Acordei e senti a bunda da minha mãe, tinha dormido profundamente abraçando as tetonas dela e encaixando a pica entre as nádegas dela, não acreditava que uma mulher tão gostosa que sempre amei estava pelada e eu tinha comido ela na noite anterior. Minha pica subiu desesperada procurando a buceta da minha mãe, me ajeitei e coloquei a cabeça da minha pica na entrada da caverninha dela e zas, entrou sem a menor resistência, ainda estava molhada das gozadas da noite anterior. Ela só empinou a bundinha e eu comecei o vai e vem, minha mãe só gemia e reclamava, me dizendo enfia mais fundo, por favor, enfia, e eu senti o orgasmo dela. Continuei bombando ela de lado, massageava as tetas dela, minha pica endureceu e de repente gozei enchendo a buceta dela de porra. A ponta da pica ardia e doía, a noite toda tinha comido a Karen e a Marta, e depois comi minha mãe, mas estava com uma febre que não me deixava parar. Minha mãe se virou e disse: bom dia, meu amor, faz tempo que não me sentia assim, me sinto tão feliz por estar do seu lado. Eu também, falei, vamos tomar banho e ver o que rola com a Karen e a Marta. Entramos no banheiro e ela ensaboou minhas costas com as tetonas dela, depois se abaixou e começou a chupar minha pica, era incrível a técnica que ela tinha, chupava e passava a língua da ponta até minhas bolas, e eu só queria que meu leite terminasse na boca dela. Ela acelerou o boquete e quando eu estava prestes a gozar, ela disse: vai, termina que eu te espero. Jorrei um jato e ele foi parar na boca dela, ela saboreou e engoliu. É minha vez, falei, me abaixei e comecei a chupar a buceta dela, enfiei dois dedos e chupei o clitóris, ela começou a gemer e apertou minha cabeça com as mãos, apertando mais. Eu chupava e bebia aqueles sucos, quando enfiei os dedos na buceta dela, minha mãe explodiu num orgasmo enorme, que aproveitei bastante. Levantei e nos beijamos, ela tinha gosto do meu leite e eu dos suquinhos maternais dela. Ensaboei aquelas peitões enormes, e aí eu beijei ela... nessa hora bateram na porta, era a Karen chamando minha mãe. Ela respondeu: "Tô tomando banho, Karen, já vou sair". A Karen disse: "Posso entrar? Preciso falar com você". Minha mãe fez sinal pra eu ficar quieto, se enrolou numa toalha e saiu. A Karen falou: "Olha, amiga, quero te contar uma coisa. Tô muito preocupada e surpresa. Eu também tô com sintomas de gravidez, meus fluxos tão intensos, meus peitos mudaram de cor e tão super sensíveis. Você me acompanha pra comprar uns testes? Aí a gente podia pedir pro seu filho fazer. Amiga, não sei como aconteceu, mas acho que alguma coisa rolou. Me espera uns minutos que eu vou com você, também preciso comprar um remédio urgente. Me espera, já vou sair." A Karen saiu do quarto.
Minha mãe entrou no banheiro com os olhos cheios de raiva e disse: "Não me diga que esse também é seu?" "E... pode ser", respondi. "Não me fala nada. Escuta, como chama a pílula do dia seguinte?" Falei o nome e ela disse: "Escreve aí que eu vejo como faço pra comprar." Ela se vestiu, me deu um beijo na boca, tocou na minha rola e foi embora. Uma hora depois, ela chegou com a Karen e bateram na porta do meu quarto. Abri com um livro de farmacologia na mão, e minha mãe disse: "Você podia nos ajudar com essa dificuldade?" "Claro, como não", falei educadamente. "O que vocês precisam?" Minha mãe só levantou a mão com as caixas de teste e disse: "Houston, temos um problema."
Abri a porta e a cara da Karen tava vermelha de vergonha. Falei: "Olha pra mim, sou quase um médico, não precisa ter vergonha. Entra e me conta o que tá rolando." Ela disse que se sentia muito mal, tontura direto, os peitos extremamente sensíveis e mudanças de humor. "Bom, vamos ver o que os reagentes dizem. Vai no banheiro, faz xixi e traz uma amostra nesse potinho que eu preparo tudo." A Karen foi pro banheiro, e minha mãe me mostrou a outra caixinha com a maldita pílula azul. "Como toma?", ela perguntou. "É só colocar na boca e pronto." Ela abriu rapidinho e tomou. Peguei, era uma emergência de verdade. Daqui a pouco saiu a Karen, muito envergonhada, trazendo nas mãos a amostra de urina. Coloquei os reagentes no vidrinho e esperamos. Três minutos depois, as amostras mostravam as famosas duas listras positivas. Mais um herdeiro, pensei. Minha mãe me olhou e abraçou a Karen, que começou a chorar e se perguntar como era possível aquilo, se ela se cuidava e não transava há pelo menos quatro meses. "Poxa", eu disse, "isso é uma pandemia. Deixa eu te examinar pra ter certeza. Tira a roupa." Minha mãe me olhou com um ciúme que a consumia, mas segurou a onda. Examinei os peitos dela e vi a buceta dela: mostrava todos os sinais de gravidez, um fluxo viscoso e abundante, mudança de cor nos lábios, além de como estavam inchados. "Sim, Karen", falei tirando as luvas, "você tá grávida. Parabéns."
"Mas isso é impossível", Karen chorava. "Não sei como pôde acontecer. Tenho plena consciência de que não fiquei com ninguém. Como é possível isso?" Ela me olhou buscando alguma resposta, e eu não soube o que dizer. "Me diz, me responde uma pergunta: como eu posso engravidar se a última vez que estive com um homem foi há mais de quatro meses, além de ter me cuidado, e a menstruação veio certinha? Não sei o que aconteceu, mas tô grávida. Como pode? Olha, vou te fazer uma pergunta que talvez você ache muito idiota: dá pra engravidar num banheiro sentando pra mijar, se tiver resto de sêmen no bidê?" "Impossível", falei olhando nos olhos dela. "Isso seria um milagre. A pergunta é idiota, mas é que não encontro explicação nenhuma. Me senti mal e, ao ver a Marta ontem à noite, fiquei na dúvida e não conseguia parar de pensar nesses sintomas. Quando eu engravidei, tinha um corrimento vaginal grosso e abundante, e os peitos doíam de tão sensíveis que estavam, e isso me fez duvidar. Já não sei mais o que pensar. Seu diagnóstico me deixou gelada. Não tem chance de todos os testes falharem, né?" "E... não, mas se quiser fazer um pra tirar a dúvida, um de sangue é o ideal. Mas faz logo. ideia que vai dar positivo, se faz uma semana que minha menstruação deveria ter descido e não aconteceu nada, e eu sou muito regulada, mas não sei… Eu olhei pra minha mãe que me devorava com os olhos, aí falei: Karen, pensa nas maravilhas da chegada de um filho. Ela se virou e saiu do quarto, e enquanto andava, encontrou com a Marta que vinha buscar minha mãe. As duas se encontraram no corredor e a Marta perguntou, estranhando: "Por que você tá chorando, Karen?" E ela se jogou nos braços dela dizendo: "É que eu tô grávida…" "Quê!" disse a Marta, "você também? E quem é o pai?" "Isso é o mais estranho, não sei." "Ahhh, então tem um duende que anda engravidando as mulheres, porque eu também não faço a menor ideia de quem é o pai do meu filho."
Minha mãe não sabia o que dizer, nem o que fazer. Ela já sabia toda a verdade, mas as consequências podiam ser enormes. Marta olhou pra minha mãe e perguntou: "Seu filho tá acordado? Quero perguntar umas coisas pra ele." "Tá, no quarto dele", respondeu. Eu fechei a porta e esperei as batidas da Marta. Ela entrou sem bater, parou com cara de fúria, fechou a porta atrás de si e trancou. "Escuta", ela disse, "me explica uma coisa, e quero a verdade. São coincidências demais pra não ter uma explicação, e você vai me dar ela." Eu olhei pra ela, confuso. "Não sei do que você tá falando, Marta", falei. Ela ajeitou o roupão que tava vestindo, os bicos dos peitos estavam duros e os olhos pretos dela soltavam fogo. "Olha, não me trata como idiota", disse, levantando o braço e quase deixando uma teta escapar do lugar. "Vamos somar: eu tava nos meus dias férteis no Dia da Mulher, e nesses dias o único homem que eu vi foi você. Eu não lembro quem me levou pra cama, nem por que minha buceta tava doendo tanto no dia seguinte. As cinco garotas, incluindo sua mãe, acordamos nos nossos quartos e, pelo que me lembro, todas nós távamos muito bêbadas. E somando que você era o único homem nessa casa, só dá pra tirar uma conclusão: você estuprou eu e a Karen. Me diz, tô errada? Enganada? Quando ela disse isso e seus movimentos fizeram o roupão pregar uma peça nela, os peitos dela ficaram nus. Ela se cobriu rapidinho e continuou me encarando com raiva. Eu só respondi a primeira coisa que veio na minha cabeça: "Olha, Martita, se essas amigas enormes que você tem são de verdade, eu, sem problema nenhum, digo pra quem quiser que seu bebê é meu. Não consigo entender como uma mulherão dessas, uma beleza dessas, está divorciada. Seu ex-marido era cego, por acaso? Você seria a inveja de qualquer homem. Andar do seu lado, te levando pelo braço, deve ser um monumento à inveja masculina. Eu bem que queria ter estado com você, ter tocado seus seios, ou ter sido convidado pra sua boceta. Mas te juro que não rolou nada."
De repente, o olhar dela mudou. Cada palavra perfurou a mente dela e ela disse: "Você realmente me levaria orgulhoso pelo braço e se deliciaria despertando inveja nos homens?" "Sim, claro", eu disse, "seria meu sonho realizado. Quem não gostaria de passear com uma deusa como você?" Ela baixou os olhos e se aproximou devagar até onde eu estava, e disse: "Olha, guy, sempre gostei muito de você, e o que você acabou de dizer é um doce pros meus ouvidos." Se desfazendo do roupão, que a deixou nua na minha frente com aqueles peitos maravilhosos à mostra, a gente se fundiu num beijo apaixonado. Nossas línguas se entrelaçaram numa luta única. Eu só direcionei minhas mãos pra aquela bunda gostosa e ela colou os peitos no meu peito. Não sei em que momento eu me despi, mas quando me dei conta, Marta estava enfiada no meu pau. De pé, eu enfiei, e ela começou a se mover de um jeito único. O pau tocava o clitóris dela e, quando ela soltou minha cabeça do abraço, pude tocar aqueles peitos que eram uma obra de arte. "Devagar, que estou muito sensível e dói, mas se você acariciar, me excita muito", ela disse. Assim, a gente foi pra cama. Eu caí nela e, sem sair da pussy, ela montou e começou a cavalgar. Era uma amazona. Ela se queixava e via o pau entrando naquela buceta inchada, apertada e bem molhada. lubrificada, mesmo sem a gente se tocar, só enfiei de uma vez. Eu tava com a cabeça da pica doendo, a mamãe tinha me deixado seco na noite anterior, e também tinha comido a Karen e a Marta, mas dessa vez era diferente, eu tava curtindo uma gostosa única, uma autêntica campeã. Ela mexia a cintura de um jeito incrível, de repente se tensionou e gozou na minha pica, os espasmos dela eram violentos, mas acolhedores, dignos de uma mulher como ela. Um grito mudo, e o aperto das mãos dela nas minhas mostrou que tinha acabado. Depois, ela caiu em cima de mim, mas eu, sem parar de meter, continuei dando pica nessa buceta grávida. Ela reclamava e falava no meu ouvido: "Foi você, né? Foi você que me engravidou, né? Foi você que encheu minha barriga de vida, né?" Só olhei pra ela e, como única resposta, dei duas picaças e gozei, regando aquela buceta com meu leite. Ela me olhou, e eu soube que ela já tinha a resposta. "Não fala nada, meu amor, sua pica já me contou. E me contou na minha buceta. Sabe, vou ter esse filho, nosso filho. Vai ser minha vingança mais doce contra o idiota do Roberto. Tô grávida de um cara que me fala essas coisas e que tem a pica mais maravilhosa e grande que já comi." E começou a se mexer de novo, minha pica não tinha murchado. "Que delícia, você me enche toda, buceta. Que pica linda que você tem. Como vou te comer, vou te comer até sair leite pelos meus olhos. Deixa eu enterrar essa pica dourada, vai, sou sua putinha." Aí eu virei ela e coloquei de quatro, meti até o fundo. Ela gozou mordendo o travesseiro pra não ser ouvida. Eu terminei só com umas gotinhas. Ela se levantou, veio até mim e disse: "Tenho sua sementinha plantada em mim, e acho que a Karen também. Mas fica tranquilo, meu amor, eu só vou cobrar uma boa dose de pica e não ligo se tiver que te dividir com a Karen." Vestiu o roupão e saiu rápido. Minutos depois, minha mãe chegou e disse que a Marta queria me ver, mas quando me viu no estado que essa amazona me deixou, nem precisou. Perguntar, ela me diz: "Você comeu ela?" Não, mãe, só engravidei ela, é diferente. Minha mãe me olhou e disse: "Só ela?" A Karen, a Laura, a Marta e a Júlia, e você também, mãe. "Bom, parece que vamos ter um jardim de infância aqui, o que sempre sonhei. E o que você vai fazer com a Karen?" Temos que contar a verdade pra ela, sim, mas no tempo certo, mãe. Primeiro temos que conquistar ela, e grávida ela fica mais vulnerável. É hora de brincar de lobo e chapeuzinho vermelho. Minha mãe se aproximou, tocou no meu pau e disse: "Quando ela te conhecer, não vai deixar você ir embora." Nós rimos enquanto eu apalpava os peitos da minha mãe. Lá fora, a manhã estava linda.
Minha mãe entrou no banheiro com os olhos cheios de raiva e disse: "Não me diga que esse também é seu?" "E... pode ser", respondi. "Não me fala nada. Escuta, como chama a pílula do dia seguinte?" Falei o nome e ela disse: "Escreve aí que eu vejo como faço pra comprar." Ela se vestiu, me deu um beijo na boca, tocou na minha rola e foi embora. Uma hora depois, ela chegou com a Karen e bateram na porta do meu quarto. Abri com um livro de farmacologia na mão, e minha mãe disse: "Você podia nos ajudar com essa dificuldade?" "Claro, como não", falei educadamente. "O que vocês precisam?" Minha mãe só levantou a mão com as caixas de teste e disse: "Houston, temos um problema."
Abri a porta e a cara da Karen tava vermelha de vergonha. Falei: "Olha pra mim, sou quase um médico, não precisa ter vergonha. Entra e me conta o que tá rolando." Ela disse que se sentia muito mal, tontura direto, os peitos extremamente sensíveis e mudanças de humor. "Bom, vamos ver o que os reagentes dizem. Vai no banheiro, faz xixi e traz uma amostra nesse potinho que eu preparo tudo." A Karen foi pro banheiro, e minha mãe me mostrou a outra caixinha com a maldita pílula azul. "Como toma?", ela perguntou. "É só colocar na boca e pronto." Ela abriu rapidinho e tomou. Peguei, era uma emergência de verdade. Daqui a pouco saiu a Karen, muito envergonhada, trazendo nas mãos a amostra de urina. Coloquei os reagentes no vidrinho e esperamos. Três minutos depois, as amostras mostravam as famosas duas listras positivas. Mais um herdeiro, pensei. Minha mãe me olhou e abraçou a Karen, que começou a chorar e se perguntar como era possível aquilo, se ela se cuidava e não transava há pelo menos quatro meses. "Poxa", eu disse, "isso é uma pandemia. Deixa eu te examinar pra ter certeza. Tira a roupa." Minha mãe me olhou com um ciúme que a consumia, mas segurou a onda. Examinei os peitos dela e vi a buceta dela: mostrava todos os sinais de gravidez, um fluxo viscoso e abundante, mudança de cor nos lábios, além de como estavam inchados. "Sim, Karen", falei tirando as luvas, "você tá grávida. Parabéns."
"Mas isso é impossível", Karen chorava. "Não sei como pôde acontecer. Tenho plena consciência de que não fiquei com ninguém. Como é possível isso?" Ela me olhou buscando alguma resposta, e eu não soube o que dizer. "Me diz, me responde uma pergunta: como eu posso engravidar se a última vez que estive com um homem foi há mais de quatro meses, além de ter me cuidado, e a menstruação veio certinha? Não sei o que aconteceu, mas tô grávida. Como pode? Olha, vou te fazer uma pergunta que talvez você ache muito idiota: dá pra engravidar num banheiro sentando pra mijar, se tiver resto de sêmen no bidê?" "Impossível", falei olhando nos olhos dela. "Isso seria um milagre. A pergunta é idiota, mas é que não encontro explicação nenhuma. Me senti mal e, ao ver a Marta ontem à noite, fiquei na dúvida e não conseguia parar de pensar nesses sintomas. Quando eu engravidei, tinha um corrimento vaginal grosso e abundante, e os peitos doíam de tão sensíveis que estavam, e isso me fez duvidar. Já não sei mais o que pensar. Seu diagnóstico me deixou gelada. Não tem chance de todos os testes falharem, né?" "E... não, mas se quiser fazer um pra tirar a dúvida, um de sangue é o ideal. Mas faz logo. ideia que vai dar positivo, se faz uma semana que minha menstruação deveria ter descido e não aconteceu nada, e eu sou muito regulada, mas não sei… Eu olhei pra minha mãe que me devorava com os olhos, aí falei: Karen, pensa nas maravilhas da chegada de um filho. Ela se virou e saiu do quarto, e enquanto andava, encontrou com a Marta que vinha buscar minha mãe. As duas se encontraram no corredor e a Marta perguntou, estranhando: "Por que você tá chorando, Karen?" E ela se jogou nos braços dela dizendo: "É que eu tô grávida…" "Quê!" disse a Marta, "você também? E quem é o pai?" "Isso é o mais estranho, não sei." "Ahhh, então tem um duende que anda engravidando as mulheres, porque eu também não faço a menor ideia de quem é o pai do meu filho."
Minha mãe não sabia o que dizer, nem o que fazer. Ela já sabia toda a verdade, mas as consequências podiam ser enormes. Marta olhou pra minha mãe e perguntou: "Seu filho tá acordado? Quero perguntar umas coisas pra ele." "Tá, no quarto dele", respondeu. Eu fechei a porta e esperei as batidas da Marta. Ela entrou sem bater, parou com cara de fúria, fechou a porta atrás de si e trancou. "Escuta", ela disse, "me explica uma coisa, e quero a verdade. São coincidências demais pra não ter uma explicação, e você vai me dar ela." Eu olhei pra ela, confuso. "Não sei do que você tá falando, Marta", falei. Ela ajeitou o roupão que tava vestindo, os bicos dos peitos estavam duros e os olhos pretos dela soltavam fogo. "Olha, não me trata como idiota", disse, levantando o braço e quase deixando uma teta escapar do lugar. "Vamos somar: eu tava nos meus dias férteis no Dia da Mulher, e nesses dias o único homem que eu vi foi você. Eu não lembro quem me levou pra cama, nem por que minha buceta tava doendo tanto no dia seguinte. As cinco garotas, incluindo sua mãe, acordamos nos nossos quartos e, pelo que me lembro, todas nós távamos muito bêbadas. E somando que você era o único homem nessa casa, só dá pra tirar uma conclusão: você estuprou eu e a Karen. Me diz, tô errada? Enganada? Quando ela disse isso e seus movimentos fizeram o roupão pregar uma peça nela, os peitos dela ficaram nus. Ela se cobriu rapidinho e continuou me encarando com raiva. Eu só respondi a primeira coisa que veio na minha cabeça: "Olha, Martita, se essas amigas enormes que você tem são de verdade, eu, sem problema nenhum, digo pra quem quiser que seu bebê é meu. Não consigo entender como uma mulherão dessas, uma beleza dessas, está divorciada. Seu ex-marido era cego, por acaso? Você seria a inveja de qualquer homem. Andar do seu lado, te levando pelo braço, deve ser um monumento à inveja masculina. Eu bem que queria ter estado com você, ter tocado seus seios, ou ter sido convidado pra sua boceta. Mas te juro que não rolou nada."
De repente, o olhar dela mudou. Cada palavra perfurou a mente dela e ela disse: "Você realmente me levaria orgulhoso pelo braço e se deliciaria despertando inveja nos homens?" "Sim, claro", eu disse, "seria meu sonho realizado. Quem não gostaria de passear com uma deusa como você?" Ela baixou os olhos e se aproximou devagar até onde eu estava, e disse: "Olha, guy, sempre gostei muito de você, e o que você acabou de dizer é um doce pros meus ouvidos." Se desfazendo do roupão, que a deixou nua na minha frente com aqueles peitos maravilhosos à mostra, a gente se fundiu num beijo apaixonado. Nossas línguas se entrelaçaram numa luta única. Eu só direcionei minhas mãos pra aquela bunda gostosa e ela colou os peitos no meu peito. Não sei em que momento eu me despi, mas quando me dei conta, Marta estava enfiada no meu pau. De pé, eu enfiei, e ela começou a se mover de um jeito único. O pau tocava o clitóris dela e, quando ela soltou minha cabeça do abraço, pude tocar aqueles peitos que eram uma obra de arte. "Devagar, que estou muito sensível e dói, mas se você acariciar, me excita muito", ela disse. Assim, a gente foi pra cama. Eu caí nela e, sem sair da pussy, ela montou e começou a cavalgar. Era uma amazona. Ela se queixava e via o pau entrando naquela buceta inchada, apertada e bem molhada. lubrificada, mesmo sem a gente se tocar, só enfiei de uma vez. Eu tava com a cabeça da pica doendo, a mamãe tinha me deixado seco na noite anterior, e também tinha comido a Karen e a Marta, mas dessa vez era diferente, eu tava curtindo uma gostosa única, uma autêntica campeã. Ela mexia a cintura de um jeito incrível, de repente se tensionou e gozou na minha pica, os espasmos dela eram violentos, mas acolhedores, dignos de uma mulher como ela. Um grito mudo, e o aperto das mãos dela nas minhas mostrou que tinha acabado. Depois, ela caiu em cima de mim, mas eu, sem parar de meter, continuei dando pica nessa buceta grávida. Ela reclamava e falava no meu ouvido: "Foi você, né? Foi você que me engravidou, né? Foi você que encheu minha barriga de vida, né?" Só olhei pra ela e, como única resposta, dei duas picaças e gozei, regando aquela buceta com meu leite. Ela me olhou, e eu soube que ela já tinha a resposta. "Não fala nada, meu amor, sua pica já me contou. E me contou na minha buceta. Sabe, vou ter esse filho, nosso filho. Vai ser minha vingança mais doce contra o idiota do Roberto. Tô grávida de um cara que me fala essas coisas e que tem a pica mais maravilhosa e grande que já comi." E começou a se mexer de novo, minha pica não tinha murchado. "Que delícia, você me enche toda, buceta. Que pica linda que você tem. Como vou te comer, vou te comer até sair leite pelos meus olhos. Deixa eu enterrar essa pica dourada, vai, sou sua putinha." Aí eu virei ela e coloquei de quatro, meti até o fundo. Ela gozou mordendo o travesseiro pra não ser ouvida. Eu terminei só com umas gotinhas. Ela se levantou, veio até mim e disse: "Tenho sua sementinha plantada em mim, e acho que a Karen também. Mas fica tranquilo, meu amor, eu só vou cobrar uma boa dose de pica e não ligo se tiver que te dividir com a Karen." Vestiu o roupão e saiu rápido. Minutos depois, minha mãe chegou e disse que a Marta queria me ver, mas quando me viu no estado que essa amazona me deixou, nem precisou. Perguntar, ela me diz: "Você comeu ela?" Não, mãe, só engravidei ela, é diferente. Minha mãe me olhou e disse: "Só ela?" A Karen, a Laura, a Marta e a Júlia, e você também, mãe. "Bom, parece que vamos ter um jardim de infância aqui, o que sempre sonhei. E o que você vai fazer com a Karen?" Temos que contar a verdade pra ela, sim, mas no tempo certo, mãe. Primeiro temos que conquistar ela, e grávida ela fica mais vulnerável. É hora de brincar de lobo e chapeuzinho vermelho. Minha mãe se aproximou, tocou no meu pau e disse: "Quando ela te conhecer, não vai deixar você ir embora." Nós rimos enquanto eu apalpava os peitos da minha mãe. Lá fora, a manhã estava linda.
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