Primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/4813094/Mi-prima-en-verano.htmlSegunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/4815740/Mi-prima-en-verano-2.htmlBem, vou continuar contando essa história com minha prima no verão.
Depois da noite do réveillon, onde acabei batendo uma e gozei como nunca pensando na bunda da minha prima, chegou o dia seguinte. Como vocês lembram, íamos ficar todos no sítio até o aniversário do vô. Como era de se esperar, depois de uma noite de festa, muitos dormiram até tarde, incluindo minha prima. Vou explicar: o sítio era um casarão enorme, quase todos tínhamos quartos separados, exceto os mais novos, que dormiam todos juntos no quarto maior. Eu fiquei — ou melhor, escolhi — o quarto mais afastado pra ficar na paz, e minha prima estava no quarto em frente. Acordei com uma baita ressaca e nem percebi que a porta dela estava entreaberta, não muito, mas o suficiente pra ver lá dentro. Fui ao banheiro fazer minhas coisas e, quando saí, levei um susto enorme. Um dos meus tios, o irmão mais novo do meu pai, estava na porta dela, tipo olhando pra dentro, e ele não ouviu que eu tava no banheiro. Quando saí e fechei a porta, ele se assustou e me disse que estava vendo se tava tudo bem, sem eu perguntar nada. Fiquei olhando estranho pra ele, ele entrou no banheiro e eu vi que tava de pau duro (ele tentou se esconder). Me aproximei devagar do quarto da minha prima pra ver qual era, e lá estava ela: linda, a desgraçada, dormindo de bruços de fio dental, com a raba toda empinada, e não só isso — o fio dental preto que ela usava era minúsculo, fazendo com que ficasse enterrado naquela bunda grande que ela tem. Se não fosse pelos fios na cintura, parecia que tava nua. Aí entendi meu tio. Vendo aquela imagem, meu pau ficou duro igual a um mastro. Lembrei de tudo da noite anterior e senti meu pau já soltando líquido pré-gozo, molhando minha cueca. Pensei em bater uma ali mesmo, mas corria o risco de alguém me ver. Então, antes de ir pro meu quarto, peguei o celular e tirei uma foto.
Fui pro meu quarto rápido e bati uma punheta daquelas pensando naquele short e em como senti tudo quando a gente dançou, acabei gozando pra caramba igual na noite anterior. Depois disso, voltei pro banheiro e aproveitei pra tomar uma ducha, e quando saí minha prima já tinha levantado, assim como toda a família. Comemos e curtimos o dia conversando e lembrando histórias de outras festas, e o dia passou sem muito mais. No dia seguinte, a coisa foi esquentando cada vez mais, e não só por ser pleno verão, mas porque, apesar de todo mundo estar descansado, vários dormiram até quase meio-dia. Exceto minha prima, que aproveitou o dia e o sol pra ficar deitada na beirada da piscina tomando sol. Até aí, nada de outro mundo, mas quando fui me aproximando, meus olhos não acreditavam no que viam: ela, achando que estava sozinha ou que ninguém ia se aproximar, tinha desamarrado o biquíni, e a parte de baixo era minúscula, com aquele rabão enorme ocupando quase tudo. Quando notou minha presença, me disse:
— Oi, Max, bom dia. Desculpa estar assim, mas pensei que todo mundo tava dormindo e quis aproveitar. Não te incomoda que eu fique assim, né?
Eu: — Não, de jeito nenhum, Flor. Toma sol do jeito que for confortável pra você, imagino que seja pra não ficar com marquinhas.
Flor: — É, sim. Mas se te incomodar, me fala que eu amarro de novo.
Eu: — Não, sério, não me incomoda nada (sem parar de olhar praquele rabo). Sabe que vou seguir teus passos e também vou tomar sol? Não te incomoda se eu ficar aqui do teu lado?
Flor: — Ah, sim, melhor assim, a gente conversa.
Tirei a camiseta, peguei uma toalha que tava perto, coloquei do lado e deitei. Depois de um tempo conversando sobre coisas sem muita importância, perguntei se ela tinha bronzeador ou protetor solar. Ela disse que sim e pedi. Passei na parte da frente toda, e aí, vendo como fazer, ela falou:
Flor: — Precisa de ajuda nas costas?
Eu: — Hmm, sim, haha.
Flor: — Então deita que eu ajudo, e depois você passa em mim.
Eu deitei e não conseguia parar de pensar que ia passar bronzeador nela. ia poder tocar, mas esse pensamento não durou muito. Porque sinto que ela se levanta (antes, claro, arrumou a parte de cima do biquíni) e fica atrás de mim, e começa a passar bronzeador nas minhas costas, espalhando ele. Vocês não sabem o prazer que é sentir as mãos dela por toda a minha costa, ombros, costelas. Ela foi percorrendo meu corpo inteiro, até que chegou nas minhas pernas. Quando senti as mãos dela subindo pelas minhas pernas foi foda. Meu pau já tava começando a ficar duro quando senti ela nas minhas costas, mas quando senti nas minhas pernas, meu pau ficou duro que nem pedra. E quando senti as mãos dela nos meus coxas, quase gozei ali mesmo, por sorte ela fez isso mais uma vez e depois parou e deitou.
Flor: Pronto, Max, agora passa pra mim que eu quero ficar bem bronzeada.
Eu: Sim, sim, já vou passar.
Eu tava com medo dela ver ou sentir meu pau duro. Levantei como pude e fiquei sentado atrás dela. Meu pau tava rasgando a bermuda e quase encostando na bunda dela. Comecei a passar o bronzeador nas costas, ombros e cintura dela, e também nos braços. Tentei não me mexer muito, com medo dela perceber como eu tava. Tava começando a me acalmar quando ela disse: "Passa bem nas pernas e na bunda também, não esquece." Aí meu pau ficou duríssimo de novo e comecei a passar de um jeito bem tímido nas pernas dela. Como eu fazia um pouco de pressão, comecei a ouvir uns gemidos baixinhos, mas de prazer.
Flor: Hummm, Max, que mãos boas você tem pra fazer massagem.
Eu: É, né, como eu treinei muito quando era moleque, ensinaram a gente a fazer massagem pra relaxar os músculos, e ficou o costume.
Flor: Ainda bem, porque minhas pernas tão moídas do outro dia. Continua, por favor.
Eu não aguentava mais de tesão, mas obedeci e continuei. Bom, até que chega o capítulo de hoje. Como vocês já sabem, se gostaram e querem que eu continue contando, deixem pontos. E comentem se gostariam de ver fotos ou saber mais sobre ela.
Depois da noite do réveillon, onde acabei batendo uma e gozei como nunca pensando na bunda da minha prima, chegou o dia seguinte. Como vocês lembram, íamos ficar todos no sítio até o aniversário do vô. Como era de se esperar, depois de uma noite de festa, muitos dormiram até tarde, incluindo minha prima. Vou explicar: o sítio era um casarão enorme, quase todos tínhamos quartos separados, exceto os mais novos, que dormiam todos juntos no quarto maior. Eu fiquei — ou melhor, escolhi — o quarto mais afastado pra ficar na paz, e minha prima estava no quarto em frente. Acordei com uma baita ressaca e nem percebi que a porta dela estava entreaberta, não muito, mas o suficiente pra ver lá dentro. Fui ao banheiro fazer minhas coisas e, quando saí, levei um susto enorme. Um dos meus tios, o irmão mais novo do meu pai, estava na porta dela, tipo olhando pra dentro, e ele não ouviu que eu tava no banheiro. Quando saí e fechei a porta, ele se assustou e me disse que estava vendo se tava tudo bem, sem eu perguntar nada. Fiquei olhando estranho pra ele, ele entrou no banheiro e eu vi que tava de pau duro (ele tentou se esconder). Me aproximei devagar do quarto da minha prima pra ver qual era, e lá estava ela: linda, a desgraçada, dormindo de bruços de fio dental, com a raba toda empinada, e não só isso — o fio dental preto que ela usava era minúsculo, fazendo com que ficasse enterrado naquela bunda grande que ela tem. Se não fosse pelos fios na cintura, parecia que tava nua. Aí entendi meu tio. Vendo aquela imagem, meu pau ficou duro igual a um mastro. Lembrei de tudo da noite anterior e senti meu pau já soltando líquido pré-gozo, molhando minha cueca. Pensei em bater uma ali mesmo, mas corria o risco de alguém me ver. Então, antes de ir pro meu quarto, peguei o celular e tirei uma foto.
Fui pro meu quarto rápido e bati uma punheta daquelas pensando naquele short e em como senti tudo quando a gente dançou, acabei gozando pra caramba igual na noite anterior. Depois disso, voltei pro banheiro e aproveitei pra tomar uma ducha, e quando saí minha prima já tinha levantado, assim como toda a família. Comemos e curtimos o dia conversando e lembrando histórias de outras festas, e o dia passou sem muito mais. No dia seguinte, a coisa foi esquentando cada vez mais, e não só por ser pleno verão, mas porque, apesar de todo mundo estar descansado, vários dormiram até quase meio-dia. Exceto minha prima, que aproveitou o dia e o sol pra ficar deitada na beirada da piscina tomando sol. Até aí, nada de outro mundo, mas quando fui me aproximando, meus olhos não acreditavam no que viam: ela, achando que estava sozinha ou que ninguém ia se aproximar, tinha desamarrado o biquíni, e a parte de baixo era minúscula, com aquele rabão enorme ocupando quase tudo. Quando notou minha presença, me disse:— Oi, Max, bom dia. Desculpa estar assim, mas pensei que todo mundo tava dormindo e quis aproveitar. Não te incomoda que eu fique assim, né?
Eu: — Não, de jeito nenhum, Flor. Toma sol do jeito que for confortável pra você, imagino que seja pra não ficar com marquinhas.
Flor: — É, sim. Mas se te incomodar, me fala que eu amarro de novo.
Eu: — Não, sério, não me incomoda nada (sem parar de olhar praquele rabo). Sabe que vou seguir teus passos e também vou tomar sol? Não te incomoda se eu ficar aqui do teu lado?
Flor: — Ah, sim, melhor assim, a gente conversa.
Tirei a camiseta, peguei uma toalha que tava perto, coloquei do lado e deitei. Depois de um tempo conversando sobre coisas sem muita importância, perguntei se ela tinha bronzeador ou protetor solar. Ela disse que sim e pedi. Passei na parte da frente toda, e aí, vendo como fazer, ela falou:
Flor: — Precisa de ajuda nas costas?
Eu: — Hmm, sim, haha.
Flor: — Então deita que eu ajudo, e depois você passa em mim.
Eu deitei e não conseguia parar de pensar que ia passar bronzeador nela. ia poder tocar, mas esse pensamento não durou muito. Porque sinto que ela se levanta (antes, claro, arrumou a parte de cima do biquíni) e fica atrás de mim, e começa a passar bronzeador nas minhas costas, espalhando ele. Vocês não sabem o prazer que é sentir as mãos dela por toda a minha costa, ombros, costelas. Ela foi percorrendo meu corpo inteiro, até que chegou nas minhas pernas. Quando senti as mãos dela subindo pelas minhas pernas foi foda. Meu pau já tava começando a ficar duro quando senti ela nas minhas costas, mas quando senti nas minhas pernas, meu pau ficou duro que nem pedra. E quando senti as mãos dela nos meus coxas, quase gozei ali mesmo, por sorte ela fez isso mais uma vez e depois parou e deitou.
Flor: Pronto, Max, agora passa pra mim que eu quero ficar bem bronzeada.
Eu: Sim, sim, já vou passar.
Eu tava com medo dela ver ou sentir meu pau duro. Levantei como pude e fiquei sentado atrás dela. Meu pau tava rasgando a bermuda e quase encostando na bunda dela. Comecei a passar o bronzeador nas costas, ombros e cintura dela, e também nos braços. Tentei não me mexer muito, com medo dela perceber como eu tava. Tava começando a me acalmar quando ela disse: "Passa bem nas pernas e na bunda também, não esquece." Aí meu pau ficou duríssimo de novo e comecei a passar de um jeito bem tímido nas pernas dela. Como eu fazia um pouco de pressão, comecei a ouvir uns gemidos baixinhos, mas de prazer.
Flor: Hummm, Max, que mãos boas você tem pra fazer massagem.
Eu: É, né, como eu treinei muito quando era moleque, ensinaram a gente a fazer massagem pra relaxar os músculos, e ficou o costume.
Flor: Ainda bem, porque minhas pernas tão moídas do outro dia. Continua, por favor.
Eu não aguentava mais de tesão, mas obedeci e continuei. Bom, até que chega o capítulo de hoje. Como vocês já sabem, se gostaram e querem que eu continue contando, deixem pontos. E comentem se gostariam de ver fotos ou saber mais sobre ela.
3 comentários - Minha prima gostosa no verão 3