María José. Queria escrever sobre como conheci a primeira mulher que me deixou louco de tesão. Hoje em dia a gente tem nossos altos e baixos, nos amamos, nos odiamos, mas seguimos. É uma relação intensa e ao mesmo tempo estranha. María José é a irmã mais nova do Pablo, meu melhor amigo. Eu e Pablo viramos amigos desde os 10 ou 11 anos, vim do interior com minha mãe, éramos só nós dois e ela veio atrás de trabalho. Nossa amizade começou no bairro, a gente ia pra mesma escola, mesma série, saía pra jogar futebol ou andar de bike e daí ficamos muito amigos. Com a família do Pablo tive uma boa relação desde o começo, o pai dele, Daniel, era caixa de banco, a mãe, Mirtha, trabalhava na administração pública, gente muito boa mesmo. A relação era tão foda que até pediam permissão pra minha mãe e me levavam junto de férias, conheci Mar del Plata graças a eles. Naquela época, María José era uma sweet girl insuportável, a filhinha do papai, a mimada, sempre entregava a gente quando a gente fazia alguma merda. Mas a menina foi se desenvolvendo com o tempo, a Majo tinha uma carinha linda, cabelo liso natural castanho escuro e comprido, pele super branca, de peito era meio fraquinha, mas o que se destacava nela era a cinturinha, umas pernudas e o melhor, uma bunda linda. Tudo isso já quando ela fez 15 anos, foi aí que comecei a olhar pra ela com outros olhos, além disso ela mudou de atitude, já tinha personalidade. Aos 16, se desenvolveu ainda mais, acontece que um cara do nosso grupo de amigos, da mesma idade que eu e o Pablo, comeu ela em todos os buracos e eu posso confirmar porque ele me contou e eu me acabava na punheta imaginando a María José toda putinha. Eu praticamente morava na casa deles e depois do que me contaram, aumentou meu tesão pela irmã do meu amigo, ela me chamava de cara e eu chamava ela de Castor por causa do tamanho dos dentes dela. Castor desfilava na minha frente de calcinha curta ou shortinho de pano e o mais impressionante foi quando uma vez eu vi ela com uma bermudinha jeans que deixava uma bunda do caralho. Ela tava se arrumando pra sair com o "namoradinho" dela que, nessa altura, já não era querido por nenhum de nós, a gente era super protetora com ela. O cara passou pra buscá-la na moto Honda XR 650 dele, deu uns berros de buzina pra avisar que tava esperando lá fora, eu morria de ciúmes e espiei pela cortina, vi os dois se encontrando, ele deu um beijo nela e uma mão na bunda, ela subiu na moto e foram embora. O que fizeram depois, deixo pra sua imaginação.
Naquela vez, não aguentei e bati uma no banheiro da família da Majo, a menina da casa me deixava excitado pra caralho, o Omar, namorado dela, levava ela pra tirar aquela bermuda justa e fazer de tudo. Inevitável que eu acabasse comendo ela. Mas o melhor veio no último ano do ensino médio, ela tava melhor do que nunca, uma mulher com M maiúsculo, mistura de modelo com curvas de vedete. Voltava da escola e desfilava com a camisetinha branca, a saia xadrez curta pra caralho que destacava aquelas pernas, e de costas era um inferno, com aquela bunda redonda, como aquele vestidinho vermelho subia nela, era impressionante!!! Nos pés, os sapatos náuticos e meias azul-marinho. Eu não conseguia parar de olhar, ela ainda era uma menina, mas não podia ter uma bunda daquelas, tinha cara de novinha mas corpo de mulher de 25. A carinha e o corpão dela eram uma combinação explosiva, super excitante. A Mirtha, mãe dela, tava ali com a gente, me perguntando como tava na faculdade e tal, e eu tava de pau duro só de olhar pra filha dela. Levantei, fiz um movimento de onde eu tava sentado pra onde a Mirtha tava, pra ajudar em alguma coisa, e aí a Maria José virou e me viu de pau duro. Ela fingiu que não viu, mas sacou minha tesão por ela. E assim os dias iam passando, a rotina de vir na casa dessa família amiga e dar de cara com a Majo, ela já brincava de provocar, era perversa comigo, e a gente tava muito grudado, o Pablo já tinha virado coisa do passado. Agora, meu foco era Maria José. Por respeito, tentava evitá-la em certas ocasiões, mas ficava a mil quando ela me mostrava as roupas que comprava pra sair com as amigas. Ela tava no último ano do colégio, então antes do fim de semana, saía sem falta à noite. Mas numa manhã, eu tava na casa deles preparando uns apontamentos e mexendo no computador — era uma sexta, lembro. A menina em questão chegou da escola, tentei evitá-la o máximo que pude até o telefone tocar (naquela época era telefone fixo, quase não tinha celular). Como eu tava perto do PC, tive que atender. Era uma amiga querendo falar com ela. _Castor, a Silvana te ligou_ gritei, e ela veio correndo. Ficou do meu lado, e eu tentei não olhar, mas meus olhos iam direto praquela zona de desejo. Ela tava com uma camisetinha branca e uma saia xadrez vermelha que levantava toda por trás. Falaram um monte de besteiras de adolescente por uns dez minutos, e entre outras coisas, ela contou que tinha brigado com o namorado Omar, porque ele não queria que ela fosse na viagem de formatura pra Bariloche. Então decidiu terminar porque ele tava muito ciumento. Eu tava sentado na cadeira na frente do computador, colado na mesa do telefone. O negócio é que ela cansou de ficar em pé e fez sinal pra eu me afastar um pouco pra trás. Mais otário impossível, eu não entendi, mas obedeci. Me afastei com a cadeira e tudo pra trás, e a safada sentou no meu colo. De estar firme em pé, ela se curvou sem olhar e aterrissou aquele bundão gordo na minha perna direita... Não sabia o que fazer... A menina sentou em mim... Sentia o calor daquela raba e a pica ficou mais dura que aço. Continuaram falando por uns 15 minutos sobre que roupas iam usar à noite e outras merdas do tipo. O diabo tomou conta de mim, senti um tesão incontrolável, a pica queria sair do jeans. Se a Majo virasse, ia ver ela dura daquele jeito, mas já não ligava mais. Pra tentar segurar, apoiei minha mão direita Na cintura dela, desci um pouquinho mais até o começo da coxa, ela, como se nada, num instante girou em cima da minha perna pra me perguntar o endereço de uma balada onde iam se encontrar com as minas do colégio à noite. A parada é que com esse movimento, minha mão que tava na coxa dela, por causa do giro, foi parar na bunda direita dela. Ela, com a mão na minha, me encarou enquanto eu gaguejava pra responder, me notou nervoso e percebeu minha piroca dura. _Repete pra mim, otário_ ela pediu, mas o rosto dela já tinha mudado. Mesmo continuando a conversa com a Silvana, não parou mais de olhar nos meus olhos. Fiquei tão excitado que esqueci do respeito, de que era a irmã do meu melhor amigo e que eu tava de olho na casa enquanto o Daniel e a Mirtha trabalhavam. Passei a mão na rabeta dela como nunca pensei que faria, ela sentadinha em mim continuava a conversa, mas a voz começou a acelerar, a mina já tava com um olhar de putinha, morrendo de vontade de continuar. Com a mão esquerda, desabotoei a calça, abaixei o zíper e tirei a piroca pra fora, ela observando a cena. Ia rolar alguma coisa, tava na cara, a María José me fez perder a cabeça, minha piroca toda dura e cabeçuda, meio molhada de porra pré-gozo. Ela calou a boca por um instante e eu apalpava a bunda dela já mais à vontade. Tipo, com a direita eu apalpava a raba e com a esquerda comecei a bater uma devagar. Já a mão direita percorria ela toda, pernas, bunda e até usei a palavra: buceta, não sei como fez, mas segurou a vontade de gemer. Peguei a mão livre dela e levei até minha piroca dura, ela já não olhava mais na minha cara porque tinha toda a atenção no que tava fazendo com a mão. A cena era essa: a melhor bunda que já vi na vida tava sentada na minha perna, eu com a piroca de fora e ela me masturbando, se empolgou e foi mais rápido, era fera nisso, hein... Me excitou tanto que senti que a explosão ia vir, apalpei com tesão aquela rabuda e jorrei jatos de porra grossa que sujaram ela toda. Essa mão. Desligou o telefone e, sem dizer uma palavra, se apoiou com as mãos na mesa do PC, fervendo de tesão aquela mulher, e eu vendo ela assim, tão entregue, com aquela bunda divina à minha mercê, levei meu rosto até aquele centro de gravidade onde tudo terminava enfiado, aspirei por cima do vestido e tinha um certo cheirinho (não confundir com algo escatológico, não era isso), era um cheiro de mulher que te drogava. Ela tirou a saia e ficou só de legging preta, bem curtinha. Enfiei o rosto de novo e, mais que tudo, o nariz na bunda dela, com a calcinha aproveitei melhor o cheiro, fiquei um bom tempo ali e ela estava entretida. Em seguida, ela baixou devagar, como se fizesse um show erótico, era toda entendida no assunto, puxou aquela tanga que me enlouqueceu ainda mais ao vê-la, e apareceu uma bucetinha pequena, meio molhada. Maria José estava com os hormônios a mil. Peguei ela pela cintura e puxei pra mim, coloquei meu rosto na altura da buceta dela e comecei a chupar, salgadinha e com um cheiro forte que me drogava, ela abria as nádegas e enfiava a vulva na minha boca, eu devorava com lambidas e, num certo ponto, gemeu como uma louca. Por sorte estávamos sozinhos na casa dela. Ela empurrou minha cabeça bem pra dentro da buceta dela, apertando sem me deixar respirar... Maria José teve um orgasmo tremendo, mas apesar de ter gozado, queria mais... "Castor" se abaixou e colocou aquela carinha tão linda na minha rola recuperada e ereta, que estava pronta pra inseminá-la, pegou com as mãos, bateu uma um pouco e levou à boca. Eu segurava o rosto dela e marcava o ritmo das chupadas, ela fazia incrível, chupava, parava, olhava pra mim e engolia de novo, e assim aguentei o máximo que pude quando senti que vinha a avalanche, segurei a cabeça dela fazendo pressão, mas me contive, pensei em outra coisa e evitei gozar. Virei ela de novo, arqueei sobre a mesa e bati uma entre aquelas nádegas enormes, Majo pedia pra eu meter Já!!! Explodia de tesão, mas não... Eu queria chupar. usa a palavra: buceta e aquele cu de novo. Assim como estava naquela posição, eu fiz, chupei a buceta dela e depois fui pro asterisco dela e fiquei nessa, Majo se contorcia de prazer, gostava pra caralho. Com toda aquela umidade rolando nela, me levantei e pensei: agora sim... encostei a pica na buceta e ela gemeu mais desesperada. Primeiro entrei devagar, tipo tântrico, ela curtia, acelerei por causa do jeito que via e sentia ela, e comi mais forte. Aquele rabo tava impecável naquela posição, tateei com um dedo e ela não resistiu, tirei a pica da buceta molhada e tentei enfiar no cu... Senti ela com medo e ela me contou que o Omar era meio bruto quando fazia por ali... E que ultimamente todas as relações sexuais dela eram anais, o Omar só comia ela pelo rabo nas últimas vezes que transaram. _Omar tá estranho comigo, tá muito violento e ciumento e não é mais romântico comigo, quando a gente fica sozinho ele quer que eu chupe ele e sempre, mas sempre, termina metendo só pelo cu e eu não quero mais isso!!! Aiiiiiiii pelo amor de Deusssss... Me explodiu a cabeça!!! E continuou o desabafo: _ele fala que eu dou pra outros machos e fica puto e mete só pelo rabo como castigo, me chama de putinha e diz que em Bariloche vão fazer fila pra me comer_. Fiquei louco com essa confissão e falei que o Omar era um lixo, que a gente (especialmente eu) nunca gostou dele, mas ela tava tão apaixonada que não ligava pros nossos avisos. Assim, consolei ela um pouco e voltamos pro amasso, fiz um trabalho longo pra relaxar ela e aos poucos, com carícias e beijos por todo lado, ela esquentou de novo, confessei que gostava dela há anos e ela ficou meio surpresa... _Você também me atrai_ ela confessou tímida e aí a gente se enroscou de beijos. Coloquei ela na mesma posição de antes da confissão, abri as nádegas dela e chupei com tesão, pedi pra ela confiar em mim, que eu ia cuidar dela de agora em diante e ela topou, o que sim, eu implorou que eu fosse devagar, porque depois do bruto do ex-namorado dela, ela ficou traumatizada. Chupei um pouco mais e encostei a glande, a cabeça entrou aos poucos e ela gemeu assustada. Dedilhei ela, molhando a buceta dela devagar, aí ela relaxou e começou a gostar. Segurei ela pela cinturinha e, aos poucos, o ritmo das estocadas foi acelerando. Plaf plaf plaf era o som, e a Majo já balançava o cabelo solto pra todo lado, e assim eu enlouqueci bem dentro da María José, masturbei ela mais forte com uma mão e a outra coloquei na bunda dela, dei as últimas bombadas e não consegui segurar o gozo... Gozei bem fundo no intestino dela, e a gente foi desacelerando aos poucos. Meu pau, tendo cumprido sua missão de tirar toda a vontade de estar no fundo da Majo, saiu já mole, e os jatos de porra misturados com um pouco de sangue saíram timidamente. Foi única aquela primeira vez com a María José, depois disso ficamos mais que juntos, ela mudou muito, eu a via mais madura e segura de si. Por um tempo a gente se escondeu, mas depois ficou impossível, oficializamos a relação e vivíamos transando. Era um magnetismo único, ela continuou na faculdade, se formou em odontologia e hoje é uma excelente profissional. Quanto ao nosso relacionamento, diria que a gente vai e volta, estamos assim há tantos e tantos anos juntos. Eu conheci a Marcela recentemente e, como já devem imaginar, é minha loucura, e estamos vivendo algo muito intenso. A Majo agora, com 36 anos, é uma milf completa. E continua com o cabelo liso, carinha de menina e uma bunda impressionante. E como eu disse antes, a gente vai e volta, somos assim, intermitentes. Fim.
Naquela vez, não aguentei e bati uma no banheiro da família da Majo, a menina da casa me deixava excitado pra caralho, o Omar, namorado dela, levava ela pra tirar aquela bermuda justa e fazer de tudo. Inevitável que eu acabasse comendo ela. Mas o melhor veio no último ano do ensino médio, ela tava melhor do que nunca, uma mulher com M maiúsculo, mistura de modelo com curvas de vedete. Voltava da escola e desfilava com a camisetinha branca, a saia xadrez curta pra caralho que destacava aquelas pernas, e de costas era um inferno, com aquela bunda redonda, como aquele vestidinho vermelho subia nela, era impressionante!!! Nos pés, os sapatos náuticos e meias azul-marinho. Eu não conseguia parar de olhar, ela ainda era uma menina, mas não podia ter uma bunda daquelas, tinha cara de novinha mas corpo de mulher de 25. A carinha e o corpão dela eram uma combinação explosiva, super excitante. A Mirtha, mãe dela, tava ali com a gente, me perguntando como tava na faculdade e tal, e eu tava de pau duro só de olhar pra filha dela. Levantei, fiz um movimento de onde eu tava sentado pra onde a Mirtha tava, pra ajudar em alguma coisa, e aí a Maria José virou e me viu de pau duro. Ela fingiu que não viu, mas sacou minha tesão por ela. E assim os dias iam passando, a rotina de vir na casa dessa família amiga e dar de cara com a Majo, ela já brincava de provocar, era perversa comigo, e a gente tava muito grudado, o Pablo já tinha virado coisa do passado. Agora, meu foco era Maria José. Por respeito, tentava evitá-la em certas ocasiões, mas ficava a mil quando ela me mostrava as roupas que comprava pra sair com as amigas. Ela tava no último ano do colégio, então antes do fim de semana, saía sem falta à noite. Mas numa manhã, eu tava na casa deles preparando uns apontamentos e mexendo no computador — era uma sexta, lembro. A menina em questão chegou da escola, tentei evitá-la o máximo que pude até o telefone tocar (naquela época era telefone fixo, quase não tinha celular). Como eu tava perto do PC, tive que atender. Era uma amiga querendo falar com ela. _Castor, a Silvana te ligou_ gritei, e ela veio correndo. Ficou do meu lado, e eu tentei não olhar, mas meus olhos iam direto praquela zona de desejo. Ela tava com uma camisetinha branca e uma saia xadrez vermelha que levantava toda por trás. Falaram um monte de besteiras de adolescente por uns dez minutos, e entre outras coisas, ela contou que tinha brigado com o namorado Omar, porque ele não queria que ela fosse na viagem de formatura pra Bariloche. Então decidiu terminar porque ele tava muito ciumento. Eu tava sentado na cadeira na frente do computador, colado na mesa do telefone. O negócio é que ela cansou de ficar em pé e fez sinal pra eu me afastar um pouco pra trás. Mais otário impossível, eu não entendi, mas obedeci. Me afastei com a cadeira e tudo pra trás, e a safada sentou no meu colo. De estar firme em pé, ela se curvou sem olhar e aterrissou aquele bundão gordo na minha perna direita... Não sabia o que fazer... A menina sentou em mim... Sentia o calor daquela raba e a pica ficou mais dura que aço. Continuaram falando por uns 15 minutos sobre que roupas iam usar à noite e outras merdas do tipo. O diabo tomou conta de mim, senti um tesão incontrolável, a pica queria sair do jeans. Se a Majo virasse, ia ver ela dura daquele jeito, mas já não ligava mais. Pra tentar segurar, apoiei minha mão direita Na cintura dela, desci um pouquinho mais até o começo da coxa, ela, como se nada, num instante girou em cima da minha perna pra me perguntar o endereço de uma balada onde iam se encontrar com as minas do colégio à noite. A parada é que com esse movimento, minha mão que tava na coxa dela, por causa do giro, foi parar na bunda direita dela. Ela, com a mão na minha, me encarou enquanto eu gaguejava pra responder, me notou nervoso e percebeu minha piroca dura. _Repete pra mim, otário_ ela pediu, mas o rosto dela já tinha mudado. Mesmo continuando a conversa com a Silvana, não parou mais de olhar nos meus olhos. Fiquei tão excitado que esqueci do respeito, de que era a irmã do meu melhor amigo e que eu tava de olho na casa enquanto o Daniel e a Mirtha trabalhavam. Passei a mão na rabeta dela como nunca pensei que faria, ela sentadinha em mim continuava a conversa, mas a voz começou a acelerar, a mina já tava com um olhar de putinha, morrendo de vontade de continuar. Com a mão esquerda, desabotoei a calça, abaixei o zíper e tirei a piroca pra fora, ela observando a cena. Ia rolar alguma coisa, tava na cara, a María José me fez perder a cabeça, minha piroca toda dura e cabeçuda, meio molhada de porra pré-gozo. Ela calou a boca por um instante e eu apalpava a bunda dela já mais à vontade. Tipo, com a direita eu apalpava a raba e com a esquerda comecei a bater uma devagar. Já a mão direita percorria ela toda, pernas, bunda e até usei a palavra: buceta, não sei como fez, mas segurou a vontade de gemer. Peguei a mão livre dela e levei até minha piroca dura, ela já não olhava mais na minha cara porque tinha toda a atenção no que tava fazendo com a mão. A cena era essa: a melhor bunda que já vi na vida tava sentada na minha perna, eu com a piroca de fora e ela me masturbando, se empolgou e foi mais rápido, era fera nisso, hein... Me excitou tanto que senti que a explosão ia vir, apalpei com tesão aquela rabuda e jorrei jatos de porra grossa que sujaram ela toda. Essa mão. Desligou o telefone e, sem dizer uma palavra, se apoiou com as mãos na mesa do PC, fervendo de tesão aquela mulher, e eu vendo ela assim, tão entregue, com aquela bunda divina à minha mercê, levei meu rosto até aquele centro de gravidade onde tudo terminava enfiado, aspirei por cima do vestido e tinha um certo cheirinho (não confundir com algo escatológico, não era isso), era um cheiro de mulher que te drogava. Ela tirou a saia e ficou só de legging preta, bem curtinha. Enfiei o rosto de novo e, mais que tudo, o nariz na bunda dela, com a calcinha aproveitei melhor o cheiro, fiquei um bom tempo ali e ela estava entretida. Em seguida, ela baixou devagar, como se fizesse um show erótico, era toda entendida no assunto, puxou aquela tanga que me enlouqueceu ainda mais ao vê-la, e apareceu uma bucetinha pequena, meio molhada. Maria José estava com os hormônios a mil. Peguei ela pela cintura e puxei pra mim, coloquei meu rosto na altura da buceta dela e comecei a chupar, salgadinha e com um cheiro forte que me drogava, ela abria as nádegas e enfiava a vulva na minha boca, eu devorava com lambidas e, num certo ponto, gemeu como uma louca. Por sorte estávamos sozinhos na casa dela. Ela empurrou minha cabeça bem pra dentro da buceta dela, apertando sem me deixar respirar... Maria José teve um orgasmo tremendo, mas apesar de ter gozado, queria mais... "Castor" se abaixou e colocou aquela carinha tão linda na minha rola recuperada e ereta, que estava pronta pra inseminá-la, pegou com as mãos, bateu uma um pouco e levou à boca. Eu segurava o rosto dela e marcava o ritmo das chupadas, ela fazia incrível, chupava, parava, olhava pra mim e engolia de novo, e assim aguentei o máximo que pude quando senti que vinha a avalanche, segurei a cabeça dela fazendo pressão, mas me contive, pensei em outra coisa e evitei gozar. Virei ela de novo, arqueei sobre a mesa e bati uma entre aquelas nádegas enormes, Majo pedia pra eu meter Já!!! Explodia de tesão, mas não... Eu queria chupar. usa a palavra: buceta e aquele cu de novo. Assim como estava naquela posição, eu fiz, chupei a buceta dela e depois fui pro asterisco dela e fiquei nessa, Majo se contorcia de prazer, gostava pra caralho. Com toda aquela umidade rolando nela, me levantei e pensei: agora sim... encostei a pica na buceta e ela gemeu mais desesperada. Primeiro entrei devagar, tipo tântrico, ela curtia, acelerei por causa do jeito que via e sentia ela, e comi mais forte. Aquele rabo tava impecável naquela posição, tateei com um dedo e ela não resistiu, tirei a pica da buceta molhada e tentei enfiar no cu... Senti ela com medo e ela me contou que o Omar era meio bruto quando fazia por ali... E que ultimamente todas as relações sexuais dela eram anais, o Omar só comia ela pelo rabo nas últimas vezes que transaram. _Omar tá estranho comigo, tá muito violento e ciumento e não é mais romântico comigo, quando a gente fica sozinho ele quer que eu chupe ele e sempre, mas sempre, termina metendo só pelo cu e eu não quero mais isso!!! Aiiiiiiii pelo amor de Deusssss... Me explodiu a cabeça!!! E continuou o desabafo: _ele fala que eu dou pra outros machos e fica puto e mete só pelo rabo como castigo, me chama de putinha e diz que em Bariloche vão fazer fila pra me comer_. Fiquei louco com essa confissão e falei que o Omar era um lixo, que a gente (especialmente eu) nunca gostou dele, mas ela tava tão apaixonada que não ligava pros nossos avisos. Assim, consolei ela um pouco e voltamos pro amasso, fiz um trabalho longo pra relaxar ela e aos poucos, com carícias e beijos por todo lado, ela esquentou de novo, confessei que gostava dela há anos e ela ficou meio surpresa... _Você também me atrai_ ela confessou tímida e aí a gente se enroscou de beijos. Coloquei ela na mesma posição de antes da confissão, abri as nádegas dela e chupei com tesão, pedi pra ela confiar em mim, que eu ia cuidar dela de agora em diante e ela topou, o que sim, eu implorou que eu fosse devagar, porque depois do bruto do ex-namorado dela, ela ficou traumatizada. Chupei um pouco mais e encostei a glande, a cabeça entrou aos poucos e ela gemeu assustada. Dedilhei ela, molhando a buceta dela devagar, aí ela relaxou e começou a gostar. Segurei ela pela cinturinha e, aos poucos, o ritmo das estocadas foi acelerando. Plaf plaf plaf era o som, e a Majo já balançava o cabelo solto pra todo lado, e assim eu enlouqueci bem dentro da María José, masturbei ela mais forte com uma mão e a outra coloquei na bunda dela, dei as últimas bombadas e não consegui segurar o gozo... Gozei bem fundo no intestino dela, e a gente foi desacelerando aos poucos. Meu pau, tendo cumprido sua missão de tirar toda a vontade de estar no fundo da Majo, saiu já mole, e os jatos de porra misturados com um pouco de sangue saíram timidamente. Foi única aquela primeira vez com a María José, depois disso ficamos mais que juntos, ela mudou muito, eu a via mais madura e segura de si. Por um tempo a gente se escondeu, mas depois ficou impossível, oficializamos a relação e vivíamos transando. Era um magnetismo único, ela continuou na faculdade, se formou em odontologia e hoje é uma excelente profissional. Quanto ao nosso relacionamento, diria que a gente vai e volta, estamos assim há tantos e tantos anos juntos. Eu conheci a Marcela recentemente e, como já devem imaginar, é minha loucura, e estamos vivendo algo muito intenso. A Majo agora, com 36 anos, é uma milf completa. E continua com o cabelo liso, carinha de menina e uma bunda impressionante. E como eu disse antes, a gente vai e volta, somos assim, intermitentes. Fim.
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