Naquela época eu tinha 19 anos e tava saindo com uma mina chamada Fernanda. A gente tava junto fazia só 4 meses e meio, ela era dois anos mais velha que eu e trabalhava como enfermeira. Bom, ela tava muito ansiosa pra me apresentar pros pais dela, então organizou um jantar. Cheguei na casa dela à noite, bati na porta e quem abriu foi o pai dela, um senhor de uns 58 anos, cara fechada e com um bafo de álcool meio desagradável. Ele me convidou pra entrar e, como muitos caras sabem, começou a rotina: me mandou sentar no sofá da sala e começou o interrogatório enquanto a Fernanda e a mãe dela terminavam de se arrumar. O velho começou a falar que se eu passasse a mão na filha dele, ia ter que lidar com ele, um ex-militar. Sinceramente, não tava dando muita bola, já percebi que ele tava meio bêbado, então praticamente ignorei o que ele dizia. A conversa não durou muito, porque logo a Fernanda desceu, me cumprimentou e fomos pra sala de jantar enquanto a mãe dela descia. Fui ajudar a Fernanda a pôr os pratos e, quando tava levando uns copos pra mesa, vi uma mulher muito gostosa se aproximando, bem maquiada, uns 45 anos, vestida muito elegante e ao mesmo tempo muito sexy. Ela tava com uma saia justa que mal passava do joelho, uma camisa branca meio transparente com os botões do peito abertos, deixando à mostra um par de peitos enormes, e um colar comprido que se enfiava entre as duas tetonas. Fiquei de boca aberta vendo aquela mulher. A Fernanda se aproximou e me apresentou: "Mãe, esse é o Diego, meu namorado." A senhora, muito simpática, estendeu a mão e me deu um beijo na bochecha, se apresentando: "Muito prazer, Diego, sou a Marcela." E me deu um abraço que fez eu sentir as tetonas enormes dela se espremendo no meu peito. Pegou na minha mão e, bem carinhosamente, me levou pra sala de jantar. A gente sentou pra jantar, a senhora chamou o marido, que tinha ficado na sala vendo TV e tomando a bebida dele. Sentamos, eu e a Fernanda juntos, e os pais dela do outro lado. Na nossa frente, a gente sentou pra jantar e bater um papo, já sabe, me enchendo de perguntas. Não demorou muito pra o interrogatório parar por causa do pai dela, que já tava meio bêbado e derrubou o copo. A mãe dele subiu com ele pro quarto. Eu tinha planejado sair com a Fernanda depois do jantar naquela noite. A senhora desceu, e a Fernanda comentou que a gente ia pra uma balada relaxar um pouco depois do jantar pesado. A senhora, meio sem graça, perguntou se a gente não se importava dela ir junto, já que não queria ficar em casa com o marido naquele estado. E, mesmo eu querendo ir sozinho com a Fernanda pra ter um momento mais íntimo (comer ela), porque com os horários de trabalho dela a gente se via muito pouco, não tive escolha a não ser aceitar, sem saber o que ia rolar em algumas horas. Subimos no meu carro e chegamos na balada, que, por sinal, tava lotada. Pedi uma garrafa de tequila, porque sabia pela Fernanda que a senhora adorava tequila. A gente ficou conversando super bem os três — a senhora era outra vibe, a má energia era o marido dela. Chamei a Fernanda pra dançar, mas me senti mal de deixar a senhora sozinha, então convidei ela pra dançar junto com a gente. Ela relutou, dizendo que ia se sentir ridícula, mas insisti e ela topou. Tava com a Fernanda bem grudada na minha frente, e a mãe dela atrás de mim, me segurando pela cintura. Às vezes, eu só sentia os peitos dela roçando nas minhas costas. Num desses momentos, me virei pra ficar de frente pra ela, com a Fernanda agora atrás de mim. Então peguei a senhora pela cintura e puxei ela um pouco pra roçar os peitos dela no meu peito. A senhora tava curtindo a dança, mas por um instante eu sentia uns apertões discretos no meu pau que a Fernanda dava. A mãe dela percebeu num desses apertões, me olhou e só sorriu. Mas quando sorriu, vi um certo flerte nela — quando via a Fernanda pegar no meu pau, ela passava a língua no lábio e mordia. A Fernanda teve que ir ao banheiro, então me deixou dançando com a A mãe dela não perdeu tempo, passou a mão igual a filha fez, subiu pela minha perna até sentir meu pau e ficou esfregando até deixar ele bem duro e disse: M: tudo isso aí minha filha come, queria levar seu membro na minha boca, faz tempo que não provo algo tão jovem e pelo que sinto, algo bem veiudo, e queria tirar ele e sentir entre minhas nádegas peladas, caralho, isso me excitou pra caralho. Na minha cabeça passava a ideia de sair com a senhora da balada e largar a Fernanda enquanto eu comia a mãe dela em algum motel, no carro ou até no banheiro da balada, mas a Fernanda saiu do banheiro e a ideia se desfez. Eu, com o pau bem duro, abracei a Fernanda meio desgrudado por trás, óbvio pra ela não notar minha ereção, e nos sentamos os três, eu no meio da Fernanda e da mãe dela. A Fernanda me achou meio desconfortável, mas na verdade eu tava era ansioso, tava com tesão e já procurando um jeito de comer a Fernanda ou a mãe dela. Queria aliviar essa vontade que tava sentindo, meu pau pulsava dentro da calça, desejando estar dentro de uma boca ou de uma bucetinha. Então peguei a mão da Fernanda e coloquei no meu pau pulsando de um jeito que a mãe dela percebesse, pra saber se podia ser meu dia de sorte e comer a mãe e a filha num trio gostoso naquela noite. A mãe dela notou como a filhinha tava acariciando meu pau com força. A Fernanda percebeu que a mãe tava vendo o que ela fazia e tentou tirar a mão, mas eu segurei pra impedir e ela continuar me segurando o pau. A mãe dela só cruzou as pernas e, com um drink na mão, curtia o que via. A Fernanda, meio sem graça e excitada com a atitude da mãe, continuou e tirou meu pau da calça pra bater uma por uns minutos. A senhora só trocava de perna ao cruzá-las, eu imaginando que ela tava se estimulando a buceta porque tava gostando do que via. A Fernanda parou e falou no meu ouvido pra gente ir embora, que ela tava com muita vontade, pra gente passar Na casa dela pra deixar a mãe dela, a gente saiu da balada já meio bebados os três, chegamos na casa e a senhora foi pra cozinha falar com a Fernanda enquanto eu passava no banheiro. Quando saí do banheiro, encontrei a senhora, ela pegou no meu pau por fora da calça e disse que sabia que eu ia comer a filha dela, mas não queria que a gente fosse embora porque já estávamos meio bêbados. Ela falou pra eu ficar no quarto com a Fernanda, que já tinha conversado com ela. Eu não aguentei e, enquanto ela falava isso, comecei a apalpar ela, virando pro corredor pra ver se a Fernanda ou o marido dela apareciam. Desabotoei um pouco mais a blusa dela pra pegar melhor nos peitos dela, ela me empurrava dizendo que iam nos ver, mas eu muito insistente empurrei ela na parede e, enquanto tirava um peito do sutiã dela e chupava, com a outra mão levantava a saia dela, passando a mão nas pernas até chegar na bucetinha dela, que era meio peludinha. Isso não me brochou, mesmo eu gostando depiladinha. Ela se virou, se apoiou na parede e mandou eu chupar o cu dela, se empinou um pouco, deixando eu ver aquelas bundonas enormes com a calcinha fio dental preta que realmente sumia entre aquelas duas nadegões. Nós dois já muito excitados e ofegantes, tentávamos não fazer muito barulho porque a Fernanda tava só a alguns passos. Eu me ajoelhei e abri aquelas nadegões, deixando ver a calcinha fio dental enfiada, que eu puxei pro lado, mostrando aquele cu delicioso que se contraía. Então enfiei a cara toda pra lamber o cu dela, e ela se estimulava o clitóris. Já com o cu babado, eu ia meter um dedo, mas ouvi o arrastar de uma cadeira. Virei rápido pro corredor e vi o reflexo da luz da cozinha sendo apagada rapidamente. Me levantei, a senhora subiu a saia e enfiou o peito de volta no sutiã, se ajeitou meio por cima, e nessa hora a Fernanda vinha andando, perguntando por que eu tava demorando tanto. Respondi que tava falando com a mãe dela, que tava pedindo pra gente ficar porque já era tarde. estávamos meio bêbados pra não arriscar que acontecesse algo comigo ou com você. Fernanda só fez uma careta de desgosto, me pegou pela mão e fomos pro quarto dela, enquanto nos despedíamos da mãe dela, falando que já íamos dormir. Fernanda agradeceu pelo gesto de deixar eu ficar, a senhora só nos deu boa noite e fomos. Chegando no quarto dela, comecei a me despir, fiquei só de cueca, que deixava ver meu pau bem duro, e me deitei na cama. Fernanda também tirou o vestido, ficou só de calcinha fio dental vermelha de renda e tirou o sutiã, enquanto eu esfregava meu pau vendo ela se despir. Levantei, peguei uma cadeira que tinha no quarto dela e coloquei na frente da cama. Joguei ela na cama e mandei ela se tocar enquanto eu, sentado na cadeira, batia uma punheta vendo ela se tocar, imaginando também a mãe dela e o que tinha rolado uns minutos atrás. Não conseguia tirar da cabeça aquele rabo da mãe dela, já tava tão excitado que não aguentava mais. Fui pra cama com a Fernanda e meti meu pau na boca dela, movia meu quadril pra frente e pra trás, enfiando tudo bem rápido. Ela só engasgava com meu pau até a garganta, tava muito excitado. Deitei ela de novo na cama, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti tudo na bucetinha dela. Ela só me segurava pelas nádegas, me empurrando pra dentro dela pra eu meter tudo. Começou a me arranhar as nádegas e eu, me deixando cair nela, começou a subir, arranhando minhas costas todas. Ela começou a tremer porque tava quase gozando, meti mais rápido, ela me empurrou pra fora e levantou o quadril, apertando as nádegas, e soltou um squirt que molhou toda a minha barriga. E sem deixar ela descansar, coloquei ela de quatro. Queria comer o cu dela, comecei a lamber igual fiz com a mãe dela, enfiei um dedo, ela gemia que nem uma putinha, tapando a boca com um travesseiro. Peguei um pouco de lubrificante que ela tinha na bolsa, já que a gente ia usar no plano de ir pro hotel, coloquei Passei lubrificante no meu pau e no cu dela, e aos poucos fui enfiando a cabeça do meu pau até entrar por completo. Ela se contorcia de dor, mas ao mesmo tempo de prazer. Eu imaginava aquele rabão da mãe dela e metia cada vez mais rápido, enquanto dava uns tapões gostosos na bunda dela, que quicava toda. Como o cu dela apertava demais, não demorei pra gozar dentro dela. Fiquei deitado na cama enquanto ela se levantou, pegou um papel e começou a limpar o meu leite que escorria. Aí a gente ouviu um barulhinho atrás da porta do quarto. Ela correu e se enfiou debaixo dos lençóis. Eu virei pra porta e, sem mais nem menos, entrou a mãe dela com um roupão transparente, sem sutiã e de tanga. Ela entrou só pra avisar que o marido ia sair e pra gente não fazer barulho enquanto o velho se arrumava pra uma viagem. Eu só olhava pra aquelas tetonas enormes, pensando que a senhora tinha entrado por outro motivo. Me descobri um pouco pra deixar ela ver meu pau duro, mas a Fernanda percebeu e me tapou. Ela já tinha sacado qual era minha intenção desde a balada, mas não se opunha e também não falava nada ao ver como eu tava agindo. Eu queria um menage com a mãe e a filha. Na minha cabeça passavam um monte de imagens, pensando que do meu lado tinha a Fernanda toda pelada e a mãe dela na minha frente com um robezinho que deixava ver todo aquele corpo suculento. Eu não conseguia evitar. Minha mente perversa já tava maquinando, e era meu corpo que tinha que realizar aquilo. Enquanto a senhora nos avisava sobre o marido, eu comecei a enfiar a mão na buceta da Fernanda pra dedilhar ela, e ela tirava minha mão, forcejando debaixo dos lençóis. Obviamente a senhora percebeu e falou: "Diego, o que você tá fazendo? Pelo menos espera eu sair, não seja sem-vergonha." Mas eu sabia bem que ela gostava de ver eu apalpando a filha dela, que não era coincidência ela ter entrado no quarto logo depois que eu tinha terminado de comer a filha. Eu continuei passando a mão na Fernanda, com tudo. Luxúria que levantava os lençóis pra dona ver bem como eu apalpava a filha dela. Fernanda, toda envergonhada, tentava se cobrir, mas o mais gostoso é que nem ela nem a mãe botavam um ponto final na situação. Então continuei com os amassos e o agarramento com Fernanda, subi em cima dela, impedindo ela de se mexer, pra dominar e poder lamber os peitos dela enquanto meu pau duro esfregava na bucetinha dela. Fernanda só falava que eu era um filho da puta, como eu podia fazer aquilo na frente da mãe dela, coisa que ela também tava curtindo, porque era fácil levantar e sair, mas ela continuava lá, reclamando, gemendo, mas aproveitando a perversão. A senhora só olhava bem atenta pro que rolava e aos poucos percebi que ela começava a acariciar os peitões e a bucetinha dela. Fernanda, já sem resistir, me virou, ficou por cima de mim e disse: "Foda-se", e começou a lamber meu peito até chegar no meu pau e enfiou na boca dela. Enquanto isso, eu chamei a mãe dela pra participar, ela sentou do lado da cama olhando a filha chupando meu pau e chegou mais perto, acariciando meu peito enquanto eu pegava nos peitos dela. A ideia de que o marido dela ia sair pra se preparar pra viagem sumiu da cabeça dos três, então a gente só curtia. A senhora tirou o roupão e pegou a filha pela cabeça, tirando meu pau da boca dela. Fernanda ficou do lado da cama enquanto a mãe, com a mão, pegou meu pau e levou à boca, começou a chupar desesperadamente, enfiava até a garganta e estimulava minhas bolas com a outra mão. E ao sentir tão gostoso com aquela chupada, peguei Fernanda pela mão pra ela colocar a bucetinha na minha boca, e assim ela fez. Enquanto a mãe me chupava, a filha colocava a bucetinha na minha boca. A gente ficou assim um tempão até Fernanda gozar. Me levantei, e a senhora ficou de quatro na beira da cama. Tirei a calcinha fio dental dela e, com meu pau, passei pela vagina dela e subi até chegar no cu dela. A senhora já bem molhada abria as nádegas, pedia aos gritos meu pau dentro dela e comecei a penetrá-la. Fernanda, parada atrás de mim, começou a beijar e morder minhas costas, tinha as mãos enfiadas na minha virilha e, sem dizer mais nada, começou a me arranhar da virilha subindo pelo meu abdômen até minhas costelas repetidamente. Tirei meu pau de dentro da mãe dela para começar a brincar com o cu dela e poder dilatá-lo aos poucos, fui introduzindo a cabeça do meu pau. Ela, com um travesseiro na boca, gritava, se contorcia enquanto Fernanda dava umas palmadas na bunda da mãe dela. Meu pau já bem dentro do cu dela começava a sair e entrar. A senhora cada vez mais ofegava e gemia, às vezes tirava todo meu pau do cu dela para ver aquele buraco que meu pau deixava no cu dela, cuspia dentro para lubrificar um pouco e continuava penetrando enquanto Fernanda acariciava minhas bolas que batiam na bunda da mãe dela. Mas tudo foi interrompido pelo grito do senhor perguntando pela esposa. Ao ouvir isso, a senhora apertou mais a bunda e me dizendo que mais um pouco gozava, que estava prestes a gozar. Eu metia mais rápido e, conforme metia, a voz do marido dela se aproximava do quarto. Fernanda, meio nervosa com a possibilidade de nos verem os três, apressava a mãe dela para gozar, e foi assim: enquanto eu a penetrava, ela estimulava o clitóris e, sem mais, gozou, se levantou, limpou a buceta e, sem dizer nada, saiu rapidamente do quarto. Eu ainda não tinha acabado, então inclinei Fernanda e comecei a penetrá-la pela buceta dela. Na verdade, me excita muito ver como os peitos dela balançam quando a inclino e, cada vez que meto forte, gosto de apertá-los, então foi o que fiz até sentir que ia gozar. Tirei o pau e ela pegou com a mão, enfiando até a garganta e, sem aguentar mais, gozei dentro da boca dela. E assim ficamos deitados na cama, ela me dizia que ainda não tinha assimilado o que tinha acontecido com a mãe dela, que ver como eu comia ela a excitou demais. Dormimos um pouco. Um par de horas depois, acordamos e tomamos banho, já que ela tinha que ir trabalhar bem cedo. Quando saiu, esperava encontrar a mãe dela, o que não aconteceu. Assim se passaram dias em que Fernanda trabalhava, e eu via a mãe dela e a gente trepava. Na minha cabeça, só pensava no que o pai dela acharia se descobrisse que eu tava comendo a sua esposa gostosa e a sua querida filhinha, que era uma boa viciada no meu pau!!!





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