Relato real
Este relato eu estou vivendo, não sei se é classificado como incesto, não sei, mas é uma experiência que estamos curtindo, cada um colocou sua parte, foi espontâneo, surpreendente e gostoso.
Meu nome é Diego, tenho 25 anos, sou divorciado há uns 5 anos, tenho 1,80m, sou branco do México e de compleição robusta. Gosto de malhar todo dia, então tenho braços fortes. Desde que me divorciei, não me faltaram mulheres — foi por isso que terminei, por andar de pica solta. Além disso, tenho um bom campeão de 19 cm para ser exato, já com meus 80 quilos de empurrão, talvez 22 cm de perfuração.
Essa história começa quando minha sobrinha se mudou para minha casa. Ela queria estudar enfermagem, e a faculdade onde queria fazer isso era perto da minha casa. Então meu primo (o pai dela) me pediu pessoalmente para deixar ela ficar comigo. Não tive problema nenhum — minha casa é muito grande e moro sozinho. Na verdade, fiquei muito feliz com a notícia, já que além de ser a única sobrinha da família.
Ela é uma garota muito gostosa, chama Sarahí, tem 19 anos, tem um cabelo castanho lindo, é baixinha, mais ou menos 1,56m, era de pele branca, tem uns peitos incríveis, firmes e redondos, uma cinturinha fina e bem definida, umas pernas bem treinadas com coxas bem formadas e carnudas — porque ela joga vôlei nas horas vagas — e, por último, uma bunda deliciosa. Não exagero quando digo que é a melhor rabeta que já vi na vida: quadris largos e duas nádegas redondas e grandes que ficavam incríveis com qualquer roupa que ela vestisse, herança da mãe dela, que já curti aquela bunda antes. Muitas vezes fantasiei em comer a prima de novo, a esposa do meu primo, mas caralho, a filha dela era muito mais gostosa.
Sarahí era uma garota educada, inocente e até meio tímida, nunca tinha tido um namorado, porque meu primo era bem ciumento, e nas festas de família ela só conversava com qualquer um, já que, como eu disse, era a única sobrinha. Não tinha com quem conversar, isso fez com que vários dos tios e primos dela tivessem a chance, mais de uma vez, de ver de perto o corpo de dar inveja que a Sarahí tinha. Em mais de uma ocasião, eu vi como os primos dela aproveitavam quando ela virava pra olhar aquele rabão, ou quando um dos tios ficou encarando ela agachada pra pegar umas sacolas do chão. E não era que olhavam por desejo, era mais porque ela tinha as medidas de uma mulher de alto nível, por assim dizer, daquelas que cumprem certos estereótipos pra quem é fã de mulher bem bunduda — ou talvez fosse sim, porque até vi uma vez que, quando ela se levantou pra buscar água pro primo mais velho, o Isac, ele deu um tapa na bunda dela. Obviamente, a Sarahí levou na brincadeira, porque achava que era só uma zoação, mas tenho certeza de que ele e todos os vizinhos sonhavam com aquele rabão. O fato é que, quando a Sarahí se mudou, eu sempre soube que ela era gostosa, e aproveitava — sem querer — pra olhar aquela bundona e aqueles peitões que me davam vontade de encarar mais do que o normal. Mas sempre soube que ia ficar só na fantasia. Só que vê-la todo dia fazia a cobra começar a subir, ficava brava, e em algumas vezes eu ia pro banheiro tirar o veneno da jararaca. Uma vez, a Sarahí já tava morando aqui umas duas semanas, se adaptou fácil na minha casa. Ela costumava cozinhar e lavar minha roupa, nunca pedi, mas ela era bem caseira. Numa ocasião, eu tava apertado com os prazos da faculdade e não lavei a roupa, então resolvi fazer isso. Entrei no quarto dela pra pegar a roupa suja. Quando tirei do cesto, notei que a calcinha dela não combinava com a personalidade dela. Sabe quando você vê uma mina tímida e imagina que ela usa algo discreto ou assim? Mas não era o caso. A maioria era fio dental e calcinha de renda, o que me surpreendeu pra caralho. Fiquei curioso, então resolvi revirar as gavetas dela pra ver se toda a roupa era assim. E o que eu vi... Só confirmo, lingerie de renda e sexy foi o que encontrei, obviamente isso era culpa da mãe dela, que sempre foi muito provocante no jeito de se vestir. Sarahí devia ter seguido o exemplo da mãe, já que era a única figura feminina que tinha por perto. Me imaginar a minha própria sobrinha, uma garota tímida, com um corpo de deusa usando aquela lingerie me acendeu por completo. Que calcinhas tão gostosas, me considero um expert no assunto sexual, senhores, mas aquela punheta foi muito melhor do que qualquer posição com qualquer outra mina qualquer.
Era época de calor, uma tarde ela veio bater na minha porta perguntando se eu tinha mexido na gaveta dela. Eu falei que — sim, parecia que tinha um rato entrando da rua. Ela me disse: "e viu tudo?" — haha, você se refere às calcinhas? — "que vergonha, sim, essas" — ué, é lingerie, não tem nada de errado — "seria errado andar assim pela casa, tio? É que o calor já não aguento mais." Eu fiquei gelado com aquele pedido, por mais que eu fizesse as contas, não batia. Então essa filha da puta queria me mostrar a bunda de qualquer jeito — "aqui você pode andar como quiser, somos família e temos confiança, né?" — "sim, tio, obrigada."
Ela se virou — "ei, ei, ei, antes de você ir, pode me trazer um copo d'água?" — "sim, mas vou me trocar primeiro." Quando voltou, veio com uma tanga vermelha. Eu fiquei chocado ao ver aquele triangulinho cobrindo a bucetinha depilada dela, porque não fazia nenhum volume, mas aquelas pernas gostosas e curvilíneas faziam crescer ainda mais aquela escultura — "porra, Sarahi, vou ter um infarto, caralho" — "haha, mas é normal, até na praia todas as mulheres andam assim" — "sim, mas você tem uma bundona de infarto" — "haha, tá bom, então quando eu sair agora, fecha os olhos que agora sim vai dar um ataque no coração, vai até parar, hehe" — "mais vai dar um ataque na pica, sobrinha, essa sim vai subir, bom que você entende de enfermagem."
Nós dois rimos, ela se retirou rebolando aquela bundona como se estivesse fazendo bochechos. A filha da puta sabia o que estava fazendo. tinha. Era um calor insuportável, tanto que ela ficava andando pelo quarto como se fosse o dela, eu sentado vendo um jornal que nem tava lendo, só segurando ele pra não mostrar minha ereção, já que a calcinha dela desfilava tão gostosa que eu tinha que tirar a pica. Ela tinha o costume de deitar no sofá e cagava se eu tava do lado. "Oi, mocinha, do jeito que você tá no sofá, dá pra ver uma bunda bem gostosa, espero que não leve a mal." — "Ah, não se preocupe, tio. Chamo muita atenção, né? Mas você é meu tio favorito." A verdade é que não sei o que tava rolando comigo, eu tava começando a gostar do jeito que ele falava. Só ela ouvia como eu virava as páginas do jornal quando perguntei: "E aí, já te meteram a pica?" — "Que que?" ela respondeu, surpresa. — "Que se você e seu namorado já..." — "Bom, tenho meu namorado e sim, mas fica tranquilo, isso é normal." — "Não, não é normal, porque essa calcinha aí parece que foi feita pra engolir umas picas boas, não acha?" (Risos) ela disse: "Pois é, não sei ainda", dando a entender que o namorado dela tinha um pau normal. — "É que o produto dessas suas bundonas mexe demais com a minha pica, mas faz um tempo que não vejo algo assim, desde que me separei." — "Não tem problema, tio, pode olhar à vontade. Ou a gente tá fazendo algo errado?" Quando virei a página do jornal de novo, ela virou e sentou do meu lado. "E o que o senhor tá lendo?" quando ela viu que dentro do meu jornal tava minha pica bem dura, com a cabeça quase estourando. Ela ficou hipnotizada, com a palavra cortada, as bochechas vermelhas, e gaguejando disse: — "Você tem ela bem grande, tio, uau." — "Te incomoda que eu esteja assim?" — "Não, é normal você estar assim." — "O que você se atreveria a fazer?" Quando a mão dela começou a me dar uns bons punhetas na pica. — "Tio, a cabeça dela tava quase estourando." — "Fica assim, ela só quer ver bem essa pica." — "Oi, você quer que eu meta a pica em você, né? Só fala, mocinha." — "Não sei o que tá rolando comigo, mas fico curiosa pra saber se essa coisona toda cabe aqui. Quero colocar essa coisona aqui." Ela se levantou e me deu as costas. De costas, ela disse "aí vou eu", abriu toda a bocetinha dela, mas aquelas bundonas pesadas não deixavam. Mas ela, com mais vontade, abriu mais e escancarou a bucetinha toda rosadinha e deixou eu meter a cabeça inteira. Eu tava louco, sentindo aquela buceta gostosa, quente e molhada.
— Não fode, vou ter um infarto vendo de perto, você tem um pau enorme, mocinha.
— Mais enorme é a vara que você tá enfiando em mim. Olha como eu me mexo, não passo da sua cabeçuda, tio.
Ela me olhou com aqueles olhos transformados no cio. Eu tava de braços abertos no sofá, quando de repente ela desceu até a metade do meu pau. Santa pressão! Ela soltou um grito de prazer com um "uoooo, que pica do caralho, tio!". Nisso, ouviu-se um "plack" — todas as bundonas dela tinham batido no meu corpo, engolindo meu pau inteiro. Ela sentiu dor e tirou em segundos, mas meteu de novo até a metade e repetiu o mesmo movimento: "plack", batendo a bunda de novo, e "plack", um "ai, que gostoso, que gostoso, plack". A bunda dela é indescritível, a maciez daquelas nádegas que eu sentia quando quicavam uma e outra vez, plack e plack, placks, vendo meu pau sendo devorado naqueles sentões.
— Tão gostoso, minha mãe tinha razão.
— Razão do quê?
— Que você tem o pau grande e durão.
— Sua mãe te contou?
— Sim, ela me contou esse segredo, eu não acreditava.
Meu pau já tava escorrendo dos fluidos dela, molhando minhas bolas e mais pra baixo. Cada vez mais pressão, de tão excitada que ela tava. Nisso, fiz ela virar e montou em mim, passando as pernas por cima dos meus braços, ficando numa posição sentada e bem enfiada no meu pau. Eu ajudava a levantar aquele rabão, já que era pesado, e ela se deixava cair e se mexia gostoso. Eu tava metendo tão forte que ela só quicava, aguentando o pau sem piedade. Nisso, me levantei pra enfiar de ladinho, onde a bunda e as pernas dela quicavam ao meu prazer. Ela só me segurava pelo pescoço com os braços e pedia mais. A bunda dela, toda suada... Os orgasmos dela escorrendo no chão quando eu falei que ia gozar enfiando tudo nela, aí eu parei de mexer. Ela falava: "que gostoso, e não quero que seja a última vez". Começou a me beijar com uma loucura, minha boca tava toda molhada de tanto beijo apaixonado. Naquela tarde, a gente se olhou com outros olhos. Ela tá bem apaixonada por mim e, sinceramente, não sei o que fazer. Levo ela pro trabalho e, quando ela desce com o uniforme de enfermeira, não acredito que eu tô comendo aquela raba toda. Às vezes ela me espera, adora transar, e até quando sai com a família, comentam que ela está mais magra, mas não sabem que sou eu quem tá comendo essas gostosuras.
Este relato eu estou vivendo, não sei se é classificado como incesto, não sei, mas é uma experiência que estamos curtindo, cada um colocou sua parte, foi espontâneo, surpreendente e gostoso.
Meu nome é Diego, tenho 25 anos, sou divorciado há uns 5 anos, tenho 1,80m, sou branco do México e de compleição robusta. Gosto de malhar todo dia, então tenho braços fortes. Desde que me divorciei, não me faltaram mulheres — foi por isso que terminei, por andar de pica solta. Além disso, tenho um bom campeão de 19 cm para ser exato, já com meus 80 quilos de empurrão, talvez 22 cm de perfuração.
Essa história começa quando minha sobrinha se mudou para minha casa. Ela queria estudar enfermagem, e a faculdade onde queria fazer isso era perto da minha casa. Então meu primo (o pai dela) me pediu pessoalmente para deixar ela ficar comigo. Não tive problema nenhum — minha casa é muito grande e moro sozinho. Na verdade, fiquei muito feliz com a notícia, já que além de ser a única sobrinha da família.
Ela é uma garota muito gostosa, chama Sarahí, tem 19 anos, tem um cabelo castanho lindo, é baixinha, mais ou menos 1,56m, era de pele branca, tem uns peitos incríveis, firmes e redondos, uma cinturinha fina e bem definida, umas pernas bem treinadas com coxas bem formadas e carnudas — porque ela joga vôlei nas horas vagas — e, por último, uma bunda deliciosa. Não exagero quando digo que é a melhor rabeta que já vi na vida: quadris largos e duas nádegas redondas e grandes que ficavam incríveis com qualquer roupa que ela vestisse, herança da mãe dela, que já curti aquela bunda antes. Muitas vezes fantasiei em comer a prima de novo, a esposa do meu primo, mas caralho, a filha dela era muito mais gostosa.
Sarahí era uma garota educada, inocente e até meio tímida, nunca tinha tido um namorado, porque meu primo era bem ciumento, e nas festas de família ela só conversava com qualquer um, já que, como eu disse, era a única sobrinha. Não tinha com quem conversar, isso fez com que vários dos tios e primos dela tivessem a chance, mais de uma vez, de ver de perto o corpo de dar inveja que a Sarahí tinha. Em mais de uma ocasião, eu vi como os primos dela aproveitavam quando ela virava pra olhar aquele rabão, ou quando um dos tios ficou encarando ela agachada pra pegar umas sacolas do chão. E não era que olhavam por desejo, era mais porque ela tinha as medidas de uma mulher de alto nível, por assim dizer, daquelas que cumprem certos estereótipos pra quem é fã de mulher bem bunduda — ou talvez fosse sim, porque até vi uma vez que, quando ela se levantou pra buscar água pro primo mais velho, o Isac, ele deu um tapa na bunda dela. Obviamente, a Sarahí levou na brincadeira, porque achava que era só uma zoação, mas tenho certeza de que ele e todos os vizinhos sonhavam com aquele rabão. O fato é que, quando a Sarahí se mudou, eu sempre soube que ela era gostosa, e aproveitava — sem querer — pra olhar aquela bundona e aqueles peitões que me davam vontade de encarar mais do que o normal. Mas sempre soube que ia ficar só na fantasia. Só que vê-la todo dia fazia a cobra começar a subir, ficava brava, e em algumas vezes eu ia pro banheiro tirar o veneno da jararaca. Uma vez, a Sarahí já tava morando aqui umas duas semanas, se adaptou fácil na minha casa. Ela costumava cozinhar e lavar minha roupa, nunca pedi, mas ela era bem caseira. Numa ocasião, eu tava apertado com os prazos da faculdade e não lavei a roupa, então resolvi fazer isso. Entrei no quarto dela pra pegar a roupa suja. Quando tirei do cesto, notei que a calcinha dela não combinava com a personalidade dela. Sabe quando você vê uma mina tímida e imagina que ela usa algo discreto ou assim? Mas não era o caso. A maioria era fio dental e calcinha de renda, o que me surpreendeu pra caralho. Fiquei curioso, então resolvi revirar as gavetas dela pra ver se toda a roupa era assim. E o que eu vi... Só confirmo, lingerie de renda e sexy foi o que encontrei, obviamente isso era culpa da mãe dela, que sempre foi muito provocante no jeito de se vestir. Sarahí devia ter seguido o exemplo da mãe, já que era a única figura feminina que tinha por perto. Me imaginar a minha própria sobrinha, uma garota tímida, com um corpo de deusa usando aquela lingerie me acendeu por completo. Que calcinhas tão gostosas, me considero um expert no assunto sexual, senhores, mas aquela punheta foi muito melhor do que qualquer posição com qualquer outra mina qualquer.
Era época de calor, uma tarde ela veio bater na minha porta perguntando se eu tinha mexido na gaveta dela. Eu falei que — sim, parecia que tinha um rato entrando da rua. Ela me disse: "e viu tudo?" — haha, você se refere às calcinhas? — "que vergonha, sim, essas" — ué, é lingerie, não tem nada de errado — "seria errado andar assim pela casa, tio? É que o calor já não aguento mais." Eu fiquei gelado com aquele pedido, por mais que eu fizesse as contas, não batia. Então essa filha da puta queria me mostrar a bunda de qualquer jeito — "aqui você pode andar como quiser, somos família e temos confiança, né?" — "sim, tio, obrigada."
Ela se virou — "ei, ei, ei, antes de você ir, pode me trazer um copo d'água?" — "sim, mas vou me trocar primeiro." Quando voltou, veio com uma tanga vermelha. Eu fiquei chocado ao ver aquele triangulinho cobrindo a bucetinha depilada dela, porque não fazia nenhum volume, mas aquelas pernas gostosas e curvilíneas faziam crescer ainda mais aquela escultura — "porra, Sarahi, vou ter um infarto, caralho" — "haha, mas é normal, até na praia todas as mulheres andam assim" — "sim, mas você tem uma bundona de infarto" — "haha, tá bom, então quando eu sair agora, fecha os olhos que agora sim vai dar um ataque no coração, vai até parar, hehe" — "mais vai dar um ataque na pica, sobrinha, essa sim vai subir, bom que você entende de enfermagem."
Nós dois rimos, ela se retirou rebolando aquela bundona como se estivesse fazendo bochechos. A filha da puta sabia o que estava fazendo. tinha. Era um calor insuportável, tanto que ela ficava andando pelo quarto como se fosse o dela, eu sentado vendo um jornal que nem tava lendo, só segurando ele pra não mostrar minha ereção, já que a calcinha dela desfilava tão gostosa que eu tinha que tirar a pica. Ela tinha o costume de deitar no sofá e cagava se eu tava do lado. "Oi, mocinha, do jeito que você tá no sofá, dá pra ver uma bunda bem gostosa, espero que não leve a mal." — "Ah, não se preocupe, tio. Chamo muita atenção, né? Mas você é meu tio favorito." A verdade é que não sei o que tava rolando comigo, eu tava começando a gostar do jeito que ele falava. Só ela ouvia como eu virava as páginas do jornal quando perguntei: "E aí, já te meteram a pica?" — "Que que?" ela respondeu, surpresa. — "Que se você e seu namorado já..." — "Bom, tenho meu namorado e sim, mas fica tranquilo, isso é normal." — "Não, não é normal, porque essa calcinha aí parece que foi feita pra engolir umas picas boas, não acha?" (Risos) ela disse: "Pois é, não sei ainda", dando a entender que o namorado dela tinha um pau normal. — "É que o produto dessas suas bundonas mexe demais com a minha pica, mas faz um tempo que não vejo algo assim, desde que me separei." — "Não tem problema, tio, pode olhar à vontade. Ou a gente tá fazendo algo errado?" Quando virei a página do jornal de novo, ela virou e sentou do meu lado. "E o que o senhor tá lendo?" quando ela viu que dentro do meu jornal tava minha pica bem dura, com a cabeça quase estourando. Ela ficou hipnotizada, com a palavra cortada, as bochechas vermelhas, e gaguejando disse: — "Você tem ela bem grande, tio, uau." — "Te incomoda que eu esteja assim?" — "Não, é normal você estar assim." — "O que você se atreveria a fazer?" Quando a mão dela começou a me dar uns bons punhetas na pica. — "Tio, a cabeça dela tava quase estourando." — "Fica assim, ela só quer ver bem essa pica." — "Oi, você quer que eu meta a pica em você, né? Só fala, mocinha." — "Não sei o que tá rolando comigo, mas fico curiosa pra saber se essa coisona toda cabe aqui. Quero colocar essa coisona aqui." Ela se levantou e me deu as costas. De costas, ela disse "aí vou eu", abriu toda a bocetinha dela, mas aquelas bundonas pesadas não deixavam. Mas ela, com mais vontade, abriu mais e escancarou a bucetinha toda rosadinha e deixou eu meter a cabeça inteira. Eu tava louco, sentindo aquela buceta gostosa, quente e molhada.
— Não fode, vou ter um infarto vendo de perto, você tem um pau enorme, mocinha.
— Mais enorme é a vara que você tá enfiando em mim. Olha como eu me mexo, não passo da sua cabeçuda, tio.
Ela me olhou com aqueles olhos transformados no cio. Eu tava de braços abertos no sofá, quando de repente ela desceu até a metade do meu pau. Santa pressão! Ela soltou um grito de prazer com um "uoooo, que pica do caralho, tio!". Nisso, ouviu-se um "plack" — todas as bundonas dela tinham batido no meu corpo, engolindo meu pau inteiro. Ela sentiu dor e tirou em segundos, mas meteu de novo até a metade e repetiu o mesmo movimento: "plack", batendo a bunda de novo, e "plack", um "ai, que gostoso, que gostoso, plack". A bunda dela é indescritível, a maciez daquelas nádegas que eu sentia quando quicavam uma e outra vez, plack e plack, placks, vendo meu pau sendo devorado naqueles sentões.
— Tão gostoso, minha mãe tinha razão.
— Razão do quê?
— Que você tem o pau grande e durão.
— Sua mãe te contou?
— Sim, ela me contou esse segredo, eu não acreditava.
Meu pau já tava escorrendo dos fluidos dela, molhando minhas bolas e mais pra baixo. Cada vez mais pressão, de tão excitada que ela tava. Nisso, fiz ela virar e montou em mim, passando as pernas por cima dos meus braços, ficando numa posição sentada e bem enfiada no meu pau. Eu ajudava a levantar aquele rabão, já que era pesado, e ela se deixava cair e se mexia gostoso. Eu tava metendo tão forte que ela só quicava, aguentando o pau sem piedade. Nisso, me levantei pra enfiar de ladinho, onde a bunda e as pernas dela quicavam ao meu prazer. Ela só me segurava pelo pescoço com os braços e pedia mais. A bunda dela, toda suada... Os orgasmos dela escorrendo no chão quando eu falei que ia gozar enfiando tudo nela, aí eu parei de mexer. Ela falava: "que gostoso, e não quero que seja a última vez". Começou a me beijar com uma loucura, minha boca tava toda molhada de tanto beijo apaixonado. Naquela tarde, a gente se olhou com outros olhos. Ela tá bem apaixonada por mim e, sinceramente, não sei o que fazer. Levo ela pro trabalho e, quando ela desce com o uniforme de enfermeira, não acredito que eu tô comendo aquela raba toda. Às vezes ela me espera, adora transar, e até quando sai com a família, comentam que ela está mais magra, mas não sabem que sou eu quem tá comendo essas gostosuras.
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