FLOR, O PAI DELA E A BUÇETINHA DELA. Isso que aconteceu foi muito louco porque, pra ser sincero, eu não esperava nada disso. Convidei a flor tantas vezes pra tomar algo, transar ou fazer qualquer coisa só pra ter ela por perto e nunca consegui nada, então quando ela disse que sim, não conseguia acreditar. - Fui com a única ideia de que se conseguisse sair pra tomar algo e só com um. Flor, como cê tá? Ela nem respondeu. - Fiquei cinco dias mandando mensagem pra ver se ela respondia e um dia, por acaso, vejo - Oi buçetinha, como cê tá? - Tô bem, e você? - Bem, meio entediada haha. Pronto, pensei que era o máximo que ia conseguir. - O que cê vai fazer esse fim de semana? - Nada, vou ter que ficar na casa do meu pai em Bs As. - Quer que eu vá? - hahahaha, quem dera. - Claro que quero, faz dois anos que tô desesperado pra te ver. - Aposto que você não viria, são mais de 500 km. - Aposto que sim. - Então vem. haha Ela não respondeu mais, pensei comigo: pronto, acabou o que tinha. Umas 3 horas depois, vejo uma mensagem. E ela me manda o endereço xxxxxxxx número xxx. Não, como ela gosta de brincar comigo. Pesquisei no Google e era mesmo o bairro onde ela sempre disse que morava. Tenho que perguntar se é zoeira ou não? Fiquei pensando vários minutos e falei: oportunidades são uma só, e se eu fizer a viagem e surpreender ela? Vi que ela não se conectou mais e eu todo pilhado pra ver se com essa pouca informação que ela passou era verdade ou não, num momento falei: foda-se, vou arriscar... quem sabe... Falei com minha mulher e disse: amor, amanhã vamos pro sítio dar uns tiros com os caras, você sabe que faz tempo que não faço nada e blá blá blá, no final ela cedeu. Ela diz: tá bom, mas posso levar o carro assim vou pras minhas primas visitar elas. É que o gonza não tem carro e a gente tem que tentar ir nesse que é maior e mais confortável. - Tá bom, mas me dá um dinheiro pra gente tomar algo. Pronto, já tinha o carro, tava com uma pilha tremenda e uma vontade de meter que já tava com o pau duro, igual toda vez que ela manda fotos. No outro dia, já sábado, saí tipo 6 da minha casa e tava com uma tesão pra sair naquela hora. Fiquei repensando um monte de coisas, se era verdade, se tava me enrolando e tal. Mas já tava pronto, era ou eu tomava um puta de um furo, já era, no pior dos casos, um passeio. Tinha quase 600 km até a cidade da Flor (puta), como eu chamo. Viajei, viajei, abasteci e segui viajando, no meio-dia parei pra um sanduíche e continuei. Cheguei umas duas horas mais ou menos (não queria chegar de noite porque não conhecia a área), mas dei uma pesquisada no Google Maps e era bem de boa. Mesmo assim, não ia me arriscar. Quando me deparei com a casa, me surpreendeu, mesmo sendo meio o que eu imaginava, uma casa de rico. Fachada bonita, legal, grande, tipo chalé. Deixei o carro meia quadra adiante e pensei: "bom, no pior dos casos, finjo que errei a casa". Bati na porta. Tinha pensado mil vezes, o que dizer, como abordar. Mil perguntas... Abre a porta um cara de uns 45 anos. - Oi, precisa de algo? A senhora... Axxxxx? Saiu do nada, se eu metesse o nome errado, tava ferrado, mas por sorte lembrei. Pronto, pensei, se ele disser que não, vou embora e tchau. Ele me olhou meio estranho - É, espera aí - Ehhh, era verdade. Tava no céu, Axxxxxx. Dava pra ouvir os gritos. - Desculpa, seu nome? Sou Matías (não é meu nome real)... Falei - Vem, entra e espera um pouco, ela tá na piscina. Sentei no sofá e não saía do meu espanto, não acreditava que tava ali. - Chegou um homem. Matías. Ouvi uma voz do quintal - Matí? - Sim, gata, vai lá que ele tá esperando. A porta do quintal abre e entra a Flor com uma sunga bem pequena, branca, toda bronzeada e com óleo no corpo que era inacreditável. Meu pau subiu na hora, era de outro mundo. Morena, peitão, com os peitos que os bicos quase escapavam. Uma fio dental branca que mal cobria a buceta e marcava bem a xereca, eu não aguentava mais de tesão. Fiquei olhando pra ela de um jeito que nem eu acreditava. Ela, doce e meiga, ria e me disse. - O que cê tá fazendo aqui? Com um sorriso branco lindo e aquela carinha amor. - Me passou o endereço. - Mas não imaginei que você fosse vir haha. - E o que você quer, se me deixa louco, como é que eu não vou vir? - Quantos km você fez? - 600 - Ela abriu os olhos gigantes e eles se encheram de ternura - 600? pussy, te fiz dirigir 600 km? Cê é louco hahaha. Devia ter me avisado. - Se te avisasse, você diria que não com certeza - Hahaha, sim, com certeza eu diria que não. Quer alguma coisa? Comeu, bebeu algo? Com esse calor que tá, eu tava na piscina. - Já sabia, te observei de ponta a ponta, que você tá toda oleada. Pensei - Tava tomando um solzinho, mas já tô bem bronzeada. Ela disse enquanto me mostrava toda a pele que podia. Garota esquenta pinto, sempre tentando fazer a gente perder a cabeça. - E???? O que você achou de mim? agora que me conheceu pessoalmente? - Eu tava mudo, não conseguia nem acreditar no que tava rolando - Cê é linda, Flor, muito mais gostosa do que eu imaginava. - Valeu, pussy. Ela disse enquanto vinha pra frente e quando pensei que ia me cumprimentar com um beijo. Pum, meio beijo na boca e me deixou louco. Deus, que tesão me deu e comecei a olhar os peitos, a cintura, a boquinha. Ela sorriu com a malícia dela, sabendo que tava me excitando. Me falou pra esperar que ela ia tomar banho e a gente fazia algo, eu pensei: sim, toma banho e te faço algo. Nisso, ela chama o pai, que devia estar à toa, e manda ele conversar pra eu não ficar entediado - Como você conhece minha filha? - Ah, conheço porque minha prima tá na mesma faculdade e daí. É pra ensinar umas coisas de umas matérias... - aliás, muito boa jovem sua filha... Aplicada (Pra chupar pinto) hahaha. Acho que ele não acreditou nem um pouco, parece que já deve conhecê-la... - Ela é divina, igual à mãe. Que calor que faz. Tá demais. Ele disse - Pois é, dá pra tomar algo gelado, um fernet, uma cerveja. Embora eu tomaria um whisky hahaha. - Cê curte whisky? - Sim, claro, falei. - Tenho um muito bom, quer provar? - Óbvio. E vejo que ele foi até o bar que tinha e pegar gelo. - Essa vai ficar um tempão no banho, sempre faz a mesma coisa. Não sei o quê. faz. Se vai falar com algum cara? Ou se deve tirar fotos? - Nada, esquece. Tem que passar creme e experimentar essas coisas. - Como te falei, puxou a mãe, então posso esperar qualquer coisa. Tem o mesmo corpo da mãe... Isso me chamou a atenção como ele falou, como se estivesse olhando pra ela, acho. - É uma gostosa, falei e me arrependi. - É uma gostosa mesmo, peito e rabo são de louco... Eu olhei pra ele e percebi agora que esse velho tarado olhava pra ela e até parecia excitado com a menininha, olha só, pensei. - Na real, não reparei muito... (Se você soubesse quantas vezes me masturbei vendo a putinha da menina nas redes.) - Qual é, vai me dizer que não viu ela bem? Não soube o que falar... - Esse uísque é bom, falei e tentei não continuar nesse assunto. - É, é bem bom. Quer ver ela? Ele disse... Não sabia o que responder. Quer ver ela? No chuveiro, falo. - Hahahaha, claro, vai que vou cair nessa. Boa tentativa. - Você é idiota ou o quê? Quer ver ela? Sim ou não? Ele me apressou e eu não queria ficar sem resposta. - Sim, claro. Respondi com uma falsa segurança. - Beleza, mas por um uísque azul. Eu sei que minha filha é um tesão e não vou entregar de graça. Quer ver ela? Um Johnny Blue. Fiquei mudo, não acreditava que o pai tava me vendendo a chance de ver a filha. Pensei, com razão, a outra é tão puta. - Óbvio. - Me segue. Eu levantei e segui ele, com um cagasso de verdade. Pensei, vai saber o que esse maluco vai fazer, não acreditava no que tava rolando. Entrei no banheiro e ele falou: "Olha, esse é um banheiro compartilhado, daqueles com portas. Pra tomar banho é aquele ali, não faz barulho e olha por cima que tem o vidro, dá pra ver tudo." Ahhh, velho tarado, então é isso que você faz, olha sua menininha. As punhetas que você deve bater vendo sua filha, seu tarado do caralho... Dava pra ouvir o chuveiro do outro lado e eu pensei, bom, se ele é pervertido, eu sou mais. Achei um banquinho e subi. Era inacreditável, ela tava toda gostosa no chuveiro, se ensaboando com aqueles peitões enormes, toda molhadinha a puta. Cu brilhante pela água, rabão. Linda bem parada e ela uma deusa debaixo d'água. Fiquei dois minutos hipnotizado vendo aquele bundão quando percebo que esse cara, o pai, sobe em outro banquinho e começa a olhar. Fiquei encarando ele como pra recriminar, mas não sei por que não consegui, toda essa loucura do pai olhando a filha começou a me excitar, verdade, não tava ligando pra nada. Falei que era doido. — Isso vale um Johnny. Ele disse. — Vale uma caixa de seis, respondi debochando. — Olha, ele me fala, Flor começou a ficar mais séria, olhava pra baixo na direção da porta. Pensei que ia nos mandar pra merda e não tinha como ela não ver que a gente tava espiando ou pelo menos sentir. Mas aconteceu algo muito estranho, ela começou a passar o sabonete devagarzinho de um jeito muito sensual. Se acariciava os peitos. Se tocava na bunda, mas enfiava a mão na racha. Será que ela tava nos excitando? — Já vi ela várias vezes... é bem puta, provocadora de paus. E não para até se masturbar, enfia uns dois por dia. Deus, o que essa gatinha deve ser pra ser tão fogosa, uma puta feita e direita. Vejo que de uma saquinha ela tirou a calcinha fio dental que tava usando e cheirou, primeiro devagar, mas depois aspirava babando. Ela tava cheirando a calcinha usada com os sucos dela. Minha cabeça explodia, não acreditava no que via. Ela enfiou a calcinha na buceta e ficava esfregando e enfiando na boca. Depois chupou os dedos de uma mão e começou a enfiar. Ela tava nos excitando!!! Era inacreditável. Imaginei que sabia que eu tava olhando e fazia isso. — Ela sabe que eu tô vendo? — Sim, claro que sabe... sempre faz isso... Ahhh então ela se dedicava a excitar o pai também? E o pai era outra vítima dela que se acabava na punheta. Pelo menos esse filho da puta via ao vivo, que sorte, pensei. Olhei de novo e ela chupou outros dedos da outra mão e enfiou no cu. Meu pau ficou duro como pedra, com dois dedos enfiados na buceta e outros dois no cu, ela tava fazendo a masturbação da vida dela, tava com os olhos fechados e mordendo os lábios, a putinha. — Não aguento mais, vou bater uma — falei. — Me ajeitei pra tirar a pica da calça jeans e o pai — Não, não se mexe. Mas era tarde, escorreguei porque aquele banquinho era um pudim e caí no chão, não me machuquei, mas um barulho danado e certeza que ele tinha ouvido. Pensei que ia rolar a maior treta da minha vida. Se ele nos visse. A porta abre e a flor com uma toalha enrolada nas tetas e o cabelo molhado — O que vocês tão fazendo aqui? Com uma cara de surpresa mais do que raiva. — Ehhhh, tava arrumando uma luz. — Disse o pai. Ela olhou pra ele com cara de "cê acha que sou otária?" — Tavam me olhando? — disse fazendo cara de quem tão se aproveitando de uma menina... meio aflita. — Nãooo — falei eu. Mas tava com meia pica dura pra fora da cueca. Já era, ficou como o velho tarado mais tarado que o pai, pensei. — São uns punheteiros!!! — disse. — Prontooo. Até aqui chegou meu amor. Se eu não for embora na viatura, fodeu. — Mas você é meu masturbador, papai (por mim). — kkkk. Ela começou a rir — E você, pai? Tão gostosa sua filha que você fica me espiando? Ou cê acha que não sei que me espia quando tomo banho? O pai branco... — Eu sei que você me olha, olha minha bunda, as tetas, me olha quando tô de fio dental, quando me abaixo na cozinha. Quando deixo a porta aberta também — disse sorrindo. — Ahhh, puta, quando deixa a porta aberta? — Esquentando picas, pensei. — Sim, te espio. Qual o problema? Se você é toda gostosa. Tem um bundão, e é minha filha, posso te ver quando quiser e não aguento mais, quero fazer de tudo com você. — Kkkkkk. Mas vocês dariam conta de mim? — disse desafiadora. Olha a menina tentando provocar dois quarentões, era pra arrebentar ela, mas na pica, pensei. Não sei como, mas levantei, me aproximei e mandei um beijo nela. Ela devolveu e ficou rindo. Era mais puta do que eu imaginava. Peguei ela pela cintura e tirei a toalha, finalmente pude agarrar aquela bunda que me deixava louco. Ela se esfregou na minha pica e falou: — Hummm, que me espionem me deixa com tesão. Me deixou bem quentinha, tô toda putinha. O pai não dormiu nem um segundo, abraçou ela por trás, apoiou e ficou beijando o pescoço dela. — Mmm, papai, que pau duro que ficou pra sua menina. — Sim, meu amor, minha menina me faz subir o pau a mil. — E você, buceta (eu), tá bem grossa, como prometeu. Tô toda molhada, quero que vocês dois me violentem. Me tratem como uma puta. Façam o que quiserem comigo, sou a puta do papai e da buceta. — Ela disse e sorriu. O pai agarrou ela pela cintura e levou ela embora. Eu segui eles até a porta do quarto. — Desce e engatinha. — ele mandou, e a menininha obedeceu feito uma boa puta, entrou no quarto de quatro e subiu na cama. Ela se ajoelhou com as mãos nos peitos. — Quero mamar esses paus. — Ela disse... Com o olhar perdido de tesão que tava. Enfiou um dedo na buceta e chupou. — Já tô pronta.. Tirei a calça e a menininha arregalou os olhos. — Mmmm, papai, que grosso, que delícia. E enfiou ele inteiro de uma vez. Glup glup dava pra ouvir, e a Flor na cama se masturbava com os dedos. — O pai chegou perto e ofereceu o pau. — Papai, quantas vezes eu vi você comendo a mamãe. Não sabe há quanto tempo quero ter ele, quero deixar de ser sua menina pra ser sua mulher. Ela começou a chupar ele e alternava entre o meu pau e o do pai. Ficamos assim um bom tempo até que senti que ia gozar. — Fica de quatro. — eu falei. — A Flor obedeceu e, enquanto continuava chupando o pau do pai, eu comecei a comer a bunda dela, chupava com uma fúria como se tivesse metendo a língua nela. — Aghhh, Aghhh, que buceta gostosa. Come toda minha raba. Isso, puta, e vou arrebentar você também. Nisso o pai fala — Flor, meu sonho é te comer desde que você virou mulher, é a única coisa que quero fazer. Olha o pervertido, ainda por cima gostava demais da garota. Era a coisa mais pervertida que podia existir. Mas ainda tinha mais. — Papai, sabe qual é minha fantasia? — Qual? — Que vocês me violentem e detonem minha raba. — Eu posso ajudar, haha, — falei. Me trata como uma puta!!! Quero ser a sua puta, papai!! E sua também, pussy!!! Deitei o pai na cama, sentei em cima e enfiei de uma vez. Use a palavra: pussy - Ahhhhhh!!! Papai, que cock boa você tem. E arqueou as costas pra trás como se tivesse levado um choque. Três bombadas e começou a convulsionar - Ahhhh papai, eu gozei! Você me deixa louca, quero seu cock bem dentro, acariciando meu colo do útero!!!! Sou sua puta, papai!!!! E se jogou pra frente, virou, tocou na Booty e me disse. - Pussy, enfia esse cacete, minha Booty tá pronta!!! Não hesitei e enfiei de uma vez, queria que ela sentisse bem. Tava aberta e não custou nada meter - Me tratem muito mal!!! Gritou como possessa e comecei a dar tapas na bunda enquanto bombava ela, e o pai tava descontrolado. Agarrei ela pelo cabelo, ele pelo pescoço, e ele começou a dar tapa na cara e enforcar ela. - Aghhh Aghhh como se tivesse engasgada, sim, sou a puta de vocês dois, me destruam!!!! - Quero que detonem minha Booty!!! Gritou e a gente se olhou sem saber o que fazer - O que você quer que a gente faça, encher ela de porra? - Sim, por favor... Mas os dois... - Beleza, fuck you eu primeiro e depois ele. - Não!!!, quero os dois, quero que enfiem os dois. Eu pensei, vamos arrebentar essa mina. Ela levantou rapidão, na mesa de luz tinha gel, passou na mão, passou na nossa cock, mais um pouco na Booty e ficou de quatro. - Me destruam inteira, papais... Disse com uma cara de puta descontrolada que dava pra acreditar, tava em êxtase, a Flor. Eu fiquei por baixo, ela por cima de mim. Chupei todos os peitos dela, encaixei no ass e depois ela disse - Vem, papai. Pegou na cock dele e apontou pro cu. - Flor, tem certeza? - Sim, arrebenta meu cu, por favor!!! E aos poucos fomos enfiando as duas picas. Flor ficou vermelha e gemeu que nem gata no cio - Deeeeus, Deeeeus, vocês vão me fazer gozar. Papais!!! Começou o mete e tira de duas picas no cu da neném. As duas cocks prestes a explodir e sentir que essa mina tava no céu me deixou louco. - Tomaaaa, toma tudo Eu gritei pra ela, puxei o cabelo dela e enfiei. Toma, vagabunda, toma tudo na bunda. — Buceta, me dá o leite, arrebenta tudo. E aí veio o gozo. Devia ter gozado meio litro de porra. Parecia que tava mijando leite. Veio uma corrente do pé até o peito e pá, a melhor transa da minha vida. Não aguentava mais, o pai continuou e meu pau continuava moleque lá dentro, e ele disse: — Acabei dentro, filha, quer o leite? — Quero, pai, me dá todo o leite que eu acabei. Ohhhh, gemeu. Toma, vagabunda. — E vocês, tomem meu leite, detonaram minha buceta! Arrebentaram como nunca! Ahhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhh! Deu um grito que os vizinhos devem ter explodido de tesão. Ficamos exaustos, eu em cima da Flor e o pai em cima dela. Não aguentávamos mais, foi a experiência mais louca que já tive. Dupla penetração anal na Flor, a mulher que sempre sonhei. — Obrigada! — disse ela com um sorriso. — Realizaram minha fantasia. Disse com uma cara de satisfação que nunca tinha visto. — Como me trataram tão bem, vou limpar vocês. Pensei que ia pegar uma toalha molhada. Ela se levantou. Eu vi o buraco do cu dela. Parecia que tinham enfiado uma garrafa de litro. Começou a chupar nosso pau, limpando tudo. — Pai, sabia que sua filha era tão vagabunda? O pai riu. — Espero que de agora em diante seja pra mim também. — Claro, pai, vou ser sua vagabunda, te amo. — Eu também, filha, te amo. — E você, buceta? O que acha? Eu tava em Nárnia, os olhos arregalados, mal me mexia do gozo que tinha dado. — Quero te comer de novo. — Quando você quiser, buceta. De agora em diante, também sou sua vagabunda. Levantei, fui ao banheiro e ela me seguiu. Enxaguou a boca e a gente se beijou de língua. — Buceta, quero que você fique sempre, mas a mamãe tá chegando. E ela não pode nos encontrar. — Entendo. Falei com raiva porque não sabia quando ia voltar. Tomei um banho e achei a calcinha dela, ainda tinha o cheiro. Guardei no jeans. Me sequei, enxaguei a boca. E ela, enrolada de novo na toalha. — Vamos? Te acompanho. Chegamos na... A porta e me deu um beijo que me apaixonou. — Vou sentir sua falta e vou sentir falta dessa veiúda. Disse. — Dá um beijinho nela. Se abaixou e pensei que vinha o boquete, tirou ela, deu um beijinho na ponta e guardou. — Quero comer essa buceta de novo. E sorriu. Abriu a porta, saí e fui embora....
Dois dias depois: — Buceta, por acaso você não viu minha calcinha fio dental branca? — Nop. — Ok, não consigo achar. Sabe que meu pai não vai estar esses dias, vou ficar só com minha mãe. Quer vir? Óbvio...
Dois dias depois: — Buceta, por acaso você não viu minha calcinha fio dental branca? — Nop. — Ok, não consigo achar. Sabe que meu pai não vai estar esses dias, vou ficar só com minha mãe. Quer vir? Óbvio...
2 comentários - Flor, o pai dela e a buceta dela