era tão foda que até pediam permissão pra minha mãe e me levavam junto nas férias. Conheci Mar del Plata graças a eles.
Naquela época, María José era uma sweet girl insuportável, a filhinha do papai, a mimada, sempre entregava a gente quando fazíamos alguma merda. Mas a menina foi se desenvolvendo com o tempo. A Majo tinha uma carinha linda, cabelo liso natural castanho escuro e comprido, pele super branca, os peitos eram meio fraquinhos, mas o que se destacava nela era a cinturinha, umas pernudas e, melhor ainda, uma bunda gostosa.
Tudo isso já quando ela fez 15 anos. Foi aí que comecei a olhar pra ela com outros olhos, além de que ela mudou a atitude, já tinha personalidade. Aos 16, se desenvolveu ainda mais. Acontece que um cara do nosso grupo de amigos, da mesma idade que eu e o Pablo, comeu ela em todos os buracos, e eu confirmo porque ele me contou, e eu me acabava na punheta imaginando a María José toda soltinha.
Eu praticamente morava na casa deles, e depois do que me contaram, aumentou meu tesão pela irmã do meu amigo. Ela me chamava de "guy" e eu chamava ela de Castor por causa do tamanho dos dentes dela. A Castor desfilava na minha frente de calcinha curta ou shortinho de tecido, e o mais impressionante foi quando uma vez eu vi ela com uma bermudinha jeans que deixava uma bunda do caralho. Ela tava se arrumando pra sair com o "namoradinho" dela que nessa altura já não era querido por nenhum de nós, a gente era super protetor com ela. O cara passou pra buscá-la na moto Honda XR 650 dele, deu uns berros de buzina pra avisar que tava esperando lá fora, eu morria de ciúmes e espiei pela cortina, vi os dois se encontrando, ele deu um beijo nela e uma mão na bunda, ela subiu na moto e foram embora. O que fizeram depois, deixo pra sua imaginação.
Naquela vez não aguentei e bati uma no banheiro da família da Majo, a menina da casa me deixava excitado pra caralho, o Omar, namorado dela, levava ela pra tirar aquela bermuda justa e fazer de tudo. Inevitável que eu acabasse comendo ela. Mas o melhor veio no último ano do ensino médio, ela tava melhor do que nunca, uma Mulher com M maiúsculo, mistura de modelo com curvas de vedete. Voltava da escola e desfilava com a camisetinha branca, a saia escocesa curta pra caralho que destacava aquelas pernas, e de trás era um inferno, com aquela bunda redonda, como aquele uniforme vermelho marcava, era impressionante!!! Nos pés, os sapatos náuticos e meias azul-marinho. Eu não conseguia parar de olhar, ela ainda era uma menina, mas não podia ter uma bunda daquelas, tinha cara de novinha mas corpo de mulher de 25. A carinha e o corpão dela eram uma combinação explosiva, super excitante.
A Mirtha, mãe dela, tava ali com a gente, me perguntando como iam as coisas na faculdade e tal, e eu tava de pau duro só de olhar pra filha dela. Levantei, fiz um movimento de onde eu tava sentado pra onde a Mirtha tava, pra ajudar em alguma coisa, e aí a Maria José se virou e me viu de pau armado. Ela fingiu que não viu, mas sacou que eu tava a fim dela. E assim os dias iam passando, a rotina de vir na casa dessa família amiga e trombar com a Majo, ela já brincava de provocação, era perversa comigo, e a gente tava muito grudado, o Pablo já tinha virado passado. Agora meu foco era Maria José. Por respeito, tentava evitá-la em certas ocasiões, mesmo que ficasse louco quando ela me mostrava as roupas que comprava pra sair com as amigas. Ela tava no último ano do colégio, então antes do fim de semana saía sim ou sim à noite. Mas uma manhã, eu na casa deles preparando uns apontamentos e mexendo no computador, era uma sexta-feira, lembro. A menina em questão chegou da escola, tentei evitá-la o máximo que pude até que o telefone tocou (naquela época era telefone fixo, quase não tinha celular). Como tava perto do PC, tive que atender, era uma amiga querendo falar com ela. — Castor, é a Silvana — gritei, e ela veio correndo. Ela se colocou do meu lado e tentei não olhar, mas meus olhos iam direto praquela zona de desejo. Ela tava com a camisetinha branca, a saia xadrez vermelha que levantava toda por trás. Falaram um monte de besteiras de adolescente por uns dez minutos, e entre outras coisas, ela contou que tinha brigado com o namorado Omar, porque ele não queria que ela fosse pra viagem de formatura em Bariloche, então decidiu terminar porque ele tava muito ciumento. Eu tava sentado na cadeira na frente do computador, colado na mesa do telefone. O negócio é que ela cansou de ficar em pé e fez sinal pra eu me afastar um pouco pra trás. Mais otário impossível, eu não entendi, mas obedeci. Me afastei com cadeira e tudo pra trás, e a safada sentou no meu colo. De estar firme em pé, ela se curvou sem olhar e aterrissou aquele bundão gordo na minha perna direita... Não sabia o que fazer... A menina sentou em mim... Sentia o calor daquela raba e a pica ficou mais dura que aço. Continuaram falando por uns 15 minutos sobre que roupas iam usar à noite e outras merdas do tipo. O diabo tomou conta de mim, senti um tesão incontrolável, a pica queria sair da calça jeans. Se a Majo virasse, ia ver ela durona assim, mas já não ligava mais. Pra tentar disfarçar, apoiei minha mão direita Na cintura dela, desci um pouquinho mais até o começo da coxa, ela, como se nada, num instante girou em cima da minha perna pra me perguntar o endereço de uma balada onde iam se encontrar com as minas do colégio à noite. A questão é que, com esse movimento, minha mão que tava na coxa dela, por causa do giro, foi parar na bunda direita dela. Ela, com a mão no meu pau, me olhou enquanto eu gaguejava pra responder, me notou nervoso e percebeu minha ereção. _Repete pra mim, otário_ ela pediu, mas o rosto dela já tinha mudado. Embora continuasse conversando com a Silvana, não parou mais de me olhar nos olhos. Fiquei tão excitado que esqueci do respeito, de que ela era a irmã do meu melhor amigo e que eu tava de olho na casa enquanto o Daniel e a Mirtha trabalhavam. Passei a mão na rabeta dela como nunca pensei que faria, ela sentadinha em mim continuava a conversa, mas a voz começou a acelerar, a mina já tava com um olhar de tesão, morrendo de vontade de continuar. Com a mão esquerda, desabotoei a calça, abaixei o zíper e tirei a piroca pra fora, ela observava a situação. Algo tinha que rolar, tava claro, a Maria José me fez perder a cabeça, meu pau durasso e cabeçudo, meio molhado de líquido pré-seminal. Ela se calou por um momento e eu apalpava a bunda dela já mais à vontade. Tipo, com a direita eu apalpava a raba e com a esquerda comecei a me masturbar devagar. Minha mão direita já percorria ela toda, pernas, bunda e até usei a palavra: buceta, não sei como ela fez, mas segurou a vontade de gemer. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau duro, ela já não olhava mais pra minha cara porque tinha virado toda a atenção pro que tava fazendo com a mão. A cena era essa: a melhor bunda que já vi na vida tava sentada na minha perna, eu com a piroca de fora e ela me masturbando, se empolgou e fez mais rápido, era expert no assunto, hein... Me excitou tanto que senti que a explosão ia vir, apalpei com tesão aquela rabuda e joguei jatos de esperma grosso que sujaram ela inteira. Essa mão. Ela desligou o telefone e, sem dizer uma palavra, se apoiou com as mãos na mesa do PC, fervia de tesão aquela mulher, e eu vendo ela assim tão entregue com aquela bunda divina à minha mercê, levei meu rosto até aquele centro de gravidade onde tudo terminava enfiado, aspirei por cima do vestido e tinha um certo cheirinho (não confundir com algo escatológico, não era isso), era um cheiro de mulher que te drogava. Ela tirou a saia e ficou só de leggings preta bem curtinha. Enfiei o rosto de novo e, mais que tudo, o nariz na bunda dela, com a calcinha aproveitei melhor o cheiro, fiquei um bom tempo ali e ela estava entretida. Em seguida, ela abaixou devagar, como se fizesse um show erótico, era toda entendida no assunto, puxou aquela tanga que me enlouqueceu ainda mais ao vê-la, e apareceu uma bucetinha pequena meio molhada. Maria José estava com os hormônios a mil. Peguei ela pela cintura e puxei pra mim, coloquei meu rosto na altura da buceta dela e comecei a chupar, salgadinha e com um cheiro forte que me drogava, ela abria as nádegas e enfiava a vulva na minha boca, eu devorava com lambidas e, num ponto, gemeu como uma louca. Por sorte estávamos sozinhos na casa dela. Ela empurrou minha cabeça bem pra dentro da buceta dela, apertando sem me deixar respirar... Maria José teve um orgasmo tremendo, mas apesar de ter gozado, queria mais... "Castor" se agachou e colocou aquela carinha tão linda no meu pau recuperado e ereto, que estava pronto para inseminá-la, pegou ele com as mãos, bateu uma um pouco e levou à boca. Eu segurava o rosto dela e marcava o ritmo das chupadas, ela fazia incrível, chupava, parava, olhava pra mim e engolia de novo, e assim aguentei o máximo que pude quando senti que vinha a avalanche, segurei a cabeça dela fazendo pressão, mas me contive, pensei em outra coisa e evitei gozar. Virei ela de novo, arqueei sobre a mesa e bati uma entre aquelas nádegas enormes, Majo pedia pra eu meter logo!!! Explodia de tesão, mas não... Eu queria chupar. usa a palavra: buceta e aquele cu de novo. Assim como estava naquela posição, eu fiz, chupei a buceta dela e depois fui pro asterisco dela e fiquei nessa, Majo se contorcia de prazer, gostava pra caralho. Com toda aquela umidade nela, me levantei e pensei: agora sim... apoiei a pica na buceta dela e ela gemeu mais desesperada. Primeiro entrei devagar, tipo tântrico, ela curtia, acelerei por causa do jeito que via e sentia ela, e comi mais forte. Aquele rabo parecia impecável naquela posição, tateei com um dedo e ela não resistiu, tirei a pica da buceta molhada dela e tentei enfiar no cu... Senti ela com medo e ela me contou que o Omar era meio bruto quando fazia por ali... E que ultimamente todas as relações sexuais dela eram anais, o Omar só comia ela pelo rabo nas últimas vezes que transaram. _Omar tá estranho comigo, tá muito violento e ciumento e não é mais romântico comigo, quando a gente fica sozinho ele quer que eu chupe ele e sempre, mas sempre, ele acaba metendo só pelo cu e eu não quero mais isso!!! Uiiiiiiii pelo amor de Deusssss... Me explodiu a cabeça!!!! E continuou o desabafo dela: _ele diz que eu dou pra outros machos e fica bravo e mete só pelo rabo como castigo, me chama de putinha e fala que em Bariloche vão fazer fila pra me comer_. Fiquei louco com essa confissão e falei que o Omar era um lixo, que a gente (especialmente eu) nunca gostou dele, mas ela tava tão apaixonada que não ligava pros nossos avisos. Então consolei ela um pouco e voltamos a nos pegar, fiz um trabalho longo pra relaxar ela e aos poucos, com carícias e beijos por todo lado, ela esquentou de novo, confessei que gostava dela há anos e ela ficou meio surpresa... _Você também me atrai_ ela confessou com timidez e aí a gente se enroscou de beijos. Coloquei ela na mesma posição de antes da confissão, abri as nádegas dela e chupei com vontade, pedi pra ela confiar em mim, que eu ia cuidar dela de agora em diante e ela aceitou, só que eu implorou pra eu fazer devagar porque, depois do bruto do ex-namorado dela, ficou traumatizada. Chupei mais um pouco e encostei a glande, a cabeça entrou de pouquinho e ela gemeu assustada. Dedilhei ela, molhando a buceta dela aos poucos, aí ela relaxou e começou a curtir. Segurei ela pela cinturinha e, devagar, o ritmo das estocadas foi acelerando. Plaf plaf plaf era o som, e a Majo já balançava o cabelo solto pra todo lado, e assim enlouqueci bem dentro da María José, masturbei ela mais forte com uma mão e a outra apoiei na bunda dela, dei as últimas bombadas e não consegui segurar meu gozo... Gozei bem fundo no intestino dela e fomos desacelerando aos poucos. Meu pau, tendo cumprido sua missão de tirar toda a vontade de estar no mais íntimo da Majo, saiu já mole, e os jatos de porra misturados com um pouco de sangue saíram timidamente. Foi única aquela primeira vez com a María José, depois disso ficamos mais que juntos, ela mudou muito, eu a via mais madura e segura de si. Por um tempo nos escondemos, mas depois ficou impossível, oficializamos a relação e vivíamos transando. Era um magnetismo único, ela continuou na faculdade, se formou em odontologia e hoje é uma excelente profissional. Quanto ao nosso relacionamento, diria que vamos e voltamos, estamos assim há tantos e tantos anos juntos. Conheci recentemente a Marcela e, como já devem imaginar, é minha loucura e estamos vivendo algo muito intenso. A Majo agora, com 36 anos bem vividos, é uma milf completa. E continua com o cabelo liso, carinha de menina e uma bunda impressionante. E como disse antes, vamos e voltamos, somos assim, intermitentes. Fim.
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